Cliente 37 – “O Diferente”

Na última hora esse cliente me ligou explicando que havia acontecido um imprevisto e que não poderia ir até o hotel que combinamos, mas que queria muito que ainda assim eu o atendesse e me pediu para ir até a zona norte, onde me pegaria lá e iríamos em seu carro para algum outro hotel próximo. Recusei de imediato e expliquei que não entrava em veículos no primeiro encontro. Ele insistiu, disse que eu podia confiar, me passou seu nick no GPguia e me aconselhou a olhar lá que ele era de confiança e tal. Ainda assim isso não me convenceu, e se por um lado eu tinha receio, por outro não queria perder o dinheiro, afinal ele me avisou um pouco em cima da hora, e eu não conseguiria outro cliente assim tão rápido. Pedi a alguns amigos do ramo para que o checasse para mim no GPguia (não possuo cadastro lá), mas parecia uma coisa, pois todos eles não podiam checar naquele exato momento rs. Acabei aceitando, confiando na minha intuição e quando eu estava quase chegando foi que recebi a resposta de uma das pessoas que pedi, e realmente ele parecia ser confiável (ufaa rs). Nos encontramos na Parada Inglesa. Não foi difícil encontrá-lo pois saí para o lado certo, e conforme me aproximei do seu carro, ele acenou para que soubesse que era ele (eu havia dito como estava vestida, então ele sabia que era eu). Entrei, nos cumprimentamos, ele agradeceu pela confiança e começamos a conversar comigo levemente acanhada a princípio. Fomos para um hotel ali próximo, descemos do carro ainda no estacionamento e fomos andando de mãos dadas até a recepção, chegando lá, adivinhem só?! Não tinha vaga no hotel! Hahaha. Não que estivessem todos transando, mas havia uma feira perto e as pessoas se hospedavam ali por ser mais próximo. Frustrados, voltamos para o carro e ele disse para eu não me preocupar pois ele tinha um “plano B”. Antes de ligar o carro, disse que queria me beijar antes e já me puxou para um beijão! Hummm. Depois do beijo, mais animado ligou o carro e dessa vez fomos em outro próximo do metrô Tucuruvi. Um hotel bem simples, mais simples que o Lido, mas que serviria por hora.

Entramos, começamos a nos beijar e já fui tirando minha roupa, ele me ajudou a tirar meu vestido, e quando fiquei somente de calcinha e sutiã comentou satisfatoriamente em como eu era magrinha. 🙂 Demos alguns amassos de pé, até que deitamos na cama e após mais amassos deitados terminou de me despir e chupou meus seios e xana, chupava razoavelmente bem, mas não gozei. Depois comecei a chupar seu pau! 😛 O chupei por bastante tempo, e entre um gemido e outro, ele perguntou se eu realizava fetiches. Respondi que sim, que dependia, e perguntei qual era o dele. O primeiro era fácil, eu poderia realizar com toda certeza, que era acompanhá-lo em casa de swing. A segunda ele estava mais envergonhado para dizer e pediu para falar no meu ouvido, pois tinha vergonha, que era: “chuva de prata”, queria que eu cuspisse na boca dele e que nos beijassemos logo em seguida com a saliva cuspida em sua boca. Aquilo não me pareceu coisa de outro mundo, afinal o beijo em si já é uma troca de salivas, e se ele queria mais saliva ainda, pelo menos seria minha própria saliva rs, então não fiquei com nojo, não teria lógica eu ficar com nojo de mim mesma rs. Aceitei fazer e ele revelou que nunca tinha feito até aquele exato momento, mas que queria experimentar para ver se gostava. Fiquei um pouco receosa, já que afinal ele nunca tinha feito, mas prossegui mesmo assim. Chupei seu pau numa velocidade mais rápida para juntar bastante saliva e subi até sua boca, ele a entreabriu bem pouco e eu deixei cair um pouco da minha saliva devagar, para que não caísse fora de sua boca, nisso ele começou a se masturbar, nos beijamos logo em seguida que a saliva entrou em sua boca e quando fui soltar mais saliva ele disse que não precisava, que já havia gozado. Ele gozou assim?! Uau! Olhei para seu pau e era verdade, eu não tinha percebido que estava gozando em nenhum momento! Rs. Ele disse que foi boa a experiência mas que não era algo que gostaria de fazer de novo. Rs. Conversamos brevemente, depois que peguei o papel para que se limpasse, e logo ele disse que precisava ir. Estranhei que ele quisesse só fazer aquilo mesmo e exclamei: “poxa, mas você nem me penetrou!” e ele disse que ficaria para uma próxima vez que ia querer me ver de novo (será?) mas que precisava mesmo ir. Tomei um banho rápido enquanto ele só lavou o pau. Me deixou no metrô Tucuruvi.

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