Ménage À Trois – Gran Finale

Hi guys! 💁🏼‍♀️

Chegamos então a terceira e última parte dessa aventura sexual à bordo da MSC Seaview, durante as minhas férias em janeiro!

Podemos dizer que além de erótico foi também um pouco cômico, o que está bom também, pois adoro uma comédia rs. 😅

Aos que gostarem, que até mesmo rirem ou se excitarem durante a narração, os convido a comentarem as suas impressões aqui depois. É sempre muito bom saber o que vocês estão achando das coisas que estou postando. (Alterei o tema do blog, agora os comentários ficam mais visíveis 😏).

PS.: O vídeo abaixo também está disponível direto no meu canal: Diário da Sara Müller (os inscritos foram zerados, pois precisei criar um novo canal, já que o anterior foi banido por conta dos meus vídeos sensuais. 🤭 Então se inscreve lá de novo!! 😃)

Agora é só dar play! 👇🏻

Para quem ainda não leu as demais partes, só clicar abaixo:

Parte 1

Parte 2

Foto citada no final da narração

Ménage à Trois – Parte 2

Segunda noite a bordo…

Sunday Night…

Lá estava eu, outra vez na mesma balada da noite anterior. Ouvindo exatamente as mesmas músicas (a propósito, deixo aqui uma pequena crítica para a MSC: poderiam diversificar melhor aquela playlist. Sempre as MESMAS músicas, todas as noites – não é atoa que voltei sabendo de cór a letra daqueles funks 😂 -), dançando com as mesmas pessoas (eu e as meninas gritávamos toda vez que nos reencontrávamos, já que não tinha como marcar nada efetivo com a internet complicada a bordo) e bebendo o mesmo drink que sempre me apetece (caipiroska).

A boa notícia é que, diferente da noite anterior, desta vez eu estava mais animada e disposta. 🥳 Dançava com as meninas na maior empolgação e, sinceramente falando, nem lembrava da existência do Juninho, até que ele apareceu, novamente dando em cima de mim. 🤨

Mais uma vez lhe dei uma esnobada daquelas e nesse meio tempo ele se ausentou. Uma das minhas mais novas amigas me confidenciou que já tinha o visto naquela mesma noite com outra menina antes de eu chegar, o que não me surpreendeu em nada, mulherengo do jeito que ele é, já era de se esperar. 

Quando ele veio tentar flertar comigo novamente, usei essa informação a meu favor e lhe dispensei com a desculpa que não estava afim de pegar boqueira. Ele pareceu vencido e se ausentou outra vez. 

Drink

Contudo, nesta noite eu me contrariei. 🤦🏼‍♀️ Após mais umas bebidinhas, fiquei com vontade de beijar alguém e, ao contrário de um certo alguém que queria passar o rodo em todo mundo, eu preferia que fosse com alguém que eu já “conhecia”. Então comecei a procurá-lo e adivinhem só? O encontrei dando ideia em mais duas meninas, é claro. 🙄

Cheguei chegando como se já fosse íntima dele (querendo ou não eu até era, mais do que elas pelo menos), o repreendendo, em tom de brincadeira, por já estar xavecando outras. Ele fingiu demência. Nisso as meninas saíram fora e me senti naquelas cenas de filmes em que quando uma chega causando, as outras, por não quererem confusão, saem sem dizer uma palavra. 😂

Assim que elas nos deixaram a sós, ele sorrateiramente me enlaçou em seus braços e lascou-me aquele beijo. 💋 Eu já estava animadinha por conta da bebida, então não precisou de muito para que abandonássemos a balada  e seguíssemos para a sua cabine. 😏

Confesso que eu estava muito bêbada e percebia-se que ele também, o que tornou o momento a seguir ainda mais emocionante! ✨ E mesmo alcoolizada, me lembro de cada ínfimo detalhe… que delícia de noite! 😏

Ménage à Trois – Parte 1

Primeira noite no Cruzeiro…

Saturday night…

A bordo da MSC Seaview…

Lá estava eu, em uma das baladas disponíveis a bordo, situada num ambiente conhecido como “Garagem”, com sua decoração colorida e americanizada que nos remetia aos anos 90.  O DJ ficava dentro de um carro parecido com aqueles de parque de diversão, também havia algumas mesas altas pelos cantos e um balcão enorme onde pedíamos as bebidas. 

Imagem meramente ilustrativa, similar ao ambiente narrado.

Eu já havia feito amizade com três meninas (impressionante como é fácil se enturmar a bordo), todas menores de idade (16 e 17 anos), que se espantaram quando revelei não ter a mesma idade que elas rs. Nessa primeira noite eu não estava muito animada, talvez só não estivesse bêbada o suficiente, o que fez com que eu não me interessasse quando eles se aproximaram de mim.

Vou chamá-los de Juninho e Betinho, já que, posteriormente, se apresentaram com nomes no diminutivo rs. O Betinho passou por mim primeiro e pegou na minha mão. Lhe dei uma olhada, até que era bonito, mas esnobei. Não estava na vibe de ficar com alguém, então me desvencilhei da sua mão e continuei dançando como se nada tivesse acontecido. Ele foi embora.

Passados alguns minutos, veio então o Juninho, mais bonito que o anterior, com uma tentativa de aproximação similar. Pegou na minha mão, novamente me esquivei, mas ao contrário do Betinho, ele foi mais insistente. A princípio pareceu que acatou a minha vontade e foi embora. Olhei para trás, para checar se ele tinha ido mesmo, e me surpreendi ao vê-lo conversando com o Betinho. Os dois me fitavam. 

Continuei dançando com as meninas, até que, após um tempo, o Juninho deu o ar da graça novamente. Tentei ignorá-lo mais uma vez, mas ele já chegou todo sorridente perguntando o meu nome e fiquei sem graça de ser mal educada. Lhe respondi e perguntei o dele também. Daí dançamos juntos a música que estava tocando (não lembro qual era).

Totalmente xavequeiro, perguntou se eu já tinha ficado com um baiano antes e mediante a minha negativa, disse que toda mulher depois que fica com um nunca mais esquece. Dei risada do seu jeito convencido e não me convenceu. Me disse que o Betinho era seu irmão, mas depois o peguei na mentira e descobri que o título de irmão era apenas simbólico por serem grandes amigos.

Dançou comigo  à noite inteira, mas não ficou o tempo inteiro do meu lado, o que apreciei, pois não queria ninguém no meu encalço. Ele ia e voltava. Ora dançava com seu amigo, ora sumia e depois reaparecia de novo. 

Após muitas investidas, fui vencida pelo cansaço e deixei que me beijasse. Seu beijo encaixou legal, mas não me deixou excitada, pois como falei, não estava muito animada e isso se aplicava a tudo. Nem a balada estava me agradando muito naquela noite. Tocava uns funks da moda que eu não conhecia direito (mas que voltei sabendo as letras de cór kkkk), além de não conseguir acompanhar o requebra da mulherada. (Sou mais do rock’n roll.)

Enfim, eu tinha curtido o beijo dele, mas sinceramente falando, estava cagando pra ele. Conhecia bem o seu tipinho. Aquele que se acha o rei da balada, o gostosão, que quer passar o rodo em todas as mulheres presentes e eu não queria ser só mais uma na sua cama.

Ele me arrastou para uma área mais privativa e tentou me seduzir com um papo de “quero deixar você louca, molhadinha”, além de, ousadamente, tentar enfiar o dedo na minha calcinha, que sabiamente não deixei. Sei lá eu onde ele esteve com aquele dedo cheio de micróbios.

Nisso fui salva pelo gongo e as meninas estavam de partida. Aproveitei a deixa e falei que ia com elas. Ele tentou fazer com que eu ficasse, mas sou dura na queda e fui embora um tanto aliviada por me livrar dele. Lhe ofereci o meu número de telefone como prêmio de consolação, que obviamente não diminuiu a sua frustração. Certeza que na minha ausência ele continuaria a sua busca e tentaria levar outra para a sua cabine.

My Sunday

Como é gostoso acordar sem nenhum tipo de compromisso. Sem horário definido, sem despertador, sem planejamento, apenas quando o seu corpo diz que já é o momento. Tudo bem que, ultimamente, a maioria dos meus dias tem sido assim, mas só consigo ter essa plena sensação de tranquilidade aos domingos. O dia que muito estabelecimento não abre, que as lojas dos shoppings só abrem depois das duas, o dia em que muitas pessoas também estão em suas casas igualmente relaxadas curtindo o dia de folga.

Após despertar, decidi que queria ler. Me comprometi comigo mesma que em 2019 (se possível nos próximos anos também) leria (pelo menos) um livro por mês e acordei disposta a cumprir a minha meta diária de leitura. Peguei o livro com título bastante sugestivo da Alice Clayton que estava estrategicamente em cima do meu criado mudo e contabilizei quantas páginas eu deveria ler para suprir a ausência de leitura do dia anterior.

Até a página 143 (estava na 113). Mas, como um reloginho, ao chegar na página 127 (quase a minha meta diária de 15 páginas) precisei de um descanso, mesmo que a história estivesse empolgante, tal qual uma transa deliciosa que no ápice da sua interação, também precisa de um pequeno intervalo para repor as energias.

Em paralelo a minha leitura, dois, dos meus três gatos, se aninharam a mim durante esse tempo e decidi usar essa pausa para dar maior atenção a eles. Percebendo que estava de fora da sessão de carinho, o terceiro também apareceu e tive que me revezar, desejando ter três mãos para poder fazer carinho em todos ao mesmo tempo rs.

De repente comecei a sentir fome e quase me levantei para esquentar a pizza da noite anterior, mas o meu filho mais velho (que confesso ser o meu preferido) estava quase dormindo com seu focinho apoiado no meu braço e não tive coragem de me mexer. Coloquei o livro de volta no criado mudo, tirei meus óculos e me juntei a ele. Dormi por mais duas horas…

Tive um sonho estranho (como a maioria dos meus sonhos) e em determinada parte do que eu sonhava, transei com alguém que não lembro o rosto e diversas vezes quase tive um orgasmo (no sonho). A sensação de quase gozar e aquela vontade ficar presa por tão pouco foi tão real e agonizante, que despertei, manhosamente procurando pelo meu vibrador dentro do criado mudo.

O liguei, rezando para que a bateria não acabasse no fio da meada, como já aconteceu milésimas vezes, voltei a fechar os olhos e imaginei uma transa qualquer, sem precisar de muito esforço para chegar lá com a potência do meu brinquedinho maravilhoso. Quando terminei, desliguei o aparelinho apenas com o tato sem abrir os olhos, ainda extasiada curtindo aquela maravilhosa sensação de relaxamento pós gozo por mais alguns minutos. Até que, preguiçosamente deslizei sob o lençol até chegar na beirada da cama, me sentando e sentindo o frio do chão ao tocá-lo com os meus pés descalços. Estava toda suada e precisava de um banho.

O que os olhos leem, o corpo não sente

Finalmente chegou o grande dia da publicação da crônica que tenho me empenhado tanto (desde agosto/2017, quando aconteceu o encontro) na sua produção!! ✍ Acho que mais feliz do que neste momento, só quando eu finalmente terminei de escrever rsrs.

Novamente gostaria de agradecer ao leitores do blog que votaram no post abaixo, ajudando na escolha do título! 💕

Enquete

E também agradeço imensamente ao Organizado (Cliente 181), pois se não fosse por ele, nem sei o que teria sido de mim nessa publicação!! Rsrs. (Vocês não tem noção de como o processo é complicado e burocrático. 🤯) Obrigada por toda a sua paciência em me explicar as coisas e pela prestatividade para que tudo isso desse certo! ❤ (Prometo recompensar na nossa viagem! 😏)

COMO COMPRAR? 🤔

Para adquirir o e-book é muito fácil! Não precisa ter o leitor de livros da Amazon. Você pode baixar o aplicativo “Kindle” (disponível tanto para Iphone quanto para Android) e ler a crônica pelo seu celular mesmo! 😃

Está a venda por R$ 9,99 na Amazon, mas também pode ser lido gratuitamente pelos assinantes do plano “Kindle Unlimited“.

Dica: Se você tem intenção de ler apenas a minha publicação, não compensa assinar o plano deles, pois acabará saindo mais caro que o meu livro rs, mas caso queira ler outros também, daí vale a pena. 😉

Para efetuar a compra é necessário fazer um cadastro no sistema da Amazon e as formas de pagamento aceitas são cartão de crédito ou débito. Similar a qualquer outra compra online. Facílimo! 😛

Nem preciso dizer que ficarei muito feliz se todos vocês lerem e opinarem aqui no blog depois! 😍😍😍

 

Beijão!! 💋

Enquete

Enquete

Olá!

Lembram daquela crônica que citei no post abaixo?

Balanço Mensal

Pois então, como podem ver ela está sendo trabalhada (não vejo a hora de publicar) e gostaria de pedir a ajuda de vocês com uma coisinha beeeem bobinha… o título!! Pensei em vários, mas ao mesmo tempo fiquei em dúvida de todos! 😅 E nada como quem está de fora para opinar com um outro olhar, não é mesmo?! 😬

Fiz uma pequena enquete com alguns nomes que pensei e aqueles que não gostarem de nenhum, podem sugerir outro, o espaço dos comentários está aí para isso! Posso contar com vocês?? 😊

Novo Conto…!

Boa tarde gatões!

Como passaram o fim de semana? Espero que bem! 🙂 Acabaram os relatos pendentes e só poderei atender na quarta.  Entretanto, esse fim de semana fiquei inspirada para iniciar um novo conto, e novamente vou postar por aqui para vocês, assim não deixo o blog sem postagens e vou praticando meus “possíveis talentos” como escritora rs.

Novamente gostaria de pedir a participação de quem quiser dar palpites nos comentários, é sempre bom saber a opinião alheia sobre as coisas que me arrisco em escrever rs.

Lá vai!

“O PRIMO DISTANTE”

Júlia estava sentada no sofá da sala com um fone de ouvido, escutando Jessie J “Do It Like A Dude” mas ainda assim conseguia ouvir a algazarra que vinha da cozinha. A família estava reunida conversando animadamente sobre vários assuntos, fizeram um jantar de aniversário para seu pai e alguns amigos da família vieram também.

Apesar dela o amar muito, o quê ela mais queria naquele momento era estar num lugar com pessoas da sua idade na maior perdição. Com seus 20 anos e sua carinha de menina comportada, conseguia disfarçar muito bem o quê realmente se passava pela sua cabeça. Quando os amigos de seus pais iam chegando com suas esposas, ela só olhava para os maridos e pensava: “será que eles pagariam para sair com uma garota de programa?” O que era engraçado uma menina como ela ter esses pensamentos, pois era o tipo de mulher que se você visse na rua poderia até pensar que fosse virgem. Não que se vestisse igual uma freira, mas tinha jeito de moça comportada e inocente.

Ela se dava melhor com as crianças e há algumas horas, antes de estar sentada ouvindo tal música e se lembrando do passado, enquanto os adultos jogavam conversa fora na cozinha, ela se entretia com a criançada na sala brincando de “stop”, mas nem as crianças escapavam dos seus pensamentos impróprios. Ela olhava para o menino de 9 anos e pensava: “se ele já é bonito agora, imagine daqui 10 anos?! Mas até lá já estarei quase nos quarenta… Que triste…” 🙁

Apesar de estar se divertido com “nome, fruta, objeto…” preferia estar transando com um homem bem gostoso. Só de pensar nisso começou a sentir sua boceta ficando molhada, ahh que droga não poder fazer nada! Por dentro estava entediada e ao mesmo tempo em chamas, por fora sorria docemente para todos como se fosse a pessoa mais feliz do mundo.

A noite tinha ficado bem mais interessante quando um primo lindo que ela só encontrava nesses eventos em família, chegou. Murilo apesar da pouca idade, tinha um corpo de homem, branco de cabelos pretos, muito bem aparados e assim como Júlia tinha um certo jeito de bobo, mas de bobo ele não tinha nada, o quê inclusive ela sabia como ninguém.

Eles sempre conversavam quando se viam, mas assuntos superficiais, não tinham como se aprofundarem em assuntos mais complexos pois moravam longe e sabiam que não iriam virar grandes amigos a distância. Era aquele tipo de relação entre parentes distantes que só se encontravam em datas específicas.

Ela o chamou para brincar de stop também mas ele obviamente recusou e ficou na sala tentando prestar atenção no filme que passava na televisão, vez ou outra olhava para ela interagindo com a criançada, pensando em como ela enganava bem, nem de longe parecia aquela pervertida que uma vez o seduziu.

Para completar o time, meia hora depois chegou Giovanna, uma outra prima distante que tinha um certo desafeto por Júlia. As duas eram o total oposto uma da outra. Enquanto Júlia fazia a boa moça, meiga e recatada, Giovanna era escancarada, não escondia de ninguém que tinha seus pretendentes o quê as vezes causava uma certa admiração em Júlia, por sua coragem e ousadia. Suas diferenças não eram somente na personalidade mas também na aparência. Giovanna era uma morenona linda, olhos cor de mel, cabelo preto, liso e comprido, tinha piercing no nariz e umbigo. Esta noite estava vestida com uma calça jeans colada, marcando bem seu corpo em forma. Cujo corpo não passou despercebido pelo olhar discreto do Murilo.

Já Júlia era loira, olhos azuis, carinha de anjo, cabelos na altura dos ombros, também lisos  e bem cuidados. Aquela noite usava um vestidinho de renda claro.

As duas sempre se tratavam bem mas apenas por educação, internamente sabiam que não combinavam. Para Giovanna, Júlia era uma sonsa e mosca morta, para Júlia, Giovanna era uma vadia oferecida. Entretanto sexualmente falando as duas tinham muito em comum e não sabiam, a diferença era que Júlia era mais reservada, mas gostava tanto de sexo quanto Giovanna.

Giovanna via Murilo com mais frequência pois moravam mais próximos, então para ela a presença dele não era coisa de outro mundo, mas claro, ainda  assim o achava bonito também, como qualquer garota que estivesse na presença dele.

Mesmo com a presença desagradável da Giovanna, a noite ficou melhor para Júlia, pois com a chegada de Murilo se permitiu viajar nas lembranças do dia em que ficaram juntos. Enquanto ouvia repetidamente “Do It Like A Dude” no seu fone de ouvido, aos poucos já nem ouvia mais as pessoas falando ao fundo, era como se estivesse vivendo de novo aquele momento. Quando ela e Murilo tiveram um pequeno “affair”, sem que ninguém percebesse, debaixo dos narizes de todo mundo…

Foi há uns dois anos. Estavam no sofá da casa dele, assistindo filme. No dia anterior tinha ocorrido um churrasco e por morar longe, acabou passando a noite lá, juntamente com Giovanna para que pudessem interagir mais. Então lá estavam os três dividindo o mesmo sofá e uma latinha de cerveja. Júlia achava que Giovanna estava de olho no Murilo e sentiu uma forte necessidade de marcar o território.

Ela detestava cerveja, mas fingia gostar para ter algo em comum com eles e como Murilo estava sentado entre as duas, toda vez que passavam a latinha de um para o outro, Júlia fazia questão de pousar seus dedos sensualmente sobre os dedos dele, como se fosse sem querer, mas Murilo era homem e sabia perceber quando uma mulher estava lhe dando mole. Começou a fazer o mesmo com Júlia e quando ela percebeu que ele também estava jogando seu jogo, sentiu um frisson de tesão, como aquilo era excitante! Sentir os dedos dele em cima dos seus era mesmo muito sensual, pois sabia que ele também estava com segundas intenções! Ficaram fazendo isso por bastante tempo, até que a cerveja terminasse.

Conforme a noite foi caindo, pegaram um edredom pois estava esfriando. Ela não esperava que Murilo fosse tão recíproco e ficou bastante surpresa quando ele procurou pela sua mão sutilmente debaixo do edredom! Ela deu pulos internamente e pensou: “Toma Giovanna! Você pode ser oferecida mas quem vai levar esse homem sou eu.” A princípio um alisava a mão do outro, mas depois a mão de Murilo subiu para as pernas dela, hummm estava ficando interessante!! O que deixava tudo mais excitante ainda era que ninguém estava prestando atenção no filme, todos os três conversavam entre si e era impressionante como mesmo conversando com a Giovanna, Murilo conseguia disfarçar muito bem e se concentrar nas pernas da Júlia! 😛

De repente, deixando Júlia se sentindo mais vitoriosa ainda, Giovanna anunciou que estava morrendo de sono e que iria dormir!!! Agora sim a calcinha de Júlia encharcou de vez! Só pensando nas coisas que poderiam fazer sozinhos naquela sala! Todos já tinham ido dormir, inclusive a tia delas.

Assim que se viram a sós, sem dizerem uma única palavra começaram a se beijar! Júlia rapidamente pegou no pau do Murilo por cima da roupa e se surpreendeu em como era grande! Fora do normal para um menino tão novo! Ele também não era nenhum ingênuo e começou a apertar a mão no meio das pernas dela, sabia que existia uma safadinha por trás daquela cara de santa e queria descobrir até onde ela seria capaz de ir! Se beijaram muito naquele sofá,  ela se sentou por cima dele e sentir aquele pau roçando na sua boceta só a deixou com mais vontade de sentir dentro! Estava em ponto de bala e queria muito mais! Sugeriu de irem para o quarto dele, pois seria um escândalo se o pegassem transando ali. Ele concordou e foram doidos de tesão!

Logo que entraram ela caiu de boca naquele colosso que ele tinha no meio das pernas! Era mesmo muito grande e grosso, ela adorou sentir aquela cabeça rosinha na sua boca esfomeada, mas devido ao tamanho não conseguiu se prolongar muito no oral. Murilo também caiu de boca nos seios de Júlia e a chupava como alguém que tinha bastante experiência naquilo. Ela queria gemer alto de tesão, mas se conteve apenas com respirações fortes e entrecortadas. Nem se preocuparam com camisinha e Júlia rapidamente sentou  em seu pau começando a cavalgar bem gostoso, enquanto o olhava diretamente nos olhos. Após um tempo porém, queria sentir ele no comando, ser dominada. Sugeriu que trocassem de posição e sem esperar que Júlia terminasse a frase, Murilo a levantou bruscamente e a colocou com a bunda empinadinha para ele na cama! Quando ele entrou bombeando a todo vapor, Júlia teve que abafar um gemido que estava querendo sair, como aquilo estava gostoso! Certo momento ele puxou os cabelos dela para trás e falou em seu ouvido: “eu sabia que você era uma safadinha disfarçada” ela riu com malícia e logo depois ele a deitou de frente para ele, subiu em cima da cama e colocou seu pau dentro da boca dela. Depois de Júlia ter a boca fodida pelo pau do Murilo, dessa vez foi a vez dele de provar aquela bocetinha rosada, chupou sugando toda a sua lubrificação, Júlia se contorcia de prazer e Murilo vendo aquela cena na sua frente, com ela toda aberta para si, não aguentou ficar mais tempo fora dela, a puxou para a beirada da cama, pegou seu pau que já estava latejando e enfiou com habilidade dentro daquela boceta gostosa.

Para Murilo a sensação de prazer vinha duplamente, pelo sentir e pelo visual, olhar para a Júlia enquanto a comia lhe causava uma sensação incrível, aqueles óculos que ela usava lhe concediam um ar de secretária, fazendo aquelas caretas de prazer como uma striper, o contraste era perfeito aos olhos do rapaz.

Quando Júlia estava quase gozando, pediu que Murilo não parasse e ele obediente até acelerou. Ela foi sentindo o orgasmo se aproximando e ficou anestesiada com a incrível sensação, não teve como controlar o gemido dessa vez e gemeu alto, Murilo tapou sua boca e focou no seu próprio prazer ao perceber que ela já tinha gozado, meteu com maior velocidade e gozou gostoso jorrando seu leite dentro daquela bocetinha sem vergonha. Ele se deitou arriado por cima dela e se beijaram com ternura. Assim ficaram até que o pau dele fosse amolecendo e sozinho saísse de dentro dela. Depois deitou ao seu lado e a abraçou por trás, beijando seus cabelos sedosos enquanto comentava: “você hein… Me seduzindo com uma latinha de cerveja…” ela riu, mas nada disse.

Depois de um tempo naquele chamego, ela se virou de frente para ele e disse que precisava voltar para o quarto que estava dividindo com a Giovanna, antes que alguém acordasse, ele a apertou mais para si e disse: “Mas já? Dorme aqui comigo que fica tudo certo” nisso que ele falava ela sentiu seu pau endurecendo de novo e foi difícil manter o auto controle.

Entretanto o casal não teve escolha, pois naquele momento ouviram um barulho na cozinha, e se fosse a Giovana?! Deram um beijo rápido de despedida e ela correu para o quarto certo. Ficou aliviada quando viu que Giovanna estava no quinto sono, mas Júlia não estava totalmente ilesa pois na correria não conseguiu ser tão silenciosa quanto deveria. Sua tia que estava na cozinha ficou desconfiada e foi até o quarto das meninas ver se tinha acontecido alguma coisa. Convenientemente a forma como Giovanna estava deitada, parecia que era ela que tinha acabado de correr e deitado as pressas. Júlia fingiu estar dormindo, mas não teve tempo sequer de tirar seus óculos! Será que sua tia teria percebido tal detalhe??

No dia seguinte, quando estavam todos à mesa para o café da manhã, repentinamente a mãe de Murilo perguntou qual das duas tinham corrido do quarto dele na noite passada. Murilo até se engasgou com o suco que estava bebendo. A tia das meninas era bastante liberal e não perguntou brava, mas queria saber qual das duas seu filho estava “pegando”. Na verdade sua pergunta era mais para confirmação, pois ela sabia que tal atitude só poderia vir da Giovanna. As duas ficaram caladas, mas por motivos diferentes, Júlia não queria revelar que era ela e Giovanna estava achando que aquilo era piada da tia para animar a manhã.

Vendo que nenhuma delas se manifestaram, a mãe de Murilo ficou pressionando Giovanna para que confessasse, estava convencida que tinha sido ela e mesmo que Giovanna negasse, ela não acreditou, nem passou pela sua cabeça que poderia ser a Júlia,  pois além da Giovanna ter se entregado da maneira como estava deitada de qualquer jeito com o pé pra fora da cama, jamais desconfiaria da outra sobrinha conservadora e comportada, como viam a Júlia. “Hahaha fez a fama, deita na cama Giovanna!” Pensou Júlia satisfeita. 😉

“A Subordinada” – Parte 5

Olá gente!

Mais uma vez como estou em período menstrual, sem poder atender ninguém, para não deixar de postar nada no blog, vamos com a continuação do conto. Sinto informá-los que essa será a última parte (já que Henrique colocou um ponto final na parte 4), aqui só irei dizer como se desenrolou o final dos dois, portanto não terá putaria, desculpem!! 🙁

Confesso que o final de uma história é muito mais difícil que o começo e o meio, é difícil fazer tudo se encaixar e ainda ter aquele ar final de “foi uma boa história”, sinceramente não sei se ficou muito bom, vou esperar humildemente os comentários de vocês! Quem se sentir a vontade e quiser comentar as suas impressões no final, por favor comentem! Vão me deixar megaaaa contente participando!! 🙂

PARTE 5

Em menos de uma semana, Sara entendeu o que Henrique quis dizer com aquela despedida. Ela foi convocada, assim como os outros funcionárias da mesma loja que ela e de outras também, para participar da tal premiação de vendas que acontecia a cada três meses, já não sendo mais tão novata, dessa vez pôde participar. Sara já sabia a posição que havia ganhado (já que Henrique contava tudo que ocorria nos bastidores para ela), mas ainda assim soube fazer cara de surpresa quando seu nome foi chamado. Mas a surpresa real estava por vir! Anunciaram ali, na frente de todos os presentes a promoção do Henrique! Ele havia sido promovido a coordenador e agora ao invés de supervisionar apenas duas lojas, coordenadoria vinte! Obviamente não trabalharia mais com Sara e sim na sede da empresa.

Ela ficou muito orgulhosa e feliz por Henrique, afinal como profissional o admirava muito e achou que foi merecido independente de terem tido algo, mas ao mesmo tempo ficou um pouco ressentida, afinal porquê ele não dividiu isso com ela também?! Será que na verdade ele se achava tão superior assim para dividir tal feito com ela? Além da falta de confiança dele, também havia o rompimento, só porquê subiria de cargo teria que chutá-la daquele jeito?! Desde quando a relação deles atrapalhou em algo? Sara se sentiu levemente desvalorizada. O que o rolo deles tinha a ver com a promoção?

Ela questionou isso com Henrique depois e ele soube se explicar muito bem, disse a moça que agora que pertencia a um cargo de maior responsabilidade não queria correr riscos de ser prejudicado por qualquer motivo que fosse e se alguém soubesse deles, ele teria muito mais a perder agora.

Mas o quê Sara não esperava, era que Henrique sentisse falta de suas “escapadas” e a convidasse diversas vezes para que se encontrassem e fossem para algum motel, como no seu novo posto de trabalho ele demorava mais tempo para chegar em sua casa, um motel seria muito mais prático para ambos. Sara ficava empolgada, pois apesar dos vacilos de Henrique e apesar da última transa não ter sido boa o suficiente para que pedisse bis, ela sentia vontade de ficar com ele novamente. Mas esses encontros na verdade nunca aconteceram, Henrique sempre ficava enrolado demais no trabalho e Sara se conformou que as aventuras foram boas enquanto duraram.

Eles ainda se falavam, mas era mais coisa profissional, de vez em quando ele mantinha Sara informada das coisas que iriam acontecer, assim como fazia antes. Uma vez ele ligou para ela a noite, Sara atendeu na expectativa de ser algo a ver com sexo, mas ele veio com uma péssima história sobre uma possível transferência dela para outra loja, foi até engraçado, pois mesmo que tivessem uma certa intimidade, ela não demonstrou que detestaria trocar de loja e disse que ele podia contar com ela se fosse preciso. Henrique deixou a informação muito vaga como se a probabilidade daquilo acontecer fosse zero.

Poucos meses depois Sara foi transferida. Agora sim não teria mais nenhuma familiaridade com o que aconteceu estando em uma loja diferente de onde tudo começou.

Sara e Henrique se encontravam diversas vezes em eventos da empresa, ela sempre ficava se sentindo nervosa na presença dele, não tinha como evitar. Henrique já estava acostumado pois Sara não foi a primeira funcionária que ele havia se relacionado, a moça era mesmo muito ingênua se achava que era exclusiva. A propósito… ele providenciou uma supervisora mulher para substitui-lo.

“A Subordinada” – Parte 4

Exatamente um mês depois de escrever a parte 3, estou de volta com o conto para postar a continuidade! Diversos clientes que saíram comigo durante esse tempo me perguntaram se eu não iria continuar com a história e me senti muito lisongeada pelo interesse de todos, muito obrigada mesmo!! 🙂 🙂 🙂

Como foi pedido nos comentários do anteriores, procurei colocar mais detalhes e apimentar mais as partes do “rala e rola”, espero que dessa vez esteja do total agrado de vocês!! 😀

PARTE 4

A segunda vez que Sara foi a casa de Henrique, se irritou com ele no início, pois ele estava no bar e não foi buscá-la na estação dessa vez. Ela não sabendo a localização exata de onde Henrique se encontrava acabou tomando a direção contrária do tal bar e quando percebeu o erro ligou para o celular dele furiosa! Começou a discutir, cobrando-o por não tê-la buscado na estação, como esperava compensá-la agindo dessa forma?! Sara só não voltou para casa porquê já era tarde, tamanha sua decepção, nunca que seu namorado a faria passar por aquilo! Quando Henrique chegou aonde a moça estava, também não estava com paciência para ouvir queixas de uma mulher que não era nada dele, não se desculpou e debochou por ela estar dando tanta importância para aquilo. Foram em direção a sua casa com Sara emburrada. Na cabeça dela a bebedeira dele era mais importante que o cavalheirismo de buscá-la na estação, não se faziam mais homens como antigamente, francamente!

Entretanto assim que entraram dentro da sala da casa do Henrique, a raiva da Sara passou instantaneamente! Foi até engraçado a forma como ela se jogou nos braços dele que demorou poucos segundos para compreender que já estava tudo bem de novo, a correspondeu num beijo cheio de pegada e passadas de mão. Ela desceu para seu pau e ainda com Henrique de pé começou a chupá-lo ali mesmo no meio da sala, antes de fazerem qualquer outra coisa, doida de tesão para senti-lo dentro dela de novo! Henrique começou a empurrar a cabeça dela cada vez mais forte, depois bruscamente a colocou no sofá, arrancou a roupa de Sara e caiu de boca naquela bocetinha rosada, Sara só queria que ele metesse, que a comesse o mais rápido possível! Pouco tempo depois de sentir aquela boceta molhada na boca, ele terminou de arrancar as calças e a penetrou na maior sede, ela estava sentada com as pernas pra cima no sofá e ele meteu ferozmente no frango assado, Henrique mostraria pra ela que aquele era ele e não o que mal aguentou dar uma na outra vez. Depois de muito socar seu pau até as bolas se sentou um pouco e a colocou para cavalgar gostoso no seu pau, se era rola o que ela queria era muita rola que ela iria ter! Sara se sentou e cavalgou enquanto se beijavam era muito bom sentir aquele pau inteiro dentro de si! Vendo aquela ninfetinha na sua frente delirando enquanto rebolava no seu pau, Henrique não estava mais aguentando segurar o gozo que se aproximava, sem anunciar a colocou de quatro e meteu com todo fervor de novo! Tão forte que Sara sentiu suas pernas ficarem bambas!! Henrique urrou e logo depois sua porra escorria de dentro daquela bocetinha apertada.

Após aquele sexo delicioso na sala, Sara foi tomar banho enquanto Henrique foi preparar o jantar. Sim, ele cozinhava e muito bem! Sara avaliou que compensava a bebedeira. Quando ela terminou o banho ficou fazendo companhia para ele na cozinha. No notebook dele tocavam algumas músicas de rock das antigas, como por exemplo da banda The Doors e determinado momento depois começou a tocar “This Love” do Maroon 5 Henrique que estava bastante empolgado pela foda que tiveram poucos minutos antes, a pegou para dançar enquanto a comida terminava de cozinhar, aquilo foi muito bem visto pela moça, rodar com Henrique na cozinha com “This Love” ao fundo parecia cena de filme! Será que além de putanheiro Henrique também seria romântico?

Assim como da outra vez, Sara adormeceu antes dele que ficou na sala vendo uma partida de futebol na TV, no canal a cabo. Quando Henrique foi deitar, apesar de estar com um pouco de sono, vendo aquela coisinha gostosa deitada na sua cama reacendeu seu desejo e logo colocou seu pra fora, iria comer de novo aquela bocetinha! Sara acabou acordando com as investidas dele e protestou, estava com sono e não queria ser interrompida enquanto dormia, Henrique não se deixou abater e mesmo com as queixas da moça tentou enfiar seu pau naquela xana adormecida, como Sara estava dormindo e não havia um sequer resquício de lubrificação ali, dificultou a entrada do pau, mas quando entrou Sara despertou na mesma hora, aquilo ficou gostoso e ela agora não queria que ele parasse! Henrique a comeu no frango assado até que gozasse, não iria exigir muito dela com troca de posições, já que estava sonolenta, vendo a gemer com seu pau entrando e saindo já o deixava louco.

Pela manhã teve mais, Henrique estava imbatível em sua missão de se redimir! Ela estava deitada de lado e ele veio por trás roçando seu pau na bunda dela, Sara que já estava quase acordando gostou daquilo e começou a corresponder rebolando sua bunda a cada esfregada dele. Logo ele tirou sua calcinha e a comeu de ladinho, a beijava por trás no pescoço e metia ora rápido ora suave, enquanto ele a pegava por trás daquela forma, ela deixou escapar um: “desse jeito você vai me deixar louca”. Sara não queria admitir, mas sim, estava começando a ficar balançada por Henrique. Porquê as mulheres tem que misturar as coisas?

E assim foi indo o relacionamento dos dois. Não era nada sério, ele tinha ciência que ela namorava e gostava disso, não queria nenhum compromisso também, mas Sara, em seu interior estava ficando cada vez mais envolvida, onde até cogitou terminar seu namoro.

No dia em que tomou coragem e pediu um “tempo” para seu namorado, por castigo (ou não), Sara foi assaltada! Logo que estava segura, a primeira pessoa para o qual telefonou foi para seu namorado, mas como esse estava ressentido pelo tempo que ela havia pedido, não a atendeu. Desamparada  a moça ligou para Henrique, que a atendeu prontamente!

Mas o que pareceu ser bom, acabou sendo péssimo! Visando apenas o lado profissional, Henrique não queria que Sara fizesse boletim de ocorrência na delegacia, já que por conta disso teria que se ausentar de suas funções na loja e até pediu a ela que fizesse o boletim pela internet, como se ela tivesse perdido suas coisas e não sido furtada. Aquilo foi o cúmulo para Sara, afinal poderia ter lhe acontecido coisa bem pior e ele queria que ela passasse por desatenta com suas coisas?? Não mesmo! No dia seguinte com o apoio de seus colegas de trabalho, em seu horário de almoço foi até a delegacia mais próxima e ficou algumas horas lá fazendo os procedimentos necessários. Quando saiu da delegacia e foi de fato almoçar, seu namorado foi vê-la, ele foi o total oposto de Henrique, demonstrou tanta preocupação e cuidado que naquele momento Sara soube a resposta em seu coração de com quem ela deveria realmente ficar.

Sara e Henrique esfriaram por um tempo depois disso. Henrique tinha percebido que Sara estava ficando mais envolvida antes do assalto e não queria esse tipo de compromisso, então vendo que ela se afastou não deu importância.

Passou-se um bom tempo, até que Henrique a chamasse novamente para ir a sua casa, disse a moça para deixar os ressentimentos de lado pois seria a despedida, que dali em diante não poderia mais ficar com ela. Sara refletiu bastante e acabou aceitando, sua raiva tinha passado e estava com saudade daquele sexo gostoso que ele fazia, aceitou o convite.

Impressionantemente aquela transa não foi nada prazerosa para Sara e ela não soube dizer para si mesma o porquê, tanto que em determinado momento até doeu pois não conseguiu ficar muito lubrificada. Henrique estava de mistério para revelar o real motivo do porquê aquela seria a última vez, coisa que nunca ocorria, sendo que uma das vantagens de se envolver com ele era saber de todas as coisas que iriam acontecer na empresa ou nas lojas antes mesmo que acontecessem, ele dividia tudo com ela, sempre a deixava por dentro das novidades e no entanto agora estava de segredos como se a relação deles por mais descompromissada que fosse não existisse nenhuma confiança.

O que será que Henrique estava escondendo de Sara? Será que realmente nunca mais a procuraria para suas “escapadas”? 😮

Quero saber os palpites!! 😛

“A Subordinada” – Parte 3

Sara não estava em um bom momento no seu relacionamento, quando resolveu ir para a casa do Henrique, durante a noite de um fim de semana. Seu namoro estava por um fio, e ela queria extravasar. Como em um filme de aventura e sexy, colocou para tocar no mp3 do seu celular “Problem” da Natalia Kills cuja letra tinha tudo a ver com o momento, e pegou um ônibus até a estação de metrô. Não sabia o que seria, não tinha certeza se estava agindo certo, mas ela merecia essa adrenalina, e também sentia uma forte atração pelo Henrique, o que a motivou ainda mais. Quando desembarcou na estação, passou em um bar e comprou uma garrafa de Smirnoff Ice, precisava relaxar, estava tensa com o desafio. Iria demorar mais um pouco durante todo o percurso, já que Henrique morava um pouco longe. Quando desembarcou na estação em que ele residia, Henrique já a esperava na catraca.

Ele a elogiou, dizendo que estava linda, e caminharam um pouco até a casa dele. Henrique continuava sendo agradável como sempre. No caminho pararam em uma pizzaria, pois Henrique queria comprar umas cervejas para si, e perguntou se ela estava com fome. Sara mais uma vez com vergonha de lhe dar qualquer gasto, respondeu qualquer coisa. Ele acabou comprando, pensando que depois de suas “atividades” poderiam ficar com fome. Quando chegaram em frente ao portão da casa dele, Sara ficou sem jeito, como se fosse ela que estivesse o levando para conhecer sua própria casa. Ele abriu o cadeado, entraram e se direcionaram as escadas. Havia um carro na garagem que Sara não soube identificar qual seria, e se perguntou se seria dele. Quando ele abriu a porta, realmente aquilo não era o que ela esperava. Ele não residia em dois cômodos como Sara imaginava, a casa era até grande demais para uma pessoa que morava sozinha. A entrada dava numa sala, depois seguia um grande corredor, seguindo pelo corredor você tinha acesso ao quarto, banheiro e no final dele a cozinha com a lavanderia. Ele disse aquela frase de praxe que todos dizem quando levam visita em casa: “Não repara na bagunça” e como se tivesse lido os pensamentos de Sara, perguntou:

– Pensou que fosse só um cômodo com banheiro, né?

Ela riu, mas negou. E sim, realmente pensou exatamente isso! Como ele adivinhara?

Entraram, e nada aconteceu. Ela esperava que começassem a se beijar e que rolaria naquele exato momento, mas Henrique estava tranquilo, sabia como tratar uma mulher e não bancaria o esfomeado. A convidou para comer a pizza que havia comprado, e Sara sem jeito, acabou aceitando, mas comeu empurrando, tamanha era sua vergonha que a visse comendo. Quando terminou, conversaram bastante sobre trabalho, Henrique gostava muito do que fazia e mostrou para a moça, vídeos de inauguração da loja em que ela trabalhava. Sara, por ser funcionária nova estava com todo o gás, ficou muito empolgada com tudo que ele lhe mostrava no computador, e nem parecia que tinha ido até lá para fazerem outra coisa.

Entretanto certa altura da noite, Sara começou a ficar impaciente, afinal, porquê não começavam logo? Que tanto papo de trabalho era aquele?? Ele só bebia cada vez mais, e ela chegou a cogitar que talvez ele não estivesse tão interessado assim e que se estava bebendo tanto era pra tomar coragem. Disposta a agilizar o processo, começou a atiçá-lo, perguntando em que momento iriam “ficar juntos”, Henrique procurando se desvencilhar da situação, repetia sempre a mesma coisa “Calma Sara…” ela estava ficando irritada, não acontecer no momento em que chegaram já foi estranho, agora toda aquela enrolação, após horas e horas falando de trabalho, já era demais!! Henrique percebendo a insatisfação da moça, a pegou no colo e a levou para o quarto, a colocou na cama e resolveu provocá-la ainda mais, se demorando a começar. Ela só faltou implorar para ele começar logo. Sara não parecia mais a mesma pessoa do feedback que disse a si mesma que não se interessaria por ele. Com ele ali, diante dela, quase nu, não parecia mais aquele homem feio e sem nenhum atrativo, parecia um homem muito atraente e que lhe causava muita excitação, o beijo dele ainda não era bom como ela gostaria que fosse, mas aprendeu a se deliciar com ele independente de como fosse.

Henrique a chupou nesse momento, mas o que Sara queria era outra coisa, queria senti-lo duro dentro dela, então mesmo que o sexo oral estivesse bom, pediu que ele se apressasse. Quando ele finalmente a penetrou, novamente ela se sentiu no céu! Transar com Henrique lhe causava uma sensação diferente, ela não sabia explicar, era muito prazeroso! A forma como entrava, como saía, como pegava velocidade, Sara, estava em êxtase, como se tivesse usando uma droga proibida. Ele era bom naquilo, a penetrava com força e agilidade, mas algumas vezes reduzia a intensidade, ela sentia tesão por ele ser seu chefe e por estar sendo sua naquele momento. As posições sempre variavam, mas nunca Henrique a comia no papai e mamãe, a preferida dele era com ela de quatro, então revezavam entre essa, ela por cima e frango assado. Como todo homem que tem vontade de fazer sexo anal, ousadamente ele pediu, mas Sara recusou, e respeitosamente ele não forçou a barra.

Quando Henrique ejaculou, um tempo razoavelmente depois, Sara queria mais, ela não tinha chegado ao orgasmo, mas queria que continuasse não por isso, mas sim pela diferente sensação que sentia durante o sexo. Henrique que já estava mais para lá do que para cá com tanta bebida que ingeriu, não aguentou mais uma naquela noite. Deixando Sara mais uma vez desapontada. A moça adormeceu antes dele. Durante a noite, Sara não dormiu muito bem, sonhava que a ex namorada de Henrique, chegava e pegava os dois no flagra.

Na manhã seguinte, Henrique foi muito gentil, preparou o café da manhã para Sara e lhe serviu bisnaguinhas rs. Enquanto Sara comia, Henrique que já havia tomado o seu enquanto ela tomava banho, ficou recostado na porta da cozinha que dava para a área de serviço, fumando seu cigarro. Sara o olhava e o achava mais bonito do que jamais achara. Ele estava vestido com uma roupa comum, de camiseta e bermuda, era um magro muito atraente ela pôde constatar. Após o café, Sara, foi se ajeitar para ir embora, percebeu que Henrique não estava empolgado para mais uma rodada, e resolveu que já era hora de ir. Ainda sentindo um leve desapontamento pela noite anterior, pois apesar de ter sido incrível o “durante”, ela queria ter feito mais vezes, e Henrique deixou a desejar. Sara nunca gostou, nem se envolveu com homens que bebiam, e pôde perceber que devido a bebida, sua performance não tinha sido tão duradoura como esperava. Deram mais alguns beijos e ele a levou até o portão. Henrique não a acompanhou até a estação, pois como era dia, alguém da empresa poderia vê-los, não que ele morasse próximo, mas todo cuidado era pouco.

Após aquele dia, Sara desanimou em relação ao Henrique. Ela havia gostado de ficar com ele, mas não foi o que esperava de fato. Ele demorou muito naquela noite para tomá-la como mulher, e bebeu tanto que só fizeram uma vez. Decidiu que ia deixar para lá e até mesmo firmou seu namoro.

Henrique percebeu que Sara estava mais distante, e sabia que tinha sido culpa da sua bebedeira. Não queria que ela ficasse com aquela impressão, pois sabia que podia fazer muito melhor. Então na semana seguinte, quando calhou de ficarem sozinhos na loja, e estavam na cozinha interna, começou a beijá-la! Sara tentou se esquivar dizendo que não queria, mas Henrique a ignorava, ele sabia que tinha um poder de sedução sobre ela e acabou conseguindo vencer as barreiras da moça. Novamente transaram e Sara, de novo sentiu aquela sensação fantástica de quando ele a penetrava.

Aproveitando o momento pós sexo, Henrique pediu que ela fosse de novo até sua casa, dizendo que dessa vez seria melhor, e que sabia que ela não tinha curtido muito da primeira vez, mas que queria compensá-la…

Será que mais uma vez, Sara vai se aventurar com Henrique? 😉