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Rappi

Oie! 💁🏼‍♀️

Semana passada fiz uma enquete no Instagram e Twitter sobre um aplicativo chamado Rappi e como a maioria das pessoas que responderam não sabiam do que se tratava (eu também não sabia até pouco tempo atrás 😆), resolvi fazer um post falando mais a respeito. 🤓


Quem acompanha o blog, sabe que eu estava prestes a me mudar para São Paulo (antes eu residia em Guarulhos) e finalmente me mudei (uhuuuu 🎉). Com isso, descobri uma facilidade que antes eu não conhecia.

Rappi é um aplicativo de delivery (tipo IFood só que entregam QUALQUER COISA), criado na Colômbia em 2015 pelos colombianos: Símon Borrero, Sebastian Mejía e Felipe Villamarin. Presente no Brasil desde julho de 2017 com atuação nos seguintes estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte e Curitiba em regiões determinadas. Dentro do estado de São Paulo, por exemplo, atuam somente no centro e zona sul da capital.

Na tela inicial, possui supermercado, restaurantes e farmácias cadastrados, porém, e essa é a melhor parte, você pode pedir qualquer item que não esteja ali, indo na seção “Qualquer coisa”. E é qualquer coisa meeeesmo! (Desde que seja coisa lícita rs.)

Outra facilidade que o aplicativo possui é caixa eletrônico, você pode solicitar que um entregador Rappi saque dinheiro para você (até R$ 300). Então se passou das 22h e você precisa fazer um saque mas os bancos já estão fechados, nem tudo estará perdido! 😅

É seguro? Olha, mais seguro que chamar um Uber rs. Vivo pedindo comida por lá (é até mais vantajoso que o IFood pois o tempo de espera cai pela metade) e nunca tive problemas. Você consegue acompanhar o seu pedido desde o momento em que os itens ainda estão sendo comprados como até o percurso que o entregador está fazendo para chegar no seu endereço.

A taxa de entrega costuma ser R$ 6,90 mas se você (assim como eu) usar muito, compensa mais assinar o plano Prime (R$ 20,00 por mês) para que nas compras acima deste valor você seja isento da taxa de entrega.

E quando chegamos na tela do pagamento (disponível em dinheiro e cartões de crédito ou débito), uma coisa engraçada são as carinhas representando as opções de gorjeta para o entregador: 😅

Se a gorjeta for zero, carinha de choro. Mas se for R$ 3,00 dois corações nos olhos rs.

E é isso gente… resolvi compartilhar essa novidade, pois coisas boas e facilidades para a nossa vida merecem ser compartilhadas, não é mesmo? Depois me digam o que acharam ou se já conheciam e usavam. 😊

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Filme: “Bata Antes de Entrar”

Olá!! 💁🏼‍♀️

Esse fds assisti um filme muito legal na Netflix e resolvi trazer a dica para vocês!! 😊 A trama tem a ver com sedução, sexo e… consequências! 👹

Título original: Knock Knock

Ano: 2015

Gênero: Suspense

Evan (Keanu Reeves – Matrix) é um homem na casa dos quarenta muito bem casado, pai de dois filhos, com uma vida bem sucedida e uma família perfeita. Certo final de semana, sua esposa viaja com os filhos para a praia e ele fica em casa trabalhando (é arquiteto) sozinho.

Logo na primeira noite, tem uma chuva muito forte e de repente alguém bate a sua porta. 🤔 Quando ele vai ver quem é, se depara com duas meninas (lindas) perdidas, ensopadas, supostamente frágeis, precisando de ajuda. Um pouco relutante, após pouca conversa, acaba deixando-as entrar, sem segundas intenções, querendo realmente apenas ajudar.

Enquanto o motorista do aplicativo não chega para levá-las de volta, as meninas criam uma situação de sedução e começam a se insinuar para ele, que tenta ao máximo resistir à tentação. 🔥

Olha… fazia muito tempo que eu não assistia um filme tão bom ao ponto de me motivar a escrever sobre rs. Minha sugestão para você que pensa em assistir também é: não veja o trailer! Eu assisti por indicação de um amigo sem ver trailer nenhum e não tem nada melhor do que assistir algo sem ter a mínima ideia do que vai acontecer! 😁 Você fica preso na tela até o último minuto! Eu não parava de especular qual seria o final e adivinhem? Não foi nenhum dos que eu imaginava! 😅 Realmente me surpreendeu! Aposto que qualquer homem com uma situação de vida parecida com a dele ficará com o pé atrás se algum dia vier a viver a mesma situação rs. Recomendo!! 💜

Se alguém assistir ou já assistiu, vou adorar saber a opinião nos comentários depois!! 😃🙌🏻

PS.: Gostaria de poder comentar sobre alguns aspectos mais específicos do filme, mas como não tenho como fazer isso sem entregar as coisas que irão acontecer, vou esperar pelos comentários para podermos debater sobre! 🤗

Beijão! 🌸

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Minha Primeira Experiência Em Casa De Swing

Olá!!
Devido ao dia dos namorados, resolvi antecipar o relato sobre a minha experiência em casa de swing! Para que não ficasse um post ainda mais extenso, relatarei em duas partes:
1) Casa de Swing;
2) Pernoite com o Francês.
Quem sabe a minha experiência, não te inspire a ir lá também? 😎
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“Inner Club”
Alameda dos Pamaris, 160 – Moema
Enquanto aguardávamos o carro da frente se acertar com o manobrista, reparamos no casal que desceu. A mulher que não era muito atraente, usava um vestido rodado, cor de rosa, possuía cabelo tingido de loiro, curto e encaracolado; aparentava ter entre 35/40 anos. Antes que eu fizesse qualquer comentário sobre sua aparência, meu cliente foi mais rápido: “Não gostei” – ele disse. Eu que também não tinha gostado, apenas dei risada rs.
Descemos do carro, deixamos aos cuidados do manobrista e fomos até a recepção. Achei que fossem pedir nossos documentos, no entanto, a moça do balcão apenas perguntou: “Qual o nome do casal?”, fiquei na dúvida se respondia “Sara” ou o meu nome mesmo – vai que ela pedisse o documento depois?! -, mas arrisquei e falei o nome fictício.
Entramos e fomos direto para a fila da chapelaria, guardar nossas blusas de frio – seria mais sensato termos deixado os agasalhos dentro do carro, mas nem pensamos nisso na hora -. O lugar estava cheio, no entanto não consegui avistar nenhuma mulher bonita até então. Tinham umas “tiazinhas” arrebentando no pole dance, inclusive, uma usava um micro vestido, tão curto que mostrava sua xana e polpa da bunda rs.
O atendimento na fila da chapelaria foi demorado, além das duas atendentes serem pouco simpáticas. Depois fomos dar uma volta pelo lugar. Entramos num corredor escuro, que primeiramente nos levou a uma sala de cinema, passava filme pornô na tela, e haviam alguns casais se pegando nas poltronas, demos uma rápida olhada e continuamos andando.
Mais corredores escuros, até que chegamos num cômodo grande, onde continham algumas telas de vidro na parede. Como a iluminação era bem fraca, demorei alguns segundos para descobrir o que havia do outro lado. Perguntei a um casal próximo, e o rapaz me explicou que ali dentro haviam pessoas transando, para que quem tivesse fora, pudesse assistir! 😱
Chamei meu cliente e falei para ele o que tinha acabado de descobrir, ficamos pouco tempo olhando, víamos os corpos se mexendo, no entanto não dava para ver seus rostos direito, devido a baixa luminosidade (ainda bem, né?).
Depois continuamos andando e nos deparamos com um objeto grande, que se tratava de um ônibus. Meu cliente explicou que servia para aqueles que possuem desejo de transar dentro do tal transporte público. Entramos pela porta de trás, curiosos em ver como era lá dentro. Sua aparência não lembrava nem um pouco os ônibus do Brasil, mas ainda assim era bacana (até mais, por não haver essa semelhança rs), senão me engano as poltronas eram vermelhas. Haviam outros casais lá dentro também, mas ninguém transando (até então).
Quando descemos pela porta da frente, acabei rindo de tudo aquilo, não por debochar do lugar nem da situação, mas por me sentir num museu descobrindo todas aquelas coisas! E também porque os demais casais andando por ali,  agiam exatamente igual a nós: curiosos, andando com cautela, como se estivéssemos fazendo um pequeno tour em algum ponto turístico rs.
bar do Inner Club
Bar do “Inner Club”
Depois desse pequeno “tour”, voltamos para a pista de dança e fomos ao bar. Nessa hora começou a tocar uma música que eu adoro, só que com efeitos de mixagem, sendo “Mirrors” da Natalia Kills! Fiquei ainda mais animada por tocar uma música que eu conhecesse, e ao mesmo tempo fiquei me perguntando, se mais alguém ali saberia que música era aquela rs. Daí comecei a cantar enquanto aguardávamos ser atendidos, aliás, outro atendimento demorado. Enquanto aguardávamos, um outro casal parou ao nosso lado, e reparei que o rapaz não parava de me olhar disfarçadamente. Fingi que não percebi, mas comentei com meu cliente a respeito – será que já rolaria uma troca? Rs -. Quando finalmente fomos atendidos, pedi uma Caipirinha de limão pra mim, e meu cliente um Energético Flash Power.
Demos um tempo em volta da pista, enquanto bebíamos. Daí começou a tocar “Love Me Like You Do” da Ellie Goulding, também mixado. Me animei em dançar, mas como meu cliente ainda estava acanhado, fiquei me mexendo só de um pé pro outro rs.
Quando o Francês terminou sua bebida, me chamou para darmos outra volta. Achei que já tínhamos andado em tudo por lá, mas não, fomos então para um outro lado, chegando em um corredor intitulado como: “Labirinto”, fiquei animada em entrar, mas fui interceptada por um funcionário, dizendo que eu não poderia entrar com bebida. Meu copo ainda estava cheio, então falei que depois voltávamos, mas ele acrescentou que eu poderia deixar com ele e pegar de volta depois, fiquei um pouco desconfiada, afinal como ele saberia que aquele copo era o meu? Até que vi uma prateleira com outros copos, e gravei bem onde o coloquei rs.
Fui andando na frente, conduzindo meu cliente pela mão (quem visse, até acharia que eu já conhecia o lugar rs). Entre os corredores estreitos e pouco iluminados, vez ou outra haviam cabines, para que as pessoas pudessem transar com privacidade, se quisessem. Após mais algumas curvas, chegamos ao ponto principal, que era um cômodo grande, com vários casais transando e outros assistindo! E vou lhe ser bem sincera, nunca pensei que ver outra pessoa transando ao vivo, pudesse ser tão instigante! Rs.
Não dava para ver direito o rosto de ninguém, o que deixava (acredito eu) todos mais a vontade. Nos aproximamos de um casal que estava transando e ficamos olhando por um tempo, até que me virei para meu cliente e comecei a beijá-lo. Beijo vai, beijo vem, perguntei se ele queria ser chupado ali, ele disse que sim, contanto que eu também quisesse, então fomos para um canto da parede, me abaixei e ele abriu a braguilha. Não estávamos chamando muita atenção, até que o casal ao nosso lado – o mesmo que ficamos assistindo por um tempo -, começou a interagir conosco! Primeiro a mulher começou a me alisar, e retribui alisando ela também! Daí ela parou de transar e começou a chupar seu par, ficando agachada junto comigo.
Depois de me alisar por um tempo, ela pegou no pau do meu cliente, enquanto eu ainda o chupava, daí pegou na minha mão, levando até o pau do seu par também. Achei aquilo interessante, como se rolasse uma cumplicidade sem precisar dizer nada. Depois ela voltou a transar, com ele a pegando por trás, daí me levantei para beijá-la (pois é, deu vontade rs). Ao fazer isso, meu cliente começou a roçar seu pau na minha bunda (eu estava de vestido), e perguntei se ele gostaria de transar daquele jeito, mediante a sua confirmação, só alertei para que colocasse a camisinha. – Aliás, uma dica para você que pretende ir lá, é levar preservativos! Quando estávamos saindo do quarto do hotel para ir a casa de swing, fui eu que falei para levar, pois ele estava achando que lá teria. – Ele encapou e então me penetrou com um pouco de dificuldade, devido a posição. Nisso, nós quatro parecíamos uma coisa só! Eu e ela estávamos de frente uma para a outra, enquanto nossos respectivos homens, nos pegavam por trás, comecei a reparar os olhares dos demais para nós, e achei aquilo legal! Rsrs.
Eu ela estávamos meio que abraçadas, minha cabeça estava em seu ombro e a dela no meu. Acabei beijando seu par (que não beijava tão bem assim) enquanto ele a bombeava, e meu cliente fez o mesmo com ela. Achei que fosse rolar uma troca entre a gente, mas até então não fomos além, o pau do meu cliente escapou e nisso já me aproveitei para fazer uma pausa, aquela posição não me era muito confortável, eu ficava muito inclinada pra frente, o que me obrigava a escorar na tal moça. O outro casal continuou a todo vapor e me encaminhei para o estofado que havia ali perto. Meu cliente ficou parado na minha frente, então tiramos a camisinha, e voltei a chupá-lo.
Daí, um outro casal interagiu conosco, ou melhor, apenas a mulher. Ela foi mais ousada que a primeira, pois não começou alisando a mim, não, foi direto pegando no pau do meu cliente enquanto eu chupava! Ela era bonita, morena, magra, cabelos compridos e lisos. Eu tentava olhar ela e o seu par enquanto chupava o francês, mas como falei  a iluminação não ajudava muito.  Comecei a alisá-la e logo ela perguntou se fazíamos troca de casais. Assim que nos questionou, peguei no pau do seu par, era muito grosso, me fazendo vacilar na resposta, não estava afim de sofrer dando pra uma lata de Coca-Cola daquelas! Meu cliente respondeu que sim e ela ficou esperando pela minha resposta, respondi que sim um pouco insegura, o Francês tinha gostado dela e eu não ia ser a estraga prazeres de ninguém. Ela então tomou a frente da situação e falou para irmos para uma cabine. Seu par não dizia nada, parecia um fantoche. Entramos na cabine ao lado, e ela experiente já começou a espirrar o álcool em gel que havia ali disponível para uso, num papel, e passando no estofado para limpar. Comecei a fazer o mesmo para ajudar, enquanto os rapazes tiravam suas roupas.
Achei que fosse rolar beijo na boca antes, para quebrar o gelo, mas não, o cara já foi pegando a camisinha e encapando seu pau. O chupei com o preservativo e perguntei se ali havia lubrificante. Não havia, mas eles tinham levado o seu próprio, pois ela falou: “Pega o lubrificante, Marcos!”, parecia que ela comandava ele. Brinquei que devido a grossura do seu pau, eu iria precisar, mas ninguém riu rs.
Eu e ela ficamos de quatro, de joelhos no estofado, enquanto os rapazes vinham por trás. Ele foi entrando devagar, mas reparei que seu pau estava meio mole, e ia amolecendo gradativamente, “Será que ele não gostou de mim?” – Pensei -. Meu cliente mandando ver na mulher dele, e o cara metendo super devagar em mim, tomando todo o cuidado para o seu pau não sair. Aquilo estava me incomodando, então pedi pra ele sentar que eu iria por cima. Ele era meio surdo, e tive que falar mais de uma vez a mesma coisa. Eu por cima não adiantou nada, seu pau começou a amolecer ainda mais, como se ele não gostasse de não ter o controle da situação. Perguntei se ele não estava a vontade, novamente ele não me entendeu de primeira, até que disse que estava sim, aff detesto gente fingida, falei que não estava não pois seu pau demostrava o contrário. Daí como não estava mesmo fluindo, ele voltou a me pegar de quatro, mas tava uma bosta, seu pau não entrava direito e ele não aumentava a velocidade nunca.
Para minha sorte, a menina começou a reclamar que estava com calor e falou: “Chega”. O cara continuou “metendo” em mim (se é que posso chamar aquilo de meter), e quase falei: “ela falou que chega!”, daí ela parou e cutucou ele falando mais autoritária: “Chega!”, explicando pra gente que ele era um pouco surdo – mesmo? Eu nem tinha percebido 🙄 -. Foi estranho ela dizer “chega” do nada, mas como foi conveniente pra mim, nem questionei rs.
Enquanto nos vestíamos tentei puxar assunto, pois aquele silêncio era ainda mais constrangedor! Daí perguntei se eles já tinham ido lá antes, e ela respondeu que tinham ido na noite anterior, mas que só conseguiram uma troca. – Pra mim uma troca já era muito rs -. Nada mais foi dito depois disso. Daí ela terminou de se vestir e disse que podíamos abrir a porta, eu abri e eu meu cliente saiu logo atrás de mim. Quando olhei para trás, depois de um tempo, reparei que eles continuaram lá dentro da cabine! Achei muito estranho! Será que o cara estava dizendo que não se agradou comigo? Rs.
casa de swing Inner Club
Área principal do “Inner Club”, com vista para o bar, mesinhas e pista de dança
Saímos do labirinto, recuperei minha bebida e voltamos para a pista de dança. Nesse momento eu estava bastante frustrada com a experiência da troca, então meio que desanimei por hora. Fiquei analisando na minha mente que deveríamos ter tentado a troca com o primeiro casal que interagiu conosco, aposto que teria sido muito mais legal, do que com aquele gigante calado me fazendo sentir indesejada. 😾 De repente, começou a tocar “Cool For The Summer” remixado, fazendo com que eu me sentisse um pouco melhor.
Voltamos para a pista na hora certa, pois após tocar essa música, o locutor começou a anunciar um show de stripper que começaria em 10 segundos, e iniciou a contagem regressiva.
O nome da stripper era “Fernandinha”, entrou vestida de comissária, usando óculos escuros, ao som de “Far Away” do Nickelback (achei que sua entrada teria sido muito melhor ao som de uma música sensual do que romântica). Ela foi ficando nua aos poucos; tinha a pele brozeada, e cabelos com luzes loira na altura dos ombros. Seu corpo era divino, o famoso estilo “mulher brasileira”, coxas grossas, bunda e seios fartos, um verdadeiro corpão! Ela subia no pole dance até o alto, apenas com a força de suas pernas! Ficava de ponta cabeça, fazia um monte de coisa, fiquei impressionada! Ela interagiu com um rapaz da plateia, e depois puxou a namorada dele também, fazendo um “sanduíche”, enquanto o locutor narrava: “O sonho de todo homem, duas ao mesmo tempo!”.
Após ficar totalmente nua, passou-se alguns minutos, até que terminou o seu número. Achei que terminaria por aí, mas daí anunciaram que viria O stripper! Agora sim!! 😁😛
O bonitão entrou vestido de bombeiro, musculoso, muito gostoso! Assim como a stripper, foi tirando a roupa aos poucos, no entanto interagiu bem mais com a plateia, puxou várias mulheres aleatoriamente, me deixando com uma certa inveja por não estar tão perto da pista de dança! Rs. Apesar que, minha “inveja boa” se tornou alívio, pois todas as mulheres que ele puxava, as deixavam NUAS!! Tirava seus vestidos na maior cara de pau, e incrivelmente  TODAS estavam sem sutiã!! Acabei comentando com uma coroa que estava ao meu lado, sobre essa coincidência, e ela também achou estranho, dizendo que devia ser combinado. As mulheres que ele puxava para a pista, tinham seu momento de fama, pois além de ficarem nuas, sensualizavam como se também fossem strippers rs.
Quando seu número chegou ao fim, ele já estava completamente nu, no entanto, tampou seu pau com a mão, para que ninguém visse. 😒 Porque a stripper ficou toda peladona pra todo mundo ver, e ele não?! Injustiça!!  😾
Depois a pista de dança voltou a ser liberada para o público. Quando estava indo dar uma volta com meu cliente, avistei um cara lindo, acompanhado de uma mulher igualmente linda, quando os vi, pensei: “fazer uma troca com eles, com certeza me faria esquecer o episódio com aquele outro casal”, quando passamos por eles, o tal cara me olhou também, então pensei que daria certo, só precisava convencer a sua parceira primeiro!
Perguntei ao meu cliente se tinha gostado da moça, e mediante a sua confirmação, a chamei para tentar convencê-la:
– Oi! Olha eu te achei linda, e também achei ele lindo, vocês fazem troca de casal? Esse é o meu par! – e mostrei o meu cliente – ele é francês! – acrescentei tentando vender o peixe rs.
Ela foi muito simpática, tão simpática que disse um não, sem dizer exatamente não, ela disse:
– Olha, nós vamos beber um pouco primeiro, que acabamos de chegar.” – Toda sorridente.
– Ahh,  então tá bom! – eu tinha entendido que aquilo era um educado não.
– Qual seu nome? – Ela me perguntou e outra vez fiquei na dúvida se dizia “Sara” ou o meu mesmo…
– *****
– O meu é Naty, prazer! – e me deu um selinho de despedida!! 😱
Eu e o Francês fomos dar outra volta, até que ele se animou em dançar rs, foi até engraçado porque quando chegamos quem queria dançar era eu, e ele que estava todo acanhado, agora estava bem mais a vontade. Assim sendo, fomos então dançar! 😛 Eu ainda estava com a minha caipirinha na mão (levei a noite toda para tomar aquilo rs), então dançava ora rindo, ora com o canudinho na boca.
Após um tempo dançando, perguntei ao Francês o que ele queria fazer, e adivinhem só o que ele respondeu? Um sonoro “SEXOOO” carregado de sotaque rs. Conforme sua vontade, seguimos novamente para o labirinto.
Ao chegarmos novamente naquele cômodo grande, dessa vez não ficamos de pé, pois já cheguei sentando naquele estofado, ao lado de mais três casais que estavam transando loucamente com todo mundo olhando. Comecei a chupá-lo, e determinado momento falei que podíamos transar também. Daí ele encapou e começou a bombear, na mesma posição que eu já estava (sentada e abri as pernas). O cara que estava transando com uma mulher ao meu lado, começou a segurar na minha bota, e correspondi ao seu toque, pegando na sua mão. Nossos toques no entanto não foram além, meu cliente começou a reclamar da posição, e falei para irmos então para algumas daquelas cabines privativas. Ele concordou e felizmente uma bem próxima estava vazia.
Após passar o álcool em gel pelo estofado, já me deitei, não estava disposta a cavalgar nem ficar de quatro, queria transar numa posição bastante confortável, até porque minha coordenação motora já não estava muito assertiva, devido a caipirinha que passei a noite inteira tomando rs. Ele veio no papai e mamãe, mas acho que também já não estava mais tão disposto a fazer esforço, pois depois de um tempo bombeando, se cansou e nada de gozar.
Quando estávamos saindo da cabine, um coroa que estava transando com outra coroa no frango assado, me interceptou, pedindo um beijo meu, dizendo que eu era muito charmosa. Eu me agradei com ele e resolvi atender seu pedido, o que era só um beijo, afinal? Enquanto isso, continuei segurando na mão do meu cliente, que estava logo atrás de mim. O coroa beijava muito bem, no entanto, logo depois ele queria que eu beijasse sua mulher também! E meu Deus, quase levei um susto quando a vi, mesmo com a pouco iluminação dava para ver como era feia!! Rs. Eu não queria ter que beijá-la, daí enquanto enrolava fiquei apertando o braço do meu cliente, pra ele se tocar de me tirar dali, mas de repente, quando olho para trás, ele não estava mais lá!! Eu estava na verdade, apertando a barriga de um cara super gordo e asqueroso!! Comecei a procurar o francês desesperada, até que o vi, me olhando de longe! Falei com o tal rapaz gordo que achei que fosse outra pessoa, e tentei me desvencilhar sozinha do coroa charmoso com a esposa feia, ele dizia: “Fica aqui mais um pouco com a gente”, e eu: “Não, meu par está sozinho!”, e ele continuava insistindo, até que acabei saindo, menos preocupada em parecer grosseira. Daí só ouvi ele murmurando um: “Prazer te conhecer” enquanto eu me afastava.
Chamei a atenção do Francês para não fazer mais aquilo! Ele tinha me deixado sozinha no meio dos leões!! Fiquei apalpando um cara gordo achando que fosse o braço dele, que cena horrorosa!! Ele se desculpou, mas também não explicou porque resolveu me deixar ali sozinha.
Enquanto falávamos ainda sobre o ocorrido, um outro casal se aproximou da gente e perguntaram se fazíamos troca. Olhei para o cara e até que era aceitável, já a mulher parecia o cão chupando manga, falei que não, seguida pelo meu cliente, coitado, não deixaria ele transar com aquela mulher horrenda, – apesar que ele estava me devendo essa, pela primeira troca em que eu não tinha gostado do cara e também por mais essa de me deixar sozinha – o livrei de mais essa, transar com aquela mulher seria castigo demais rs. Eles ainda ficaram parados na nossa frente por um tempo, na esperança de mudarmos de ideia, mas fomos firmes com o “não”. “Vamos embora daqui” falei para ele, depois que o casal se foi, aquele labirinto já tinha dado o que tinha que dar.
Pista de dança Inner Club
Pista de dança do “Inner Club”
Voltamos para a pista principal, e o Francês disse que queria pedir algo para beber, nos encaminhamos então para o bar (nem lembro o que foi que ele pediu). O lugar continuava bombando, no entanto eu já estava um pouco cansada, esperei alguns minutos, até que sugeri de irmos embora para o hotel, e para minha satisfação, ele concordou de imediato.
Fomos até a chapelaria, pegamos nossas blusas, ele acertou com a caixa, e quando saímos, seu carro já estava nos esperando lá fora (gostei da prontidão do manobrista). A noite tinha sido show e bastante proveitosa, mas naquele momento estava feliz por ir embora, tudo que eu mais precisava agora, era de uma cama e uma boa noite de sono!
panfleto Inner Club festa junina
Panfleto divulgativo, casa de swing “Inner Club” – Junho/2016
Publicado em Resenhas

Livro: “Cretino Irresistível”

Oi gente, tudo bem?

Primeiramente gostaria de agradecer as mensagens que tenho recebido, muitos rapazes gentis que mesmo sem terem saído comigo, se deram ao trabalho do gesto, muito obrigada mesmo! Me sinto super querida com tanto carinho! 🙂

Para tirar o blog (um pouco) do limbo, vim compartilhar sobre um livro que li. Estava eu passando por um sebo esses dias, quando a capa desse livro me chamou a atenção. Não resisti, entrei, o peguei e li a sinopse. A história é muito parecida com “O Amor Não Tem Leis”, da escritora brasileira Camila Moreira, em que uma estagiária se envolve com o seu chefe (adoro histórias assim). Assim como Camila, Christina Lauren detalha com muitoooos detalhes os momentos de sexo (que são vários, começando desde a página 14). É aquele tipo de leitura que até te instiga a fazer aquilo também, muito bom mesmo! Além das partes que tem putaria, a história é bastante inteligente, pois também fala detalhadamente das funções da estagiária e do executivo pelo qual ela é subordinada, confesso que até fiquei “boiando” em algumas partes muito técnicas da profissão rs.

Vamos a sinopse:

Chloe Mills trabalha há anos na empresa, é a queridinha dos donos, pois é uma ótima funcionária, inteligente, dedicada, esforçada e etc. Para ajudar com seu MBA, foi convidada a estagiar lá mesmo. Prestes a pegar seu diploma e faltando apenas 4 meses para concluir o semestre, acaba se envolvendo sexualmente com Bennett Ryan, seu chefe e um dos filhos do dono da empresa, um homem totalmente estúpido e insuportável.

Bennett é um carrasco com todo mundo, mas principalmente com ela, apenas pelo prazer da humilhação. Chloe não é nenhuma coitadinha na história, muito pelo contrário, sempre o respondia à altura e por isso era tão valorizada, pois não era fraca como os funcionários anteriores que pediram as contas, por não saberem lidar com Ben.

“Se eu quisesse ouvir toda a sua conversa com sua conselheira de graduação, eu deixaria minha porta aberta e pegaria um balde de pipoca. Por favor, fale mais baixo!”

“Eu agradeço que você tenha preparado café para mim ao fazer o seu próprio, Srta. Mills, mas se eu quisesse lama para beber, eu teria enterrado minha xícara no jardim hoje de manhã.”

“Se você for insistir em castigar o teclado como se estivesse caçando ratos na sua cidadezinha, Srta. Mills, eu peço que mantenha a porta entre as nossas salas fechada!”

“Você tem alguma boa razão para demorar tanto com o rascunho dos contratos? Seu hábito de ficar sonhando acordada com o garoto da fazenda está tomando todo seu tempo?”

(Um pouco das grosserias de Ben nas págs.: 33, 34 e 40)

Acontece que já faz tempo que ele sente o maior tesão nela, e, um dia, quando estão sozinhos numa sala de conferência, com ela fazendo uma apresentação, ele avança o sinal e… Chloe não o impede! Ela não o via com outros olhos antes disso, claro que o achava bonito mas, ele era tão grosseiro e desagradável que nunca passou pela sua cabeça transar com ele. E o mais legal da primeira transa deles é que ele a faz gozar fervorosamente e na vez dele, ela se vinga por todas as vezes que a tratou mal rs.

” – Vou fazer você gozar tão forte que vai até se esquecer que é o maior filho da puta do planeta – grunhi, abaixando pelo vidro. Lentamente; coloquei seu pau inteiro na minha boca até encostar na garganta. Ele apertou os músculos e soltou um gemido profundo. Olhei para cima: ele estava com a testa e as palmas pressionadas contra o vidro, os olhos fechados com força. Ele parecia vulnerável, e ficou lindo naquele abandono.

Mas não estava vulnerável. Ele era o maior cretino do planeta e eu estava de joelhos na frente dele. Isso não poderia ficar assim.

Então, em vez de dar o que ele queria, eu me levantei, puxei minha saia de volta no lugar e o encarei. Foi mais fácil dessa vez, sem as mãos dele me tocando e me fazendo sentir coisas que não eram assunto dele.

Os segundos se passaram sem que nenhum dos dois desviasse o olhar.

– Que merda você acha que está fazendo? – ele disse. – Ajoelhe-se e abra a boca.

– Sem chance.

Ajeitei minha blusa e saí da sala, rezando para que minhas pernas trêmulas não me traíssem.

De volta à minha sala, peguei minha bolsa e joguei o casaco nos ombros, tentando desesperadamente abotoá-lo com meus dedos que também tremiam. O sr. Ryan ainda não tinha saído, e torci para que o elevador chegasse antes que eu tivesse de vê-lo novamente.

(Pags. 20 e 21)

A partir daí muitas e muitas transas são descritas: na escada da empresa, no provador da loja de lingeries La Perla (existe mesmo essa marca, que eu pesquisei rs), no elevador, no carro e até mesmo no banheiro da casa dos pais dele, quando ela é convidada para jantar, já que a mãe de Bennett queria apresentá-la para um outro rapaz, chamado Joel.

Certos lugares onde ocorreram as transas me fizeram pensar: “Só em livro mesmo!” Como que alguém consegue transar no elevador ou provador de alguma loja?? Se alguém aqui já transou em algum desses dois lugares, compartilhem aqui como foi por favor, pois não consigo imaginar uma situação dessas na vida real!! Rs.

Uma parte que ri muito, foi no jantar que citei acima, antes deles acabarem transando (de novo). Estavam todos na mesa, pais dele, irmão, cunhada, Chloe e o rapaz ao qual ela estava sendo apresentada (Joel) pelos pais de Ben, que queriam arrumar um pretendente para ela, sem saberem que seu filho já estava comendo daquela fruta.

Narrado pelo Ben:

“Apertei os punhos enquanto eles continuavam conversando. Mas, alguns minutos mais tarde, eu congelei. Será que eu senti…? Soltei um sorriso enquanto tomava um gole do meu drinque. Sim, definitivamente o que eu estava sentindo era o pé dela subindo pela minha perna debaixo da mesa. Maldita garota atrevida, se insinuando para mim enquanto conversava com um cara que, como nós dois sabíamos, não conseguiria satisfazê-la. Observei seus lábios enquanto se abriam para receber o garfo e meu pau endureceu quando vi sua língua lentamente lamber o resto do molho deixado pelo peixe.

– Uau, entre os primeiros de sua classe na Northwestern? Impressionante – disse Joel, que então se virou e olhou para mim. – Aposto que você  está contente em ter uma pessoa tão maravilhosa trabalhando duro para te satisfazer, não é?

Ela engasgou, levantando o guardanapo para cobrir a boca. Eu sorri e olhei ligeiramente para ela e depois de volta para Joel.

– Sim, é absolutamente incrível ter a srta. Mills trabalhando duro para mim. Ela sempre faz um ótimo trabalho em todas as posições.

[…]

Meu sorriso se desfez quando senti seu pé se aproximar do meio das minhas pernas. Então com delicadeza ela pressionou minha ereção. Caralho. Foi a minha vez de engasgar com o drinque.

– Você está bem, sr. Ryan? – ela perguntou com uma preocupação fingida e eu assenti, olhando com raiva em sua direção. […]

Com a ponta do sapato, ela continuou esfregando gentilmente o meu pau e eu tentei manter a respiração controlada e a expressão neutra. […]

Mas então ele mencionou que gostaria de almoçar com ela em algum dia da semana. Minha mão cobriu o pé inteiro e pressionei ainda mais firme contra meu pau.

 Ela sorriu com o canto da boca. […]

– Ah, e por falar em almoços, Bennett – interrompeu Mina (cunhada dele), batendo em meu braço com sua mão -, você se lembra da minha amiga, a Megan? Você a conheceu no mês passado na minha casa. Vinte poucos anos, com a minha altura, loira, olhos azuis. Enfim, ela pediu seu telefone. Você está interessado?

Olhei rapidamente para Chloe quando senti o tendão de seu pé ficar tenso, e vi que ela praticamente parou de respirar esperando a resposta.

– É claro. Você sabe que prefiro as loiras. Pode ser uma boa mudança de ares para mim.

Tive de abafar um grito quando ela apertou o salto do sapato contra minhas bolas. Continuou a apertar por um momento enquanto levava o guardanapo até a boca e passava no canto dos lábios.”

(Pags. 106, 107 e 108)

Mas enfim, retomando. Eu estava amando o livro, lia a todo momento (até mesmo no meu trabalho quando dava rs). Até que chegou na parte melosa, quando ele começa a perceber que está gostando dela e vice versa. A história não ficou ruim, mas daí já ficou menos empolgante. Até as cenas de sexo ficaram mais “baunilha”.

O final não foi tão previsível quanto eu imaginei. Durante a convenção em San Diego, ele pisa na bola feio com ela (profissionalmente) e a louca acaba pedindo demissão (há 3 meses de concluir seu MBA), sendo que já tinha um grande projeto pela empresa (grande mesmo) para apresentar na banca e saindo teve que recomeçar do zero.

Gostei do final. Foi realista, nada muito forçado, nem conto de fadas, aconteceu como realmente poderia acontecer se a história fosse real. Gostei.

Durante a leitura, me deparei com algumas palavras que eu não sabia o significado. Como conhecimento nunca é demais, gostaria de compartilhar com vocês também.

• Chauvanista – (a forma como Chloe se refere a Ben), quer quer dizer, aquele que tem patriotismo exagerado e exclusivista; pessoa machista.

• Suntuoso – luxuoso; deslumbrante; monumental.

• Arsênico – (quando Ben desconfia da índole de Chloe, imaginando-a colocando isso em sua bebida): é um elemento químico perigoso, entretanto presente no arroz.

• Pergola – (onde eles jantaram no jardim da casa), eu até sabia o que era, mas não conhecia pelo nome, mas ao ver a imagem no Google já entendi do que se tratava rs.

E é isso. Recomendo o livro, não é uma história de “mulherzinha”, até porque as narrações se alternam, hora pela perspectiva da Chloe, outrora pela do Ben.

Beijão. 😛

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Filme: “A Bela da Tarde”

Esse filme foi indicado por uma querida professora da faculdade, durante uma oficina sobre filmes eróticos europeus. A Bela da Tarde me chamou muita a atenção pela sinopse, temos uma linda jovem, casada e rica, com uma vida perfeita. Entretanto ela não está feliz sexualmente com seu esposo e resolve se arriscar em um discreto prostíbulo.

Filme a bela da tarde

Com seu primeiro cliente, sua performance é bastante amadora. Tentou fugir, mas quando ele se impôs sendo até um pouco violento, ela gostou, e logo percebemos do que realmente gosta, ser dominada.

ela da tarde com seu primeiro cliente

Aliás, durante várias cenas do filme, a personagem Séverine (Catherine Deneuvel), sonha com momentos bizarros de dominação, enquanto seu casamento em si, é bastante monótono.

a-bela-da-tarde-cena

A experiência com seu segundo cliente, já é bem mais engraçada, ele tem fetiche por ser dominado e como ela não foi avisada de sua preferência, logo é trocada por outra prostituta ao qual ele já estava habituado. A melhor parte, é quando a cafetina, a leva para outro cômodo para que assista como ele gosta que seja feito, através de um buraco na parede (cena da capa). Séverine após ver aquilo, sentencia que está enojada.

A bela da tarde com seu segundo cliente

Já com o terceiro cliente, fiquei bastante confusa com a cena ilustrada abaixo, ele lhe mostra algo dentro dessa caixinha e não é mostrado ao telespectador do que se trata, o que me deixou bastante confusa. Se alguém assistir à esse filme, ou já assistiu e quiser me esclarecer, ficarei bastante agradecida! 😉

Belledejour

Já com o quarto cliente, esse entendi menos ainda!!! O rapaz tem fetiche por mulher morta!! Faz ela se deitar num caixão e em determinado momento se abaixa além da câmera, quando ela se levanta para ver o que ele está fazendo, novamente não mostram ao telespectador, me deixando confusa de novo!

bela da tarde com seu quarto cliente

Depois, ela conhece Marcel, um delinquente que estraga tudo. Esse acaba sendo seu último cliente na história, eles acabam se gostando, mas ele é obsessivo e a quer somente para si, o que é péssimo pois ela já havia deixado claro que era comprometida e que amava seu marido. Esse cliente em particular, me fez lembrar de alguns curiosos ao qual já saí, pois ele vivia enchendo-a de perguntas sobre sua vida pessoal e assim como eu, ela se esquivava das respostas rs.

Marcel bela da tarde

Perto do final, acontece algo que eu temo acontecer comigo, e espero realmente que nunca aconteça. Ela é descoberta pelo amigo de seu marido. Eles não se relacionam e ela pede que ele não conte nada. Depois disso, decide sair dessa vida, com receio de que mais alguém a descubra.

Belledejour-SchnedesTages

Após ela deixar de fazer programa, Marcel fica louco e acaba descobrindo onde ela mora. Conseguem imaginar o que vem a seguir?

bela da tarde marcel

Não irei contar o final, mas confesso que não o entendi! Fiquei com um grande ponto de interrogação olhando para a tela. Achei o filme incrível, do começo até perto do fim, já o final não posso dizer o mesmo.

Catherine Deneuve + Belle de Jour + beige dress

Me identifiquei muito com a protagonista em alguns aspectos: Primeiro que ela tem a maior cara de santa, inclusive, quando o amigo do seu marido a descobre, diz que a admirava pela sua virtude, ou seja, se decepcionou ao descobrir que aquela linda mulher, fazia aquele tipo de coisa. Algo que eu sei que também ouviria de determinadas pessoas, se descobrissem o que faço;

Outro ponto foi, ela ter desejos diferentes, que nem ela mesmo entendia. Ela não entrou nessa vida por necessitar de dinheiro, e sim por querer sair da rotina, assim como ocorre comigo. Claro que preciso do dinheiro para atingir meus objetivos, mas assim como a personagem, não é por necessidade, não sobrevivo com o dinheiro dos programas, tenho meu trabalho e o guardo para outra coisa;

Ela também possuía horários restritos! Rsrs;

E por último, o que me identifiquei bastante também, é que o relacionamento com seu marido melhorou muito depois que ela começou a se prostituir. Em algumas cenas é mostrado isso, onde ele mesmo comenta que ela está diferente e mais feliz. Meu namorado também já me disse isso e até mesmo reconheceu que nossa relação melhorou bastante depois disso. Curioso, né? Mas diferente da protagonista, não faço escondido do meu parceiro, o que é maravilhoso.

E é isso, apesar de não ter compreendido algumas cenas, quem puder assisti-lo eu recomendo. O filme é antigo, sendo de 1967 e seu título original é “Belle de Jour”, vencedor do Leão de Ouro, Festival de Veneza.

Belle de Jour

 

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Filme: “Para se Divertir, Ligue”

Essa semana em que estou off, estava passando pelos filmes do Netflix, até que cheguei ao “Para se Divertir, Ligue” (filme de 2013) dei uma rápida lida na sinopse, me interessei e fui assistir! 😉

Katie filme para se divertir, ligue

Katie (Ari Graynor) mora sozinha, trabalha como operadora de tele sexo, está prestes a ser despejada, e precisa de alguém para dividir o apartamento. Contracenando com ela, temos:

Lauren, para se divertir, ligue

Lauren (Lauren Miller / meu sobrenome!! Hahaha) que acaba de levar um fora do namorado, perde o emprego e precisa de um lugar para morar.

Filme para se divertir, ligue

Coincidentemente as duas já se conheciam, mas se odiavam. Através de um amigo gay em comum, se reencontram e devido a necessidade de ambos os lados, resolvem morar juntas.

Filme para se divertir, ligue

Como todo filme de comédia, que sempre há dois personagens com personalidades totalmente diferentes, mas que se completam, nesse não foi diferente! Katie é toda safadona e doida, enquanto Lauren é mais comportada e tradicional.

filme para se divertir, ligue

Similar ao filme De Pernas Pro Ar, onde a personagem da Ingrid Guimarães, com seu conhecimento em marketing ajuda a expandir o negócio do sexy shop da outra protagonista, nesse, a Lauren ajuda Katie a ganhar o dinheiro próprio para si, já que a mesma trabalhava ganhando apenas um dólar por minuto, enquanto o restante do lucro ficava para a companhia telefônica.

filme para se divertir, ligue

Umas das cenas mais engraçadas é quando elas resolvem contratar uma ajudante, e depois descobrem que a menina era evangélica e estava tentando “resgatar almas” durante as ligações! Hahaha. Lauren só ajudava a gerenciar, mas após o episódio da infiltrada, decide que quer trabalhar atendendo as ligações também e temos mais algumas cenas engraçadas com Katie a ensinando a falar putaria, gemer igual uma safada, e etc.

filme para se divertir, ligue

Como GP que sou, o que achei legal no filme e comparei com o que passo nos meus atendimentos, são a diversidade dos clientes, o filme mostra elas falando com variados clientes e tudo parece muito natural, nos fazendo acreditar que realmente devem ter homens em cada situação na vida real, que contrata um serviço de tele sexo.

filme para se divertir, ligue

Recomendo, pois é um filme diferente. Fala de sexo com humor, e em certa altura da história, a amizade das duas fica tão forte, que parece até que vai rolar algo lésbico rs. Interessante hehe.

Se alguém assistir depois (ou já assistiu) me deixa saber nos comentários o que achou!

Grande beijo! 😉

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Filme: “Bruna Surfistinha”

Olá!

Para não deixar o blog sem nenhuma postagem durante esse período em que estou “de molho” irei falar do filme da ex garota de programa mais famosa do Brasil, que estava passando no canal Sony semana passada e acabei assistindo pela terceira vez.

debora-secco-em-Bruna-Surfistinha

Acredito que a maioria de vocês já devem ter assistido. Eu o assisti no cinema inclusive (na expectativa igual de todos ali de que o filme fosse a maior putaria rs) mas assistindo agora, (onde também faço programa) foi mais interessante ainda pois me proporcionou uma perspectiva totalmente diferente do que quando assisiti sendo uma “mulher comum” rs. Antes eu estava do outro lado, e agora estou do mesmo lado que a Bruna esteve, onde fez com que eu me identificasse ainda mais com a história! Claro que, eu não teria a ousadia da Raquel de sair de casa (até porque não tenho razões para isso) para viver de programa em um privê horroroso como aquele que ela foi parar. Mas ainda assim me identifiquei pelo contexto principal. E não poderia deixar de dizer que ela foi corajosa, muito corajosa.

Bruna-Surfistinha-cena-com-primeiro-cliente

Antes de começar a fazer programa, ao assistir o filme tive a pior impressão do mundo sobre esse ramo. Quando a Bruna tem seu primeiro cliente, onde ela deita de bruços e ele a penetra sem que ela sinta, ou demonstre prazer algum, eu pensei: “nossa que horror, deve ser horrível fazer programa” e no entanto não está sendo daquela forma como foi retratado, pelo menos não para mim. Apesar que se formos analisar são cenários diferentes. Ela vivia daquilo. Eu faço para atingir um objetivo, mas não é para minha sobrevivência, nem sequer para pagar minha faculdade. Talvez se eu tivesse essa obrigação, como era o caso dela, onde nem sequer tinha total autonomia sobre o próprio dinheiro (já que boa parte ficava para a cafetina) provavelmente eu teria uma outra visão e até mesmo outro tipo de experiência também.

Filme-Bruna-Surfistinha

O bacana da história é que a Bruna soube se desenvolver. Ela podia não gostar no início, mas foi se aperfeiçoando e se adaptando, como acontece em qualquer campo de trabalho quando estamos iniciando. O começo é difícil, ou pedimos para sair, ou nos superamos, e foi o que ela fez, se superou.

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Uma das cenas que mais gostei (apesar de ser bem baixo nível) é quando elas estão no salão de beleza e uma das garotas diz alto, irritada para as outras clientes: “enquanto vocês ficam aí, seus homens estão pagando para transar gostoso com a gente” não com essas palavras, mas nesse contexto. Uma coisa bem vulgar de se dizer em público, mas gostei pela veracidade, afinal sabemos que é verdade, eu mesma que nem sou tão rodada assim, já atendi muito cliente casado! Rsrs. Mas não penso que a esposa seja ruim de cama ou frígida (apesar de algumas vezes ser o caso), tenho a mente muito aberta quanto a isso e sabe o que eu penso? Acho muito normal que um homem queira dar uma escapadinha de vez em quando, “comer uma carne nova”, isso não quer dizer que não amem suas mulheres, claro que amam! O homem sabe muito bem separar amor de sexo, eles sentem essa necessidade, é automático! Impossível virem uma mulher gostosa passando na rua e não imaginarem comendo ela, faz parte da sua natureza, estou errada?

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Outro ponto que gostei nessa cena é a passagem que ela tem, em um momento estão andando na rua descabeladas e mal arrumadas (após serem expulsas do salão) e depois já está de noite e estão produzidas e lindas indo para a balada, como qualquer grupo de amigas indo se divertir. Uma cena muito bem feita.

filme-Bruna-Surfistinha-no-flat

O próximo ponto que gostaria de comentar é quando ela começa a atender em um flat. No meu ponto de vista (e acredito que na maioria dos homens também) atender em um flat é top demais!! Acho chique e digno! Mas apesar de achar muito incrível, não me vejo nesse patamar pois minha ambição é outra e também não me vejo vivendo somente de programa, mas mesmo assim não há como negar que é um diferencial muito grande. Uma vez atendi um cliente que revelou que antes só saía com garotas que possuíam flat próprio, pois tinha um certo “preconceito” com as que não tinham. Refleti por um tempo sobre isso, e cheguei a conclusão que deve ter muitos homens que pensam assim também, não é mesmo? Mas por que? No que elas são melhores do que as que não tem? Por não existir custo extra com o motel? Conforto? Segurança?

bruna-surfistinha-criando-o-blog

Na parte em que a Bruna cria o blog, da primeira vez que assisti aquilo foi indiferente, mas na atual situação (agora que também tenho um) não tive como não comparar com o meu! Hahaha. Ela parecia ser bem mais objetiva e direta nos relatos, enquanto eu pareço uma contadora de histórias! Hahaha.  Acho que nunca chegarei a bombar o meu blog como aconteceu com o dela, pois hoje em dia é uma coisa muito comum, muitas garotas tem, enquanto na época da Bruna foi algo totalmente novo e inusitado.

Filme-Bruna-Surfistinha-Cena-Vintao

É uma pena que no decorrer do filme ela tenha muitos baixos, pois sua vida estava indo bem. Realmente o uso de drogas só estraga a vida da pessoa, e se tem uma coisa que me orgulho nos meus programas é que não preciso me drogar para aguentar o tranco, faço por que gosto e no limite aceito pelo meu corpo, até bem abaixo do que realmente aguento, pois não tenho como fazer somente programa no meu dia.

Filme-Bruna-Surfistinha-cena-com-a-Carol

No filme da Bruna aprendi duas importantes lições. A primeira que percebi logo de cara é que é muito difícil termos amigos verdadeiros nesse meio (ou talvez em qualquer outro que envolva muito dinheiro e fama) aquela Carol esteve ao lado dela somente nos momentos de curtição, apesar de ter aberto muitas portas para a Bruna, quando ela mais precisou virou as costas, ao invés de dar um bom sacode como fez a Gabi que não estava preocupada somente em aproveitar a boa vida que a Bruna lhe proporcionava. (Até gostaria de saber se a Bruna se reconciliou com ela depois)

Filme-Bruna-Surfistinha-fumando-e-refletindo

E a outra lição que pude absorver é que nunca devemos deixar que o poder nos suba a cabeça e perder nosso foco, nem deixar que influências do mundo nos distraia do nosso objetivo. Um cliente uma vez me perguntou se eu conhecia outras garotas, lhe respondi que não, e ele me falou da existência de boates, onde as garotas se encontram para socializar e conhecer mais clientes. Junto com a sua informação veio um alerta, ele me sugeriu que continuasse a atender da forma como atendo (particular) pois muitas se drogam e poderiam me levar para o mal caminho. Achei bacana da parte dele ter essa preocupação, realmente em determinados ambientes extrapolamos um pouco mais, levados pelo calor do momento, mas não posso perder meu foco, estou nessa para atingir um objetivo (mais do que um na verdade rs) e quando alcançar farei igual a Bruna, sairei de cabeça erguida e muito resolvida do que fiz e o que sou. Se eu chegar num ponto em que não aguentar ou não quiser mais fazer programa, simplesmente irei parar do que me drogar para conseguir suportar as coisas, tudo bem que a Bruna não tinha outra fonte de renda para simplesmente parar, mas em contramão teve cliente querendo tirá-la daquela vida e ela fez a sua escolha para não perder sua liberdade.

bruna-surfistinha-cena-da-festa

Como todo e qualquer filme, sempre tem as suas críticas e reclamações. Eu gostei do filme, apesar de não ter me passado despercebido a omissão dos filmes pornográficos que ela fez. Achei que a história prende sim, pois como em qualquer outra trama, o protagonista teve seu começo, os altos, os baixos e depois a recuperação. Só fiquei curiosa para saber se o cliente que ela ficou no final (e está atualmente) foi algum que mostrou no filme ou se nem sequer foi mencionado… ?

Abaixo para quem não souber, Bruna Surfistinha (Raquel) e Déborah Secco

Bruna-e-Debora

Para finalizar um Meme que um amigo íntimo (o único que sabe desse meu “emprego” extra) me enviou para “zoar” com a minha cara, mas que adorei! Rs.

meme-com-o-filme-Bruna-Surfistinha