Dupla com Manu e o Árabe

Querido diário…

Entre todas as mudanças que venho fazendo no blog desde junho, há mais uma novidade que trarei para apimentar ainda mais a leitura por aqui. Voltarei a relatar os encontros em dupla! Ou seja, ménage à trois com um cliente e uma amiga minha, também acompanhante. Começando por este, com a deliciosa Manu Trindade. Essa não é a primeira vez que atendemos juntas (já perdi as contas na verdade), mas, a partir de agora vocês também participarão desses momentos mágicos que vivenciamos entre quatro paredes com algum sortudo.

Vou chamar esse cliente de “Árabe”, pois, ele possuía descendência e achei tal característica super marcante nele. Combinamos no motel Astúrias, suíte 6. Me atrasei alguns minutinhos e assim que terminei de subir as escadas daquela suíte com piscina e adentrei no quarto, os flagrei seminus! Manu trajava uma lingerie de renda preta para lá de sexy, com um buraco proposital na bunda e ele uma cueca boxer preta. Ambos seguravam suas respectivas taças, abastecidas de champanhe.

Educadamente me desculpei pelo atraso, pousando minha bolsa no criado mudo. Quando retornei para eles que estavam em pé próximos a porta, o Árabe bonitão já foi me entregando uma taça também e fizemos um brinde. Logo Manu se ocupou de tirar o meu vestido, revelando minha lingerie também preta de renda, só que com detalhes rosa – e olha que nem foi combinado rs -.

Após um comportado gole em minha taça, cada um pousou a sua em cima da mesa e nos juntamos para um beijo a três, com o cliente posicionado no meio de nós duas. Depois ele beijou apenas a mim – já devia ter beijado bastante a Manu enquanto eu não chegava – e enquanto isso a Manu beijou outras partes do corpo dele, formando um delicioso sanduíche. Ela atrás, ele no meio e eu na frente.

Não muito depois de algumas trocas de carícias com todos ainda de pé, Manu conduziu para que fôssemos para a cama. Despiu a cueca dele e nós duas descemos para chupá-lo ao mesmo tempo. Eu nas bolas, ela no pau, depois as duas no pau, até que revezamos. De repente, ele teve uma ideia ainda melhor e disse que queria nos ver se chupando.

Manu é muito ativa nos nossos atendimentos e raramente me deixa chupá-la, sempre tomando a frente para me chupar primeiro. – Já me deixou mal acostumada, inclusive. – Então, enquanto ela me chupava bem gostoso, ele se ajoelhou próximo da minha boca, para que eu o chupasse também. E não só isso! O safadinho pegou a minha mão e a levou até a sua própria bunda, me deixando um pouco confusa do que ele queria que eu fizesse. Levei poucos segundos para entender que o danadinho também curtia um fio terra. 😏

Não cheguei a introduzir o meu dedo completamente, até porque a posição que eu estava não me favorecia muito, mas consegui lhe fazer esses dois carinhos – um com a minha boca e o outro com o meu dedo – enquanto ele a assistia me chupar de camarote. De repente, ele perguntou se podia gozar na minha boca e foi o tempo de eu responder que não. Logo ele batizava o meu ombro. 💦 Sua primeira gozada foi mesmo bem rápida rs. Credo, que delícia! 🤩

Fui ao banheiro me limpar, enquanto a Manu aproveitou para se servir de mais champanhe. Depois fomos para a parte externa da suíte, onde ficava a piscina, apenas tomar um ar, mas, tão logo já estávamos emaranhadas nele de novo. O cercamos e nos agachamos ali mesmo para chupá-lo outra vez. Sim, ele já tinha se lavado. Após algum tempo revezando com o seu pau entre a minha e a boca dela, Manu foi até o quarto buscar um preservativo.

Continuei o chupando até que ela retornasse e então, após encapá-lo, já foi conduzindo para que ele a penetrasse, com ela empinada, apoiada em uma daquelas cadeiras. Não deu muito certo, pois durante as estocadas ele deu uma desconcentrada e seu menino amoleceu. Tentaram então com ele sentado e ela indo por cima, o que também durou pouco tempo. A essa altura eu estava posicionada atrás dele, mordiscando sua nuca, quando Manu levantou e tentou sentar de costas para ele, porém, o dito cujo teimava em amolecer. “Vamos para a cama que lá talvez seja melhor”, ela conduziu e lá fomos os três.

Nos quarto eles retomaram a transa no papai e mamãe e eu, sem ter muito o que fazer, peguei meu brinquedinho e fiquei me masturbando enquanto os assistia, na esperança que ao me ver fazendo aquilo, ele ficasse ainda mais excitado. Ajudou por um tempo, mas a transa realmente não vingou e lhe demos mais um tempo de descanso. Pelo visto ainda não estava completamente recuperado da primeira gozada.

Bebemos mais um pouco e então voltamos a chupá-lo. Daí foi a minha vez de mostrar os meus talentos. Quando ficou duro novamente, peguei uma nova camisinha, vesti o menino e sentei toda disposta. Subi e desci de todos os jeitos que sei. Ajoelhada na cama, agachada, rápido, fundo, mais devagar quando cansava e nem assim não foi possível manter a ereção do rapaz por muito tempo. Ele estava exausto e agora eu também rs. Voltamos para o sexo oral.

Enquanto Manu mandava ver com o pau dele em sua boca, eu intercalava entre beijá-lo e chupar seus mamilos (tem homem que gosta). Até que, após algum tempo revezei com ela e fui para o pau dele, enquanto ela subia para os seus lábios. Quando Manu desceu para os mamilos dele e os ficou mordiscando, intercalei chupada com punheta, até que… ele gozou de novo! 💦 Manu brincou que eu era “encantadora de paus”, mas estava sendo generosa, já que ela que o havia deixado em ponto de bala e eu apenas retomei de onde ela tinha parado.

Novamente fui no banheiro me limpar – lavar as mãos – e voltei com um papel para que ele se limpasse também. Daí sugeri que fôssemos para a piscina. Todos concordaram e lá fomos nós. Eles se sentaram na beirada, apenas com os pés dentro da água, já eu me aventurei e entrei logo. A água estava deliciosamente quente – gosto da piscina do Astúrias, mais do que de qualquer outro motel, pelo aquecimento da água ser mesmo excelente – e os incentivei que também entrassem.

Após algum tempo em que todos estavam com seus corpos completamente imersos naquela água quentinha, tentamos seduzi-lo, o cercando, mas ele foi sincero e disse que não aguentaria mais uma rodada. Retrocedemos para nossos lugares discretamente, com aquela deliciosa sensação interna de missão cumprida. Engatamos mais conversas até o término do tempo.

Viagem com o Extenuante – 3º e 4º Dia!

A princípio esse dia foi muito parecido com o anterior: transa matinal, café da manhã antes das 10h e o planejamento de passar o dia na praia mais uma vez. A diferença é que estávamos um cadinho mais sonolentos e preguiçosos, então, após o café da manhã voltamos para o quarto, onde eu tirei um delicioso cochilo e ele ficou entretido mexendo em seu celular. Como eu apaguei primeiro, não sei dizer ao certo se ele cochilou também, mas acredito que sim.

Fomos para a praia um pouco mais tarde do que planejávamos e eu entrei na água apenas uma vez (milagre rs). O mar estava bem mais calmo nesse dia, assim como eu, que preferi ficar de boa na areia. Já o Extenuante ia e voltava do mar à cada 10 minutos (perdi as contas de quantas vezes ele se ausentou para se banhar rs). Também pediu petiscos para nós (camarões e iscas de peixe, junto com bebidinhas):

Em certo momento lhe agradeci por ter me levado para aquela viagem. Ainda que houvesse uma questão financeira envolvida para eu estar ali, ele poderia ter escolhido qualquer outra acompanhante e no entanto escolheu à mim. Lhe agradeci por isso e ele todo gentil me agradeceu de volta. Fofo. ❤️

Não fiquei triste por ser praticamente o nosso último dia ali (apesar de querer sim repetir aquela rotina mais vezes), mas um tanto feliz e agradecida por mais essa experiência vivida. ✨ Voltamos para o hotel quando estava quase anoitecendo, nos banhamos e, antes do jantar, usufruímos da banheira que havia na suíte. Foi muito gostoso esse momento. Relaxamos naquela água quentinha após um dia gostoso de sol e mar, conversamos sobre diversos assuntos (principalmente sobre as suas experiências amorosas) e ainda acabamos transando, ainda que tenha sido um pouco desconfortável, pelo restrito espaço que tínhamos rs.

Em certo momento começamos a nos beijar, tomei a iniciativa de chupá-lo, ele também me chupou, encapamos e fui por cima, enquanto ele, por sua vez, estava sentado na parte de fora da banheira (mas com os pés dentro da água). Não conseguimos gozar, mas mesmo assim o durante foi gostoso. Quando ficamos ofegantes e cansados, ele se deu por satisfeito, ainda que não tivesse ejaculado. Fomos jantar (mais uma vez no restaurante buffet) e enquanto a comida fazia digestão, resolvemos dar uma volta pela orla da praia. Foi uma delícia aquela caminhada. A noite estava gostosa e a companhia idem.

Depois que voltamos para o quarto, transamos de novo. Aliás, lhes peço desculpas por não entrar em tantos detalhes nas partes sexuais, mas é que não consegui fazer rascunho durante a viagem, nem depois que voltamos, e esses momentos mais íntimos foram muito similares. Ele é bastante tradicional na cama e não fizemos nada que já não tenha sido narrado nas postagens anteriores dessa viagem.

 

Desta vez não encerramos a noite com um filme. Ele estava exausto e pegou no sono rapidamente. Já eu fiquei acordada por mais algumas horas, mexendo no celular enquanto meu sono não vinha. Fui dormir quase 2h da madrugada. Na manhã seguinte, ele quis transar antes do café da manhã, o que me pegou de surpresa, já que nos outros dias ele não me procurou com tanto afinco logo cedo. (Talvez ele tivesse pensado que não daria tempo após o café da manhã rs.) Como eu havia demorado para pegar no sono na noite anterior, tinha dormido menos e fiquei completamente impossibilitada de corresponder às suas investidas naquele momento. Pedi que deixássemos para transar quando voltássemos do café da manhã e ele respeitou. Pude dormir mais um pouco. Glória à Deus. 🙏🏻

Após comermos, logo que voltamos para o quarto, já fui tirando a roupa para dar àquele homem uma transa que fechasse os nossos dias juntos com chave de ouro. E, sem querer me gabar, foi uma transa e tanto. Consegui fazer com que ele gozasse transando! A propósito, bastante curioso que ele só tenha conseguido gozar daquele jeito (sem ser na mão) especificamente no primeiro e último dia da viagem. E nas duas vezes foi na mesma posição: eu por cima, usando meu vibrador no clitóris, atingindo o meu prazer quase que ao mesmo tempo em que ele alcançava o dele. Ufa, fiquei feliz. Eu até poderia não ter transando no exato momento que ele me procurou, mas consegui que a nossa última transa naquele quarto fosse uma saideira à altura. 😌

Na sequência nos banhamos e deixamos a suíte. Fizemos o checkout, trouxeram o carro e caímos na estrada ouvindo o que seria (pelo menos para mim) a trilha sonora daquela viagem: “Sirens” e “The Fixer” do Pearl Jam, que ele me apresentou em um dos momentos que estivemos na praia. 🥰

Viagem com o Extenuante – 2º Dia!

Sara em Guarujá

Acordei por volta das 9h, achando que ainda era de madrugada (o que uma cortina blackout não consegue fazer rs). Fui rapidamente ao banheiro escovar os dentes, pois percebi que ele ia querer dar uma namorada antes do café da manhã e longe de mim fazer feio rs. Começamos a nos beijar e ele foi descendo para a minha menina. Seu oral conseguiu me despertar por completo e na sequência também o chupei. Ele sempre gosta quando eu me demoro mais na lateral da cabecinha, então lá fiquei, subindo e descendo com ponta da minha língua, assistindo suas reações enlouquecidas. Na hora de encapar, ele veio por cima, o que adorei, pois eu não estava com o devido pique para cavalgar tendo acabado de acordar naquele momento, já ele estava mais desperto do que eu. Estocou por algum tempo e não conseguiu gozar transando, finalizamos na mão.

Depois já agilizamos para o café da manhã, que só era servido até às 10h. Nos banhamos rapidamente e seguimos para o restaurante no andar de cima. Me servi com ovos mexidos, bacon, salsicha em molho, frios e pão de queijo. Ele se serviu de maneira parecida, acrescido de um sonho, que descobri ser algo que ele gosta muito. Voltamos para o quarto, apenas para colocarmos as roupas de banho, passar protetor solar e separarmos o que levaríamos para a praia. Passamos pela piscina do hotel, mas não me animei com ela. Prefiro muito mais o agito das ondas do que a calmaria de uma água doce. Ele também concordou comigo, então seguimos para o mar que nos aguardava furioso e traiçoeiro (logo mais saberão o que quero dizer).

Praia da Enseada, Guarujá

O hotel disponibilizava cadeiras plásticas, guarda-sol e toalhas para seus hóspedes, então foi muito mais tranquilo nos acomodarmos na praia, sem precisarmos nos preocupar em providenciar esses itens. Assim que nos sentamos, aproveitei para tirar algumas fotos antes de entrar na água (eis o momento em que tirei a foto inicial e última desse post) e fui a primeira a entrar no mar (não entramos juntos pois, foi preciso revezar para que alguém ficasse cuidando das coisas, enquanto o outro se banhava).

Adentrei na água as poucos, estremecendo sempre que sentia o seu toque na minha pele, até que meu corpo se acostumou com a sua temperatura fria e dei o primeiro mergulho, quando a onda já estava numa altura que eu não conseguiria pular. Devo salientar que entrei na água de óculos (sempre faço isso), pois minha visão é péssima sem ele, além do que, suas lentes escurecem no sol, tornando ainda mais indispensável o seu uso nessas ocasiões. Não passou pela minha cabeça levar lentes de contato nessa viagem, pois ainda não tenho prática com elas e perderia muito tempo tentando colocá-las e tirando. Estava sempre muito atenta quando a onda vinha, segurava meu óculos e como eu estava nadando contra a maré, era mais tranquilo nessa questão, pois a onda o empurrava justamente contra o meu rosto. Mas… de repente, aconteceu uma catástrofe.

Em certo momento que eu estava de costas para o sentido que as ondas vinham, veio uma de surpresa. Nem foi uma onda tão forte assim, mas foi o suficiente para tirá-lo do meu rosto. Foi muito rápido. Não consegui ver para onde ele foi pois, na mesma hora, involuntariamente fechei os meus olhos para proteger da água, acreditando que quando os abrisse veria meu óculos boiando por ali, mas isso não aconteceu. 😢 Sabe quando acontece umas coisas inesperadas e você pensa: “espera, isso não está acontecendo comigo”? Fiquei desacreditada. Chamei um moço que estava próximo de mim, pedindo que me ajudasse a procurar, mas foi impossível. Até ele falou: “ih moça, já era”. Fala se não é muito azar para uma pessoa só?! Fiquei ceguinha pelo resto da viagem e o que me entristeceu ainda mais foi ter perdido aquela armação. 😢 (Até voltei na loja que comprei na esperança de ainda ter uma igual, mas a coleção saiu de linha. 😭) Continuei na água depois disso, tentando inutilmente encontrá-lo e as ondas ficavam cada vez mais fortes. Comecei a ficar com medo delas. Em certa altura me percebi ofegante de tanto me esforçar para não ser arrastada para o fundo e resolvi sair antes que o mar me levasse embora também.

Praia da Enseada, Guarujá

Nesse primeiro dia de praia, devo ter entrado na água umas três vezes. Na última vez o mar me levou para tão longe que até me perdi do cliente, sem óculos então, parecia uma cega em tiroteio procurando nossas cadeiras. Nas vezes do Extenuante, ele voltava mais rápido do que eu. Devia literalmente dar uns dois mergulhos e voltar. Já eu ficava na água até meu corpo dizer chega rs.

Durante o tempo que ficamos na praia, comemos algumas besteirinhas, como sorvete, açaí e até brigadeiro, que uma mulher passou vendendo (na verdade, eu que comi tudo isso, ele só ficou na cerveja rs). Voltamos para o hotel por volta das 16h. Nos banhamos e cochilamos até o horário do jantar.

Quando acordamos, transamos de novo. As transas iniciavam do mesmo jeito: beijos, chupadas e então penetração, mas dessa vez me pegou de quatro. Nem assim ele conseguiu gozar transando. Daí fui por cima, gozei com meu brinquedinho e ele nada. Quando atingia o pico da exaustão, me pedia para deitar ao seu lado, depois recomeçávamos com o oral e ele finalizava na mão.

Nosso jantar foi no restaurante buffet e gostamos bem mais da comida de lá. Abastecemos nossos pratos duas vezes, comemos sobremesa e então voltamos para o quarto. Encerramos à noite assistindo outro filme, dessa vez indicado por ele, chamado: Histórias Cruzadas. (Me contou que, assim como eu, é fã da Emma Stone!) Gostei bastante do filme! Recomendo! Desta vez não teve outra transa antes de dormir, já que transamos antes do jantar e estávamos bastante sonolentos. Ele apagou enquanto eu lhe fazia cafuné. E lá se foi mais um dia…

Sara na praia da Enseada

Viagem com o Extenuante!

Ahh como é gostoso viajar. E fazia tempo que eu não viajava com cliente (nem lembro quando foi a última vez 🤔). A princípio ele queria viajar para fora (mais precisamente Estados Unidos) que eu A-D-O-R-A-R-I-A ter aceitado, pois minha viagem para lá no ano passado (sozinha, à passeio) foi bem rápida, mas infelizmente tive que recusar a oferta, pois estamos em período letivo e eu não poderia faltar nas minhas aulas (sim, me formei ano passado, mas já iniciei outra graduação 😬). Então ele escolheu algo mais perto. Gostei que ele foi todo fofo em procurar por algo que eu gostasse, apesar das férias serem dele. Me perguntou que tipo de viagem me cativaria e lhe respondi que gosto de lugares quentes (se tiver água então, melhor ainda!) e ele decidiu pela praia, pesquisando por uma não muito longe para que pudéssemos ir de carro, sendo Guarujá a escolhida. Achei ótimo pois nunca tido ido para lá, na verdade, nenhum de nós dois, então acabou sendo uma novidade para ambos. 😊

A viagem ocorreu naquele feriado de Páscoa (como sempre, estou atrasada com as postagens rs). Me buscou na quinta-feira por volta do meio dia e seguimos de carro para a praia da Enseada. Ele teve muito bom gosto na escolha do hotel, nos hospedamos no Casa Grande Hotel que é quase colado na praia. Só tínhamos que atravessar a rua para chegar nela. 🤗
 
Chegamos um pouco antes do check-in e o quarto não estava pronto, então deixamos as malas na recepção e fomos dar uma volta pela região. Andamos abraçados por alguns metros da extensão da praia, até que ele decidiu pararmos em alguns daqueles restaurantes à beira mar e pedirmos uma porção de camarão ou algo do tipo. Concordei, pois também AMO camarão e acabamos pedindo iscas de peixe junto. 😋 Lá ficamos por um tempão comendo e conversando e só mais tarde voltamos para o hotel. 
 
Falando em hotel, deixa eu falar um pouco sobre o Casa Grande Hotel. Era mesmo um casarão gigantesco. Rústico e aconchegante. Algumas partes das áreas comuns possuíam detalhes estéticos que nos remetiam a um navio. Muito interessante. Nosso quarto ficava no térreo entre muitos corredores. Ficamos na suíte 225 (senão me engano 😬).
 
Casa Grande Hotel, vista da suíte
Obviamente que a primeira coisa que fizemos diante daquela cama gigantesca e extremamente convidativa foi transar. Hehe. Trocamos de roupa para algo mais confortável (percebi que ele ia querer descansar um pouco depois da viagem de carro e de passarmos a tarde à beira mar)  e nos deitamos. Daí foi inevitável não começarmos a nos beijar. E como na maioria das vezes em que saímos, ele desceu para me chupar primeiro, antes que eu fizesse alguma coisa nele. Ahh que delícia ser chupada. Não é possível que existam mulheres que não curtam um mimo desses. 🤤
 
Depois foi a minha vez de retribuir aquele prazer e o chupei até que pedisse pela camisinha (o que levou um certo tempo, pois gostamos de caprichar e aproveitar ao máximo as preliminares 😌). Quando íamos partir para a penetração, perguntei se tudo bem eu usar um brinquedinho que eu havia levado. Ele me deixou completamente à vontade e então, ao pegar a camisinha, aproveitei para pegar também o meu vibradorzinho clitoriano. (Inclusive, já postei foto dele aqui.) Ahh que delícia transar utilizando apetrechos. Ao invés de eu mesma me masturbar, o vibrador faria tudo isso por mim. 🤗
 
Após encapado, o Extenuante veio então por cima de mim, mesclando frango assado com papai e mamãe. Ativei meu vibrador enquanto ele estocava e que sensação mais gostosa! Quando ele se cansou, sem gozar (não vamos esquecer o motivo do seu apelido ser O Extenuante rs), invertemos as posições e daí eu que fui por cima. Ainda com meu vibrador em ação, o posicionei de modo que eu roçasse nele sempre que eu sentasse e foi interessante o feedback do cliente nesse momento, pois antes de deixar o vibrador ali (entre o meu clitóris e a sua virilha), perguntei se lhe causava algum incômodo e ele disse que não, que era interessante a sensação do vibrador massageando-o também. Então lá fui eu, focada, determinada e alucinada com o prazer. Foi um prazer duplo (não de dupla penetração rsrs), sentir algo vibrando no clitóris ao mesmo tempo em que o sentia me penetrando. Fantástico!
 

* Dica para as mulheres: comprem um vibrador e não usem somente sozinhas! 
 
Eu gozei muito gostoso e surpreendentemente ele também!! Fiquei completamente abobada quando consegui o feito de fazer aquele homem difícil gozar transando (só havíamos conseguido uma única vez, no nosso terceiro encontro). Perguntei se tinha sido o vibrador, mas ele não admitiu rs, disse que o fato de eu estar por cima lhe dá bastante tesão. Hummm. Mas acho que foi uma soma. Estarmos na sua posição preferida, me ver gozar, sentir algo massageando a sua pele, enfim. Foi uma transa e tanto! 
 
Pedi licença para me banhar primeiro e quando voltei, adivinhem? Ele já estava dormindo. Me deitei ao seu lado e tentei dormir também, quem resiste a uma cochilada pós-transa? Mas meu sono não engrenou pois eu estava com uma insistente dor de cabeça. Sempre que viajo levo uma pequena farmacinha comigo, mas desta vez não fui prevenida para isso (não esperava sofrer desse mal na praia rs). Ele ficou de ver para mim se havia levado entre as suas coisas, mas não deixei que se levantasse naquele momento, pois não queria estragar seu sono. Então após um tempo naquela luta interna, decidi ver se no hotel teria e o avisei que iria dar uma volta. Ele assentiu e saí do quarto rumo a recepção. 
 
Lá fui informada que havia uma “Drugstore” dentro do hotel e segui para o local indicado. O tal drugstore era mais uma lojinha de revistas e cangas e o estoque de remédios ficava atrás da balconista, dentro de um gaveteiro de plástico em cima do próprio balcão. Perguntei se tinha remédio para dor de cabeça, ela respondeu que sim e perguntou qual eu gostaria. “Advil”, respondi prontamente. Ele procurou e não tinha. “Dipirona?” Tentei de novo e nada também. “Neosaldina?” Também não tinha e eu fiquei sem entender o porquê afinal ela me deu o poder de escolha, se eles só tinham uma opção de remédio. Kkkkk. “O que você tem aí?” Perguntei quase sem esperanças. “Doril senhora”, ela respondeu. “Pode ser esse então. Obrigada”. 
 
Paguei pelo remédio e segui para o lounge, onde tinha um homem tocando piano. O lugar estava praticamente vazio, com exceção de um outro rapaz mexendo em seu notebook. O garçom veio até mim e pedi uma água. Tomei o remédio e fiquei ali por um tempo observando o pianista (foi nesse momento que tirei a foto do início do post). Quando percebi que a dor de cabeça estava amenizando, me levantei e fui dar uma volta pelo hotel. 
 
Encontrei umas lojinhas de roupas e entrei numa delas. Não havia ninguém dentro da loja (nem mesmo o responsável por ela) e fui olhando as peças como quem não quer nada. Acabei sendo conquistada por um macacão e uma saída de praia. Resolvi prová-los. Olhei em volta pra ver se surgia algum vendedor ou caixa e o estabelecimento continuava deserto. Ousadamente fui sozinha para o provador e deixei para procurar por alguém só se eu realmente fosse ficar com as peças. 
 
Apaixonada. Fiquei completamente apaixonada por aquele macacão, apesar de ter ficado um pouco sem bunda vestida nele. A saída de praia também ficou um arraso (postarei foto e vídeo com ela no decorrer das postagens) e decidi levá-los. Nessa hora eu precisava de um atendente, deixei as peças em cima do balcão e saí para perguntar numa outra loja próxima. “Moça, você sabe onde está a pessoa responsável por ali?” E apontei a loja vazia. “Ali senhora”, ela apontou para a loja ao lado. Pelo jeito o dono tinha duas lojas e escolheu ficar na outra rs. Fui até lá, chamei o senhorzinho que estava no balcão e ele todo surpreso disse que não tinha me visto entrar na sua outra loja rs. Me fez um bom desconto pelas peças (que afinal estavam com 30% de desconto, mas ele deu até mais pois queria que eu comprasse as duas). Paguei por elas e voltei para o quarto. 
 
O Extenuante já havia acordado e, pela atmosfera do quarto, já havia até tomado banho. Falou de irmos jantar e me troquei, já estreando aquele macacão maravilhoso que não aguentei esperar mais para vesti-lo (e olha que levei uma mala cheia de roupas rs). Havia três tipos de restaurantes no hotel: O buffet, o de frutos do mar e o italiano. Nessa primeira noite optamos pelo frutos do mar. O restaurante era agradável, ficamos na parte externa, onde também éramos agraciados com a brisa da noite. As únicas críticas que cabem aqui é referente a demora no atendimento. Teve um momento que pedi apenas uma água e demorou muito para chegar, estava quase perguntando se haviam realmente anotado o meu pedido rs. Também não acertei muito na escolha do meu prato. O camarão estava um tanto sem gosto, o que deu sabor ali foi a banana. Provei da refeição do Extenuante e gostei menos que a minha rs (tanto que na noite seguinte não quisemos mais arriscar e fomos no buffet mesmo rs).
 
Durante o jantar conversamos muito sobre filmes e séries, o que acabou sendo determinante para o resto da nossa noite, já que terminamos o dia assistindo filme, deitados na cama. Ele confessou que era mais caseiro e que preferia ficar pelo hotel, ao invés de sairmos, e concordei feliz, pois também estava um tanto preguiçosa naquela noite. Ele disse que tinha um certo preconceito com filmes nacionais e por conta disto incentivei que justamente assistíssemos uma comédia nacional, que gosto muito, e que inclusive indico para vocês também: A Noite da Virada! (Tem na Netflix!) Eu já perdi as contas de quantas vezes assisti à esse filme (sempre repito quando gosto muito de algo), já persuadi muitas pessoas a assisti-lo comigo e dessa vez não foi diferente hehe. Ele aceitou a minha sugestão, então lá estávamos nós, já deitados na cama, assistindo em seu notebook (infelizmente não foi possível assistirmos na TV do quarto, a mesma não havia a Netflix instalada e também não nos forneceram cabo HDMI).
 
Ao término do filme transamos de novo, mas não vou me estender nos detalhes pois, além de ter sido muito parecida com a primeira transa de quando chegamos (com exceção que desta vez ele não gozou), esse post também já ficou bastante extenso e não quero cansá-los (mais) rs. Então… até o segundo dia da viagem!
 
Praia da Enseada, Guarujá

Ménage À Trois – Gran Finale

Hi guys! 💁🏼‍♀️

Chegamos então a terceira e última parte dessa aventura sexual à bordo da MSC Seaview, durante as minhas férias em janeiro!

Podemos dizer que além de erótico foi também um pouco cômico, o que está bom também, pois adoro uma comédia rs. 😅

Aos que gostarem, que até mesmo rirem ou se excitarem durante a narração, os convido a comentarem as suas impressões aqui depois. É sempre muito bom saber o que vocês estão achando das coisas que estou postando. (Alterei o tema do blog, agora os comentários ficam mais visíveis 😏).

PS.: O vídeo abaixo também está disponível direto no meu canal: Diário da Sara Müller (os inscritos foram zerados, pois precisei criar um novo canal, já que o anterior foi banido por conta dos meus vídeos sensuais. 🤭 Então se inscreve lá de novo!! 😃)

Agora é só dar play! 👇🏻

Para quem ainda não leu as demais partes, só clicar abaixo:

Parte 1

Parte 2

Foto citada no final da narração

Ménage à Trois – Parte 2

Segunda noite a bordo…

Sunday Night…

Lá estava eu, outra vez na mesma balada da noite anterior. Ouvindo exatamente as mesmas músicas (a propósito, deixo aqui uma pequena crítica para a MSC: poderiam diversificar melhor aquela playlist. Sempre as MESMAS músicas, todas as noites – não é atoa que voltei sabendo de cór a letra daqueles funks 😂 -), dançando com as mesmas pessoas (eu e as meninas gritávamos toda vez que nos reencontrávamos, já que não tinha como marcar nada efetivo com a internet complicada a bordo) e bebendo o mesmo drink que sempre me apetece (caipiroska).

A boa notícia é que, diferente da noite anterior, desta vez eu estava mais animada e disposta. 🥳 Dançava com as meninas na maior empolgação e, sinceramente falando, nem lembrava da existência do Juninho, até que ele apareceu, novamente dando em cima de mim. 🤨

Mais uma vez lhe dei uma esnobada daquelas e nesse meio tempo ele se ausentou. Uma das minhas mais novas amigas me confidenciou que já tinha o visto naquela mesma noite com outra menina antes de eu chegar, o que não me surpreendeu em nada, mulherengo do jeito que ele é, já era de se esperar. 

Quando ele veio tentar flertar comigo novamente, usei essa informação a meu favor e lhe dispensei com a desculpa que não estava afim de pegar boqueira. Ele pareceu vencido e se ausentou outra vez. 

Drink

Contudo, nesta noite eu me contrariei. 🤦🏼‍♀️ Após mais umas bebidinhas, fiquei com vontade de beijar alguém e, ao contrário de um certo alguém que queria passar o rodo em todo mundo, eu preferia que fosse com alguém que eu já “conhecia”. Então comecei a procurá-lo e adivinhem só? O encontrei dando ideia em mais duas meninas, é claro. 🙄

Cheguei chegando como se já fosse íntima dele (querendo ou não eu até era, mais do que elas pelo menos), o repreendendo, em tom de brincadeira, por já estar xavecando outras. Ele fingiu demência. Nisso as meninas saíram fora e me senti naquelas cenas de filmes em que quando uma chega causando, as outras, por não quererem confusão, saem sem dizer uma palavra. 😂

Assim que elas nos deixaram a sós, ele sorrateiramente me enlaçou em seus braços e lascou-me aquele beijo. 💋 Eu já estava animadinha por conta da bebida, então não precisou de muito para que abandonássemos a balada  e seguíssemos para a sua cabine. 😏

Confesso que eu estava muito bêbada e percebia-se que ele também, o que tornou o momento a seguir ainda mais emocionante! ✨ E mesmo alcoolizada, me lembro de cada ínfimo detalhe… que delícia de noite! 😏

Ménage à Trois – Parte 1

Primeira noite no Cruzeiro…

Saturday night…

A bordo da MSC Seaview…

Lá estava eu, em uma das baladas disponíveis a bordo, situada num ambiente conhecido como “Garagem”, com sua decoração colorida e americanizada que nos remetia aos anos 90.  O DJ ficava dentro de um carro parecido com aqueles de parque de diversão, também havia algumas mesas altas pelos cantos e um balcão enorme onde pedíamos as bebidas. 

Imagem meramente ilustrativa, similar ao ambiente narrado.

Eu já havia feito amizade com três meninas (impressionante como é fácil se enturmar a bordo), todas menores de idade (16 e 17 anos), que se espantaram quando revelei não ter a mesma idade que elas rs. Nessa primeira noite eu não estava muito animada, talvez só não estivesse bêbada o suficiente, o que fez com que eu não me interessasse quando eles se aproximaram de mim.

Vou chamá-los de Juninho e Betinho, já que, posteriormente, se apresentaram com nomes no diminutivo rs. O Betinho passou por mim primeiro e pegou na minha mão. Lhe dei uma olhada, até que era bonito, mas esnobei. Não estava na vibe de ficar com alguém, então me desvencilhei da sua mão e continuei dançando como se nada tivesse acontecido. Ele foi embora.

Passados alguns minutos, veio então o Juninho, mais bonito que o anterior, com uma tentativa de aproximação similar. Pegou na minha mão, novamente me esquivei, mas ao contrário do Betinho, ele foi mais insistente. A princípio pareceu que acatou a minha vontade e foi embora. Olhei para trás, para checar se ele tinha ido mesmo, e me surpreendi ao vê-lo conversando com o Betinho. Os dois me fitavam. 

Continuei dançando com as meninas, até que, após um tempo, o Juninho deu o ar da graça novamente. Tentei ignorá-lo mais uma vez, mas ele já chegou todo sorridente perguntando o meu nome e fiquei sem graça de ser mal educada. Lhe respondi e perguntei o dele também. Daí dançamos juntos a música que estava tocando (não lembro qual era).

Totalmente xavequeiro, perguntou se eu já tinha ficado com um baiano antes e mediante a minha negativa, disse que toda mulher depois que fica com um nunca mais esquece. Dei risada do seu jeito convencido e não me convenceu. Me disse que o Betinho era seu irmão, mas depois o peguei na mentira e descobri que o título de irmão era apenas simbólico por serem grandes amigos.

Dançou comigo  à noite inteira, mas não ficou o tempo inteiro do meu lado, o que apreciei, pois não queria ninguém no meu encalço. Ele ia e voltava. Ora dançava com seu amigo, ora sumia e depois reaparecia de novo. 

Após muitas investidas, fui vencida pelo cansaço e deixei que me beijasse. Seu beijo encaixou legal, mas não me deixou excitada, pois como falei, não estava muito animada e isso se aplicava a tudo. Nem a balada estava me agradando muito naquela noite. Tocava uns funks da moda que eu não conhecia direito (mas que voltei sabendo as letras de cór kkkk), além de não conseguir acompanhar o requebra da mulherada. (Sou mais do rock’n roll.)

Enfim, eu tinha curtido o beijo dele, mas sinceramente falando, estava cagando pra ele. Conhecia bem o seu tipinho. Aquele que se acha o rei da balada, o gostosão, que quer passar o rodo em todas as mulheres presentes e eu não queria ser só mais uma na sua cama.

Ele me arrastou para uma área mais privativa e tentou me seduzir com um papo de “quero deixar você louca, molhadinha”, além de, ousadamente, tentar enfiar o dedo na minha calcinha, que sabiamente não deixei. Sei lá eu onde ele esteve com aquele dedo cheio de micróbios.

Nisso fui salva pelo gongo e as meninas estavam de partida. Aproveitei a deixa e falei que ia com elas. Ele tentou fazer com que eu ficasse, mas sou dura na queda e fui embora um tanto aliviada por me livrar dele. Lhe ofereci o meu número de telefone como prêmio de consolação, que obviamente não diminuiu a sua frustração. Certeza que na minha ausência ele continuaria a sua busca e tentaria levar outra para a sua cabine.

I’m Back!

Bom dia povos e povas! 

Já voltei de viagem (voltei há uma semana) e a partir da semana que vem iniciarei as postagens. Contudo, decidi que não postarei sobre a viagem toda, apesar de ter feito enquete no Twitter e Instagram sobre isso…

Ahhhh, mas por que?? Por mais que o resultado tenha apontado para “toda a rotina a bordo”, analisei que relatar sobre todos os dias, tornaria o passeio um fardo, afinal, é cansativo escrever sobre 24 horas do dia por uma semana. Sem contar que foi uma viagem pessoal (da outra vez tudo bem, que tinha sido com cliente) e assim também preservo os momentos que tive ao lado da minha mamis.

Espero que não me levem a mal, quando fiz a enquete ainda estava em viagem e bastante animada, mas depois que voltei só restaram o cansaço e as lembranças que prefiro guardar comigo.

Então… a partir de segunda contarei do ménage a tróis que fiz a bordo (enfim realizei a minha fantasia sexual com dois homens!! 🤗) e irei dividir em 3 postagens. Aguentem a ansiedade!! Rs.

Retornarei aos atendimentos em fevereiro, mas podem me enviar mensagens no WhatsApp que já estou agendando! 😏

Então é isso… um beijo e até segunda! 

Nova York

Nova York

Quem diria que eu ficaria triste por deixar aquele hotel horrível em Miami? Rs. Na verdade, só não fiquei mais triste, pois estava de partida para Nova York!! Ahhh, Nova York… que lugar maravilhoso. Se eu pudesse moraria lá. ❤️

No aeroporto de Miami tive um pequeno percalço. Seria preciso pagar pela minha bagagem despachada (viajaria com a Delta) e a máquina do auto atendimento só aceitava cartão de crédito (eu já havia estourado o meu 😬).

Pedi ajuda para uma atendente que estava lá para auxiliar os passageiros e ela foi extremamente grosseira, sem me oferecer nenhuma solução. Disse que eu só poderia comprar com cartão de crédito e ponto final.

Até com outra passageira que estava na fila do despacho de bagagem, ela deu uma super patada. Eu e essa passageira nos entreolhamos com aquele olhar de: “Alguém amanheceu com a pá virada hoje”. Fiquei apavorada com a possibilidade de não conseguir levar a minha bagagem.

Resolvi então passar com o funcionário de check-in direto no balcão e tentar, talvez, passar no meu cartão de débito, já que a grossiane disse que no dinheiro não teria como. Por sorte, o rapaz que me atendeu foi um poço de boa vontade e me levou até uma outra máquina, onde seria possível adquirir um cartão de crédito pré-pago. Eu inseri as notas de dinheiro e a máquina depositou aquela quantia no tal cartão.

Na fila do raio X, me senti dentro daqueles filmes americanos, com todos a minha volta falando em inglês e principalmente com as funcionárias do aeroporto gritando continuamente: “Jackets off, shoes off”.

O raio X deles é bem mais intimidador que o do Brasil rs. Você entra numa cabine (precisa colocar seu pé exatamente onde marca o desenho do chão) e tem que levantar os braços para cima, como se estivesse sendo enquadrado pela polícia. \0/

Quando saí da cabine, já fui querendo pegar a minha bolsa (similar como fazemos aqui no Brasil), mas a mulher berrou comigo dizendo que eu tinha que continuar seguindo na direção dela para que ela fizesse uma nova verificação com um aparelho, passando-o em volta de mim. Pedi desculpas acuada. Pra que tanta braveza, gente? Olha bem pra minha cara de terrorista rs. 💁🏼‍♀️

Ainda abriram a minha bolsa sem pedir licença e fuçaram nela sem o menor pudor (aqui no Brasil, ao menos pedem licença, isso quando necessário fazê-lo).

De lá segui para a fila do Subway e comprei um lanche de café da manhã. A devolução do troco foi feita por uma máquina que parece um escorregador em miniatura rs. De repente as moedas caem por lá, ao invés do atendente simplesmente entregar o dinheiro na sua mão rs. Me sentei um pouco distante do meu portão de embarque e lá acabei me distraindo, trocando algumas mensagens com o meu amigo D.

De repente, tive a impressão de escutar o meu nome no auto falante do aeroporto. Imediatamente pensei que pudesse ter dado algum xabu com a minha mala despachada (afinal, havia uma caixa gigantesca com um relógio dentro), mas quando corri para o portão de embarque para verificar o que tinha acontecido, todo mundo já havia embarcado!! Deus me livre perder aquele voo, olha que desatenta!! 😱

Seria só um bate e volta em Nova York (meu voo de volta para o Brasil seria naquele mesmo dia, por volta das 22h), mas ainda assim estava feliz porque daria para conhecer alguma coisa!! O voo durou 3h. Tentei cochilar para descansar um pouco, já que tinha dormido só duas horas, mas a empolgação era muita, estava elétrica!

Criei uma playlist intitulada: “New York” e fiquei ouvindo repetidas vezes enquanto estava lá, as músicas: “No Roots” da Alice Merton, “Everbody Hates Me” do The Chainsmorkes e “Medicina” da Anitta. E para cada canção eu sentia uma sensação diferente rs. Na música da Alice me sentia a fodona. 😎 Do The Chainsmokers me sentia grata 🙏🏻 e na música da Anitta me sentia alegre rs. 😁

Que emoção quando o avião pousou!! Fui seguindo as placas em direção a retirada da bagagem (me sentindo num clipe, com a tal playlist de fundo 😏), saindo disparada na frente de todo mundo, não queria deixar de aproveitar um minuto sequer em NYC. 🗽

Felizmente a sorte estava do meu lado mais uma vez e minha mala veio rapidinho! 😍 De lá segui imediatamente para o local que a guardaria no aeroporto. Quando cheguei no tal balcão, o ágil atendente me orientou a guardá-la no terminal que sairia o meu voo de volta (eu não sabia que tinha mais de um lugar onde guardava a mala), pois ali ficaria muito fora de mão para mim.

Não me recordo em qual terminal eu estava e para qual eu teria que seguir (talvez no 2 e teria que seguir para o 8? 🤔) e precisei pegar o metrô. Metrô esse dentro do aeroporto mesmo, sem precisar comprar bilhete. 😯 Daí novamente fui seguindo as placas e cheguei no balcão das bagagens. 💼

Me custou US$ 30 deixar as bagagens lá (guardei a de mão e a despachada) e foi solicitado que eu abrisse a mala maior para que o atendente visse que não tinha uma bomba dentro. Meus sutiãs ousadamente surgiram à vista, me deixando levemente constrangida.

Depois novamente peguei o metrô, sentido Manhattan. Aí sim precisei comprar um bilhete e foi bastante confuso. Confuso demais até para narrar. 😬  Já na plataforma do trem, me senti na estação Brás. Lugar feio e estranho, nem parecia que eu estava em Nova York rs. Antes que o trem chegasse onde eu queria, mudei de ideia e decidi pegar um Uber, pois pelo menos de Uber daria para ver a cidade durante o trajeto.

Desci numa estação que não lembro o nome, horrorizada com a feiura do lugar, chamei o carro e lá fui eu admirando a vista que nem era tão incrível assim, mas que para mim era, me sentindo naqueles filmes americanos de periferia kkkk.

O trajeto foi longo (pelo menos 40 minutos) e ainda teve trânsito. Percebi que o motorista queria me dar o golpe pegando caminhos mais longos e brinquei com ele para que não fizesse isso comigo, pois eu já não tinha muito tempo para aproveitar. Ele riu rs.


Enfim cheguei na Times Square!!!!!!! #Emocionada. Eu literalmente não sabia para onde olhar com tanta coisa piscando. Aquilo era uma verdadeira poluição visual. Mas uma poluição bonita, não conseguia não ficar deslumbrada olhando tudo aquilo. “Meu Deus, quanto será que eles gastam de energia aqui??” Até nisso eu pensei rsrs.

Observei que tinha algumas pessoas tirando fotos (assim como eu) e deduzi que também fossem turistas. Daí me aproximei de uma japonesa com cara de pessoa honesta que não sairia correndo com o meu celular e perguntei se ela não se importaria de tirar uma foto minha. Enfim, mais uma foto bacana que não seria selfie. 😊

Fiquei bastante tempo andando na Times Square, que é grande e repleta de coisas para olhar. Depois comecei a procurar lugar para comer. Estava morrendo de fome. Entrei numa padaria gigante, no estilo da Bella Paulista e pedi pelo cardápio, mas a moça do balcão foi meio seca, dizendo que eles não tinham cardápio. Nossa… nunca vi um estabelecimento que vende comida não ter cardápio. Tudo bem. Agradeci e saí de lá.

Continuei andando, até que cheguei no Applebee’s e resolvi matar a minha fome lá mesmo.

 

Quando a mocinha me trouxe a conta, achei bonitinho seu pedido de gorjeta no papel rs.

De lá segui para o Central Park, que era o lugar mais próximo para eu ir a pé. Quando cheguei, decidi alugar uma bicicleta, mas depois não achei tão bom negócio, já que havia lugares próprios para quem estava a pé e lá estava eu com uma bike a tiracolo rs.

Meu plano era ficar apenas 1h no parque, para que eu pudesse visitar mais lugares depois, então quando faltava 20 minutos para devolver a bicicleta, foquei no pedalo.

Após alguns minutos pedalando fervorosamente, comecei a estranhar que eu nunca chegava no local de devolução e não era possível que eu tivesse me afastado tanto assim. 🤔

A funcionária disse que eu teria 15 minutos de tolerância para devolver sem ter que pagar multa (que seria de US$ 10) e nada de eu chegar. Comecei a ficar preocupada, mas me recusei a olhar no mapinha que ela me deu. “Já devo estar chegando”, pensei teimosamente. E não, eu não chegava nunca.

Enfim parei de pedalar e peguei aquele mapa nas mãos. Ainda assim não consegui me localizar. Daí procurei por aquelas placas que mostravam qual a localização daquele ponto no mapa e quando vi quase chorei de desgosto. Eu estava exatamente na outra ponta do parque!!! Inacreditável. 🤦🏼‍♀️ Parecia até uma piada de mal gosto. De repente o passeio se tornou um pesadelo e eu não queria perder todo o meu escasso tempo ali.

Comecei a ficar cansada de tanto pedalar, mexi nas marchas da bicicleta achando que ia ajudar, mas piorou ainda mais e ela virou um fardo. Eu sempre relutava em pedir ajuda, por conta da minha comunicação dificultosa, mas chegou num ponto que eu tava quase carregando a bicicleta nas costas. Um rapazinho me ajudou, mas nunca mais a bicicleta voltou a ser a mesma desde o momento em que a peguei.

Enquanto eu pedalava, tentava aproveitar a brisa e a paisagem, mas não conseguia afastar pensamentos de preocupação. E se eu não encontrasse a saída do parque a tempo e perdesse meu voo de volta?! Certa altura até parei e respirei um pouco, pois estava me dando vontade de chorar de desespero. Quando consegui me acalmar, novamente pedi ajuda e adivinhem só? Eu havia passado a entrada e já estava recomeçando uma nova volta no parque!!! Aquilo parecia um labirinto.

Quando enfim devolvi a bicicleta e paguei a multa, não me restava mais ânimo para continuar o passeio, nem muito tempo também. Era 17:30 e eu teria que estar no aeroporto às 19h. Todos os lugares que eu queria ter visitado (Quinta Avenida, Empire State, Memorial das Torres Gêmeas), não ficavam a uma distância menor que 30 minutos de carro e não quis arriscar perder mais tempo no trânsito.

Andei até um shopping próximo (não lembro o nome), mas nem fiquei muito tempo lá. Na verdade foi o tempo de eu subir e descer a escada rolante.

Cheguei à conclusão que já que eu não tinha tempo hábil para fazer qualquer coisa, melhor eu ir para o aeroporto logo e ficar tranquila que mais nada daria errado no meu dia.

Tentei chamar o Uber e ficou dando erro no aplicativo. Não entendi nada. Tentei em três cartões diferentes e até mesmo no dinheiro, mas ele insistia em dizer “algo deu errado”. O jeito foi pegar táxi (que ficaria uma fortuna), pois não me arriscaria andar de metrô (ainda mais em Nova York que as linhas são gigantescas) e me perder por lá.

Cheguei no taxista e joguei logo a real. Perguntei quanto ele cobraria para me levar ao aeroporto, pois eu  não tinha muito dinheiro. Já para ele fazer um valor fechado, sem eu correr o risco de ficar acima no taxímetro do que eu tinha em mãos. Ele falou exatamente o mesmo valor que estava dando na simulação do Uber (US$ 63) e lá fomos nós.

Entrei no carro e pude descansar de toda a energia que gastei naquele parque. O carro tinha até uma mini TV e divisória. O taxista era bravo, buzinava e xingava igual um louco no trânsito.

Ao final, chegamos no aeroporto um pouco antes do horário que eu precisava e quando lhe entreguei o dinheiro (duas notas de 50), ele ousadamente perguntou quanto ele deveria cobrar dali. Ué. Não entendi aquela pergunta, se afinal ele disse que a viagem ficaria 63 dólares.

O lembrei do valor que havia me passado, mas então entendi que ele se referia a gorjeta. 🙄 Daí me devolveu US$ 30 e perguntou se poderia ser assim, enfatizando que havíamos chegado antes do tempo que eu havia estipulado. Respondi que ok. Não ia ficar criando caso por causa de 7 dólares de gorjeta, não é mesmo?

Check-in feito, só então me dei conta que meu voo atrasaria 2h. Droga, poderia ter aproveitado mais a cidade. Resolvi então jantar num daqueles restaurantes dentro do aeroporto.

Após deixar o restaurante (não lembro o nome, ruim demais), enquanto voltava para o portão de embarque, aconteceu uma coisa muito louca!

Passou um homem por mim, que parecia demaaaaais com o Evaristo Costa!!! Quando bati os olhos nele, na mesma hora fiz aquela cara de espanto como se eu tivesse visto uma assombração. 😳 Nem consegui disfarçar rs. Ele era IDÊNTICO o Evaristo! Um pouco mais gordinho admito, mas vai que ele tivesse engordado e eu não sabia?? 😆

Imediatamente stalkeei as redes sociais do jornalista e ao que parecia ele estava no Brasil, mas pelo que pesquisei também morava em Nova York, então havia uma grande chance de ser ele.

Retoquei a maquiagem e voltei na direção que ele havia passado por mim, já almejando uma foto juntos. Seria o máximo ter uma foto com um jornalista famoso estando eu me formando em jornalismo também, não é mesmo? 😎 De repente o avistei saindo de uma loja e me apressei na sua direção (até dei uma corridinha básica para alcançá-lo). 😅

Quando enfim o alcancei, o cutuquei e perguntei (em inglês mesmo) se ele era o Evaristo Costa. Ele deu uma leve hesitada, depois um leve sorriso enquanto respondia que não. Não?????? Não era possível!!! Parecido demais!! Eu devia ter pedido para tirar foto com ele mesmo assim (afinal, queria ver alguém dizer que não era o próprio quando eu postasse haha), mas fiquei sem graça e apenas me desculpei.

Gente, fiquei na maior neura que era ele sim e que me enganou por ter me achado louca de ter ido atrás dele, após encará-lo daquele jeito quando passou por mim. Voltei para o meu assento frustradíssima. 🤬

O voo atrasou mais do que o planejado e consequentemente todos os brasileiros na sala de embarque ficaram “amigos”, coisa que só bastante tempo de espera consegue fazer com as pessoas. Fiz amizade com uma senhora que estava viajando com o filho e de repente eu estava por dentro das suas próximas viagens e de todas que ela já fez.

Já no avião, sentei ao lado de um casal (pelo menos eu fiquei na janela 😎) e dormi muuuuito mal. Como eu odeio dormir em avião. Acordei tão inchada que meu pé nem cabia mais no tênis.

Mas enfim… de volta ao Brasil. 😩

Sem sombra de dúvida foi a melhor viagem da minha vida (até o momento, pretendo fazer outras e aproveitar ainda mais 🤗), recomendo a todo vocês que estão lendo a dar um pulinho nos Estados Unidos, país incrível demais!! 😍

Peço desculpas pela demora com as postagens, semana passada a TPM tomou conta de mim e fiquei sem ânimo nenhum para atualizar o blog. 😢

E para fechar com chave de ouro, deixo vocês com uma fotinho que pedi para um estranho tirar de mim no Central Park (antes do meu desespero por não encontrar a saída rs):

PS.: Por acaso estou aceitando pedidos de casamento de cidadãos americanos residentes nos Estados Unidos.  😎 🇺🇸

#brincadeirinha 😬

(ou não 😈)

Terceiro dia em Miami - Parte 2 - Bayside

Terceiro dia em Miami – Parte 2

Bem vindos a Bayside Marketplace! Muitas lojinhas, barcos e música ao vivo.

Meu próximo passeio seria de barco, mas ainda tinha alguns minutinhos para explorar o local. A primeira coisa que fiz foi comprar um sorvete (fiquei com vontade desde aquela sorveteria) e fui muito mal atendida por uma funcionária aparentemente desmotivada e de saco cheio, daqueles quiosques. O sorvete já estava derretendo na mão dela quando me entregou e ela agindo como se nada tivesse acontecido. Deu vontade de falar pra ela fazer outro, mas pra que criar confusão, não é mesmo?

Depois fui olhando as lojinhas, comprei mais chaveiros, uma babylook cor de rosa  mostrando a barriguinha com os dizeres: “Miami Beach”  lindíssima e assim como quem não quer nada, entrei em outra lojinha só para olhar (pareço criança, coisas coloridas me chamam a atenção rs). Acabei comprando dois esmaltes, ressaltando que eram OS esmaltes (minha manicure até tirou foto das minhas unhas com aquela cor rs), alguns brincos, entre outros itens aleatórios que estavam a venda. Como eu me entretenho numa loja rs. Saí de lá correndo para trocar o ticket do passeio de barco, ainda bem que deu tempo!

O passeio em alto mar foi muito gostoso. Reencontrei algumas pessoas que também fizeram o tour de ônibus. Enquanto eu comprava Pina Colada no bar a bordo, uma mulher veio falar comigo sobre uma carteira que eu tinha comprado naquela parada da tabacaria. Ela teve um olho de gavião, viu a caixa da carteira por dentro do plástico branco da sacola. Me disse que também tinha comprado uma e pediu para ver a minha.

Para que entendam melhor, a carteira é de uma marca, chamada: Nicole Lee que eu tinha achado um pouco cara (US$ 40) mas que comprei mesmo assim para dar de presente à minha mãe (a última carteira que lhe dei é minúscula em comparação com essa outra). E aí essa mulher perguntou quanto eu paguei, pois queria se certificar que a vendedora não lhe vendeu mais caro, já que provavelmente compramos na mesma loja.

Fiquei lá bebendo a minha birita observando o mar. Aí entra agora uma queixa de viajar sozinha: não ter quem tirar as suas fotos. Eu sempre fico horrível em selfie, então opto por fotografar apenas a paisagem mesmo rs. Entretanto, dei a sorte de dois carinhas que estavam sozinhos, me pedirem para fotografá-los e daí me aproveitei e pedi retribuição rs. Ao menos uma foto decente eu conseguiria ter de mim naquela viagem rs.

A guia ficava mostrando as mansões de alguns famosos e no papel do passeio, indicava que a duração seria de duas horas, no entanto, acabou meia hora antes. Enganação. Mas tudo bem, eu tinha gostado mesmo assim, bem melhor que o tour de ônibus.

De volta a terra firme, voltei a explorar as lojinhas. Encontrei uma loja fantástica, chamada: Effusion Gallery (1130 Ocean Drive). Fiquei louca naquele lugar. Vendiam umas coisas lindíssimas, mas também caríssimas, tinham quadros de 7 e 18 mil reais (sim, eu fiz a conversão), fiquei besta. Deem uma olhada (preços visíveis clicando na foto e dando zoom):

Não tive como não trazer uma lembrança de lá, então comprei um relógio de parede lindinho para a minha cozinha (trouxe mais para enfeitar mesmo, pois as horas nele é um pouco confuso de ver rs) e um gatinho do Romero Britto.

Depois fui numa lojinha de cacarecos personalizados dos Estados Unidos e fiquei mais algum tempo entretida lá.

Quando voltei de viagem, muita gente me questionou se não aproveitei para fazer compras lá. Sabe, não fui no intuito de comprar, as coisas que comprei foram mais para ter uma lembrança física da viagem mesmo. E ao sair dessa loja já estava cansada, com a lombar doendo de tanto andar e morrendo de fome. Procurei um restaurante que houvesse frutos do mar, jantei e fiquei enrolando para ir embora, namorando aquela noite maravilhosa mais um pouco.

A essa altura já era 22h e eu tinha voo cedo no dia seguinte para Nova York (precisaria fazer checkout no hotel cinco da manhã). O que era bom estava chegando ao fim, que tristeza!! 😢 Acabei indo dormir só às 2h da manhã arrumando tudo e, no final, já tinha até me afeiçoado a aquele quarto horroroso.