O Que Eu Gosto

O que eu gosto? Eu gosto de sexo. Mas, não é qualquer sexo, muito menos com qualquer pessoa. Talvez eu até goste de sexo mais do que a maioria das mulheres, afinal, não é à toa que escolhi trabalhar com isso. Mas, não me considero uma ninfomaníaca não, apenas uma mulher bem resolvida que sabe usufruir dos prazeres da profissão.

Gosto de sexo com homens carinhosos. Aquele tipo de homem que sutilmente apalpa os meus seios por cima da roupa, enquanto ainda estamos nos beijando. Se ele perceber, verá que ficarei levemente ofegante quando ele fizer isso, pois, surpreendentemente, tenho muito tesão nos meus seios. Adoro quando as minhas roupas vão sendo despidas calmamente, como se ele estivesse desembrulhando um presente. E confesso que sim, fico um pouco frustrada quando ele desabotoa meu sutiã antes mesmo de tirar a minha blusa, pois, caprichei na lingerie e ele sequer verá como aquele sutiã, escolhido a dedo, acomoda os meus seios.  Agora, quando ele tira a minha blusa e se afasta ligeiramente para apreciar a visão dos meus seios decotados naquela lingerie, fico ainda mais excitada só por sentir sobre a minha pele o seu olhar lascivo carregado de desejo, louco pelo que está por vir.

Gosto de sexo com homens que valorizam uma boa preliminar. E confesso que fico ainda mais louca de tesão se ele me chupar primeiro. Sou puta, mas, também sou mulher e qual mulher não gosta de ser tratada como uma princesa, até mesmo na cama? Entendo que alguns tem nojinho, por achar que uma buceta que recebe muitos paus não é digna de ser tocada pela sua língua, mas, meu rapaz… a buceta de uma puta é muito mais bem cuidada que a de uma mulher comum. Pode ter certeza disso. Justamente por ela receber muitos paus, grandes, pequenos, grossos, finos, retos e tortos que precisa estar sempre impecável, é o nosso ganha pão.

Gosto de sexo com homens que não ficam igual estátuas quando estão sendo chupados. Se já é gostoso ouvi-lo gemer ou de vez em quando soltar algum elogio ao carinho que estou fazendo nele, é ainda mais delicioso quando ele acaricia meus cabelos enquanto eu faço. É como se ele dissesse: “Boa menina, continue assim”. Me sinto ainda mais motivada a continuar com aquele boquete maravilhoso.

Gosto de sexo com homens que me viram de bruços e me chupam tanto na frente quanto atrás, mas, que o faça sem segundas intenções de ser presenteado com um sexo anal. Gosto de ser virada do avesso de uma maneira carinhosa, não violenta. E por falar em violência… confesso que também gosto de sexo com pegada. Pegada no pescoço então, me alucina. Se em algum momento ele começar a meter forte e combinar essa velocidade com uma apertada sutil no meu pescoço, minha buceta encharcará ainda mais. Gosto de todas as instâncias sexuais, porém devidamente dosadas e não exageradas.

Também gosto de sexo com porra jorrando. Na boca, na cara e principalmente lá dentro. Ainda que eu não possa fazer isso com qualquer pessoa, não quer dizer que eu não aprecie o contato com aquele líquido quente, grudento e branquinho. Aliás, toda mulher merece ter um pau amigo confiável para fazer isso de vez em quando. Senti-lo gozar no seu clitóris quando estão apenas roçando também é de levar qualquer uma ao céu. Aproveite que ele ainda está duro e deixe escorregar para dentro todo melado mesmo. A transa deve durar aí pelo menos uns trinta segundos antes dele precisar se recompor.

Sexo é mesmo muito bom. E é uma pena que ainda seja um tabu. Como também é uma pena que nem todos o vejam com olhos de prazer, como de fato ele é. É uma pena que muitas mulheres ainda não saibam o que é gozar. É uma pena que ainda existam homens na casa dos vinte ou trinta virgens. É uma pena que nem todo mundo tenha tido a oportunidade de ter a melhor transa da sua vida. É uma pena que algumas pessoas tenham se acomodado com o que conhecem sobre o sexo, ainda que não considerem tal conhecimento satisfatório, ao invés de saírem transando mais por aí. E para todas aquelas outras pessoas que querem descobrir o quão gostoso e transformador o sexo pode ser, estarei aqui, disposta e honrada em fazer parte do seu prazer.

If I Were a Boy

De repente eu estava pensando nela

Aquela amiga linda que parece a Cinderela

Enquanto por um homem eu era chupada

Era justamente nela que eu pensava

 

Imaginei um erotismo completamente lésbico

Como surgiu isso, para mim foi um mistério

Me imaginei chupando aquela xana

E a fazendo gozar na sua própria cama

 

Me assustei verdadeiramente com aquilo

Pensar em uma mulher de maneira sexual nunca aconteceu comigo

De repente a achei tão atraente

Vivenciei cada detalhe daquele possível prazer, através da minha mente

 

Daí eu queria ser um homem para ter aquilo

E poder fazer com ela da maneira mais orgânica possível

Te confesso que não julguei meus pensamentos

Só fechei os olhos e aproveitei o momento

 

Na ausência de um pênis de verdade, me imaginei com aquela cinta

Fazendo o papel do homem, ainda que eu seja super feminina

Pensar nos seus gemidos durante aquela imaginária penetração, me deixou alucinada

E meus dedos, melados, foram cessando aos poucos, me deixando completamente extasiada com aquela gozada

 

Devo salientar que não sou lésbica, pelo contrário, sou viciada em pau

Mas me surpreendi ao extremo com essa imaginação perigosa e tão sensual

Espero que ela não se assuste quando ler isso

Foi a primeira vez que algo desse tipo aconteceu comigo

P de Paixão

Vou lhes contar uma história intrigante. Porém, não se enganem, não será um romance. Até poderia ser, pois o amor rende relatos interessantes, só que hoje será sobre uma relação ardente entre dois amantes. Que homem. Desses que conseguem te conquistar desde a primeira chupada. Isso mesmo, chupada. Pensou que eu diria desde a primeira olhada?

Eu baguncei com a sua vida, assim como ele bagunçou com a minha. Seguimos juntos nessa lida, sem sabermos qual será a nossa saída. Interessante, de fato um homem muito interessante. Desses que conseguem ser extremamente excitantes. Reunindo numa só pessoa todas as qualidades sexuais que considero importantes.

Dezenas de mulheres sabem como é raro encontrar tanta compatibilidade. Uma relação é mais que afinidades, envolve também sexualidade. Beijo, chupada, pau e pegada, são as quatro vertentes que te deixam desarmada. E se ele for bom em cada uma delas, se prepare para viciar mais que Nutella. Beijo bom, chupada boa, pau gostoso e sexo incrível? Esse é o tal pacote completo que está difícil. Máquina do sexo? Não, isso seria muito complexo. Prefiro dizer máquina sensual de prazer, aquela que te faz enlouquecer.

Romance é legal, mas o ato sexual é ainda mais especial. Principalmente se a transa for ao natural. É o ápice da intimidade e confiança, como se coreografassem a mesma dança. Você se entrega e o outro se deixa entregar a um momento que mais tarde te fará pensar. Quando as sensações forem realçadas, você não vai querer saber de mais nada. Tudo ficará mais intenso e profundo, transformando em coisa de outro mundo, todo aquele prazer mútuo que estão vivendo juntos. 

Olho ele me tocando com a sua língua e logo imagino me cutucando com a cabecinha. Eu deveria saber aproveitar melhor cada sensação, mas é muita excitação, não consigo controlar o meu tesão. Senti-lo entrando dentro de mim é algo inexplicável. Nossa disposição é mesmo inesgotável. Tão exato quanto atingir uma variável. Tão gostoso ainda que não tenhamos chegado ao orgasmo. É como se não existisse vida fora daquelas quatro paredes. Por algumas horas só consigo focar nele. Contas para pagar? Textos para decorar? Livros para estudar? Compromissos para honrar? Nada me importa, só quero gozar. Naquele momento só tenho olhos para ele e ele para mim. A paixão é mesmo assim. Intensa como se não houvesse um fim.

Foda-se que a nossa vida não é aquela. Paralelamente serei a sua branquela. E daí que vai demorar um tempo para me reencontrar? Não pensemos nisso e só vamos aproveitar. É o proibido que eleva a nossa libido. Então continue assim, seja um bom menino. Sexo casual é uma coisa que nunca sai de moda. Mas como poderia se é uma coisa tão foda? Então lá estava eu indo ao seu encontro mais uma vez, toda animada na maior altivez. Naquela expectativa pelo que me aguardaria, pois já te conhecia e sabia que não me decepcionaria. É muito mágico quando ele me possui por inteira, ahhhh como eu adoro ser a sua ninfeta.

Preliminares. Carregada de olhares complementares e mensagens subliminares. Ele começa roçando despretensiosamente na minha buceta, como se não quisesse enfiar muito mais que só a cabeça. Fica naquilo só para me provocar, igual quando cavalgo sem freios querendo fazer ele gozar. Uma explosão gostosa que ainda não pude sentir, ahh como eu quero o seu líquido quentinho dentro de mim. O que não quer dizer que o seu gostinho ainda não conheci. Certa vez ele tentou me avisar, mas ao invés de parar, prossegui. Com um sabor diferente de tudo que eu já tinha experimentado, enquanto descia pela minha garganta, ele ficava ainda mais encantado.

Você sabia que a paixão costuma ser mais arrebatadora que o amor? Estou falando sério, não se trata de um rumor. Enquanto o amor te tranquiliza e consola, a paixão te agita e desola. Paixão pode virar amor em algum momento ou ser confundida com um e morrer sem ressarcimento. Pode acontecer de acabar, mas nisso não quero pensar. Gosto de idealizar que eternamente irá durar, porque a paixão chega sem avisar. Te queima até arder e quando menos se espera já não aquece mais você.

Prazer Noturno

De repente lá estava eu, deitada ao seu lado sem um pingo de sono, enquanto você dormia profundamente. Tão profundo, como se estivesse dormindo há horas e não acabado de deitar há dois minutos. Incrível como o sono pode ser altamente rápido e poderoso. 

Comecei a olhá-lo, assisti-lo enquanto dormia lindamente e vários pensamentos positivos vieram à minha cabeça, como se o universo estivesse me dizendo que aquele momento era o melhor que eu estava vivendo. 

O melhor… mas que poderia se tornar ainda mais interessante. Comecei então a lhe fazer carinhos no rosto, ainda que você estivesse tão longe que sequer sentisse. Às vezes você se mexia, como se a minha mão fosse um mosquito querendo te atazanar, mas meus dedos continuaram insistindo, pois sou teimosa e você iria receber os meus carinhos sim! 

Em certo momento, percebi que quando eu deslizava os dedos lentamente indo da sua bochecha para a orelha, seu pau piscava. Precisou umas três piscadelas para eu entender do que se tratava. Meu carinho em sua orelha inconscientemente estava te excitando? 

Aproximei mais o meu corpo do seu e senti mais algumas vezes para ter certeza. Sim. Mesmo dormindo, você estava ficando excitado comigo de alguma maneira. E a mesma mão que antes estava lhe fazendo carícias no rosto, agora descia cuidadosamente para seu pau, iniciando uma delicada masturbação, subindo e descendo com a sua pele peniana. 

Sua respiração ficou sutilmente ofegante. Você deveria estar sentindo aquele prazer, sem saber de onde exatamente ele vinha. Continuei masturbando, pensando se conseguiria te fazer gozar assim, até que tive uma ideia ainda melhor. Você estava deitado de lado, virado para mim. Coloquei minhas duas pernas por cima de você, como se eu estivesse sentada de lado no seu colo, só que ainda deitada. Essa posição eu costumo chamar de “ladinho meio de frente”. Eu estava de camisola e com calcinha, que a deslizei gentilmente pelas minhas pernas, com movimentos leves para não te acordar. 

Posicionei seu membro rijo e apetitoso na minha entrada, mas não ia empurrar, pois fiquei um pouco confusa se aquilo seria estupro, já que você estava inconsciente. Porém, surpreendentemente, quando seu pau encostou no portal do paraíso, seu braço que estava livre do colchão, me enlaçou pelas costas e pressionaram meu quadril na sua direção. Pensei que você havia despertado, mas seus olhos continuavam fechados. Seria você um sonâmbulo? Ou estava acordado mas, com os olhos muito pesados para abri-los? Bom… acordado ou não, aquilo já não seria mais um estupro, uma vez que você que me puxou para si. Permiti, então, a sua entrada sem medo.

 Ahhhh… que delícia te sentir pela quarta vez naquela noite. Meus movimentos eram auxiliados pelos seus, que, mesmo “dormindo”, se movimentava com a mesma feracidade que o meu. Após um tempo curtindo aquela sensação maravilhosa do entra e sai, que só quem transa também sabe, foi inevitável não levar a minha mão para aquela parte do corpo da mulher que torna tudo ainda mais gostoso. 

Meu clitóris. Meu grande e safado amigo, aquele que me garantiu o apelido de Linguaruda. Demorei a ir para você, pois sabia que quando eu fosse, aquela brincadeira acabaria rapidamente. Do jeito que você estava, me faria gozar em pouquíssimo tempo. Não me equivoquei, definitivamente conheço muito bem o meu corpo. Em menos de dois minutos gozei tão gostoso, como se fosse a nossa primeira vez. “Que delícia”, você deixou escapar ainda de olhos fechados, ao perceber que aquele tinha sido o meu grande momento. 

Me forcei a sair do êxtase em que me encontrava, focada em te fazer passar pelo mesmo. Retomei os movimentos freneticamente. Porém, fui percebendo que lhe faltava algo que eu não estava conseguindo alcançar com nossos corpos daquele jeito. Então, rapidamente virei o meu corpo, sem que você saísse de dentro de mim, indo para cima de você, com minha bunda virada para ti. Ainda que você continuasse de olhos fechados e não a estivesse vendo, suas mãos podiam senti-las, ao que você movimentava o meu quadril para frente e para trás, daquele jeito colado, com meu clitóris roçando na sua pele.

Confesso que nessa transa você me deu mais trabalho do que eu esperava, mas era a quarta gozada da noite e você estava dormindo, vamos lhe dar um desconto. Minha respiração foi ficando cada vez mais ofegante, tanto quanto a sua, ao que seu clímax se aproximava e contra o meu cansaço eu lutava. E então chegou o seu momento… 

Transar para mim é igual comer um doce muito gostoso. Enquanto você o mastiga e saboreia o seu gosto, você está passando pelo mesmo processo do vai e vem da penetração. Aqueles movimentos te permite saborear o corpo do outro. Assim como uma mastigação em que você sobe e desce com o seu maxilar, usufrui daquilo que está dentro de você. Você pode comer rápido como um esfomeado, ou mastigar devagar para que aquilo dure mais um pouco. 

Gozar, pode ser comparado ao processo de engolir um alimento. Ainda que o prazer de um seja absurdamente maior que o outro. Pensemos na comparação de maneira mais técnica. É o desfecho de tudo aquilo. A conclusão daquele processo. Não dizem que o “durante” de uma transa, pode ser mais gostoso do que o orgasmo em si? Pois então, comer algo gostoso também. O momento de saborear é mais aproveitado do que o seu desfecho. 

E assim foi a nossa transa. Quando você gozou, acabou aquele momento de frenesi. Mas não foi um daqueles finais que você lamenta ter acabado ou que fica triste porque acabou. É como a conclusão de um ciclo. Você voltaria a dormir lindamente e eu, agora mais exausta, dormiria com a mesma facilidade que você, levando para o meu subconsciente a lembrança do que acabara de sentir.

Ménage À Trois – Gran Finale

Hi guys! 💁🏼‍♀️

Chegamos então a terceira e última parte dessa aventura sexual à bordo da MSC Seaview, durante as minhas férias em janeiro!

Podemos dizer que além de erótico foi também um pouco cômico, o que está bom também, pois adoro uma comédia rs. 😅

Aos que gostarem, que até mesmo rirem ou se excitarem durante a narração, os convido a comentarem as suas impressões aqui depois. É sempre muito bom saber o que vocês estão achando das coisas que estou postando. (Alterei o tema do blog, agora os comentários ficam mais visíveis 😏).

PS.: O vídeo abaixo também está disponível direto no meu canal: Diário da Sara Müller (os inscritos foram zerados, pois precisei criar um novo canal, já que o anterior foi banido por conta dos meus vídeos sensuais. 🤭 Então se inscreve lá de novo!! 😃)

Agora é só dar play! 👇🏻

Para quem ainda não leu as demais partes, só clicar abaixo:

Parte 1

Parte 2

Foto citada no final da narração

Ménage à Trois – Parte 2

Segunda noite a bordo…

Sunday Night…

Lá estava eu, outra vez na mesma balada da noite anterior. Ouvindo exatamente as mesmas músicas (a propósito, deixo aqui uma pequena crítica para a MSC: poderiam diversificar melhor aquela playlist. Sempre as MESMAS músicas, todas as noites – não é atoa que voltei sabendo de cór a letra daqueles funks 😂 -), dançando com as mesmas pessoas (eu e as meninas gritávamos toda vez que nos reencontrávamos, já que não tinha como marcar nada efetivo com a internet complicada a bordo) e bebendo o mesmo drink que sempre me apetece (caipiroska).

A boa notícia é que, diferente da noite anterior, desta vez eu estava mais animada e disposta. 🥳 Dançava com as meninas na maior empolgação e, sinceramente falando, nem lembrava da existência do Juninho, até que ele apareceu, novamente dando em cima de mim. 🤨

Mais uma vez lhe dei uma esnobada daquelas e nesse meio tempo ele se ausentou. Uma das minhas mais novas amigas me confidenciou que já tinha o visto naquela mesma noite com outra menina antes de eu chegar, o que não me surpreendeu em nada, mulherengo do jeito que ele é, já era de se esperar. 

Quando ele veio tentar flertar comigo novamente, usei essa informação a meu favor e lhe dispensei com a desculpa que não estava afim de pegar boqueira. Ele pareceu vencido e se ausentou outra vez. 

Drink

Contudo, nesta noite eu me contrariei. 🤦🏼‍♀️ Após mais umas bebidinhas, fiquei com vontade de beijar alguém e, ao contrário de um certo alguém que queria passar o rodo em todo mundo, eu preferia que fosse com alguém que eu já “conhecia”. Então comecei a procurá-lo e adivinhem só? O encontrei dando ideia em mais duas meninas, é claro. 🙄

Cheguei chegando como se já fosse íntima dele (querendo ou não eu até era, mais do que elas pelo menos), o repreendendo, em tom de brincadeira, por já estar xavecando outras. Ele fingiu demência. Nisso as meninas saíram fora e me senti naquelas cenas de filmes em que quando uma chega causando, as outras, por não quererem confusão, saem sem dizer uma palavra. 😂

Assim que elas nos deixaram a sós, ele sorrateiramente me enlaçou em seus braços e lascou-me aquele beijo. 💋 Eu já estava animadinha por conta da bebida, então não precisou de muito para que abandonássemos a balada  e seguíssemos para a sua cabine. 😏

Confesso que eu estava muito bêbada e percebia-se que ele também, o que tornou o momento a seguir ainda mais emocionante! ✨ E mesmo alcoolizada, me lembro de cada ínfimo detalhe… que delícia de noite! 😏

Ménage à Trois – Parte 1

Primeira noite no Cruzeiro…

Saturday night…

A bordo da MSC Seaview…

Lá estava eu, em uma das baladas disponíveis a bordo, situada num ambiente conhecido como “Garagem”, com sua decoração colorida e americanizada que nos remetia aos anos 90.  O DJ ficava dentro de um carro parecido com aqueles de parque de diversão, também havia algumas mesas altas pelos cantos e um balcão enorme onde pedíamos as bebidas. 

Imagem meramente ilustrativa, similar ao ambiente narrado.

Eu já havia feito amizade com três meninas (impressionante como é fácil se enturmar a bordo), todas menores de idade (16 e 17 anos), que se espantaram quando revelei não ter a mesma idade que elas rs. Nessa primeira noite eu não estava muito animada, talvez só não estivesse bêbada o suficiente, o que fez com que eu não me interessasse quando eles se aproximaram de mim.

Vou chamá-los de Juninho e Betinho, já que, posteriormente, se apresentaram com nomes no diminutivo rs. O Betinho passou por mim primeiro e pegou na minha mão. Lhe dei uma olhada, até que era bonito, mas esnobei. Não estava na vibe de ficar com alguém, então me desvencilhei da sua mão e continuei dançando como se nada tivesse acontecido. Ele foi embora.

Passados alguns minutos, veio então o Juninho, mais bonito que o anterior, com uma tentativa de aproximação similar. Pegou na minha mão, novamente me esquivei, mas ao contrário do Betinho, ele foi mais insistente. A princípio pareceu que acatou a minha vontade e foi embora. Olhei para trás, para checar se ele tinha ido mesmo, e me surpreendi ao vê-lo conversando com o Betinho. Os dois me fitavam. 

Continuei dançando com as meninas, até que, após um tempo, o Juninho deu o ar da graça novamente. Tentei ignorá-lo mais uma vez, mas ele já chegou todo sorridente perguntando o meu nome e fiquei sem graça de ser mal educada. Lhe respondi e perguntei o dele também. Daí dançamos juntos a música que estava tocando (não lembro qual era).

Totalmente xavequeiro, perguntou se eu já tinha ficado com um baiano antes e mediante a minha negativa, disse que toda mulher depois que fica com um nunca mais esquece. Dei risada do seu jeito convencido e não me convenceu. Me disse que o Betinho era seu irmão, mas depois o peguei na mentira e descobri que o título de irmão era apenas simbólico por serem grandes amigos.

Dançou comigo  à noite inteira, mas não ficou o tempo inteiro do meu lado, o que apreciei, pois não queria ninguém no meu encalço. Ele ia e voltava. Ora dançava com seu amigo, ora sumia e depois reaparecia de novo. 

Após muitas investidas, fui vencida pelo cansaço e deixei que me beijasse. Seu beijo encaixou legal, mas não me deixou excitada, pois como falei, não estava muito animada e isso se aplicava a tudo. Nem a balada estava me agradando muito naquela noite. Tocava uns funks da moda que eu não conhecia direito (mas que voltei sabendo as letras de cór kkkk), além de não conseguir acompanhar o requebra da mulherada. (Sou mais do rock’n roll.)

Enfim, eu tinha curtido o beijo dele, mas sinceramente falando, estava cagando pra ele. Conhecia bem o seu tipinho. Aquele que se acha o rei da balada, o gostosão, que quer passar o rodo em todas as mulheres presentes e eu não queria ser só mais uma na sua cama.

Ele me arrastou para uma área mais privativa e tentou me seduzir com um papo de “quero deixar você louca, molhadinha”, além de, ousadamente, tentar enfiar o dedo na minha calcinha, que sabiamente não deixei. Sei lá eu onde ele esteve com aquele dedo cheio de micróbios.

Nisso fui salva pelo gongo e as meninas estavam de partida. Aproveitei a deixa e falei que ia com elas. Ele tentou fazer com que eu ficasse, mas sou dura na queda e fui embora um tanto aliviada por me livrar dele. Lhe ofereci o meu número de telefone como prêmio de consolação, que obviamente não diminuiu a sua frustração. Certeza que na minha ausência ele continuaria a sua busca e tentaria levar outra para a sua cabine.

My Sunday

Como é gostoso acordar sem nenhum tipo de compromisso. Sem horário definido, sem despertador, sem planejamento, apenas quando o seu corpo diz que já é o momento. Tudo bem que, ultimamente, a maioria dos meus dias tem sido assim, mas só consigo ter essa plena sensação de tranquilidade aos domingos. O dia que muito estabelecimento não abre, que as lojas dos shoppings só abrem depois das duas, o dia em que muitas pessoas também estão em suas casas igualmente relaxadas curtindo o dia de folga.

Após despertar, decidi que queria ler. Me comprometi comigo mesma que em 2019 (se possível nos próximos anos também) leria (pelo menos) um livro por mês e acordei disposta a cumprir a minha meta diária de leitura. Peguei o livro com título bastante sugestivo da Alice Clayton que estava estrategicamente em cima do meu criado mudo e contabilizei quantas páginas eu deveria ler para suprir a ausência de leitura do dia anterior.

Até a página 143 (estava na 113). Mas, como um reloginho, ao chegar na página 127 (quase a minha meta diária de 15 páginas) precisei de um descanso, mesmo que a história estivesse empolgante, tal qual uma transa deliciosa que no ápice da sua interação, também precisa de um pequeno intervalo para repor as energias.

Em paralelo a minha leitura, dois, dos meus três gatos, se aninharam a mim durante esse tempo e decidi usar essa pausa para dar maior atenção a eles. Percebendo que estava de fora da sessão de carinho, o terceiro também apareceu e tive que me revezar, desejando ter três mãos para poder fazer carinho em todos ao mesmo tempo rs.

De repente comecei a sentir fome e quase me levantei para esquentar a pizza da noite anterior, mas o meu filho mais velho (que confesso ser o meu preferido) estava quase dormindo com seu focinho apoiado no meu braço e não tive coragem de me mexer. Coloquei o livro de volta no criado mudo, tirei meus óculos e me juntei a ele. Dormi por mais duas horas…

Tive um sonho estranho (como a maioria dos meus sonhos) e em determinada parte do que eu sonhava, transei com alguém que não lembro o rosto e diversas vezes quase tive um orgasmo (no sonho). A sensação de quase gozar e aquela vontade ficar presa por tão pouco foi tão real e agonizante, que despertei, manhosamente procurando pelo meu vibrador dentro do criado mudo.

O liguei, rezando para que a bateria não acabasse no fio da meada, como já aconteceu milésimas vezes, voltei a fechar os olhos e imaginei uma transa qualquer, sem precisar de muito esforço para chegar lá com a potência do meu brinquedinho maravilhoso. Quando terminei, desliguei o aparelinho apenas com o tato sem abrir os olhos, ainda extasiada curtindo aquela maravilhosa sensação de relaxamento pós gozo por mais alguns minutos. Até que, preguiçosamente deslizei sob o lençol até chegar na beirada da cama, me sentando e sentindo o frio do chão ao tocá-lo com os meus pés descalços. Estava toda suada e precisava de um banho.

O que os olhos leem, o corpo não sente

Finalmente chegou o grande dia da publicação da crônica que tenho me empenhado tanto (desde agosto/2017, quando aconteceu o encontro) na sua produção!! ✍ Acho que mais feliz do que neste momento, só quando eu finalmente terminei de escrever rsrs.

Novamente gostaria de agradecer ao leitores do blog que votaram no post abaixo, ajudando na escolha do título! 💕

Enquete

E também agradeço imensamente ao Organizado (Cliente 181), pois se não fosse por ele, nem sei o que teria sido de mim nessa publicação!! Rsrs. (Vocês não tem noção de como o processo é complicado e burocrático. 🤯) Obrigada por toda a sua paciência em me explicar as coisas e pela prestatividade para que tudo isso desse certo! ❤ (Prometo recompensar na nossa viagem! 😏)

COMO COMPRAR? 🤔

Para adquirir o e-book é muito fácil! Não precisa ter o leitor de livros da Amazon. Você pode baixar o aplicativo “Kindle” (disponível tanto para Iphone quanto para Android) e ler a crônica pelo seu celular mesmo! 😃

Está a venda por R$ 9,99 na Amazon, mas também pode ser lido gratuitamente pelos assinantes do plano “Kindle Unlimited“.

Dica: Se você tem intenção de ler apenas a minha publicação, não compensa assinar o plano deles, pois acabará saindo mais caro que o meu livro rs, mas caso queira ler outros também, daí vale a pena. 😉

Para efetuar a compra é necessário fazer um cadastro no sistema da Amazon e as formas de pagamento aceitas são cartão de crédito ou débito. Similar a qualquer outra compra online. Facílimo! 😛

Nem preciso dizer que ficarei muito feliz se todos vocês lerem e opinarem aqui no blog depois! 😍😍😍

 

Beijão!! 💋

Enquete

Enquete

Olá!

Lembram daquela crônica que citei no post abaixo?

Balanço Mensal

Pois então, como podem ver ela está sendo trabalhada (não vejo a hora de publicar) e gostaria de pedir a ajuda de vocês com uma coisinha beeeem bobinha… o título!! Pensei em vários, mas ao mesmo tempo fiquei em dúvida de todos! 😅 E nada como quem está de fora para opinar com um outro olhar, não é mesmo?! 😬

Fiz uma pequena enquete com alguns nomes que pensei e aqueles que não gostarem de nenhum, podem sugerir outro, o espaço dos comentários está aí para isso! Posso contar com vocês?? 😊