Casal: “Os Transcendentais”

Já fazia três meses que eu não atendia casal. A proposta surgiu repentinamente para o mesmo dia. Casal de médicos, ambos vacinados, fui mais tranquila. Combinamos num hotel em Santo Amaro, consideravelmente longe do meu percurso, mas fui! Adoro esse tipo de aventura! Assim que cheguei, ele me buscou no hall, enquanto ela nos aguardava no quarto. Conversamos um pouco no trajeto até a suíte e ele disse que já me acompanhava há algum tempo, gosto quando tenho esse tipo de retorno. Assim que a porta da suíte se abriu, a avistei. Ela usava um vestido preto decotado e curto, com tecido brilhoso, estava bem sexy.

Surpreendentemente a sua esposa tinha o mesmo biotipo que o meu, loira, magra e cabelo curto, eu só era um pouco mais alta. Me serviram champagne, bebemos e conversamos um pouco em pé, até que ele me convidou a sentar. Sentamos eu e ela, lado a lado, enquanto ele continuava de pé. Quando ele resolveu se sentar, estranhei que não escolheu ficar no meio de nós duas e ofereci trocar, mas ele disse que não, eu que ficaria no meio dos dois! Hummm… já senti aquela maldade que adoro!

Conversa vai, conversa vem, ele tomou a iniciativa de me abraçar primeiro, até que grudamos os três, beijo triplo, beijo revezado, o negócio já começou quente! Em menos de meia hora de conversa fomos para o quarto. Sugeri colocarmos um sonzinho (definitivamente sou a louca das músicas, rs), o hotel era antigo e não tinha caixinha de som, então ofereci deixar tocando pelo meu celular (voltei para casa com 10% de bateria, com o carregador dentro da bolsa o tempo inteiro! Rs), eles aderiram e obviamente coloquei aquela minha playlist marota, Músicas Sensuais, que criei justamente para esses momentos.

Música tocando, The xx abrindo caminho, nos reunimos no centro do quarto, os três grudados, bebendo e se tocando em uníssono. Nesse momento os dois me fizeram de sanduíche e me senti sendo devorada de uma maneira muito gostosa! Beijava ela, enquanto ele me encoxava, mãos bobas passeando pelos corpos, parecia que éramos uma coisa só.

Enquanto ainda estávamos no sofá, ela tinha me avisado que não era ciumenta e que eu poderia interagir bastante com ele também, algo que, confesso a você, levei um certo tempo para aderir, pois primeiro preciso sentir se a mulher está sendo realmente sincera ou se está falando pelo parceiro. Quando a ouvi elogiar, mais de uma vez, que aquilo estava gostoso – a pegação entre nós três, comigo beijando seu pescoço e ele me encoxando – , acreditei que ela realmente devia ser uma mulher mais liberal. Me joguei!

Depois invertemos o sanduíche e a colocamos no meio. Ele me beijava, enquanto a encoxava, uma putaria só! Comecei a despir a roupa dela e em poucos minutos éramos duas usando apenas uma calcinha. A roupa dele demorou para sair, mas quando saiu me surpreendi com o tamanho do rapaz. Ele tinha comentado de antemão, no início do champagne,  que o seu membro estava acima do que eu aceitava (isso quando eu tinha aquelas restrições com o tamanho do dote), ao que eu esclareci que estas regras estavam fora de validade, rs. Comecei a chupá-lo e a chamei para chupar comigo, fiquei nas bolas por um tempo, enquanto ela mandava ver no pau. Depois ela subiu para beijá-lo e foi a minha vez de abocanhá-lo. Em alguns minutos voltei a beijá-la e masturbei ambos, ao mesmo tempo, com cada uma de minhas mãos. (Me surpreendi em como eu estava multifuncionalidades neste dia! )

Depois ele nos conduziu para a cama, como um lobo pronto para atacar as suas presas. Enquanto ele trazia as nossas taças, eu a deitei de um jeito que eu pudesse chupá-la. Esse era o meu momento. Quando abri as pernas dela, me surpreendi em como sua xaninha se parecia com a minha! Era praticamente igual na verdade! Achei engraçado a coincidência e comentei com eles que éramos iguais, todos demos risada.

A chupei exatamente como gosto que me chupem. Com delicadeza e suavidade. Língua mole, deslizando com cuidado. Minha boca estava na xana dela e meus olhos estavam nos dois, que se beijavam excitantemente. Depois ele se posicionou, de joelhos, para que ela o chupasse e assisti tudo de camarote! Ao longo do processo, desconcentrei ela um pouco, conforme eu avançava na velocidade da chupada.

Chupar o outro é mesmo uma coisa muito sensorial. Ao perceber que seus gemidos ficaram mais intensos, comecei a acelerar os movimentos para acompanhá-la. Após um tempo senti um tremer quase imperceptível do seu corpo e achei que ela tivesse gozado, já estava desacelerando de novo, até que quis me certificar se ela tinha ido mesmo. Me respondeu que não, com um risinho maroto, retomei com toda a minha força lingual no mesmo momento. Ela veio e desta vez tive certeza!

Depois que a fiz gozar, eles voltaram as atenções novamente para mim e ele anunciou que era a minha vez de ser chupada! Achei que seria ele quem me chuparia, mas ela tomou a frente e foi primeiro. Hummm, gostei! Daí ele fez comigo o mesmo que fez com ela, minutos atrás, nos beijamos e depois ele se posicionou, de joelhos, para que eu também o chupasse. Chupar um pau com o pescoço de lado é uma tarefa injusta, ele não entra tão fluído como com a cabeça de frente, mas fiz o possível para dar o meu melhor.

Depois ele também me chupou, deliciosamente, mais habilidoso que ela. Ficamos nas preliminares por um tempão antes da primeira penetração. Nossa interação era mesmo como uma coreografia, só que livre, de improviso, mas tudo se movimentando com harmonia e fluidez. Depois que o chupei, chegou o momento de transarmos, obviamente que eu, sendo a novidade, fui a primeira e ser penetrada.

Ele cuidadosamente veio no papai e mamãe e ela se deitou ao meu lado. Nos beijamos no começo da penetração, enquanto ele estava mais devagar, até que quando ganhou um certo ritmo e velocidade, comecei a me masturbar. Fiquei algum tempo me masturbando enquanto ele entrava e saía bem gostoso, até que gozei maravilhosamente. Daí ele aproveitou o meu momento para dar uma pausa e não queimar largada.

Assim que me recuperei, fui por cima e enquanto eu sentava, eles se beijavam. Cavalguei por um tempo, até ele dizer que também queria pegar ela. Achei que ele só fosse tirar a camisinha, mas fez uma pausa completa e foi tomar banho. Nesse meio tempo eu e ela começamos a bater papo sobre o seu silicone. Ela era uma mulher mais madura, muito bonita, se cuidava muito bem, me contou o que a motivou turbinar os seios. Ele voltou, adentrou na conversa, mas dali a pouco voltamos as preliminares. Ajudei a reanimá-lo no sexo oral e quando ficou no ponto, a colocou de quatro.

Antes que ele a penetrasse, pedi licença para lubrificá-la e, com ela de bundinha arrebitada, dei uma bela lambida na sua buceta. Quando ele a penetrou, fiquei um pouco confusa do que fazer, não sabia se dava atenção para ela ou para ele, mas daí rapidamente ele resolveu essa minha questão interna e me puxou para beijá-lo, enquanto bombava nela. Depois ela foi por cima e nesse momento fizemos algo que eu nunca tinha experimentado!

Ela se deitou por cima dele e me conduziram a deitar por cima dela, que estava de costas para mim. A princípio não entendi muito bem qual era a ideia, mas conforme fui me deixando levar e comecei a fazer movimentos de vai e vem também, percebi que o meu movimento ajudava no dele, lhe dando maior intensidade na metida. Ficamos assim, nessa dança coreografada, com ela gemendo que aquilo estava delicioso. Após algum tempo, sem ninguém precisar falar, fomos diminuindo o ritmo até sairmos da posição naturalmente. Trocaram de posição novamente, desta vez ele a pegou no papai e mamãe.

Logo que a transa começou, enquanto eu os assistia, percebi que ela não se masturbava durante a penetração. Achei aquilo um grande desperdício e, ousadamente, comecei a masturbá-la com a minha mão direita, enquanto também me masturbava com a mão esquerda. (Felizmente, a masturbação é a única coisa que consigo fazer com as duas mãos!) Novamente multifuncionalidades! Tive que tomar bastante cuidado para não atrapalha-lo ou dar alguma unhada no seu pau.

Mais uma vez, fiz com ela o mesmo que gosto que façam comigo. Tomei o maior cuidado começando devagar, pois meus dedos estava secos e eu não sabia se ela já estaria lubrificada o suficiente. Não foi nada interno, a masturbei no clitóris. Após um tempo nessa delícia, senti ela ficando mais molhada e seus gemidos ficando mais intensos. O fato dela, notoriamente, estar quase gozando, me deixou muito perto de gozar também. No entanto, no decorrer da carruagem, percebi que, com o orgasmo se aproximando, eu não conseguiria focar nas duas e decidi então focar nela. Naquele momento, novamente eu entendi o porquê que um homem gosta de ver uma mulher gozando.

Ao notar que ela tinha gozado, ele também foi desacelerando. Ele ainda não tinha ido e fez uma nova pausa, indo tomar outro banho. Desta vez, o meu bate papo com ela foi sobre as outras vezes que eles fizeram ménage – são um casal muito safado, fazem  sempre -. Quando ele retornou, novamente participou da nossa conversa, até que me puxou para mais um beijo e combinou com ela que iria gozar comigo.

Voltamos as preliminares, para logo depois ele me colocar de quatro. Ela estava deitada do outro lado da cama nos assistindo. Comecei a me masturbar, mas o que fez mesmo ficar ainda mais gostoso para mim, foi quando a vi se masturbando também, enquanto nos assistia. Foi uma soma de dois sensoriais maravilhosos juntos (clitoriano e vaginal) e um visual, estava tudo delicioso. Vê-la se masturbando, ao mesmo tempo em que ele me comia, me deu um tesão enorme e foi o que me fez gozar. De repente ele desacelerou antes da hora, achei que ele já tivesse gozado e pedi que continuasse. Ele, obedientemente atendeu o meu pedido, contribuindo para que eu tivesse um extasiante clímax!

Quando gozei, achei que fôssemos interromper a transa e só então entendi que o danadinho ainda não tinha gozado. Me levou para a frente de um espelho, fora do quarto, perto  de um closet e comigo em pé toda empinadinha, gozou me olhando pelo reflexo enquanto bombava forte. Safado. Depois ele voltou para o quarto, ficar junto dela, e eu aproveitando que estava perto do banheiro, fui fazer xixi. Ainda tínhamos algum tempo, então tomei uma ducha rápida e voltei para a cama com eles.

Bebericamos um vinho e conversamos bastante, nesse tempo que restou não rolou mais sexo, estávamos exaustos. Ao final, lhes dei o meu livro autografado de presente e saí de lá me sentindo tão leve, que poderia até flutuar.

A Mulher que Conheceu o Squirting

Olá meus lindos, tudo bem?

Sumi de novo, né? Eu sei. Estou bastante envolvida em alguns projetos pessoais, o que me faz ficar ausente aqui. Me perdoam? ❤️

Hoje, no Dia Internacional da Mulher, vim contar uma experiência que me aconteceu há exatamente um mês. Mas antes de contar deste encontro em questão, tenho que mencionar outro. 

Um belo dia fui atender um médico no motel Lush. Bonitão, olhos claros, quarentão (ou era um cinquentão bem conservado? ?). Os beijos desenrolaram rápido e em pouco tempo ele já estava me chupando. Seu oral estava gostoso, mas eu não conseguia relaxar plenamente. Então, em determinado momento, pedi que me deixasse chupá-lo também, afinal, quem deveria ser mimado ali era ele. 

Daí ele se deitou, porém, para a minha frustração, ele não estava duro. Tive que reanimá-lo na boca, o que deu um certo trabalhinho. Chupei de todas as maneiras possíveis, tentando descobrir qual jeito ele mais gostava, enfim, consegui deixá-lo ereto. Mais algum tempo de oral e quando pensei que ele fosse pedir pela camisinha, quis voltar a chupar a minha buceta. Curti. Voltamos a inverter os papéis e, desta vez, enquanto ele me chupava, introduziu seu dedo nela. 

Introduzir o dedo em mim é uma coisa meio incerta. Tem dia que quero, tem dias que não. Esse foi um dos que não, mas deixei porque ele já estava difícil com a ereção, também não queria que me achasse fresca ou cheia de não me toque. Contudo, o jeito que ele dedava, me causava mais desconforto do que prazer, ele disse: “Sabia que consigo fazer você esguichar?” Eu não queria esguichar. Fiquei muda enquanto ele tentava me mostrar algo novo. 

Daí conforme ele ia mexendo com seu dedo lá dentro, senti um desconforto duplo, seu dedo se mexia de maneira grosseira e a sensação que ele me causava era como se eu estivesse apertada para fazer xixi. Ele dizia:

-Relaxa, deixa vir.

-Mas e se for xixi? – Perguntei preocupada.

-Só relaxa. Não é xixi.

Não consegui relaxar. Seu dedo estava muito rude lá dentro e doía. Quando aquela vontade – que eu nem sabia o que era – se aproximava, eu segurava. Não embarquei na dele e dali a pouco ele desistiu. Reiniciamos as preliminares e sempre voltávamos ao mesmo ponto, com ele enfiando o dedo em mim, fazendo aqueles movimentos que me causavam uma sensação estranha. 

Conseguimos transar algumas vezes – intercalado com essas preliminares – mas ele nunca gozava, perdia a ereção e voltávamos as preliminares. Percebi que ele estava muito insistente em enfiar o dedo em mim, vira e mexe lá vinha ele. Em determinado momento até me pediu que eu ficasse de cócoras, enquanto ele fazia. “Esse deve ser o lance dele”, pensei. 

Foram as duas horas mais longas que já tive com um cliente. Quem também é acompanhante sabe o quanto dá trabalho quando o pau do cara não coopera. Ainda mais somado ao seu tesão peculiar em me dedar daquele jeito que estava longe de me excitar. Ossos do ofício, alguns serão incríveis, outros nem tanto assim.

O Cortejador

Passado poucos dias, conheci o “Cortejador”, é assim que vou chamá-lo. Ele me “contratou” para apenas um almoço de duas horas. Achei o máximo, bem diferente do que costuma aparecer. Nos encontramos em um restaurante X e conversamos tanto que até passamos do tempo (ele me acertou o tempo excedente, é claro). Almoçar mesmo não, ficamos só nós petiscos e dá-lhe vinho goela abaixo. Até fiquei alegrinha. ?

Alguns dias se passaram e ele me contatou para um encontro mais longo, tipo passar o dia. Nos encontrarmos no horário do almoço, almoçar e ficar até umas 19h. Novamente me surpreendeu, passar o dia, sem estar viajando com a pessoa, é outra coisa que há algum tempo também não tem aparecido. Combinamos o cachê, dia e horário. Ele reservou uma suíte no Hotel Unique e chegou uns vinte minutos atrasado. 

Quando subimos para a suíte, ele já queria que fôssemos para a piscina – tinha me avisado para levar roupa de banho – e sugeri almoçarmos primeiro, afinal, eu tinha deixado de comer em casa, a seu pedido. Ele decidiu que pediríamos algo para comer na piscina mesmo e novamente fomos de petiscos.

Comecei a me despir na sua frente para vestir o maiô. Ele elogiou o meu corpo e nesse momento trocamos um beijo. Ao chegarmos na piscina, só tinha nós de hóspedes lá. Conversamos bastante, bebemos vinho branco, estava sendo uma experiência bem diferente para mim, sendo paga para realmente acompanhar e não apenas transar.

Lá pelas quatro horas da tarde, fomos para o quarto. Conversamos e bebemos mais e então ele se voltou para a minha menina. Lubrificou seu dedo com um gelzinho, que ele mesmo levou, e introduziu seu dedo em mim, com o mesmo propósito que o outro cliente que citei mais acima. Contudo, com este não estava desconfortável como com o outro, talvez por ele ter lubrificado bem os dedinhos ou por eu estar mais relaxada por conta da bebida ingerida. Daí fui entendendo o que era aquele “esguichar” que o outro queria ter provocado em mim.

Descobri que aquela sensação estranha que remetia a fazer xixi, na verdade não era urina e sim a tal da ejaculação feminina. Ele conseguiu me deixar mais relaxada para a situação, o que também poderia ser por eu já ter saído com ele antes, enfim, acredito que foi uma série de fatores. Ele também estava mais cuidadoso com o dedo. Senti vindo a ejaculação e relaxei. Ele me garantiu que não era xixi. Percebi que até o meu jeito de gemer mudou nesse momento. Foi uma experiência diferente, interessante e reveladora sobre mim mesma e o meu próprio corpo. Porém, aqui entre nós, confesso que ainda prefiro o gozo clitoriano. Mil vezes mais gostoso. ?

Ele me fez ejacular mais de uma vez. Depois de uma sessão voltávamos a conversar e mais tarde ele me estimulava novamente. Eu mal toquei nele, me disse que sentia mais prazer dando prazer do que recebendo e que só transaríamos num próximo encontro, por não gostar de pular etapas. Foi um encontro interessante. Ele me fez descobrir algo que nem eu mesma sabia que eu era capaz. Não “esguichei” de espirrar nele, não, apenas sua mão que ficava molhada conforme ele ia e voltava com os dedos.

Novamente acabamos passando do tempo e outra vez ele me acertou por isso. Voltei para casa super reflexiva sobre o que tinha acabado de experimentar. Ele disse que conforme eu fosse praticando, mais prazer eu sentiria daquele jeito. Fiquei pensando comigo: “Será?”, segundo ele, se eu relaxasse mais durante o ato, eu poderia sentir o orgasmo com o corpo inteiro. Com o corpo inteiro?? Intrigante… muito intrigante…

Porém, quando cheguei em casa e fui ao banheiro fazer xixi, gente, senti uma dor hor-ro-ro-sa!! Eu não consegui nem terminar de tanto que doía. Que relação aquilo poderia ter com a ejaculação? Estranhei muito tudo aquilo. No dia seguinte foi igual, tive até que cancelar meus compromissos, para poder entender melhor o que estava acontecendo com o meu corpo. Tentei passar com um Gineco, mas uma consulta para o mesmo dia não é uma tarefa fácil de conseguir.

Enfim, não foi algo que melhorou da noite para o dia, mas foi amenizando e conforme a dor se abrandava, consegui então identificar o que era. Infecção urinária, gente, é algo que, infelizmente, pode ocorrer após uma relação sexual. É causado por bactérias existentes entre o ânus e a vagina. Se essas bactérias migram para o lugar errado – ou seja, para a bexiga – resulta nisso. Por isso que os médicos sempre recomendam que nós, mulheres, façamos xixi após toda e qualquer transa.

Em suma, a forte dor e o problema que me causou depois, tirou todo o brilho da experiência que vivi. Já tive infecção urinária outras vezes, mas nunca tinha sido tão forte quanto desta. Levou mais de uma semana para eu me curar, tive que tomar antibiótico por dez dias e até o último dia de remédio, ainda sentia o desconforto. Ou seja, fiquei um bom tempo de molho, por conta de um atendimento. Claro que a culpa não é do cliente, pelo contrário, seu intuito foi me apresentar uma coisa nova que eu não conhecia. Mas confesso que dei uma leve traumatizada. Por hora não gostaria de repetir o squirting não! Rs.

Li algumas coisas a respeito do squirting na internet e fiquei um tanto curiosa em conhecer outros relatos de mulheres que também tenham vivenciado isso, então, direciono esse post a essas mulheres que, assim como eu, ainda estão descobrindo o seu corpo! E, claro, se alguém que estiver lendo já passou por uma experiência parecida (se tratando da ejaculação feminina) ou conhece alguma história interessante a respeito, compartilha aqui nos comentários! Vou adorar ler também! ?

Um beijo, até a próxima postagem e feliz Dia Internacional da Mulher para todas as mulheres! ❤️

P.S.: O videoclipe é estranho, mas a música é legal!