Publicado em Clientes Desagradáveis

Cliente 252 – “O Vegetal”

Quarto 156. Esse foi aquele atendimento que trocaria um rapaz jovem por um coroa experiente sem pensar duas vezes. Pense num rapaz extremamente calado. Aquele tipo de pessoa que só pelo “Oi” você percebe que não é de conversar. Até liguei o som quando cheguei, pois percebi que o silêncio continuaria sepulcral.

Não perdi tempo tentando criar um diálogo antes, e já tratei de beijá-lo. Daí veio a segunda coisa que não foi muito legal. Juro para vocês que quando o beijei, parecia que eu estava beijando algo oco, nem sinal da língua dele!!! 😳 Achei mega estranho e fiquei até um pouco constrangida, pois vai que ele estivesse escondendo a língua de propósito, por talvez não gostar de beijos na boca? Continuei seguindo com o cronograma.

Vendo que o beijo não estava interessante, pedi que se deitasse e fiz uma pequena pausa para tirar minha roupa. A única coisa boa é que mesmo com um beijo meia boca daqueles, ele já ficou de pau duro na maior facilidade (reparei o volume levantado na toalha).

Eu costumo conduzir o atendimento da forma mais calma possível, mesmo que seja só uma hora, mas como ele não fazia absolutamente nada (não me beijava, não me tocava, muito menos me chupava) já fui logo para o seu pau e fiquei um bom tempo chupando.

Ele não interagia em nada durante as minhas ações, ficava tão parado, que enquanto eu o chupava, suas mãos ficavam estendidas sobre o lençol, ao invés de sei lá, passá-las no meu cabelo? Pegar na minha mão? Geralmente os caras fazem isso. 🤷🏼‍♀️ Ficar totalmente imóvel foi mesmo novidade para mim.

Após um tempo de chupeta, sem ouvir sequer um gemido dele, estava quase perguntando se ele já queria transar, mas antes que eu perguntasse, ele soltou em meio ao silêncio: “Vamos meter?” Num tom nada convidativo, levemente vulgar.

Sorri e falei que só estava esperando ele pedir. Encapei e sem perguntar qual a posição, fui logo por cima, já que ele continuava estático. Eu nem estava excitada, mas graças a Deus o gel está sempre comigo (nas horas boas e ruins rs). Comecei a cavalgar e como eu suspeitava, a transa foi a mais sem graça possível. Acabei forçando alguns gemidos sem estar minimamente empolgada, apenas para quebrar aquele silêncio de funeral.

Cavalguei por muito tempo, especulando o que iria acontecer depois, se ele iria finalmente gozar ou ao menos sugerir uma troca de posição, pois já estava ficando cansada. Nem me dei ao trabalho de me masturbar, pois estava mesmo broxante transar com alguém que ficava igual uma estátua na cama.

Quando não consegui mais disfarçar o cansaço, ele se tocou e finalmente sugeriu a troca. Perguntei se queria de quatro ou vir por cima, e escolheu a segunda. Quando começou a estocar no papai e mamãe, fiquei na maior aflição por ele, pois seus braços tremiam muito, como se tivesse dificuldade em sustentar o peso do seu corpo. Até ajudei com os movimentos, mas era nítido que ele não estava conseguindo meter com confiança, então sugeri trocarmos para de ladinho e aceitou prontamente.

Ficamos pouquíssimo tempo nessa posição também e logo pediu que eu ficasse de quatro. Nessa hora até comecei a me masturbar, pois gosto da posição e sequer estava olhando para quem estava metendo, mas novamente ele precisou de ajuda com os movimentos. Então foquei no vai e vem do meu quadril junto com ele, até ele gozar.

Depois já foi para o banheiro sem dar uma palavra, e de lá anunciou que ia tomar banho. Olhei o relógio e ainda tínhamos 25 minutos. Até pensei em puxar assunto, para quem sabe quebrar aquela possível timidez dele (se é que era isso mesmo), mas acabei desistindo. Ele não tinha me dado abertura, e não quis arriscar ser inconveniente.

Demorou mais do que o esperado no chuveiro, e quando terminou, disse que não poderia ficar mais pois tinha uma reunião. 🤔 Eu tenho quase certeza que isso foi uma invenção dele para sair rapidamente do quarto sem ser indelicado, e confesso que fiquei bastante confusa com seu comportamento. Fui simpática em todas as poucas vezes que trocamos alguma palavra, e como ele se manteve de pau ereto em toda a duração, imagino que talvez não tenha sido rejeição a minha aparência (ou foi justamente isso e pensou em outras coisas para manter a ereção).

Respondi sorrindo que era justamente isso que eu ia perguntar para ele (se aguentava mais uma) e então anunciei que ia me banhar também. Assim que saí do chuveiro, ele já estava pronto para ir embora. Me acertou e partiu dizendo que me chamaria de novo (algo que ambos sabíamos que não era verdade). Foi embora 15 minutos antes do tempo acabar (e olha que o combinado foi só uma hora). Eu sinceramente não sei o que aconteceu. 😔

Autor:

Sou aquela moça bonita que se passar do seu lado na rua, você nunca imaginará que é uma acompanhante de luxo. Com uma aparência recatada e um jeitinho inocente, prezo pela discrição e o sigilo. Admirada por alguns e odiada por outros, essa sou eu, prazer Sara Müller! (Sim, com trema no U.)

3 comentários em “Cliente 252 – “O Vegetal”

  1. Mera falta de experiência do rapaz, só isso, quem sabe com o tempo e algumas dicas (e até se tiver curiosidade de ler seu relato) melhore…

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