Cliente 34 – “O Inteligente”

Nos encontramos na Barra Funda e fomos em seu carro até o motel de sua escolha. Não costumo entrar em veículos no primeiro encontro, como já especifiquei no menu “cachê e atendimento” mas cada caso é um caso. No primeiro contato ele me ligou e nada como você ouvir a voz da pessoa do outro lado. Esse agendamento foi com um mês de antecedência, pois ele pediu por 2:30  em um local que saía do meu trajeto diário, onde só poderia ser na minha folga. A princípio eu iria de táxi até o motel mas como mantivemos contato frequente por torpedo, cheguei a conclusão que não seria necessário seguir tão ao pé da letra minhas restrições com ele.

Infelizmente chegou 40 minutos atrasado. Bonito, 51 anos e muito falante. Eu gosto bastante de conversar mas com ele me senti um pouco inibida, por que ele era muito inteligente em tudo que falava! E confesso que fiquei com medo de falar alguma besteira (como aconteceu em certos momentos rs). Sua inteligência me intimidava a um ponto que muitas vezes eu não conseguia me expressar direito e ele me enquadrava nos meus erros, me deixando cada vez mais sem graça. Por exemplo, quando estávamos no seu carro, comentei que o carro era bem claro e ele sem dizer nada apontou para o teto solar, como se eu não tivesse percebido que a claridade se devia à aquilo, completei o meu pensamento ressaltando os demais detalhes, pois me referia à toda decoração interna, cor do banco, painel, iluminação e etc. Mas a forma como ele simplesmente apontou o dedo para cima me fez sentir como se me achasse uma burra. Um outro momento que me deixou bastante constrangida (pois eu também me atrapalhei toda rs) foi quando após a primeira transa me pressionou para que eu dissesse em qual local eu trabalhava exatamente, eu não queria dizer, afinal nunca digo a ninguém, e ele perguntava como se eu estivesse agindo de forma absurda em querer manter aquela informação só para mim. Para vocês entenderem melhor o contexto, vamos supor que eu tenha dito que trabalhava em um posto de gasolina (apenas um exemplo) ele queria saber QUAL posto de gasolina, isso me incomodou e quando eu disse que preferia não responder, ele perguntou (meio em tom de deboche) o que eu esperava que ele faria com aquela informação? E logo acrescentou: “É o Shell?” (mantendo o exemplo) eu estava tão nervosa com aquela pressão toda que neguei com um argumento desconexo como: “não no Shell, em um posto de gasolina mesmo” como se o Shell no caso não fosse um posto de gasolina rs, entendem? Não que eu fosse burra por não saber, mas queria deixá-lo na dúvida, sem dizer que sim ou que não e me atrapalhei na resposta. Ele percebeu a minha falha e me apertou ainda mais, dizendo: “Como assim o Shell não é um posto de gasolina? É um posto de gasolina sim!” Parecia meu namorado quando me inferniza com algum erro meu rs. Admiti que não soube me expressar direito, que queria dizer que não era naquele e tratei de mudar de assunto. Não gostei da intromissão dele, como ele não deve ter gostado da minha resposta totalmente desconexa rs.

Aproveitando o gancho, gostaria de especificar à todos que não gosto que fiquem me questionando questões pessoais. Não misturo minha vida particular com a Sara Muller. Não gosto desse tipo de intromissão. O cliente me conta coisas íntimas, primeiramente por que ele quer (e se sente a vontade para isso), mas principalmente por que ali ele está sendo ele mesmo. E eu não! Não estou sendo a ******** estou sendo a Sara! Então não me perguntem coisas que fujam do programa, por favor.

Retomando. Quando chegamos ao motel, ele entregou nossos documentos para a recepcionista e após entrarmos, enquanto buscava pela numeração do quarto, me perguntou qual número ela tinha falado mesmo. Eu que já estava intimidada intelectualmente desde então (pois ele não parou de falar sobre assuntos profissionais durante todo o trajeto) me senti uma alienada com essa simples pergunta, pois nem sequer tinha prestado atenção nas coisas que a recepcionista disse rs. Pedi desculpas mas que não tinha prestado atenção, ele não comentou a respeito e continuou falando sobre o assunto da atual conversa. O quarto era o 65 aliás! Rs. Estacionou o carro e ambos descemos enquanto a porta automática fechava. Nisso que ele deu a volta no carro (por trás) e me encontrou ao lado da outra porta, me interceptou e nos beijamos ali. Começamos a dar uns amassos também e quando tentei andar para o quarto para que pudéssemos aproveitar melhor lá dentro, ele continuou a me beijar e perguntou: “está fugindo por que?” Logo me encostou em seu carro e continuamos nos beijando daquela forma. Após um tempo ali, novamente falei para irmos entrando e dessa vez ele concordou. Como se já não bastasse todo o constrangimento de alguns momentos, enquanto me dirigia à porta, tropecei em um degrau de dois centímetros (quase invisível) perto da porta! –‘ Aff… Dei uma risada para descontrair mas por dentro estava super envergonhada rs, sei que é uma coisa boba, mas perde todo o glamour do momento rs. Assim que subi as escadas após abrir a porta, pude observar que o quarto era muito bonito, realmente bem diferente dos que estou acostumada a atender (Lido, Glória ou Savoy) esse tinha até teto solar! Banheiro privativo, chuveiro privativo e banheira privativa, tinha que admitir que ele tinha bom gosto! Até tinha uma TV de LED no alto já ligada passando shows ao vivo de bandas antigas. Também tinha uma mesa com cadeiras e taças já posicionadas para uso (que obviamente não utilizamos). Coloquei minha bolsa em uma das cadeiras e quando voltei do banheiro voltamos a nos beijar em pé no meio do quarto. Ele interrompeu o beijo para desabotoar sua camisa e quando retomamos o beijo, dessa vez eu o interrompi para perguntar se ele tinha abaixado o volume da TV (pois não estava mais ouvindo as músicas que tocavam) ele respondeu que não e foi até o controle remoto aumentar. O acompanhei e logo voltamos a nos beijar, agora estávamos ao lado da cama. Fui abrindo a sua calça e ele sentou para tirar os sapatos também. Logo comecei a chupar seu pau. O chupei por bastante tempo até que disse que eu devia tirar minha roupa também. Me despi sem nenhuma cerimônia e ele me chupou brevemente nos seios, logo voltei para seu pau. Após um tempo o chupando falou que queria transar e me perguntou se eu tinha levado camisinha, pois ele não. E sim eu tinha levado, sempre levo (item de trabalho, né?!). Enquanto fui pegar ele se ajeitou na cama. Antes de colocar o preservativo o chupei mais um pouco e assim que o empacotei começamos comigo por cima! Estava muito gostoso, cavalguei por um tempo, mas ele só gozou quando trocamos de posição e me comeu por cima. Delícia! 😛 Ficamos deitados conversando após a primeira transa, ele falou por bastante tempo sobre seu trabalho na área da comunicação e era um papo tão formal que confesso que senti um pouco de sono rs. Quando ele começou a puxar a conversa pro meu lado, pensei “agora ferrou” rs. Tentei voltar o foco para ele, mas novamente ele me colocou na parede, dizendo que já tinha falado tudo sobre si (e realmente ele tinha falado até demais rs) e lançou aquelas perguntas que citei no início do post, sobre onde eu trabalhava. Após um tempo nesse “fogo cruzado” ele foi se banhar para termos o segundo round. Tomei banho depois dele e quando voltei comecei o chupando novamente. Logo transamos. Começamos comigo por cima, mas dessa vez fui sugerindo algumas posições. Pedi que me comesse no frango assado e comecei a me masturbar, estava gostoso mas eu queria mais putaria então pedi que me pegasse de quatro! 😛 Ahh que delícia! Dessa vez eu gozei, e ele também, ao mesmo tempo inclusive. Hummm. Após gozarmos, três segundos depois ele disse que infelizmente já tínhamos que ir, pois ele se programou para sairmos exatamente no tempo determinado, mesmo que ele próprio tivesse se atrasado. Tomamos um banho rápido separadamente e deixamos o motel pontualmente. Me deixou no mesmo local que me buscou.

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