Nem Todo Gringo é Um Bom Partido – Parte 2

Primeiro Encontro

O achei bonito. Um pouco mais velho do que nas fotos, mas, ainda assim, bastante apresentável e atraente. No entanto, não rolou aquele encantamento da minha parte.

O restaurante estava com fila, tivemos que esperar alguns minutos de pé, na escada da entrada, e aproveitamos esse tempo para nos conhecermos, já que mal conversamos pela internet. Descobri que seus funcionários também estavam jantando naquele restaurante e ele estava achando engraçado que nos vissem naquela situação de primeiro encontro. Ele me contou mais sobre o seu trabalho, falei um pouco da minha trajetória profissional também, como atriz e jornalista fake (obviamente não contei que era acompanhante de luxo) e em algum momento nos chamaram para nos encaminhar a nossa mesa. Coincidentemente, a mesa que nos acomodaram era justamente ao lado da mesa que estavam os seus três funcionários. Ele riu da coincidência.

Conversamos sobre muitas coisas. Ele é de touro com ascendente em escorpião, sem filhos e teve três relacionamentos ao longo da vida. Uma namorada alemã, muito fria, zero amorosa, cuja personalidade ele atribuiu a cultura do país dela. Foi casado por anos com uma venezuelana, casamento esse que fracassou quando ela descobriu que tinha endometriose e não conseguiria ter filhos. A terceira e última namorada, uma italiana temperamental, que exigia que ele fosse morar na Itália com ela.

– Eu me cuido, tenho um trabalho bom, sou uma pessoa legal e como é difícil encontrar alguém. – Ele disse.

Concordei internamente, pois também noto essa dificuldade de encontrar alguém legal e compatível. Todo sincerão, revelou que a troca do restaurante, não foi porque ele concordava que uma comida japonesa fosse mais leve para a noite e sim porque depois que mandei a mensagem, pedindo que ele me enviasse um áudio, ficou desconfiado de mim também e trocou em prol de si próprio, pois caso nosso encontro fosse por água abaixo, ele pularia para a mesa dos seus funcionários, após eu ir embora. Achei um tanto desnecessária essa revelação.

Em outro momento, quando meu drink acabou e lhe perguntei se podia pedir outro (tive esse cuidado, pois, obviamente, não seria eu que pagaria a conta), ele elogiou demais a minha postura, acrescentando que em Miami – onde ele mora – as mulheres se comportam completamente diferente, como se o homem fosse obrigado a pagar tudo, então já iam pedindo mais e mais coisas, sem se preocupar com o bolso de quem estava pagando.

Percebam que aqui já tive um pequeno sinal de que, talvez, ele fosse um pão duro. Sempre precisamos nos atentar aos sinais. Guardem essa informação para mais tarde.

– Pode pedir o que você quiser! – Ele autorizou.

Coincidentemente, quando estava com ele nesse restaurante, cujo lugar eu nunca tinha ido na minha vida, encontrei minha ex-chefe do passado, uma mulher que trabalhou comigo no meu segundo emprego, em 2011! Encarei aquilo como um ótimo presságio, como se fosse uma mensagem do universo, dizendo que seria bom me relacionar com ele.

Fomos os últimos a deixar o restaurante. Tivemos uma conexão legal. Ele, gentilmente, chamou meu uber de volta para casa e não propôs de esticarmos o encontro, o que achei muito positivo. Na despedida rolou apenas um selinho, por iniciativa minha. Já deixamos combinado um segundo jantar para dali a dois dias.

Segundo Encontro

Desta vez fomos num restaurante italiano. Ele se atrasou. Fui acomodada no balcão, enquanto a mesa não estava disponível. Ele chegou todo bonitão e cheiroso, realmente sabia vestir-se muito bem. Usava uma roupa social e casual ao mesmo tempo. Após sua chegada, ficamos pouco tempo no balcão e logo fomos acomodados na mesa. Tudo ia muito bem, até que começou a ir mal. Assim que pude, pedi licença para ir ao banheiro e já enchi minha melhor amiga de mensagens:

– Vim no banheiro. O papo ficou um pouco estranho com o gringo. Me senti um pouco pressionada a me relacionar com ele. Dizendo que com a ex-esposa dele já no primeiro encontro rolou tudo e sabiam que queriam ficar juntos, como se eu tivesse fazendo algum joguinho. Não gostei disso. Falei que ainda estamos nos conhecendo, que é o segundo encontro e tal. Ele vai embora amanhã e volta daqui um mês. Estou um pouco alcoolizada do vinho, mas tenho certeza de que estou tendo uma percepção clara das coisas. Me pareceu que queria ter garantia de sexo depois. Ele veio com um papo de que o homem já sabe de primeira se a mulher é para algo casual ou se será alguém importante na vida dele, mas que se a mulher fica desconfiada e com medo de se entregar, automaticamente muda na cabeça do cara, a percepção sobre ela. Não gostei desse papo, isso depois de eu dizer que sou mais cautelosa para me envolver. Me remete a caras que só quer transar e está tentando manipular para conseguir isso. O clima na mesa mudou um pouco. Ele tá mais sério e desanimado. Dei uma broxada. Claro que já transei em primeiros encontros, mas ele não me despertou essa vontade e estou cansada de ter transas vazias.

– Quanto de vinho você bebeu? – Minha amiga perguntou.

– Duas taças.

– Você está certa de não querer se entregar para qualquer um e não somos obrigadas a nada! Lembre-se do meu exemplo, como o menino lá foi tosco comigo porque eu não quis transar. Como entraram nesse assunto?

– Ele perguntou o que eu queria para a minha vida. Eu não tenho um plano definido. Eu sei o que eu quero, mas não fico estipulando prazos para isso. Eu sei que um dia quero casar e ter filhos, mas não fico obcecada procurando um marido, deixo as coisas acontecerem naturalmente. Aí foi daí que ele entrou nesse papo, acho que me achou muito vaga na resposta.

– Ahh entendi. Se você também não sentiu atração amiga, não é pra ser! Me dá notícia.

Voltei para a mesa e tentamos resgatar um clima agradável. Ele falou sobre seu apartamento em Miami, que seria legal eu ir passar uma semana com ele para nos conhecermos melhor, que poderíamos fazer algumas atividades juntos, como ir assistir alguma peça, praticar algum esporte juntos, coisas desse tipo, o que me soava muito como historinha de conto fadas, como se ele esperasse me deslumbrar com esse cenário. Quem convidaria uma estranha para uma semana, aparentemente incrível e promissora, em Miami? Alguma coisa não me cheirava bem, sou muito desconfiada.

Após algum tempo de conversa, comecei a ficar com sono. Tinha acordado cedo naquele dia e o jantar não estava mais tão empolgante. Ele quis salvar o encontro, me convidando para esticar no seu hotel, mas eu já tinha dado uma bela desanimada, fora o álcool e o sono, tudo que eu não estava era empolgada para me exercitar transando. Recusei o convite, mas o beijei em algum momento na mesa, o que foi super bem recebido por ele. Me convidou para almoçar no dia seguinte, antes dele ir embora. Não dei certeza de que sim, mas também não disse que não. Novamente chamou um uber para que eu fosse embora e permaneceu no restaurante sozinho.

*

– Está desconfiada mesmo do cara, hein amiga? Cismou com ele, que coisa!

– Estou desconfiada porque parece ser bom demais para ser verdade. Um cara rico, bonito (apesar dele ter 48 anos não aparenta ter a idade que tem), inteiraço, gringo e tal, querendo algo sério assim? Sendo que nem nos conhecemos direito para dizer que já está apaixonado. Até onde ele realmente está falando a verdade?

– Aceita amiga. Eu não tô entendendo tanta desconfiança. Se sabotando. Ele não está te pedindo em casamento, você pode dar uma chance. Ele vai te dar um golpe de te levar pra cama? Talvez, se fosse um brasileiro você já teria ido. Está criando coisas na sua cabeça amiga, paranoias. É aquela questão do merecimento. O cara parece ser super legal. Você vai analisando, você não é burra. Só que você já está se sabotando, impedindo que as coisas aconteçam. Amiga, relaxa, vai almoçar com ele amanhã, relaxada, sem pressão de nada. O cara falar que quer algo sério, não quer dizer que ele vai te levar para o altar amanhã. Ele só falou o que ele deseja, um relacionamento sério, não necessariamente com você, também está sendo analisada.

Fui dormir e acordei com aquelas palavras martelando na minha cabeça. Será que eu estava mesmo me autossabotando de conhecer alguém legal e viver uma linda história de amor?

“O Intenso” – Parte 5

Noite da Empregada

Querido diário,

Quis fazer uma surpresa para o Intenso. O recebi na minha casa vestindo uma fantasia sexual. Me vesti de empregada, com direito a peruca, trilha sonora e tudo. Eu quis recriar uma atmosfera estilo anos 50, então deixei umas músicas da Marilyn Monroe tocando e o recebi na porta, já na personagem. 

Ele ficou chocado. Mas um chocado positivo. Peguei sua mochila, coloquei em algum lugar e lhe ofereci uma taça de vinho, que eu já tinha deixado quase preparada, servindo na sua frente. Suas mãos até tremiam. A partir daí, ele entrou na brincadeira. 😏

– Você teve um dia muito cansativo de trabalho, Sr. Intenso?

– Tive sim, obrigado por perguntar.

– Então agora o Sr. vai relaxar. Venha, sente-se por favor. 

O acomodei no sofá e me ajoelhei na sua frente para tirar seus sapatos, enquanto ele me olhava com a expressão mais admirada do mundo. Tirei seu calçado, sua meia e comecei a massagear os seus pés, no mesmo momento em que ele reagiu como se tivesse tendo um orgasmo. Até esse dia, eu nunca tinha lhe feito massagem assim, então foi uma grata surpresa para ele – que depois me revelou amar massagem nos pés – e para mim, que me deparei com o pé mais macio e cheiroso que eu já tinha massageado. Em algum momento até coloquei os seus dedos na minha boca, algo que eu nunca tinha feito com o pé de ninguém. Me surpreendi comigo mesma. Fui me deixando levar, sendo criativa e me entregando ao momento. 

Quem me acompanha aqui no blog há bastante tempo, sabe que eu já me vesti de empregada para um boy que eu estava saindo no passado. E repetir essa brincadeira com o Intenso, foi muito importante para eu ressignificar a experiência, além de testar ainda mais a nossa compatibilidade na putaria. Com ele foi mil vezes melhor! 

Iniciamos um joguinho de interpretação, conversinhas safadas improvisadas na hora, como se ele fosse um patrão tarado que sempre esteve de olho na sua funcionária. 

Na minha experiência anterior, rolou uma leve desconexão, quando o digníssimo disse alguma frase sobre a esposa estar fora, o que na hora cortei e falei que na brincadeira ele era solteiro e não casado. Já lido com homens comprometidos frequentemente, dentro da minha fantasia queria uma coisa exclusivamente minha. Com o Intenso, me surpreendi que ele teve a delicadeza de brincar que era um patrão viúvo. Achei aquilo tão lindo, até numa simples brincadeira ele valorizava fidelidade. 👏🏻👏🏻

E as coisas foram desenrolando com uma lentidão tão gostosa. Trocamos muitas carícias íntimas, sustentando nossos personagens, eu, uma empregada virgenzinha, com uma paixão platônica pelo patrão viúvo, e ele, um patrão bonitão e safado, mas ao mesmo tempo respeitador e contido, que ia conduzindo tudo com muito charme e cautela. 

Ele entendeu a atmosfera dos anos 50 e usou até alguns vocabulários próprios da época, achei sensacional a forma como ele entrou na brincadeira, tornando ainda mais orgânico, como se tivéssemos vivendo real naquela situação e época. 

Foi nessa noite que planejamos a ida na Hot Bar, relatada anteriormente. Ele disse:

– Quando você vai me levar na Hot? 

– Eu te levar? Você que tem que me levar. 

– Vamos na Hot comigo então?

– Vamos! Quando?

– Esse sábado? 

– Já?? E o aniversário da sua irmã?

– Se você topar passar o fim de semana comigo, eu não vou no aniversário dela e podemos ir na Hot. 

Foi engraçado que eu, que tava levemente sentida por ele não mencionar nada sobre me levar no aniversário da sua irmã (uma vez que ele já conhecia a minha mãe), imediatamente me senti a preferida. Então ele não tinha me chamado, pois, lá no fundo, nem ele pretendia ir. 

Me ajoelhei para chupá-lo. 

Acho que nunca mencionei aqui sobre o seu pau babado. Não costumo gostar desta excedente lubrificação quando estou chupando um cliente, mas o dele, devido ao nosso envolvimento, me delicio. 😋

Quando enfim nos encaminhamos para o sexo, rolou uma pequena inconveniência que nos fez sair um pouco do personagem. No meio da pegação, embaixo das cobertas, já na cama, meu nariz começou a captar um cheiro estranho, mais precisamente de xixi de gato. 😓 Um dos meus bichanos – provavelmente o mais velho – fez xixi na cama! Que conveniente. 🙄

Pausa pra trocar a roupa de cama, espirrar um Tuff Stuff no colchão e enquanto eu esfregava no local da urina, estrategicamente me posicionei de quatro na cama, com a bunda virada para o banheiro, onde o Intenso estava, para que quando abrisse a porta, se deparasse com a melhor visão dos mundos. Ele não me decepcionou e na mesma hora veio interagir comigo, se reconectando ao personagem. 😏

Que delícia transar com ele. 🔥Brincamos que estava tirando a minha virgindade, e como a minha bucetinha é mesmo muito apertada – não sou eu que estou dizendo, ele que não parava de repetir – , pareceu mesmo que estava me deflorando. 🌸

Foi uma noite muito gostosa. Senti que com ele eu poderia ser quem eu quisesse. 

Encontro com a Sara

A fim de termos mais uma experiência gostosa e inédita, tive a ideia de promover um encontro entre o Intenso e a Sara. Ele conhecia a minha real persona, mas não a Sara e achei que talvez poderia dar certo encantá-lo ainda mais, assim como encanto meus clientes. 😏

Me produzi como nunca tinha feito para um encontro pago. Fui ao cabeleireiro, acionei a minha maquiadora particular, até cílios postiços eu coloquei. Queria que ele me visse diferente do habitual. 

Marcamos num motel na região que ele mora. Ele não pegou um quarto muito bom, mas fez uma gentileza que nunca nenhum cliente fez por mim: deixou a vaga da garagem para o meu carro e estacionou na de visitante, mais distante.

Desliguei o carro. Me olhei no espelho do retrovisor. Peguei a garrafa de vinho. Meu coração estava disparado. Será que eu conseguiria trazer a personagem, sendo alguém da minha vida pessoal?

Bati na porta e quando ele abriu, não consegui vê-lo como um cliente. Confesso que fiquei até um pouco sem graça, não conseguindo acessar toda a autoconfiança que a Sara me transmite, afinal, era o meu crush ali.

Ele também tinha se produzido, disse que foi direto do trabalho e estava ainda mais lindo que o habitual com aquele terninho. Era vestido assim que ele trabalhava? Lindo daquele jeito? Seu perfume também exalava um cheiro maravilhoso. Eu não sabia se gostava ou se sentia ciúmes. Então era assim que ele se produziria para sair com uma acompanhante, se não fosse comigo?

Puxei assunto contando da minha aventura no trânsito para chegar até ali. Contei que quase bati o carro e ainda chamei muita atenção de um ônibus que tava cheio de homens. Todos eles colocaram a cara pra fora da janela, a fim de ver quem era a louca dirigindo, e quando me deparei com todos aqueles olhos me julgando, lhes dei um tchauzinho e na mesma hora todos se empertigaram ainda mais na janela, sorrindo e dando tchauzinho de volta. Em algum momento comecei a ficar incomodada com toda aquela atenção, mas o trânsito não ajudava e o ônibus ainda me acompanhou por alguns km.

Nisso já fomos abrir a garrafa de vinho e tanto ele, quanto eu, tremíamos as mãos, enquanto tentávamos encaixar o saca rolha, que ainda por cima não era tão bom. Os dois estavam tensos, fingindo não estar. 

Conduzi para que fôssemos encher a banheira e ficamos na parte externa bebericando e conversando, com o barulho da hidro enchendo. Minha vontade era de agarrá-lo imediatamente, mas o acordo era tratá-lo exatamente como trato um cliente, então tive que ser mais contida.

Em algum momento nos beijamos. Um beijo tímido, não coloquei toda minha intensidade, ainda. Ele brincou com a realidade e a ficção, disse que estava quase namorando, que era sua primeira vez saindo com uma acompanhante e que depois que pedisse a garota em namoro, não faria mais isso. 

Quando a banheira ficou pronta para o uso, ele brincou que estava sem graça de ficar pelado na minha frente e falei que não precisaria se preocupar, pois eu não olharia pra baixo. Ele tirou a roupa me encarando bem sério, e ali eu eu vi que ele não tava com vergonha coisa nenhuma, pelo contrário, me seduzia com aquela cara de mau. Espiei abaixo e já se encontrava duro. Danadinho. 😈

Não rolou muita conversa na banheira, a pegação que estávamos contendo até então, explodiu na água. Nos beijamos de uma forma tão intensa, que pirei de tesão quando senti seu pau encostando na minha buceta.

– Tá muito difícil pra mim. – Falei baixinho perto do seu ouvido, diante de toda aquela excitação.

– Deixa eu sentir a cabecinha entrando na sua bucetinha… – Ele pediu.

– Como eu mesma?

– Não, continua na personagem.

– Então não né. 

Ele me testava a todo momento. Tudo que eu mais queria era que ele entrasse em mim daquele jeito, mas não é o tipo de coisa que eu faria com cliente, então tive que me conter. 

– Sua buceta está encharcada. – Ele constatou, após passar os dedos na minha entrada. 

– Eu tô com muito tesão. 

– Então deixa eu entrar.

– Não posso.

Quando ficou insuportável aguentar a vontade de dar pra ele, saímos da banheira e fomos para a cama. Eu não chupo a baba do pau de um cliente, então, também limpei com a mão toda a baba dele. Era importante ele ver os cuidados que eu tenho quando estou transando a trabalho. Ele não me chupou nesse primeiro momento, peguei o preservativo e fui sentando nele. Depois me colocou de quatro, mas não gozou. 

– Posso gozar na sua boca?

– Você “você” ou você “cliente”?

– Cliente.

– Não né. 

– Eu te pago o dobro. 

– Não.

– Eu te pago o triplo. 

– Também não. 

– Então vou deixar pra gozar com a minha namorada mais tarde. 

E aí nesse momento ele quis me chupar. Até então, eu nunca tinha conseguido gozar com ele me chupando, um bloqueio meu quando estou sendo chupada, na minha vida pessoal, por alguém que eu sinto muito tesão. No entanto, mentalizando que ele era de fato um cliente, consegui relaxar e gozar, pela primeira vez em pouco mais de um mês juntos! E ainda gozei imaginando a nossa pegação gostosa da banheira, poucos minutos antes, quando eu queria que ele tivesse entrado em mim no pelo. 

Esse encontro foi muito benéfico para o desenvolvimento da nossa intimidade, pois, somente a partir daqui que passei a gozar facilmente com ele me chupando. 

Uma outra coisa inédita que rolou nesse encontro, mas que nesse caso só foi possível por ser ele, jamais desenrolaria com um cliente, foi ele ir até o banheiro enquanto eu estava fazendo xixi e tocar na minha buceta durante essa minha atividade. Eu parei de urinar na mesma hora. Sua mão lá me travava de continuar e ele adorou isso, esse controle sobre mim. 

Quando o encontro acabou, estávamos muito atrasados para o nosso encontro na “vida real”, então foi uma partida às pressas, nem tomamos banho e cada um foi no seu carro. E detalhe: Ele pagou o meu cachê de 2h! 

Naquela noite ele me levou pra jantar num restaurante muito gostoso. Eu estava vivendo um romance safado mais intenso da minha vida. 

Continua…