O que os olhos leem, o corpo não sente

 

Finalmente chegou o grande dia da publicação da crônica que tenho me empenhado tanto (desde agosto/2017, quando aconteceu o encontro) na sua produção!! ✍ Acho que mais feliz do que neste momento, só quando eu finalmente terminei de escrever rsrs.

Novamente gostaria de agradecer ao leitores do blog que votaram no post abaixo, ajudando na escolha do título! ?

Enquete

 

E também agradeço imensamente ao Organizado (Cliente 181), pois se não fosse por ele, nem sei o que teria sido de mim nessa publicação!! Rsrs. (Vocês não tem noção de como o processo é complicado e burocrático. ?) Obrigada por toda a sua paciência em me explicar as coisas e pela prestatividade para que tudo isso desse certo! ❤ (Prometo recompensar na nossa viagem! ?)

COMO COMPRAR? ?

Para adquirir o e-book é muito fácil! Não precisa ter o leitor de livros da Amazon. Você pode baixar o aplicativo “Kindle” (disponível tanto para Iphone quanto para Android) e ler a crônica pelo seu celular mesmo! ?

Está a venda na Amazon, mas também pode ser lido gratuitamente pelos assinantes do plano “Kindle Unlimited“.

Dica: Se você tem intenção de ler apenas a minha publicação, não compensa assinar o plano deles, pois acabará saindo mais caro que o meu livro rs, mas caso queira ler outros também, daí vale a pena. ?

Para efetuar a compra é necessário fazer um cadastro no sistema da Amazon e as formas de pagamento aceitas são cartão de crédito ou débito. Similar a qualquer outra compra online. Facílimo!

Nem preciso dizer que ficarei muito feliz se todos vocês lerem e opinarem aqui no blog depois!

 

 

Beijão!!

Enquete

Enquete

Olá!

Lembram daquela crônica que citei no post abaixo?

Balanço Mensal

Pois então, como podem ver ela está sendo trabalhada (não vejo a hora de publicar) e gostaria de pedir a ajuda de vocês com uma coisinha beeeem bobinha… o título!! Pensei em vários, mas ao mesmo tempo fiquei em dúvida de todos! ? E nada como quem está de fora para opinar com um outro olhar, não é mesmo?! ?

Fiz uma pequena enquete com alguns nomes que pensei e aqueles que não gostarem de nenhum, podem sugerir outro, o espaço dos comentários está aí para isso! Posso contar com vocês?? ?

Novo Conto…!

 

Boa tarde gatões!

Como passaram o fim de semana? Espero que bem! 🙂 Acabaram os relatos pendentes e só poderei atender na quarta.  Entretanto, esse fim de semana fiquei inspirada para iniciar um novo conto, e novamente vou postar por aqui para vocês, assim não deixo o blog sem postagens e vou praticando meus “possíveis talentos” como escritora rs.

Novamente gostaria de pedir a participação de quem quiser dar palpites nos comentários, é sempre bom saber a opinião alheia sobre as coisas que me arrisco em escrever rs.

Lá vai!

“O PRIMO DISTANTE”

Júlia estava sentada no sofá da sala com um fone de ouvido, escutando Jessie J “Do It Like A Dude” mas ainda assim conseguia ouvir a algazarra que vinha da cozinha. A família estava reunida conversando animadamente sobre vários assuntos, fizeram um jantar de aniversário para seu pai e alguns amigos da família vieram também.

Apesar dela o amar muito, o quê ela mais queria naquele momento era estar num lugar com pessoas da sua idade na maior perdição. Com seus 20 anos e sua carinha de menina comportada, conseguia disfarçar muito bem o quê realmente se passava pela sua cabeça. Quando os amigos de seus pais iam chegando com suas esposas, ela só olhava para os maridos e pensava: “será que eles pagariam para sair com uma garota de programa?” O que era engraçado uma menina como ela ter esses pensamentos, pois era o tipo de mulher que se você visse na rua poderia até pensar que fosse virgem. Não que se vestisse igual uma freira, mas tinha jeito de moça comportada e inocente.

Ela se dava melhor com as crianças e há algumas horas, antes de estar sentada ouvindo tal música e se lembrando do passado, enquanto os adultos jogavam conversa fora na cozinha, ela se entretia com a criançada na sala brincando de “stop”, mas nem as crianças escapavam dos seus pensamentos impróprios. Ela olhava para o menino de 9 anos e pensava: “se ele já é bonito agora, imagine daqui 10 anos?! Mas até lá já estarei quase nos quarenta… Que triste…” 🙁

Apesar de estar se divertido com “nome, fruta, objeto…” preferia estar transando com um homem bem gostoso. Só de pensar nisso começou a sentir sua boceta ficando molhada, ahh que droga não poder fazer nada! Por dentro estava entediada e ao mesmo tempo em chamas, por fora sorria docemente para todos como se fosse a pessoa mais feliz do mundo.

A noite tinha ficado bem mais interessante quando um primo lindo que ela só encontrava nesses eventos em família, chegou. Murilo apesar da pouca idade, tinha um corpo de homem, branco de cabelos pretos, muito bem aparados e assim como Júlia tinha um certo jeito de bobo, mas de bobo ele não tinha nada, o quê inclusive ela sabia como ninguém.

Eles sempre conversavam quando se viam, mas assuntos superficiais, não tinham como se aprofundarem em assuntos mais complexos pois moravam longe e sabiam que não iriam virar grandes amigos a distância. Era aquele tipo de relação entre parentes distantes que só se encontravam em datas específicas.

Ela o chamou para brincar de stop também mas ele obviamente recusou e ficou na sala tentando prestar atenção no filme que passava na televisão, vez ou outra olhava para ela interagindo com a criançada, pensando em como ela enganava bem, nem de longe parecia aquela pervertida que uma vez o seduziu.

Para completar o time, meia hora depois chegou Giovanna, uma outra prima distante que tinha um certo desafeto por Júlia. As duas eram o total oposto uma da outra. Enquanto Júlia fazia a boa moça, meiga e recatada, Giovanna era escancarada, não escondia de ninguém que tinha seus pretendentes o quê as vezes causava uma certa admiração em Júlia, por sua coragem e ousadia. Suas diferenças não eram somente na personalidade mas também na aparência. Giovanna era uma morenona linda, olhos cor de mel, cabelo preto, liso e comprido, tinha piercing no nariz e umbigo. Esta noite estava vestida com uma calça jeans colada, marcando bem seu corpo em forma. Cujo corpo não passou despercebido pelo olhar discreto do Murilo.

Já Júlia era loira, olhos azuis, carinha de anjo, cabelos na altura dos ombros, também lisos  e bem cuidados. Aquela noite usava um vestidinho de renda claro.

As duas sempre se tratavam bem mas apenas por educação, internamente sabiam que não combinavam. Para Giovanna, Júlia era uma sonsa e mosca morta, para Júlia, Giovanna era uma vadia oferecida. Entretanto sexualmente falando as duas tinham muito em comum e não sabiam, a diferença era que Júlia era mais reservada, mas gostava tanto de sexo quanto Giovanna.

Giovanna via Murilo com mais frequência pois moravam mais próximos, então para ela a presença dele não era coisa de outro mundo, mas claro, ainda  assim o achava bonito também, como qualquer garota que estivesse na presença dele.

Mesmo com a presença desagradável da Giovanna, a noite ficou melhor para Júlia, pois com a chegada de Murilo se permitiu viajar nas lembranças do dia em que ficaram juntos. Enquanto ouvia repetidamente “Do It Like A Dude” no seu fone de ouvido, aos poucos já nem ouvia mais as pessoas falando ao fundo, era como se estivesse vivendo de novo aquele momento. Quando ela e Murilo tiveram um pequeno “affair”, sem que ninguém percebesse, debaixo dos narizes de todo mundo…

Foi há uns dois anos. Estavam no sofá da casa dele, assistindo filme. No dia anterior tinha ocorrido um churrasco e por morar longe, acabou passando a noite lá, juntamente com Giovanna para que pudessem interagir mais. Então lá estavam os três dividindo o mesmo sofá e uma latinha de cerveja. Júlia achava que Giovanna estava de olho no Murilo e sentiu uma forte necessidade de marcar o território.

Ela detestava cerveja, mas fingia gostar para ter algo em comum com eles e como Murilo estava sentado entre as duas, toda vez que passavam a latinha de um para o outro, Júlia fazia questão de pousar seus dedos sensualmente sobre os dedos dele, como se fosse sem querer, mas Murilo era homem e sabia perceber quando uma mulher estava lhe dando mole. Começou a fazer o mesmo com Júlia e quando ela percebeu que ele também estava jogando seu jogo, sentiu um frisson de tesão, como aquilo era excitante! Sentir os dedos dele em cima dos seus era mesmo muito sensual, pois sabia que ele também estava com segundas intenções! Ficaram fazendo isso por bastante tempo, até que a cerveja terminasse.

Conforme a noite foi caindo, pegaram um edredom pois estava esfriando. Ela não esperava que Murilo fosse tão recíproco e ficou bastante surpresa quando ele procurou pela sua mão sutilmente debaixo do edredom! Ela deu pulos internamente e pensou: “Toma Giovanna! Você pode ser oferecida mas quem vai levar esse homem sou eu.” A princípio um alisava a mão do outro, mas depois a mão de Murilo subiu para as pernas dela, hummm estava ficando interessante!! O que deixava tudo mais excitante ainda era que ninguém estava prestando atenção no filme, todos os três conversavam entre si e era impressionante como mesmo conversando com a Giovanna, Murilo conseguia disfarçar muito bem e se concentrar nas pernas da Júlia! 😛

De repente, deixando Júlia se sentindo mais vitoriosa ainda, Giovanna anunciou que estava morrendo de sono e que iria dormir!!! Agora sim a calcinha de Júlia encharcou de vez! Só pensando nas coisas que poderiam fazer sozinhos naquela sala! Todos já tinham ido dormir, inclusive a tia delas.

Assim que se viram a sós, sem dizerem uma única palavra começaram a se beijar! Júlia rapidamente pegou no pau do Murilo por cima da roupa e se surpreendeu em como era grande! Fora do normal para um menino tão novo! Ele também não era nenhum ingênuo e começou a apertar a mão no meio das pernas dela, sabia que existia uma safadinha por trás daquela cara de santa e queria descobrir até onde ela seria capaz de ir! Se beijaram muito naquele sofá,  ela se sentou por cima dele e sentir aquele pau roçando na sua boceta só a deixou com mais vontade de sentir dentro! Estava em ponto de bala e queria muito mais! Sugeriu de irem para o quarto dele, pois seria um escândalo se o pegassem transando ali. Ele concordou e foram doidos de tesão!

Logo que entraram ela caiu de boca naquele colosso que ele tinha no meio das pernas! Era mesmo muito grande e grosso, ela adorou sentir aquela cabeça rosinha na sua boca esfomeada, mas devido ao tamanho não conseguiu se prolongar muito no oral. Murilo também caiu de boca nos seios de Júlia e a chupava como alguém que tinha bastante experiência naquilo. Ela queria gemer alto de tesão, mas se conteve apenas com respirações fortes e entrecortadas. Nem se preocuparam com camisinha e Júlia rapidamente sentou  em seu pau começando a cavalgar bem gostoso, enquanto o olhava diretamente nos olhos. Após um tempo porém, queria sentir ele no comando, ser dominada. Sugeriu que trocassem de posição e sem esperar que Júlia terminasse a frase, Murilo a levantou bruscamente e a colocou com a bunda empinadinha para ele na cama! Quando ele entrou bombeando a todo vapor, Júlia teve que abafar um gemido que estava querendo sair, como aquilo estava gostoso! Certo momento ele puxou os cabelos dela para trás e falou em seu ouvido: “eu sabia que você era uma safadinha disfarçada” ela riu com malícia e logo depois ele a deitou de frente para ele, subiu em cima da cama e colocou seu pau dentro da boca dela. Depois de Júlia ter a boca fodida pelo pau do Murilo, dessa vez foi a vez dele de provar aquela bocetinha rosada, chupou sugando toda a sua lubrificação, Júlia se contorcia de prazer e Murilo vendo aquela cena na sua frente, com ela toda aberta para si, não aguentou ficar mais tempo fora dela, a puxou para a beirada da cama, pegou seu pau que já estava latejando e enfiou com habilidade dentro daquela boceta gostosa.

Para Murilo a sensação de prazer vinha duplamente, pelo sentir e pelo visual, olhar para a Júlia enquanto a comia lhe causava uma sensação incrível, aqueles óculos que ela usava lhe concediam um ar de secretária, fazendo aquelas caretas de prazer como uma striper, o contraste era perfeito aos olhos do rapaz.

Quando Júlia estava quase gozando, pediu que Murilo não parasse e ele obediente até acelerou. Ela foi sentindo o orgasmo se aproximando e ficou anestesiada com a incrível sensação, não teve como controlar o gemido dessa vez e gemeu alto, Murilo tapou sua boca e focou no seu próprio prazer ao perceber que ela já tinha gozado, meteu com maior velocidade e gozou gostoso jorrando seu leite dentro daquela bocetinha sem vergonha. Ele se deitou arriado por cima dela e se beijaram com ternura. Assim ficaram até que o pau dele fosse amolecendo e sozinho saísse de dentro dela. Depois deitou ao seu lado e a abraçou por trás, beijando seus cabelos sedosos enquanto comentava: “você hein… Me seduzindo com uma latinha de cerveja…” ela riu, mas nada disse.

Depois de um tempo naquele chamego, ela se virou de frente para ele e disse que precisava voltar para o quarto que estava dividindo com a Giovanna, antes que alguém acordasse, ele a apertou mais para si e disse: “Mas já? Dorme aqui comigo que fica tudo certo” nisso que ele falava ela sentiu seu pau endurecendo de novo e foi difícil manter o auto controle.

Entretanto o casal não teve escolha, pois naquele momento ouviram um barulho na cozinha, e se fosse a Giovana?! Deram um beijo rápido de despedida e ela correu para o quarto certo. Ficou aliviada quando viu que Giovanna estava no quinto sono, mas Júlia não estava totalmente ilesa pois na correria não conseguiu ser tão silenciosa quanto deveria. Sua tia que estava na cozinha ficou desconfiada e foi até o quarto das meninas ver se tinha acontecido alguma coisa. Convenientemente a forma como Giovanna estava deitada, parecia que era ela que tinha acabado de correr e deitado as pressas. Júlia fingiu estar dormindo, mas não teve tempo sequer de tirar seus óculos! Será que sua tia teria percebido tal detalhe??

No dia seguinte, quando estavam todos à mesa para o café da manhã, repentinamente a mãe de Murilo perguntou qual das duas tinham corrido do quarto dele na noite passada. Murilo até se engasgou com o suco que estava bebendo. A tia das meninas era bastante liberal e não perguntou brava, mas queria saber qual das duas seu filho estava “pegando”. Na verdade sua pergunta era mais para confirmação, pois ela sabia que tal atitude só poderia vir da Giovanna. As duas ficaram caladas, mas por motivos diferentes, Júlia não queria revelar que era ela e Giovanna estava achando que aquilo era piada da tia para animar a manhã.

Vendo que nenhuma delas se manifestaram, a mãe de Murilo ficou pressionando Giovanna para que confessasse, estava convencida que tinha sido ela e mesmo que Giovanna negasse, ela não acreditou, nem passou pela sua cabeça que poderia ser a Júlia,  pois além da Giovanna ter se entregado da maneira como estava deitada de qualquer jeito com o pé pra fora da cama, jamais desconfiaria da outra sobrinha conservadora e comportada, como viam a Júlia. “Hahaha fez a fama, deita na cama Giovanna!” Pensou Júlia satisfeita. 😉

‘A Subordinada’ – Parte 2

Primeiramente gostaria de agradecer a participação de algumas pessoas na primeira parte! Obrigada pelos ‘que bosta’, ‘gostei!!!’ e pelo último textão rs, achei que fosse ficar no vácuo rsrs, obrigada mesmo pelos comentários!! 🙂 Logo abaixo continuo com a parte 2, e quem quiser e puder participar nos comentários também (ou de novo), vou adorar!! 🙂

PARTE 2

No dia em que foi encontrá-lo, Sara mentiu para seu colega de trabalho que ia encontrar uns amigos, já que nunca se trocava no serviço para ir embora. Foi vestida bem menininha, usou uma calça jeans rosa bebê, sapatilha, uma blusinha xadrez e casaquinho preto. Estava bastante ansiosa. Quando se encontraram à uma estação dali, ele a levou para uma daquelas lanchonetes estilo padaria, só que sem o pão, sabem? Sara ficou levemente desapontada pois ele havia dito ‘barzinho’, e não achou aquele lugar apropriado para um encontro. Mas obviamente guardou suas queixas para si. Ele pediu cerveja, e ela optou por Smirnoff Ice. Henrique atenciosamente perguntou se ela gostaria de comer algo, mas a moça estava envergonhada em lhe dar algum gasto e recusou brevemente.

Conversaram bastante sobre trabalho, afinal era o que tinham em comum. Ele lhe contou dos seus outros subordinados, falando de suas personalidades, qualidades e defeitos. Contou de suas funções e responsabilidades como supervisor, de como funcionava as premiações, e ela não achava chato aquele assunto, ouvia tudo com muito interesse, pois para ela era bom estar por dentro do que acontecia no seu ambiente de trabalho. Ficaram um bom tempo conversando sobre isso, até que Henrique começou a mudar o foco da conversa para o lado pessoal.

Certo momento o celular de Henrique tocou. Era a namorada. Sara só ficou observando ao vivo um cafajeste entrar em ação. Ele disse a namorada que estava tomando umas ‘brejas’ com o pessoal do serviço, a mulher do outro lado da linha, pelo jeito não acreditou, e estava bastante desconfiada (e com razão) pois ele a respondia com frases como: ‘claro que não, vai começar com esse ciúme?!’ ela não desligava nunca, e Sara em nenhum momento ficou com raiva da moça, ela só pensava ‘homem nenhum presta’. Sabia que tinha sua parcela de culpa, mas não podia fazer nada a respeito.

O momento em que aconteceu o primeiro beijo entre eles, não foi nada de especial. Estavam sentados na mesa, Henrique achou que já tinham papeado o suficiente, e Sara sentiu o gosto da cerveja em sua boca. Para ele foi bom, para ela, nem tanto. Na verdade ela não curtiu nada o beijo de Henrique, mas dada as circunstâncias não se importou, só ficou um pouco desapontada.

Quando resolveram que era hora de ir, pararam em um lugar qualquer na rua para se beijarem mais, e ele lhe perguntou, na lata:

– Sara, seja bem sincera comigo. Você está ficando comigo só porque sou seu chefe? Você espera tirar algum proveito disso?

Sara foi surpreendida pela forma direta como ele lhe perguntou, mas não pestanejou em responder:

– Claro que não.

Era verdade que se ela o conhecesse em outra circunstância, talvez nunca tivesse surgido algum interesse. O fato dele ser seu chefe contribuiu muito! Não por querer tirar algum proveito disso, mas porque tinha uma fantasia, como se fosse um fetiche, que era ficar com alguém numa posição de poder acima da sua, se sentir submissa. Perante a resposta dela, Henrique voltou a beijá-la, até que o celular dele tocou. Novamente a namorada ciumenta. Dessa vez deu mais trabalho para ele desligar, a moça do outro lado da linha, não acreditava em nada do que ele dizia. E com aquela linda jovem na sua frente o rapaz estava pouco se importando se seria pego ou não. Após finalizar a ligação se voltou para Sara, e não muito depois disso, foram andando até a estação de metrô enquanto conversavam. Quando chegaram na estação, Henrique se deu conta que tinha feito uma grande merda! Seu celular não tinha desligado! Sua namorada ouviu toda a conversa dos dois e estava se sentindo arrasada, traída e furiosa! Quando ele percebeu já era tarde demais. Ela havia percebido que ele estava ficando com uma funcionária e mandou mensagens furiosas esculachando o caráter de Henrique. Ele ficou triste por ela, que tinha passado por aquela situação humilhante, mas por ele estava pouco se importando. Há tempos se sentia sufocado com tanto ciúme, e achou que já estava mais do que na hora de acabar com aquela relação. Ao entrarem na estação, Henrique se sentia desinibido e despreocupado, ficaram trocando alguns beijos em público, sem nenhuma preocupação que alguém os vissem. Já era 23h00 e devido ao horário ficaram menos receosos. Sara, estava começando a ficar excitada com toda aquela situação, mas recusou o convite de Henrique para irem até sua casa. Ele também estava excitado e queria terminar a noite com glória. Ela sabia que não pegava bem transar logo no primeiro encontro, ainda mais sendo com seu chefe, então não aceitou. Sara só tinha um mês de empresa.

No dia seguinte, ele foi para a loja. Claro que iria, a recusa da moça na noite anterior só tinha o deixado com mais vontade, e após o expediente ela não lhe escaparia! Quando todos foram embora, calhou dos dois ficarem sozinhos. A loja já estava fechada, e Sara estava fazendo a conferência do caixa. Quando terminou, Sara foi até a parte interna da loja, que continha uma cozinha e um banheiro, ajeitar as suas coisas para ir embora. Ao sair do banheiro, se deparou com Henrique a esperando casualmente na cozinha, como se também estivesse fazendo algo e até fingiu beber um copo de água, quando Sara se aproximou da pia, para beber água também, ele a prensou na pia. Sara não estava muito interessada, pois não tinha gostado do beijo, mas ele era persistente e aquela situação acabou virando o jogo a favor de Henrique. Ela acabou se deixando levar, e começaram a se beijar. Dessa vez os beijos foram mais ardentes e ele começou a apalpar a bunda de Sara por cima do vestido do uniforme. Logo a arrastou para a mesa e tentou despi-la. Como o vestido era bem justo, Henrique só teve o tempo de abaixar o zíper, estava com seu pau pulsando e não podia esperar mais! Se sentou em uma cadeira e pediu que Sara sentasse em seu pau de costas para ele! Sara estava muito excitada e não pensou se ele era seu chefe, se estavam dentro do ambiente de trabalho, se ainda estava na experiência, se aquele era um segundo encontro, e nem o que ele iria pensar dela depois. Ela só pensava no momento, e que era muito prazeroso. Quando ele a penetrou e começou a conduzir seu corpo para cima e para baixo, sentiu uma das sensações mais incríveis da sua vida! Talvez fosse o perigo, a submissão ou a novidade mesmo. Ele meteu por um tempo considerável naquela posição até que resolveram trocar. Tentaram no chão, mas era desconfortável para Henrique ficar por cima dela naquele chão duro, então pediu que ela ficasse de quatro em uma cadeira. Sara ficou com os joelhos doloridos da cadeira dura no qual se ajoelhou, mas não se importou, o prazer era maior! Apesar de não chegar a um orgasmo, ela estava se deliciando com aquele sexo no trabalho. Quando Henrique ejaculou, foi passar uma água no seu pau, na pia do banheiro, enquanto Sara ajeitava sua roupa, que não teve tempo de sair totalmente do corpo. Quando Henrique voltou, ambos ficaram sem graça, e mediante ao silêncio constrangedor, ele disse, com sua voz ecoando na cozinha:

– Não precisa ficar diferente não hein Sara, isso não vai mudar em nada.

Ela concordou dizendo o mesmo. O medo dele era que o ocorrido prejudicasse a performance dela no trabalho, já que era uma de suas melhores vendedoras, e o medo dela era como ele poderia tratá-la dali para frente. Será que a trataria com respeito? Será que a mandaria embora tamanha fora sua falta de profissionalismo em menos de dois meses? Saíram da loja em silêncio, agindo como se nada tivesse acontecido. Durante o caminho até a estação, percebendo que Sara continuava calada, Henrique tentou puxar assunto, novamente dizendo para ela ficar tranquila que ele não faria nada que a prejudicasse por conta do ocorrido, e até arriscou perguntar se ela tinha curtido. Sara lhe deu uma resposta positiva. Ela não sentia culpa, só tinha receio das consequências. Ele se mostrou bastante satisfeito com o que ocorreu e ainda a convidou para ir para a sua casa, pois nada como uma cama para terem mais conforto, além do quê esperava fazer com que a moça também chegasse ao orgasmo, não se sentia bem sabendo que somente ele tinha conseguido.

No dia seguinte para a surpresa de Sara, ele cumpriu com o que disse e a tratava da mesma maneira como antes, com gentileza e simpatia. Ela as vezes até esquecia que ele era seu chefe e ao se dirigir a Henrique, parecia mais íntima do que deveria, e ele inclusive lhe deu um alerta quanto a isso, para que os outros funcionários não percebessem.

Eles continuavam trocando mensagens a noite, e Henrique ainda queria levá-la para sua casa para poder aproveitar mais que uma ‘rapidinha’. Ela sempre dava um jeito de recusar, pois ao mesmo tempo que queria, não tinha essa coragem. Uma coisa era ela ficar com ele em um ambiente familiar e que poderia ir embora a qualquer momento, e outro era ir para a casa dele e passar a noite.

E aí, será que Sara vai aceitar ir até a casa dele?? 😮

Para conferir a continuação dessa história, acesse a republicação disponível na Amazon! Só clicar aqui.

“A Subordinada” – Parte 1

Enquanto continuo off, gostaria de postar para vocês um conto erótico que escrevi. Postarei alguns capítulos esporadicamente e gostaria de verdade que me dessem a opinião de vocês nos comentários, sobre o que estão achando, se a história os prende, se acham interessante, podem criticar também, quero que sejam sinceros! 🙂

PARTE 1

“Meu Deus como esse homem é feio! Nunca me interessaria por um cara desses” – Sara estava recebendo um feedback do seu novo chefe. Com seus 22 anos tinha conseguido um ótimo emprego e trabalharia com vendas. Estava muito feliz, realizada, e aquela era sua primeira semana. Seu chefe, que era alto, magro e doze anos mais velho, aos seus olhos não tinha nada de interessante, nariz grande, boca extremamente pequena, e beleza era mais um quesito que lhe faltava. Se lembrava da primeira vez que o viu, quando fez uma breve entrevista após ser pré aprovada pelo RH, e o achou estranho com uma forma tão agitada de falar, enquanto explicava como seria sua rotina e horários. Mas logo percebeu que ele parecia ser muito gente boa, em comparação ao seu chefe anterior que era um carrasco.

Conforme os dias foram passando Sara, se sobressaía muito bem em suas funções, e o Henrique, seu chefe, a elogiava bastante. Era muito bom ver seu trabalho sendo reconhecido, e isso só fez com que Sara ficasse cada vez mais satisfeita e motivada. Ela não soube explicar quando aconteceu e como foi. Talvez fosse a convivência, por ter percebido que ele era muito simpático com todos e nem parecia chefe e sim amigo, que começou a pensar secretamente na sua mente devassa, como seria ficar com ele. Obviamente não estava apaixonada, pensava mais como uma grande aventura sexual. Sempre ouvira histórias de mulheres que ficavam com seus chefes, e achava um tanto sexy uma situação dessas. Como Henrique supervisionava outras lojas também, não era todos os dias que ele ia para a loja em que Sara atuava, mas quando ia, e sentava uma mesa após a dela, Sara prestava atenção nas coisas que ele dizia, e conseguiu perceber que ele não tinha papo de homem casado, pôde reparar também que ele não usava aliança, e começou a cogitar se sua aparência o prejudicava tanto assim com as mulheres.

Até que uma noite, acabaram indo embora juntos, andando até a estação de metrô mais próxima, e sentiu a maior curiosidade em saber mais sobre aquele homem. Sara então lançou a primeira pergunta, da maneira mais casual possível:

– Henrique, você mora sozinho? Tenho um amigo que está querendo sair de casa, mas eu vivo dizendo pra ele tomar cuidado, pois imagino que morar sozinho deve ser a maior barra, imagina, arcar com tudo sozinho, móveis, aluguel e tudo mais…

– Moro. É realmente no começo não é fácil. Minha família mora em Santos, e vim de lá muito cedo, vim sozinho, mas deu pra me virar.

– Nossa você veio sozinho?? Quantos anos você tinha?!

– Tinha meus vinte e poucos. Fiz faculdade aqui, no começo fiquei morando com um amigo, rachávamos os gastos, até que uma hora pude arcar sozinho, em uma casa só para mim.

Nessa conversa, Sara pôde descobrir que ele morava de aluguel, e já imaginou uma casa com apenas dois cômodos e um banheiro, como muitos solteiros vivem. Não perguntou se ele namorava, pois achou que seria inapropriado, mal o conhecia e essa era uma pergunta pessoal demais. O que havia descoberto até então estava de bom tamanho. Pelo menos por enquanto.

Certo dia, seus colegas de trabalho iriam participar de uma premiação de vendas, ela por ser nova, não poderia ir, e foi solicitado pelo Henrique que cumprisse o restante da carga horária em outra loja. Nesse dia, Sara trabalhou mais tempo do que deveria, e quando ainda estava no ônibus voltando para casa, Henrique lhe mandou uma mensagem no celular, a agradecendo por ter ficado até mais tarde, que não precisava, e que ela estava de parabéns pelo trabalho que estava fazendo. Ao ler aquilo, ela imediatamente pensou: “nossa como ele é rápido! Como sabe que fiquei até mais tarde se não estava lá?” Eram tantos elogios vindos dele que ela consequentemente foi ficando mais encantada, e começou a reparar também que apesar de não ser bonito, ele tinha charme. Isso, ele era charmoso!

Tudo se desencadeou numa noite em que ela estava em sua casa, e ele lhe mandou alguma mensagem falando sobre o trabalho, a conversa seguiu normalmente, até que ele se despediu, dizendo que iria ver o jogo. Ela querendo que o papo se prolongasse, perguntou interessada: “que jogo? Em que canal?” Ele disse, e como ela também tinha TV por assinatura, encontrou facilmente o canal mencionado e descobriu para qual time ele torcia, mais uma descoberta, ponto para ela! Henrique percebeu o interesse da moça em prolongar a conversa, não se despediu mais, e continuaram conversando. Ele estava no sofá de casa, assistindo ao jogo, tomando cerveja e conversando com ela. Tudo que ela respondia, ponderava suas palavras, não queria passar uma má impressão e tinha medo de que quando o visse na loja, lhe aplicasse alguma advertência por ser abusada em conversar com ele aquela hora da noite. Conversaram até de madrugada, e havia um sútil flerte ali. Ele muito sorrateiro, em certo momento da conversa, disse a moça:

– Você é gatinha, mas eu já sou comprometido. Desculpe mas tô sendo sincero.

Ele estava jogando com ela. Realmente era comprometido mas aquela altura isso não fazia a menor diferença para ele. Queria ver qual  seria a reação dela e com sua resposta saberia se ela tinha caído na sua rede ou não. Ela respondeu, que ele se achava, e quem disse que ela estava interessada nele? Ele debochou, sabia que estava interessada sim. Sara foi se sentindo cada vez mais segura na conversa, principalmente quando ele pediu que toda a conversa que estavam tendo ficasse em sigilo, e acabou devolvendo a frase de Henrique, certo momento depois:

–  Eu também te achei gatinho, mas também sou comprometida. Só estou sendo sincera.

Que ela o achava gatinho não era verdade, mas precisava desse álibi para mostrar que estavam falando a mesma língua. E sim, era comprometida, mas queria um pouco de aventura e aquilo era muito emocionante. A conversa que se seguiu foi de mais flertes. Nada muito escancarado nem besteiras sexuais foram ditas, mas eles sabiam que para isso só seria uma questão de tempo.

No dia seguinte, que era um domingo,  ele se comportou como aqueles jovens irresponsáveis, que depois de tudo insano que fazem jogam a culpa na bebiba ingerida.

– Nossa eu tava muito chapado ontem! Tava lendo a nossa conversa aqui e ri demais! Apaga a conversa hein!

Sara sabia muito bem o que aquela frase queria dizer, e tinha mil significados. Ele não estava tão chapado assim, pois se fosse o caso, não teria coordenação motora para digitar tudo que conversaram, mas estava alcoolizado sim, pois estava desinibido com tal situação. Mas agora estava com remorso e medo que ela usasse aquilo contra ele. Talvez até tenha chegado a conclusão que não estava tão interessado assim, e não queria que ela ficasse com uma impressão errada. A vontade de Sara era de responder algo mal criado. Se sentiu usada, igual aquelas mocinhas que transam com um homem em uma noite e no outro dia são descartadas. Mas se conteve afinal, ele era seu chefe, e se era isso que ele queria, ela entraria no jogo.

– kkkkkkkk pode deixar, já apaguei.

E não se falaram mais durante a tarde. A noite, acredita ela que após ele beber mais cervejas, a contatou como se o recado dado mais cedo, não tivesse acontecido e novamente ela entrou no jogo dele.

Quando ele apareceu na loja, pela primeira vez depois de suas conversas, ambos agiram normalmente. Se tratavam com respeito, e se comportavam como se nada tivesse acontecido. Ela o via com maior interesse, e começou a achar que ele não era tão feio assim afinal.

Mesmo nos dias em que Henrique não ia para a loja, se falavam quase todas as noites, e sempre era ele que a procurava começando com um “boa noite”. Ele contou a Sara que tinha uma filha adolescente que era 6 anos mais nova que ela, não era um pai muito próximo devido a distância. Henrique possuía dois anos de empresa, e namorava há um ano, com uma mulher do seu antigo trabalho, que era linda e loira (durante a conversa enviou fotos da filha e da atual namorada para que Sara visse). Após ver a foto da namorada dele, no seu íntimo, Sara não entendia como ele, que não era nenhum galã, tinha uma namorada tão bonita.

Certa noite Henrique a convidou, por mensagem, para irem em um barzinho. Sara aceitou de boa vontade, e ele que não estava acostumado a conseguir as coisas tão fáceis, tirou um sarro da resposta da moça, dizendo:

– Como você é fácil! Nem pra dizer um “vou consultar minha agenda”.

“Que abusado! Além de eu ter aceitado sair com ele!” Pensou Sara, já ficando envergonhada. Mas diante de toda a situação, se estava na chuva era pra se molhar e se fosse pra bancar a difícil que nem tivessem conversado sobre assuntos pessoais desde o princípio então.

E aqui encerra o primeiro capítulo… No próximo, será quando Sara se encontra com Henrique no tal barzinho…

E aí?? O que acharam?? 😛