“O Esbaforido”

Querido diário…

Combinamos de eu atendê-lo em sua residência. Rapaz novo, me surpreendi quando o vi pessoalmente. Revelou ter vinte e quatro aninhos. Fazia tempo que eu não atendia alguém na casa dos vinte também. A princípio o achei um pouco afobado. Pedi licença para jogar o meu chiclete no lixo da cozinha e já quis me agarrar ali mesmo, até que gentilmente o interrompi e falei que era melhor irmos para a sala rs.

Quando o beijei, consegui sentir até seu coração batendo mais rápido e suas mãos estavam trêmulas. Perguntei se ele estava nervoso, respondeu que sim, um pouco, e tentei deixá-lo mais calmo, nervosismo nessas horas não ajuda em nada. Vendo que ele ainda estava acelerado, ou seja, sequer conversamos primeiro para quebrar o gelo, partindo rapidamente para a pegação, sugeri então irmos para o quarto, bem mais apropriado e confortável.

Daí ele colocou uma música para nós (o primeiro álbum do Oasis) e retomamos os beijos. Percebi que ele era um pouco passivo, então tomei a frente em conduzir e pedi que se deitasse. Logo fomos nos despindo e não consegui conter o desconforto quando as suas mãos geladas tocaram no meu corpo. Era um dia frio e eu não estava conseguindo suportar o seu toque. Perguntei se havia torneira com água quente no apartamento. Ele disse que sim, na cozinha, e o acompanhei até lá para que aquecesse aquelas mãos que mais pareciam flocos de neve.

Com essa pequena pausa, ao voltarmos para o quarto, ele demonstrou iniciativa, comandando: “agora se deita você” e terminou de tirar a minha roupa, me deixando completamente nua. Daí chupou os meus seios e foi para a minha menina. Seu oral, não vou negar, precisa ser aprimorado. Sabe quando estamos beijando alguém e puxamos o lábio inferior da outra pessoa? Ele fazia isso direto com os grandes lábios da minha menina. Foi diferente, gostei do carinho, mas o foco deveria ser o clitóris e ele estava sendo ignorando. Não falei nada nesse primeiro momento e quando ele terminou, pedi que se deitasse, pois, seria a minha vez.

Nisso em que eu o chupava, ele sugeriu 69 e foi nessa hora que dei a dica da língua no clitóris, pois com a minha posição invertida, suas puxadas no meu lábio estava ficando um pouco preocupantes – se ele puxasse por acidente o meu clitóris daquele jeito, eu surtaria rs -. Daí, antes que eu saísse da velocidade um no meu oral, ele alarmado pediu pela camisinha, pois senão ia gozar. Ia não, gozou. Foi hiper mega rápido, não me lembrava de quando foi a última vez que alguém gozou comigo chupando, sem que eu tivesse colocado velocidade na chupada ainda rs.

Foi se lavar e tão logo voltou, recomeçamos de onde tínhamos parado. Com apenas alguns beijos, seu menino já estava duro de novo e voltei para ele. Chupei mais um pouco, até que encapamos. Achei que na primeira transa ele também fosse gozar rápido, mas, o subestimei. Sua primeira gozada com o meu oral pode até ter sido rápida, no entanto, as demais demoraram uma eternidade rs.

Começamos no papai e mamãe e percebi que ele não tinha muito jeito metendo. Ele colocou a cabeça do seu pau na minha entrada e já começou a meter rápido sem que tivesse entrado direito. O interrompi e expliquei que primeiro ele enfia tudo devagar, para só então acelerar, com o menino completamente dentro. Imagina se o pau dele escapa? Poderia ser uma catástrofe tanto para mim (já que poderia escapar para o buraco errado), quanto para ele (que poderia ter o pau dobrado dependendo de onde batesse).

Fizemos em várias posições. Comigo cavalgando, de quatro, de bruços, de ladinho e nada do rapaz gozar. Já eu devo ter gozado uma ou duas vezes na mesma transa, usando meu brinquedinho. Estava começando a ficar exausta com tanto entra e sai na minha menina, até que ele teve a ideia de eu cavalgar de costas para ele e aí sim, após um tempo, ele gozou. Quase soltei fogos de artifício rs.

O bom é que depois da segunda gozada, ele ficou bem mais tranquilo e tive uma leve esperança que não rolasse segundo round, almejando um descanso para a minha menina. Mas ainda tínhamos 1h pela frente (combinamos 2h), sendo muito difícil ele, menino novo, se contentar em apenas ficar conversando. Dito e feito. Quando faltava meia hora para o término, ficamos ligeiramente sem assunto e perguntei se ele aguentava mais uma. Disse que não sabia, mas, novamente com poucos beijos já ficou duro de novo e tive que partir para a ação. Chupei, encapei e já fui sentando.

Outra vez rolou revezamento de posições, reabasteci o gel na camisinha mais de uma vez e gozei duas vezes, acredito eu. – Ainda bem que levei meu brinquedinho com a bateria totalmente carregada. – Desta vez ele gozou comigo de quatro. Haja disposição. Assim que saiu de dentro de mim, bebi bastante água para me hidratar e já parti para o banho.

Enquanto eu me vestia ficou um silêncio levemente constrangedor. Ele havia desligado a música e ambos estávamos sem assunto. Brinquei com a situação, dizendo: “Nossa que silêncio rs”, mas nem assim conseguimos desencadear alguma conversa. Contudo, ele foi muito fofo e antes que eu partisse me presenteou com uma caixa de chocolates Lindt e ainda me acompanhou até a portaria novamente.

 

Imagina se eu ia deixar de escrever sobre ele hehe.

Duas horas depois, ainda teve a gentileza de me enviar o feedback do meu livro:

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