O Que Eu Gosto

O que eu gosto? Eu gosto de sexo. Mas, não é qualquer sexo, muito menos com qualquer pessoa. Talvez eu até goste de sexo mais do que a maioria das mulheres, afinal, não é à toa que escolhi trabalhar com isso. Mas, não me considero uma ninfomaníaca não, apenas uma mulher bem resolvida que sabe usufruir dos prazeres da profissão.

Gosto de sexo com homens carinhosos. Aquele tipo de homem que sutilmente apalpa os meus seios por cima da roupa, enquanto ainda estamos nos beijando. Se ele perceber, verá que ficarei levemente ofegante quando ele fizer isso, pois, surpreendentemente, tenho muito tesão nos meus seios. Adoro quando as minhas roupas vão sendo despidas calmamente, como se ele estivesse desembrulhando um presente. E confesso que sim, fico um pouco frustrada quando ele desabotoa meu sutiã antes mesmo de tirar a minha blusa, pois, caprichei na lingerie e ele sequer verá como aquele sutiã, escolhido a dedo, acomoda os meus seios.  Agora, quando ele tira a minha blusa e se afasta ligeiramente para apreciar a visão dos meus seios decotados naquela lingerie, fico ainda mais excitada só por sentir sobre a minha pele o seu olhar lascivo carregado de desejo, louco pelo que está por vir.

Gosto de sexo com homens que valorizam uma boa preliminar. E confesso que fico ainda mais louca de tesão se ele me chupar primeiro. Sou puta, mas, também sou mulher e qual mulher não gosta de ser tratada como uma princesa, até mesmo na cama? Entendo que alguns tem nojinho, por achar que uma buceta que recebe muitos paus não é digna de ser tocada pela sua língua, mas, meu rapaz… a buceta de uma puta é muito mais bem cuidada que a de uma mulher comum. Pode ter certeza disso. Justamente por ela receber muitos paus, grandes, pequenos, grossos, finos, retos e tortos que precisa estar sempre impecável, é o nosso ganha pão.

Gosto de sexo com homens que não ficam igual estátuas quando estão sendo chupados. Se já é gostoso ouvi-lo gemer ou de vez em quando soltar algum elogio ao carinho que estou fazendo nele, é ainda mais delicioso quando ele acaricia meus cabelos enquanto eu faço. É como se ele dissesse: “Boa menina, continue assim”. Me sinto ainda mais motivada a continuar com aquele boquete maravilhoso.

Gosto de sexo com homens que me viram de bruços e me chupam tanto na frente quanto atrás, mas, que o faça sem segundas intenções de ser presenteado com um sexo anal. Gosto de ser virada do avesso de uma maneira carinhosa, não violenta. E por falar em violência… confesso que também gosto de sexo com pegada. Pegada no pescoço então, me alucina. Se em algum momento ele começar a meter forte e combinar essa velocidade com uma apertada sutil no meu pescoço, minha buceta encharcará ainda mais. Gosto de todas as instâncias sexuais, porém devidamente dosadas e não exageradas.

Também gosto de sexo com porra jorrando. Na boca, na cara e principalmente lá dentro. Ainda que eu não possa fazer isso com qualquer pessoa, não quer dizer que eu não aprecie o contato com aquele líquido quente, grudento e branquinho. Aliás, toda mulher merece ter um pau amigo confiável para fazer isso de vez em quando. Senti-lo gozar no seu clitóris quando estão apenas roçando também é de levar qualquer uma ao céu. Aproveite que ele ainda está duro e deixe escorregar para dentro todo melado mesmo. A transa deve durar aí pelo menos uns trinta segundos antes dele precisar se recompor.

Sexo é mesmo muito bom. E é uma pena que ainda seja um tabu. Como também é uma pena que nem todos o vejam com olhos de prazer, como de fato ele é. É uma pena que muitas mulheres ainda não saibam o que é gozar. É uma pena que ainda existam homens na casa dos vinte ou trinta virgens. É uma pena que nem todo mundo tenha tido a oportunidade de ter a melhor transa da sua vida. É uma pena que algumas pessoas tenham se acomodado com o que conhecem sobre o sexo, ainda que não considerem tal conhecimento satisfatório, ao invés de saírem transando mais por aí. E para todas aquelas outras pessoas que querem descobrir o quão gostoso e transformador o sexo pode ser, estarei aqui, disposta e honrada em fazer parte do seu prazer.

Meu Corpo, Meus Traumas e Prazeres…

Querido diário…

Hoje estou aqui para compartilhar algo muito íntimo do meu passado. Algo que pouquíssimas pessoas sabem e que, com o passar dos anos, até eu tinha me esquecido. Estava eu assistindo a “Sex Education” há alguns dias (uma série da Netflix que retrata, de maneira leve e descontraída, os problemas sexuais que os jovens podem ter quando estão se descobrindo sexualmente) e quando cheguei no último episódio da primeira temporada, me deparei com algo que me identifiquei na hora. Até me emocionei enquanto assistia e agora, dias depois, resolvi falar sobre. Quem sabe assim também ajudo outras mulheres ou casais que venham a passar por esse mesmo problema?

Por ser um tema muito complexo, a solução apresentada na série foi bastante superficial. Não foi daquela maneira que resolvi e não sei se alguma mulher conseguiria resolver daquele jeito. Mas, de qualquer forma, valeu a tentativa ao pincelarem por esse assunto.

Agora vou contar um pouco da minha experiência, mas, se prepare que o post ficou gigante! Rs.

Como tudo começou…

Tive o meu primeiro namorado aos dezenove anos. Claro que, antes dele, houveram algumas tentativas de perder a virgindade (apenas duas, para ser mais específica), tentativas essas sem sucesso em que atribuí o fracasso a inexperiência do outro – um deles também era virgem – ou a incompatibilidade do lugar escolhido – com outro não estávamos numa cama – .

No entanto, quando comecei a namorar, no decorrer dos meses tentamos de várias maneiras possíveis e eu não conseguia, de jeito nenhum, suportar aquela dor da primeira penetração. Eu sabia que a primeira vez poderia doer, mas era uma dor DESCOMUNAL. E o mais bizarro de tudo: numa dessas tentativas acabou rolando naturalmente o sexo anal. Estávamos deitados de ladinho, ambos no maior tesão, tentando mais uma vez. De repente, com jeitinho, foi entrando só na saliva. Ele não tinha percebido onde tinha entrado realmente e soltou essa: “Nossa, está tão apertado que parece um cu”. Bobinho… estava no cu rs. Ficamos tão felizes e ao mesmo tempo tão esperançosos depois desse episódio, acreditando que conseguiríamos na frente, uma vez que atrás, que é o mais difícil, deu certo, mas, longe disso. O sexo vaginal continuou sendo um desafio impossível.

Quando chegamos à conclusão que definitivamente não conseguiríamos sozinhos, decidi buscar ajuda médica. A primeira ginecologista que passei, disse que eu devia ter o hímen muito colado e que talvez fosse preciso fazer uma cirurgia para rompê-lo. Algo que não me agradou em nada. Que mulher quer perder a virgindade assim? Eu queria que fosse especial, com o meu namorado, algo romântico.

Mas, se eu achava isso ruim, ficaria ainda pior. Não contente, passei com diversos ginecologistas especializados para ter mais de uma opinião e infelizmente todos diziam a mesma coisa: Eu realmente teria que fazer a tal cirurgia para poder deixar de ser virgem. Eu só precisava ser examinada por um último especialista para que finalmente liberassem o procedimento. Entrei em sua sala e contei as recomendações que tive dos médicos anteriores até chegar ali. Assim que terminei de falar, me pediu para tirar a parte de baixo e deitar na maca que iria me examinar.

Assim que ele tocou na minha vagina, estremeci, com medo do quanto aquilo poderia doer. Ele tentou mais uma vez e novamente tremi, sobressaltada com o seu toque. Com apenas isso, num milésimo de segundo, ele diagnosticou o meu problema. Pediu que eu me levantasse, me vestisse e após me sentar de volta na cadeira à sua frente, sentenciou que não seria uma cirurgia que resolveria o meu problema. “Você viu como eu nem te toquei direito e você já travou? Você mesma que trava sua vagina. O nome disso é Vaginismo.”

Vaginismo

Eis aí uma palavra que nunca irei esquecer. Uma doença psicológica que até então eu nem sabia que existia. De repente, a ideia da cirurgia para romper o hímen não me parecia mais tão ruim assim. 😅

Saí da sala aos prantos, sem ter entendido direito o que eu tinha. Liguei chorando para o meu namorado e juntos, mais tarde, através de pesquisas na internet, descobrimos o que era exatamente: Uma contração involuntária do músculo da vagina. Por que doença psicológica? Porque apesar da minha vontade de transar, o meu subconsciente não me permitia por algum trauma ou crença.

Por exemplo, se meus pais fossem extremamente religiosos, que tivessem me criado com a convicção de que eu teria que me casar virgem, meu subconsciente poderia adotar aquilo como regra e assim me impedir de transar. Ou também, se eu tivesse sofrido algum abuso ou estupro na infância, meu subconsciente novamente me impediria de transar, no intuito de me proteger.

Refleti bastante sobre essas duas possibilidades. Minha mãe sempre conversou comigo sobre sexo desde que eu era criança. Ela dizia: “Remédio serve para evitar filho e camisinha para evitar doença”, é o que ela sempre repetia, mesmo eu não sabendo o que era sexo exatamente. 😅 Então religião ou família muito conservadora não poderia ser a causa. Quanto ao estupro, bem eu nunca tinha sido estuprada, mas peraí… Lembrei de uma situação… 🤔

Trauma de infância?

Me forcei a pensar em qualquer situação sexual que eu pudesse ter vivenciado na infância. Daí me lembrei de algo…

Quando eu tinha cinco anos, moramos de aluguel por um tempo em determinada casa. Se tratavam de duas casas no mesmo quintal. A dos donos ficava nos fundos e a nossa na frente. Os donos eram um casal de idosos que tinham três filhos. Um deles era bastante amoroso comigo e consequentemente me afeiçoei muito a ele. Afinal, qual criança não gosta que um adulto lhe dê total atenção? Ele brincava que era meu “namorado” e ninguém (nem mesmo eu) via qualquer malícia nisso.

Ele deveria ter uns vinte e cinco, não era moleque, mas também não era velho, me lembro que tinha boa aparência e era jovem. Seu nome era Márcio. Eu também gostava dele, mas, às vezes me incomodava o seu grude e excesso de atenção. Numa outra memória, lembro de estar em pé em algum cômodo da minha casa, com ele atrás de mim. Eu estava sem a parte de baixo e ele tentava introduzir algo no meu corpo. Não lembro de ter visto seu pênis, sequer lembro de como fomos parar naquela situação. A única coisa que me recordo claramente é que senti uma dor atrás (tenho quase certeza que ele tentou um sexo anal), eu reclamei com ele que, seja lá o que ele estivesse fazendo, estava doendo. Ele então parou e não insistiu mais. Nos mudamos daquela casa em algum momento e nunca mais tive contato com ele.

O fato dele não ter tentado continuar a força, me fez pensar que talvez isso não fosse um estupro e assim fui vivendo a minha vida, mantendo essa confusa lembrança arquivada. Só voltei a pensar nisso quando o médico disse as possíveis causas de um vaginismo. Engraçado que, quando contei o ocorrido para a minha mãe, após passar com o médico, ela se chocou, obviamente, e então rebateu: “Mas você adorava ele! Ficava dizendo para todo mundo que ele era seu namorado!”

Eu dizia?

Seria essa a causa do meu vaginismo? Mas então como eu consegui fazer sexo anal primeiro, se pelo que me lembrava foi exatamente por trás que ele tentou me penetrar?!

Mistérios do subconsciente… 

Tratamento

Meu namoro ficou bastante turbulento nesse período. Comecei a passar com psicólogas, mas em nada ajudou. Elas apontavam o meu namorado como um dos responsáveis pelo meu problema, por “não saber lidar com a situação”. O que o deixava furioso, fazendo com que buscasse tratamentos alternativos pela internet em fóruns sobre o assunto. Além do que, ele achava o cúmulo alguém jogar a culpa do MEU problema em cima dele.

Teimosamente resolvi passar com outro ginecologista, já sabendo do vaginismo, para ver se me indicava algum tratamento mais prático, além das sessões com um psicólogo. Ele então me pediu que tirasse a calcinha e deitasse na maca. Era um boliviano bonitão, que atendia num escritório próprio, na rede credenciada do meu convênio médico.

Ele então começou a enfiar seus dedos na minha vagina e os rodava, dizendo que aquilo serviria como dilatação da região para uma futura penetração. Santo pai, como aquilo doía!!! 😖😖😖 Quando finalmente terminou, passou a mão no meu queixo e perguntou se eu estava bem. O achei atencioso demais, mas, com receio de ser apenas uma interpretação errada da minha parte, acabei repetindo o procedimento alguns dias depois, conforme sua orientação.  

Na segunda vez a dor ainda era a mesma e novamente quando terminou, se comportou de forma bastante carinhosa, me abraçando! Eu sempre ia nessas consultas sozinha e desconfiei que numa terceira vez ele pudesse tentar beijar a minha boca. Não quis pagar para ver e nunca mais voltei lá.

Meu namorado sabia mais do meu problema do que eu mesma. Me explicou que após muita pesquisa pela internet em fóruns sobre o assunto, descobriu um tratamento com dilatadores vaginais. Mas, antes de comprarmos o tal kit, ele teve a ideia de, primeiramente, eu mesma começar a tocar no meu próprio corpo.

Fomos juntos numa farmácia e me comprou uma caixa de luvas descartáveis para que, todo dia, eu tentasse introduzir meu próprio dedo dentro de mim. Coisa que eu detestava fazer. Sua insistência diária me incomodava tanto, que uma vez lhe joguei na cara que só estava interessado em me comer e ele rebatia que se fosse por isso, teria me largado faz tempo, já que não estava conseguindo.

Comecei com um dedo e após conseguir enfiá-lo, recomeçava com dois. Eu fazia isso durante a semana e nos finais de semana, quando meu namorado vinha me visitar, tentávamos transar. Nosso relacionamento passava por uma situação bastante delicada, pois ele estava cada vez mais impaciente. Reclamava que eu não estava me empenhando nos exercícios o suficiente, pois, parecia que estava enfiando seu pau num muro de concreto, já que não entrava de jeito nenhum, só escorregava para os lados. O sexo anal também já não supria mais, pois eu só aguentava uma vez por fim de semana e ele não se satisfazia com apenas uma transa no dia.

Certa vez, após mais uma tentativa sem sucesso, ficou tão nervoso que se levantou da cama bruscamente e deu um soco violento na parede! Me assustei muito, nunca  tinha o visto tão descontrolado. Resultado: quebrou o dedo mindinho. Corremos para o hospital mais próximo, ele teve que engessar a mão e eu tive que lidar com as suas reclamações. Ele dizia que a culpa de tudo aquilo era minha, por EU não funcionar. Como se eu fosse um eletrodoméstico com defeito. Não sei porque não terminei com ele ao ouvir isso. Cinco anos mais nova, primeiro namorado, me deixei ser manipulada de tal maneira que eu mesma me sentia culpada por toda aquela situação.

Então, quando finalmente deu certo, não senti nenhuma emoção com o evento. Só pensava: “Ufa, minhas enfiadas de dedo surtiram efeito”. Sequer guardei a data. A minha primeira vez acabou não sendo especial quanto eu queria que fosse de tão pressionada que me sentia em tempo integral para que aquilo desse certo. No dia seguinte, quando fomos transar de novo, não tivemos o mesmo sucesso da noite anterior e novamente tive que ouvir os resmungos dele, que não aceitava que àquela altura houvessem regressos.

Mas, claro que ele já não estava mais com tanta paciência. Ficávamos juntos somente aos finais de semana e eu não conseguia fazer sexo anal mais de uma vez. Ele era um homem cinco anos mais velho, que, ao contrário de mim, não era virgem e tinha as suas necessidades. Sem contar que, desde o princípio, ele não gostou nada de saber que eu era virgem, pois, segundo suas próprias palavras, sabia que “isso” lhe daria trabalho.  – E eu achando que o homem se sentia honrado quando a moça era virgem. – Mal sabia ele, que o trabalho seria ainda maior do que o que ele imaginava. 😅

Vencendo o Vaginismo

Aos poucos, nossas transas foram sendo mais bem-sucedidas. Mas, eu não conseguia sentir prazer nenhum durante as penetrações. Eu me masturbava, achava que estava gostando, quando, na verdade, eu estava enganando a mim mesma. Não era possível que aquilo era o prazer sexual que todos falavam. Quanto tempo mais demoraria para eu começar a achar aquilo incrível? Em tudo que eu lia a respeito, dizia que a partir da terceira transa as dores davam lugar ao prazer, mas, de maneira alguma isso acontecia comigo. Passaram-se meses, até que cheguei à conclusão que o problema deveria ser eu. Vai ver eu que não gostava de sexo afinal. 🤷🏼‍♀️

Porém, antes de decretar o meu fracasso sexual, determinei que precisava fazer uma última tentativa para saber se o problema era eu ou o meu namorado. Eu precisava transar com outra pessoa. Mas, como poderia se eu namorava com ele? Nosso relacionamento tinha pouco tempo (em torno de um ano e pouquinho) e ainda não tínhamos definido que seria aberto.

A oportunidade surgiu! Brigamos e saí para a balada com uma amiga. Essa minha amiga era muito popular e tinha uns amigos gatos endinheirados. Dois deles tinham casa no condomínio Arujazinho (que pelo que soube se tratava de um condomínio caro) e nos convidaram para um churrasco no dia seguinte. Saímos da balada quando o dia já tinha amanhecido e passamos na casa dela – de carona com eles – , só para pegarmos algumas coisas.

Particularmente eu não estava muito afim de ir, por dois motivos: primeiro que estava cansada, não tinha o costume de virar a noite daquele jeito; segundo que eu sentia que a minha vida não era aquela, de baladas e churrascos. Tentei convencê-la a não ir, pois preferia que dormíssemos e depois assistíssemos um filme, mas, ela estava tão empolgada e irredutível que não quis deixá-la ir sozinha.

Chegando lá, o churrasco aconteceria só mais tarde e todos se ajeitaram para dormir. Minha amiga sumiu com um dos carinhas e eu fiquei sozinha com esse, que, por acaso, era o dono da casa em que estávamos (ele devia ter uns trinta e poucos anos). Nós havíamos trocado algumas palavras durante a balada e ele pareceu ter se interessado por mim. Conversamos a respeito de assuntos diversos e eu sabia que em algum momento ele tentaria me beijar, só me restava decidir se corresponderia ou não. 

Durante esse curto espaço de tempo em que flertávamos, refleti rapidamente e vi nele a grande oportunidade que eu precisava para testar se eu gostava de sexo. E quando aconteceu de nos beijarmos, não freei suas passadas de mão, até que conforme foi esquentando, me pegou no colo e me levou para uma imensa sala de cinema. Pois é, ele tinha sala de cinema dentro da própria casa rs. 🤭

Continuamos com os amassos, ele colocou o pau pra fora e comecei a chupar, totalmente envolvida com o momento. Ele também me chupou, mas eu só estava interessada no evento final. Estava explodindo de tesão e não aguentava mais esperar! Não usamos camisinha e também não me recordo a posição exata da sua primeira entrada, só lembro que não senti uma dor sequer! Quando ele me colocou de joelhos na poltrona da primeira fileira e me pegou de quatro, senti uma sensação indecifrável de prazer! Me sentia uma vagabunda por estar transando com um estranho naquela posição, mas, ao mesmo tempo me sentia ótima por isso! Até então nunca tinha sentido nada daquilo transando com o meu namorado. Pude então concluir, com grande alívio, que o problema não era eu. Eu gostava de sexo, demais até!

Ele não chegou a gozar, pois, fomos interrompidos por um de seus amigos que apareceu sem aviso prévio na sala e nos pegou no flagra em pleno ato sexual. (Me senti super constrangida por isso.) Alguém estava o chamando no portão para avisar que o churrasco havia começado e como não tínhamos ouvido, esse amigo veio lhe avisar.

Após o pessoal ir na frente, percebi que ele queria voltar a transar, mas, sutilmente me esquivei, falando que também já queria ir para o tal churrasco. Eu já havia concluído o meu teste e apesar de ter sido muito bom, aquela interrupção me tirou do clima. Ele não insistiu e então fomos em seu carro para a casa desse outro amigo onde a minha amiga também já estava. Ele deve ter me achado uma qualquer por ter transado com ele na maior facilidade – ainda sem preservativo – , tendo o conhecido em menos de 24 horas. Mas, mal sabia ele que era nada mais, nada menos que o segundo homem que eu transara em toda a minha vida.

E o namoro?

Não terminei com o meu namorado (anos depois, somente). Ele acabou descobrindo a minha pulada de cerca, mas, relevou (até parece que ia largar o osso tão fácil depois de todo o sacrifício que foi para conseguirmos transar rs). Contudo, transar com ele nunca foi 100% gostoso para mim, pois, de fato, as características do dote do seu parceiro influenciam (e muito) no seu prazer.

O dele era grande demais para a minha menina. Grande tanto no tamanho quanto na grossura e só quando tive a oportunidade de fazer com outro, que pude comparar. Sem contar que, por conta de todo o estresse que passamos durante o processo do meu vaginismo, meu tesão por ele diminuiu consideravelmente. Como manter o tesão por alguém que só te pressiona e por vezes te trata mal?

Contudo, reconheço que ele aguentou bastante coisa ao meu lado. Estaria sendo injusta se dissesse que ele foi um péssimo namorado, pois, tudo que aconteceu também foi novidade para ele e na medida do possível deu o seu melhor. Ainda estávamos juntos quando entrei nessa profissão. Ele me apoiava inclusive, mas, estou falando demais… isso já é assunto para outro post… 😉

Eu, Tu e Ela

Ahhh… essa foi a primeira vez que me vi do outro lado. Não o lado da acompanhante, mas, sim, o da “acompanhada”. O lado da que divide o seu homem com outra. A que cede a curiosidade interior e se permite experimentar. E agora? Será que vai funcionar? Será que vou me frustrar? É o tipo de experiência que só vivendo para saber. Estaria mentindo se dissesse que não gostei. Gostei sim, é claro. No entanto, é praticamente impossível, nessas situações, não surgir o menor átomo de ciúme. E o meu surgiu quando eu menos esperava.

O primeiro round foi incrível. A garota era linda, também me excitava e era muito safada. Eu e ele sempre nos demos muito bem na cama e ela embarcou na nossa energia. Perseguida com perseguida, rolou aquele encontro das flores. Sequer me enciumei ao vê-lo penetrando outra, pelo contrário, aquela visão foi plano de fundo das minhas siriricas solitárias. O segundo round que foi punk, me arrependi de ter fechado duas horas, pois, naquele momento, o queria só para mim.

Sabe quando você sente que a brincadeira foi boa, mas que já basta? Então, eu não queria continuar. Mas, infelizmente, a continuidade foi algo inevitável e segui com o script, ainda que eu quisesse rasgá-lo e jogá-lo fora. Mais do que isso, queria que o meu homem adivinhasse os meus pensamentos por telepatia. No  entanto, está para existir um hétero capaz dessa proeza ainda rs. Será que dos casais que já atendi, também rolou esse conflito interno com as mulheres? 🤔

É… ménage à tróis não é para qualquer um não. Contudo, de fato ajuda os casais, porque o ciúme apimenta. Vê-lo com outra foi gostoso e estranho. Gostoso até certo tempo e estranho como um todo. Me fez ver o quanto gosto dele e o quanto quero aquele brinquedo só para mim. Gozando só comigo, beijando somente a minha boca, tocando só o meu corpo. Será que sou possessiva? Ou apenas uma grande egoísta, por não querer dividir o meu doce com mais ninguém? E que doce… me lambuzo toda nele. 😏

Se eu repetiria? Quem sabe daqui um zilhão de anos, quando o romance estiver desgastado? Quando ambos nos esquecermos do quão sensacional éramos juntos ou quando a paixão entre nós for apenas uma lembrança turva em nossos pensamentos? Só sei que, no atual momento, prefiro apenas compartilhar o que é dos outros a dividir o que é meu outra vez. 

Se alguma mulher que já fez ménage à tróis – com outra mulher junto – , estiver lendo isso, por favor, me deixe saber o que sentiu também? Para o homem sei que é maravilhoso estar com duas mulheres, mas, e para a mulher? Como é dividi-lo? Tirou de letra?

 

Nota da autora: Ménage à tróis é uma experiência única na vida de um casal. A perspectiva que tive com a minha própria vivência, não quer dizer que seja essa a minha visão em relação aos outros casais que já fizeram ou que me procuram para isso.

 

A Maldade Disfarçada – Parte 2

Meses se passam e aquele mal continua te perseguindo

Um comentário aqui e outro lá, sempre te diminuindo

Como eu queria que essa pessoa superasse e seguisse com a sua vida

No entanto, sente imenso prazer tentando acabar com a minha

 

Quando vai entender que a minha intenção não foi me aproveitar?

Mas, que chegou num ponto que estava insuportável continuar?

Ninguém gosta de ser manipulado, ainda mais em troca de dinheiro

Preferi voltar a minha antiga vida, mesmo trabalhando o dia inteiro

 

Muitas coisas eu só tenho a lhe agradecer

Eu reconheço isso, não precisa me ofender

Sei muito bem do quanto me ajudou

Mas supere de uma vez por todas que acabou!

 

Me atacar anonimamente pra quê?

Eu sei que é você!

Por acaso almeja fazer um acordo?

Que eu te devolva tudo que me destes e mais um pouco?

 

Sabe muito bem que não funciona assim

Ainda que eu queira para finalmente me livrar de ti

Mas percebo que nada do que tenho foi de graça

Pois tive que lidar e suportar a sua pessoa complicada

 

A maneira como você se comporta agora

Só me mostra que fiz bem em ter pulado fora

Age como uma criança mimada que não sabe levar um não

Ao invés de superar logo essa situação

 

Então por favor busque uma outra mulher

Uma que aceite fazer tudo o que você quer

Uma que tope esse compromisso

E que nunca se sinta sufocada por isso

 

Comunicado Importante

Boa tarde.

Eu pretendia escrever apenas um twitte resumidamente sobre esse assunto, mas, como o Twitter tem limite de caracteres e, mesmo fazendo todos os tipos de abreviações possíveis, não consegui fazer caber naquele pequeno espaço tudo o que eu queria dizer, resolvi me expressar por aqui mesmo de maneira ainda mais completa… ☝🏻😀

Sabe, hoje sentei em frente ao meu notebook e pensei: “Fudeu!” Quanto mais os relatos se acumulam, mais difícil fica colocá-los em dia! 😳

E comecei a reparar que algo que eu sempre amei fazer (escrever) tem se tornado uma atividade maçante para mim.

Daí refleti muito a respeito, sobre o que eu poderia fazer para que isso voltasse a ser um hobby e não uma obrigação e cheguei à seguinte conclusão: 💡

A partir de hoje… vou me desprender de algumas regrinhas que eu mesma criei.

Não vou mais escrever seguindo a ordem cronológica dos encontros, como também não necessariamente escreverei sobre todos. Apenas os que de fato me inspirarem para tal.

Postarei seguindo a minha ordem de interesse, ignorando completamente se o encontro veio antes ou depois do anterior que foi relatado. Mas, a numeração do cliente poderá ser conferida ao final do post, na Tag.

Tenho certeza que desta maneira ficará ainda mais prazeroso tanto para mim, que tenho a missão de escrevê-los, quanto para vocês, que seguem me acompanhando e lendo tudo que escrevo.

Nossa… não sei como não pensei nisso antes. 🤦🏼‍♀️ Estou até me sentindo mais leve, livre e empolgada para compartilhar logo encontros incríveis, na hora que me der na telha, sem ter que seguir script nenhum. Começarei nessa segunda!! 🤩

Deixo vocês com uma música para celebrar… 🎶 🎵

De Quatro é Mais Gostoso

Esses dias estava aqui refletindo com os meus botões em como a maioria dos homens apreciam a posição de quatro. Há alguns anos, quando eu sequer imaginava ingressar no ramo sexual e era totalmente inexperiente no assunto, pensava que a preferência masculina se dava pelo fato de parecer que ele estaria fazendo sexo anal com a garota, quando na verdade, o motivo deles gostarem tanto, vai muito além disso. Conforme fui adquirindo experiência, ao perceber que eu também gostava, pensei que também pudesse ser pelo fato de entrar mais gostoso e também por a posição favorecer um acompanhamento de ambos pelo espelho. É uma visão excitante e extremamente sexy. Mas calma… ainda não é só por isso.

Resolvi fazer uma pesquisa no meu Twitter semana passada, abordando este tema, e me surpreendi com a quantidade de respostas. Resultou em 66 comentários. Pontos de vista iguais, parecidos, a única coisa que divergiu foi a posição de quatro não ser a preferida de alguns. Mas para aqueles que é, as razões declaradas impressionantemente foram similares e a grande conclusão da maioria, para o homem gostar tanto desta posição, foi quase que unânime: A submissão sexual feminina.

Soft Ice
Eita!!
Essa resposta me pareceu hiper machista, mas preferi não expor exatamente a minha impressão, pois eu poderia, sei lá, ter interpretado errado?
Hahaha. Me divirto com esses comentários de “furinhos”.
Até rimou rs.
Tem os engraçadinhos… rs
Sair de um e ir para o outro, vice e versa?! Socorro! Rs.
Eita!!
Outro engraçadinho… rs
Mas de todos, sem dúvida a melhor resposta foi essa!! 👏🏻👏🏻👏🏻

Até que não errei na minha amadora análise, não é mesmo? Rs. Vejam que foi citado mais de uma vez a questão da dominação vir desde a época das cavernas. Será mesmo? Talvez para muitos de vocês a questão da submissão feminina não era uma novidade (até porquê a maioria dos leitores aqui são homens e vocês sabem das coisas que se passam com vocês), mas, para mim, que sou mulher e  estou do lado inverso, não imaginava mesmo que o motivo ia tão fundo assim. Não é só sexual, é psicológico também. Fantasiar que manda, que aquela mulher está totalmente entregue, que você pode fazer o que quiser com ela, inclusive trocar de um buraco para o outro se quiser…

Espera… eu me vejo assim quando estou transando de quatro? Que estou sendo dominada? Que estou totalmente entregue? 🤔 Olha… sinceramente falando… não. Não me vejo assim. Me vejo sim como uma vadia, mas não de maneira pejorativa. Apenas uma mulher que gosta de dar, que sabe curtir e tirar proveito das sensações que aquela posição me propicia.

Também gosto da posição de quatro, não vou negar. Eu gosto de sentir o pinto entrando com força e rapidez e é mais prazeroso ainda quando é o outro que está se esforçando para isso, ainda que eu também lhe ajude com os movimentos em algum momento. Também gosto de olhar para o espelho e ver que estou sendo penetrada por um homem, que naquele instante está com uma cara de tesão tão excitante quanto a minha.

Me sinto a maior das vadias por estar numa posição de cachorrinho, tendo os meus cabelos puxados e minha bunda estapeada, de uma maneira carinhosa. Sim, carinhosa, pois, esses gestos não estão dentro de um contexto de violência, mas sim de prazer, com a sua intensidade dosada. Não é a minha posição preferida, confesso, mas é a segunda que mais gosto. No entanto, não pelo mesmo motivo psicológico dos homens. Que coisa não?! E depois nós mulheres que somos complicadas… 😅

Mais um mês…

Boa tarde meus amores.

Já estamos na metade do ano, dá pra acreditar? A vida passa mesmo muito rápido, impressionante.

Bom… estou escrevendo esse post para conversar um pouco com vocês. Eu estou passando por um processo maravilhoso de autoconhecimento e gostaria de poder compartilhar isso. E é mesmo tão incrível em como o universo conspira com a gente, que até ganhei um livro muito peculiar, de um dos meus clientes, sem que ele sequer soubesse qual assunto está me interessando no momento:

Eu até poderia dizer que foi uma coincidência, mas defendo a ideia de que coincidências não existem rs.

Falando em clientes… novamente estou atrasada nos relatos. 🤦🏼‍♀️ Estou com 13 relatos pendentes, desde o dia 13 de maio (gente, que tanto número 13! Acho que vou jogar na mega rsrs). E como estou passando por um processo de mudança, confesso que continuar escrevendo sobre os encontros da forma como escrevo, está se tornando obsoleto e mesmice para mim. Há 4 anos usando a mesma abordagem, uma hora a gente cansa né? Rs.

Não quero deixar de escrever sobre os encontros, até porquê sei que muitos clientes que saem comigo, aguardam empolgados por esse feedback, além de também ser um dos meus diferenciais, mas estou querendo escrever de maneira menos técnica e mais poética (de certa forma ainda mantendo o erotismo). Entendem? Não vejo mais graça, nem sentido em relatar que um cara transou comigo e que “oh meu Deus foi muito bom”. Quero escrever sobre o que eu senti naquele momento de maneira mais profunda, como foi para mim viver mais aquela experiência, o que aprendi com aquilo, enfim, algo assim. Vocês concordam que seria interessante eu adquirir uma abordagem diferente nos meus relatos? Ou preferem que eu mantenha tudo como está, pois em time que está ganhando não se mexe? Rs. (Realmente quero saber a opinião de vocês nos comentários!!)

Esse mês eu já comecei a ousar um pouco, quando postei este desabafo (para visualizar só clicar em cima da palavra destacada) e fiquei imensamente feliz com o retorno de vocês, de todos aqueles que participaram nos comentários. 😍

A verdade é que já faz alguns meses (desde fevereiro mais especificamente) que vivo um pesadelo e aquele post foi como uma pequena explosão que aconteceu dentro de mim. Como muitos que me acompanham sabem, eu tinha um sugar daddy, mas a relação começou a se tornar abusiva. Pessoas com muito dinheiro acham que podem te controlar, te  manipular ou até mesmo comprar um sentimento. E se tudo isso já não é ruim o bastante, fica ainda pior quando começa a aparecer a falta de respeito e as ofensas, por a pessoa não estar conseguindo o que queria com tudo aquilo.

Eu sou adepta da filosofia que se algo não te faz mais bem (seja o que for), você deve sair fora. Mas e quando a outra parte não entende que o fim é a melhor opção, uma vez que aquilo já não está mais sendo bacana para ambos? É nessa hora que o cordeiro se transforma em lobo. A pessoa continua te perseguindo, cria inúmeras contas fakes nas redes sociais com o intuito de continuar te acompanhando, sem ser bem-vinda (tanto no profissional, quanto no pessoal), faz ameaças envolvendo terceiros e ainda fica te difamando por aí…

“Ahh porque a Sara é uma pessoa ingrata, aproveitadora, tudo que ela tem foi graças ao meu dinheiro.” Errado. Tudo o que tenho foi fruto do meu trabalho. Pois a relação sugar para mim nada mais foi que um trabalho. Nada foi dado de graça, se me deu é porque naquele momento estava usufruindo do que eu estava lhe oferecendo em troca. Ponto. Não sou falsa e jamais fingiria um sentimento amoroso que eu não estava sentindo em troca de dinheiro. Eu tinha sim, muito carinho e gratidão. Apenas isso.

Mas o fato é que dinheiro nenhum no mundo compra a nossa paz, então cheguei no meu limite, dei um basta e infelizmente uma mente doentia não consegue simplesmente seguir com a sua vida e partir para outra. Continua fazendo o inferno porque é um ser que não tem luz. Aliás, cuidado você que estiver lendo e que em algum momento cogitou se cadastrar no Meu Patrocínio. Meu ex-sugar daddy não veio de lá e se isso acontece com alguém que você de certa forma já conhecia, imagine com um total estranho. #ficaadica. 😳

Mas enfim, vamos voltar a falar de coisas boas. ✨

Mês que vem estarei de férias (escolares) e se por acaso eu não conseguir colocar os relatos em dia até lá, saibam que de julho não passará!! 😀

PS.: Não esqueçam de opinarem sobre a minha proposta de mudança no estilo dos textos! Apesar de estar muito afim de mudar, posso manter o mesmo padrão de escrita se assim preferirem, vocês que mandam aqui!

Grande beijo! 💋

 

… e deixo vocês com uma música que estou ouvindo muito no momento…

Padrão Puta

Gozado. É mesmo muito engraçado a maneira como as pessoas estereotipam que a prostituta seja.

Vou abrir aqui uma coisa da minha vida pessoal, que eu ainda não tinha lhes dito em canto nenhum, para que entendam melhor o contexto do que quero dizer.
 
Estou estudando para ser atriz e está sendo maravilhoso. ✨ Eu achava que tinha me encontrado no jornalismo, por gostar muito de escrever, mas me encontrei ainda mais na arte. Dito isso, foi dado como exercício em aula, que criássemos uma cena para determinado texto. Um texto padrão e genérico, igual para todos, para que cada dupla pudesse desenvolver à seu modo.
 
Tivemos a ideia (eu e meu par de cena) de criarmos uma cena em que os personagens fossem uma acompanhante e seu cliente mais frequente, que decide pedi-la em casamento. Não vou me aprofundar nos detalhes do que criamos, mas no que me impactou mais, ao apresentar um rascunho desta cena para a professora. 
 
Ela nos interrompeu diversas vezes e sinalizou que eu não estava sendo sensual o suficiente, como uma prostituta de fato seria. Levantando até mesmo a dúvida se eu conseguiria dar conta de uma personagem como essa, estando tão longe da minha realidade. Coitada. Mal sabe ela. 🤦🏼‍♀️
 
Minha vontade foi de respondê-la que não necessariamente uma puta precisa ser sensual o tempo inteiro, que ela pode sim ter um jeito menininha, assim como o meu. Mas me contive. Ela com certeza debateria, perguntando qual a minha referência, para o que eu estava dizendo e eu não teria como abrir-lhe, que a minha referência de comportamento de uma acompanhante vem de mim mesma! 💁🏼‍♀️
 
Vontade de lhe falar que uma acompanhante não precisa ter toda essa sensualidade que ela me exigia em cena, pois sou acompanhante do meu jeitinho e tem dado muito certo para mim. Que aliás, o meu jeito não padrão puta, tem sido o meu grande diferencial. 
 
A vida não é mesmo engraçada? 😆
 
Eu sou sensual sim prof. Do meu jeito. Não do jeito estereotipado que você e muita gente vê. Posso ser uma prostituta doce, meiga, de jeitinho inocente, sem parecer com uma. Ahhh… que vontade de poder abrir seus horizontes. Mas deixa. Melhor continuar tudo em segredo. 🤭
 

A Maldade Disfarçada

Tenho medo…

Medo de pessoas psicopatas que entram em nosso caminho. Lobos disfarçados de cordeiros. Pessoas que acham que o dinheiro está acima de tudo. Pessoas que não sabem entender e aceitar quando algo chega ao fim. Que sentem prazer em difamar o outro, mesmo que em nada isto lhe acrescente, apenas porque foi rejeitado.

Pessoas que não sabem entender que foi bom enquanto durou, mas que nada dura para sempre. Pessoas que não respeitam a decisão do outro. Pessoas paranoicas, que você fala A e interpretam B. Pessoas inseguras e negativas, que, mesmo após meses, continuam estagnadas naquele sentimento ruim, obscuro e maldoso.

Dinheiro não compra tudo!

Muito menos amor. Conforto e luxo são bons, mas quanto valem? Todos estão dispostos a entregar a alma para o diabo em troca disto tudo? Nada é de graça. Tudo se paga. E quando a esmola é demais, devemos sim desconfiar. Cuidado! A alma do outro é uma floresta negra. Quem é bom para ti hoje, amanhã pode ser seu maior inimigo.

A maldade disfarçada é…

Um perigo eminente, mas ao mesmo tempo invisível. É quando alguém não sabe lidar com um Não. Um descontrole momentâneo injustificado. Uma fúria contida e exposta no pior momento. Argumentos vazios e podres. Ameaças retificadas. O mal que mesmo sem ser praticado, está presente por ter sido pensado.

Não compreendo…

Não consigo entender a maldade escondida nas entranhas de algumas pessoas. Qual a vantagem? Se toda e qualquer maldade desejada e provocada, um dia voltará para nós mesmos? Sabe… seria mesmo lindo se fôssemos todos capazes de evoluirmos espiritualmente. Aprendermos com os nossos erros, ao invés de tentar justificá-los. E seguirmos com as nossas vidas, mesmo que não tenhamos aquilo que gostaríamos. Afinal, se não temos, é porque não era para ser nosso.

 

Comunicado Importante

Boa tarde!

Como foi o réveillon de vocês? Espero que bem. 😊 O meu foi bem tranquilo, fiquei por aqui mesmo, não viajei. Mas… agora sim irei viajar! (Uhuuu.) 😍

Ficarei ausente de amanhã (sábado) até o próximo sábado, mas podem me acompanhar pelo Instagram e Twitter que sempre que possível compartilharei fotinhos com vocês por lá. 😏

A propósito, eu havia informando no Último Post de 2018 que retornaria aos atendimentos na segunda quinzena de janeiro, mas, receio que talvez seja um pouquinho depois, pois, pelos meus cálculos, entrarei em período menstrual no finalzinho da semana que vem. 😢 Prometem não desistirem de mim até lá? ❤️

Então é isso… Have a nice weekend! 🍹

Grande beijo. 👄