Cliente 41 – “O Atrapalhado”

Ufa. É tudo que posso dizer quando esse atendimento aconteceu. Na verdade o que irão ler aqui será mais o pré-programa do que o programa em si rs. Estava na expectativa para conhecê-lo. Sempre que entrava em contato comigo era por ligações, nunca mensagens de torpedo ou whats. E me pediu que nunca lhe mandasse mensagens também para que não o comprometesse. E assim foi. Agendamos semana passada para essa terça. Achei que não conseguiria atendê-lo pois adoeci esse final de semana e até precisei desmarcar com meu cliente de segunda. Mas consegui me recuperar e o possível empecilho por minha parte, foi superado. Agora iremos ao dele rs. Me ligou segunda e terça (no próprio dia do programa) duas vezes, e estava tudo certo. 17:40 e eu estava lá no hotel, novamente do lado de dentro aguardando. Precisei passar por cima do seu pedido e lhe mandei um torpedo perguntando se já havia chegado ou estava chegando, afinal se estava vindo me encontrar não teria como prejudicá-lo com uma mensagem naquele momento. Comecei a ficar aflita com a sua demora em responder pois o tempo era contado, eu precisaria sair exatamente às 18:40 para chegar a tempo na faculdade. Um rapaz bonito chegou e pediu um quarto. Me deu algumas olhadas enquanto pedia e subia as escadas e fiquei esperançosa que fosse ele finalmente. Depois de uns dois minutos após esse rapaz sumir de vista, ele reaparece e vem na minha direção, fiquei mais segura ainda que pudesse ser ele, e timidamente perguntou meu nome, como demorei para responder, ele acrescentou: “seu nome é Vivi?” Ao mesmo tempo em que ele perguntava meu celular começou a vibrar, olhei de relance para a tela e vi o nome do meu cliente. Não, infelizmente aquele homem na minha frente não era ele. 🙁 O respondi com um discreto e educado: “não” (nem cheguei a falar meu nome mesmo) e voltei minhas atenções para meu celular, nem percebi ele sair de cena. Meu cliente estava se desculpando mas que tinha pego um puta trânsito, e resumindo tudo que me contou, a estimativa para sua chegada era de mais meia hora! E já tinha se passado dez minutos do horário que tínhamos marcado. Aceitei aguardá-lo mas deixei claro que estourando eu teria que ir embora às 19:00, chegaria atrasada na faculdade infelizmente, mas pelo menos antes de ser feita a chamada da primeira aula. Nisso que o fiquei aguardando me distraí observando o movimento das pessoas que entravam e saíam. Me sentei no murinho da parede interna e ali fiquei. De repente um outro rapaz, bonito, magro e alto chegou. Me cumprimentou com aceno de cabeça discretamente. Na verdade não entendi o que aquele homem fazia ali, acho que ele estava querendo tentar a sorte em um hotel em que 90% (acredito eu) das mulheres sejam todas GPs entrando e saindo. Ele foi até o balcão, disse algumas palavras mas não pegou nenhuma chave de quarto. Subiu até a parte do mezanino (que estava interditada) entrou sem nenhum pudor afastando a corrente e depois a recolocando no lugar, e por um momento achei que estivesse prestando algum serviço para o hotel. Após alguns minutos quando ele desceu, percebi que ficou me olhando, o olhei algumas vezes mas nada muito explícito. Ele foi até a recepção e perguntou a faixa de preços dos quartos, ouvi o recepcionista dizer: “De R$79 a R$280… Sim a máster… Tome aqui um prospecto com os detalhes dos quartos”. Esse rapaz pegou e ficou perambulando ali pela recepção olhando o papel e me olhando algumas vezes. Foi para a fora do hotel uma vez, entrou novamente e voltou na recepção, perguntando se podia ficar com aquele papel dos quartos, o recepcionista assentiu, mas percebi um ligeiro olhar de impaciência quando o rapaz se virou, troquei um sorriso de cumplicidade com o recepcionista gay, pois até eu sabia que ele não precisaria devolver aquele papel rs. O rapaz saiu de novo e quando voltou o vi discretamente vindo na minha direção (ai meu Deus). Ele me perguntou se eu estava esperando alguém e iniciou-se o diálogo:

– Sim estou, está bem atrasado rs.

– Qual seu nome?

– Sara.

– Como você trabalha?

– Como eu trabalho? – Fiquei um pouco sem graça nesse momento, pois a recepção estava mais movimentada e procurei respondê-lo num tom mais baixo. – Não faço anal, nem finalizo no oral.

– Quanto?

– R$ 300 por uma hora.

– Seus seios são seus? – Como eu estava sentada e ele de pé, deve ter olhado para o meu decote, e olha que meu vestido possuía um decote bem discreto até.

– Sim.

– Que horário você pode?

– 17h40.

– 17h40? Agora não?

– Agora não, estou aguardando um cliente e na verdade esse horário eu já deveria estar quase indo embora rs.

– É que não sou daqui.

– Ah entendo. Se quiser anota meu número, me liga e a gente combina direitinho. – Falei.

– Você anota o número pra mim? Tem como anotar?

– Claro.

Perdi um tempo tentando achar meu estojo na bolsa, não sei nem por que me dei ao trabalho, pois quando peguei a caneta, ele tinha uma lapiseira própria que ele mesmo foi anotando no papel que possuía. Depois pedi para me deixar checar se o número realmente estava certo, pelo meu outro celular (as vezes tenho uma certa confusão com os números). Peguei meu outro celular (o pessoal), entrei na conversa comigo mesma como Sara e virei a tela para que ele anotasse também o sobrenome “Müller”. Nisso que ele olhou, tinham algumas fotos minhas do ensaio sensual, que eu enviei de um celular para o outro, e aparecia ali como arquivos enviados para aquele contato.

– Posso ver as fotos?

– Pode olhar todas no meu blog, esse aqui. – E mostrei o link que consta no meu status do whats. Mas ele insistiu…

-Sim, mas posso ver essas agora?

– Sim, só  minuto, deixar eu ver se não tem nada aqui que me comprometa (vai que no meio dessas fotos tivessem alguma com ligação a minha vida civil, sei lá) e fui passando as fotos rapidamente só para mim.

– Mas não vou passar muitas não. – Ele falou.

Então levantei o celular para ele, e percebi que ele achou que eu ia ceder meu celular inteiramente para ele, pois já ia pegando o celular todo, mas eu o continuei segurando e fiquei passando algumas fotos para ele, sem demorar muito no intervalo de uma para a outra. Após passar umas 9 fotos, recolhi o celular novamente para mim. Nesse momento ele insistiu de novo se eu não poderia atendê-lo, pois não era de São Paulo e não estava todo dia ali. Respondi que não e pedi que me ligasse com atencedência. Ele agradeceu minha atenção e se preparou para ir embora. Pediu na recepção que pegassem seu carro, e eu não entendi o que ele foi fazer ali afinal. Será que levou bolo de alguma GP?? Rsrs.

18:30! Tinham se passado os trintas minutos que meu cliente pediu, lhe mandei uma mensagem peguntando se não gostaria de remarcar. Quase que imediatamente ele me ligou, dizendo que estava há cinco minutos dali, que além do trânsito que pegou, um motoqueiro sofreu um acidente na frente do carro dele (o que foi mais um agravante para seu atraso) e me pediu para já pedir o quarto e aguardá-lo lá dentro. Fiquei com um pouco de receio que ele me desse um “cano” quando eu já estivesse no quarto, e perguntei duas vezes antes de desligar se ele viria mesmo rs. Dessa vez houve uma pequena inversão de papéis, foi até engraçado rs. Ao invés de eu receber a mensagem com o número do quarto e estar do lado de fora da porta, eu estava na posição do cliente rs. Quarto 136. Entrei, dei uma última olhada no espelho e fui para a cama, pelo menos agora poderia aguardar confortavelmente. Não me preocupei em ir tomar banho, pois havia ido direto de casa (estava de folga no serviço civil) e estava bem cheirosinha. 😛

Passaram alguns minutos até que ele bateu. Ai meu Deus que suspense! Rs. Abri a porta timidamente (acho que pude entender a sensação que os clientes sentem quando a garota bate na porta rs). Ele era bonito, entrou todo esbaforido, pedindo mil desculpas, e começando a contar tudo que havia lhe acontecido no percurso, tentei não deixá-lo falar muito para que não perdessemos mais tempo e comecei a beijá-lo ainda de pé. Ele foi muito recíproco com meu beijo e começou a me abraçar e a passar suas mãos em mim. Fiz o mesmo com ele e comecei a desabotoar sua camisa. Após mais alguns beijos o chamei para a cama e me deitei de pernas abertas de modo que ele viesse por cima de mim. Ele já arrancou suas roupas e veio só de cueca. Enquanto me beijava foi puxando minha calcinha por baixo do vestido, começou a passar seu dedo na minha boceta, e quando menos esperava começou a esfregar seu pau nela, colocando o pau pra fora da cueca. Beijava meu pescoço loucamente e tentava chupar meus seios por baixo do sutiã. Por espontâneo para facilitar pra ele, o interrompi e tirei meu vestido e sutiã para que ele não tivesse mais obstáculos rs. Nisso ele já tirou sua cueca também, e começou a me chupar nos seios com muito gosto enquanto roçava seu pau na minha boceta. Chamei a atenção dele algumas vezes pois ele se empolgava demais, e mesmo eu indo com o corpo para trás, parecia que ele queria fazer sem camisinha, até que em certo momento dei um tapa na sua bunda e fui mais firme para que colocasse de vez o preservativo. Mostrei onde estava (pois eu já tinha deixado separado em cima da mesa) e assim que ele voltou, ao tentar colocar em seu pau, deu uma pequena amolecida. Ele  me entregou a camisinha e começou a me dedar enquanto se masturbava, até que seu pau ficasse totalmente duro de novo. O encapei e me penetrou naquela mesma posição, começamos com ppmm. Ele começou metendo devagar, até que se afastou e começou a meter no frango assado. Comecei a me masturbar nessa hora e tive um rápido orgasmo enquanto ele me comia com seu pau “na portinha” da minha entrada. Logo que gozei ele voltou para o ppmm e acelerou nas estocadas, gozando também. Ficamos um tempo abraçados com ele por cima de mim, enquanto ambos recuperavam o fôlego, então ao tirar seu pau, retirei a camisinha, e pedi que se deitasse enquanto eu a jogava no lixo. Nisso que fui ao banheiro, olhei meu relógio no pulso, 19:05! Precisava correr!! Já fui pegando minha presilha na bolsa e fui prendendo meu cabelo (pretendia tomar banho), mas logo raciocinei que o tempo estava escasso, então desisti do banho e apenas me limpei com meu lenço umedecido. Ele foi super compreensível, e não criou caso pela minha pressa em ir embora. Fiquei chateada por ele, pois ficamos bem menos que o combinado, mas não foi culpa minha, nem mesmo dele, afinal quem gostaria de chegar atrasado num encontro desses? Rs. Infelizmente somos afetados por tudo a nossa volta. Ao sair ele permaneceu no quarto, parecia até contente, mesmo pelo pouco tempo que passamos juntos. Isso me fez ir embora um pouco mais tranquila, pois mesmo sendo tão rápido, acho que consegui satisfazê-lo. 🙂

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