Dupla com Manu e o Árabe

Querido diário…

Entre todas as mudanças que venho fazendo no blog desde junho, há mais uma novidade que trarei para apimentar ainda mais a leitura por aqui. Voltarei a relatar os encontros em dupla! Ou seja, ménage à trois com um cliente e uma amiga minha, também acompanhante. Começando por este, com a deliciosa Manu Trindade. Essa não é a primeira vez que atendemos juntas (já perdi as contas na verdade), mas, a partir de agora vocês também participarão desses momentos mágicos que vivenciamos entre quatro paredes com algum sortudo.

Vou chamar esse cliente de “Árabe”, pois, ele possuía descendência e achei tal característica super marcante nele. Combinamos no motel Astúrias, suíte 6. Me atrasei alguns minutinhos e assim que terminei de subir as escadas daquela suíte com piscina e adentrei no quarto, os flagrei seminus! Manu trajava uma lingerie de renda preta para lá de sexy, com um buraco proposital na bunda e ele uma cueca boxer preta. Ambos seguravam suas respectivas taças, abastecidas de champanhe.

Educadamente me desculpei pelo atraso, pousando minha bolsa no criado mudo. Quando retornei para eles que estavam em pé próximos a porta, o Árabe bonitão já foi me entregando uma taça também e fizemos um brinde. Logo Manu se ocupou de tirar o meu vestido, revelando minha lingerie também preta de renda, só que com detalhes rosa – e olha que nem foi combinado rs -.

Após um comportado gole em minha taça, cada um pousou a sua em cima da mesa e nos juntamos para um beijo a três, com o cliente posicionado no meio de nós duas. Depois ele beijou apenas a mim – já devia ter beijado bastante a Manu enquanto eu não chegava – e enquanto isso a Manu beijou outras partes do corpo dele, formando um delicioso sanduíche. Ela atrás, ele no meio e eu na frente.

Não muito depois de algumas trocas de carícias com todos ainda de pé, Manu conduziu para que fôssemos para a cama. Despiu a cueca dele e nós duas descemos para chupá-lo ao mesmo tempo. Eu nas bolas, ela no pau, depois as duas no pau, até que revezamos. De repente, ele teve uma ideia ainda melhor e disse que queria nos ver se chupando.

Manu é muito ativa nos nossos atendimentos e raramente me deixa chupá-la, sempre tomando a frente para me chupar primeiro. – Já me deixou mal acostumada, inclusive. – Então, enquanto ela me chupava bem gostoso, ele se ajoelhou próximo da minha boca, para que eu o chupasse também. E não só isso! O safadinho pegou a minha mão e a levou até a sua própria bunda, me deixando um pouco confusa do que ele queria que eu fizesse. Levei poucos segundos para entender que o danadinho também curtia um fio terra. 😏

Não cheguei a introduzir o meu dedo completamente, até porque a posição que eu estava não me favorecia muito, mas consegui lhe fazer esses dois carinhos – um com a minha boca e o outro com o meu dedo – enquanto ele a assistia me chupar de camarote. De repente, ele perguntou se podia gozar na minha boca e foi o tempo de eu responder que não. Logo ele batizava o meu ombro. 💦 Sua primeira gozada foi mesmo bem rápida rs. Credo, que delícia! 🤩

Fui ao banheiro me limpar, enquanto a Manu aproveitou para se servir de mais champanhe. Depois fomos para a parte externa da suíte, onde ficava a piscina, apenas tomar um ar, mas, tão logo já estávamos emaranhadas nele de novo. O cercamos e nos agachamos ali mesmo para chupá-lo outra vez. Sim, ele já tinha se lavado. Após algum tempo revezando com o seu pau entre a minha e a boca dela, Manu foi até o quarto buscar um preservativo.

Continuei o chupando até que ela retornasse e então, após encapá-lo, já foi conduzindo para que ele a penetrasse, com ela empinada, apoiada em uma daquelas cadeiras. Não deu muito certo, pois durante as estocadas ele deu uma desconcentrada e seu menino amoleceu. Tentaram então com ele sentado e ela indo por cima, o que também durou pouco tempo. A essa altura eu estava posicionada atrás dele, mordiscando sua nuca, quando Manu levantou e tentou sentar de costas para ele, porém, o dito cujo teimava em amolecer. “Vamos para a cama que lá talvez seja melhor”, ela conduziu e lá fomos os três.

Nos quarto eles retomaram a transa no papai e mamãe e eu, sem ter muito o que fazer, peguei meu brinquedinho e fiquei me masturbando enquanto os assistia, na esperança que ao me ver fazendo aquilo, ele ficasse ainda mais excitado. Ajudou por um tempo, mas a transa realmente não vingou e lhe demos mais um tempo de descanso. Pelo visto ainda não estava completamente recuperado da primeira gozada.

Bebemos mais um pouco e então voltamos a chupá-lo. Daí foi a minha vez de mostrar os meus talentos. Quando ficou duro novamente, peguei uma nova camisinha, vesti o menino e sentei toda disposta. Subi e desci de todos os jeitos que sei. Ajoelhada na cama, agachada, rápido, fundo, mais devagar quando cansava e nem assim não foi possível manter a ereção do rapaz por muito tempo. Ele estava exausto e agora eu também rs. Voltamos para o sexo oral.

Enquanto Manu mandava ver com o pau dele em sua boca, eu intercalava entre beijá-lo e chupar seus mamilos (tem homem que gosta). Até que, após algum tempo revezei com ela e fui para o pau dele, enquanto ela subia para os seus lábios. Quando Manu desceu para os mamilos dele e os ficou mordiscando, intercalei chupada com punheta, até que… ele gozou de novo! 💦 Manu brincou que eu era “encantadora de paus”, mas estava sendo generosa, já que ela que o havia deixado em ponto de bala e eu apenas retomei de onde ela tinha parado.

Novamente fui no banheiro me limpar – lavar as mãos – e voltei com um papel para que ele se limpasse também. Daí sugeri que fôssemos para a piscina. Todos concordaram e lá fomos nós. Eles se sentaram na beirada, apenas com os pés dentro da água, já eu me aventurei e entrei logo. A água estava deliciosamente quente – gosto da piscina do Astúrias, mais do que de qualquer outro motel, pelo aquecimento da água ser mesmo excelente – e os incentivei que também entrassem.

Após algum tempo em que todos estavam com seus corpos completamente imersos naquela água quentinha, tentamos seduzi-lo, o cercando, mas ele foi sincero e disse que não aguentaria mais uma rodada. Retrocedemos para nossos lugares discretamente, com aquela deliciosa sensação interna de missão cumprida. Engatamos mais conversas até o término do tempo.

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