“O Mentiroso”

Querido diário,

Já tinha saído com esse cliente duas vezes, sendo a última vez uma semana antes deste novo encontro. As coisas começaram a ficar estranhas poucos minutos antes do horário combinado.

Eu sempre peço para o cliente chegar um pouquinho antes no motel, para já ir pegando a suíte, e ele disse que me enviaria o número 30 minutos antes. O que não aconteceu. Quando faltava 15 minutos para o nosso date, lhe enviei uma mensagem, avisando que eu estava indo e nem sinal dele. O que achei mega estranho, para quem disse que me enviaria o número 30 minutos antes! Fiquei insegura de sair de casa e, para variar, também estava com dificuldade de conseguir um motorista.

Quando faltava 2 minutos para o nosso encontro, enviei uma nova mensagem, perguntando se ele estava chegando. Dois minutos depois ele respondeu que ainda não, que estava corrido e perguntou se eu já estava no Uber. O fato dele perguntar se eu já estava a caminho, me deu uma sensação de que se eu não estivesse, ele iria cancelar, assim em cima da hora. Não gostei nada dessa sensação. Eu já estava a caminho, mas chegaria atrasada, por todo o contexto.

– Você tá indo pra lá agora? – Perguntei, preocupada em ficar desabrigada.

– Chego rapidão. No worry.

– Aguardo o número do quarto então.

– Tah.

Dez minutos depois nada dele mandar o número da suíte!

– Estou muito perto. Você já está chegando ou já chegou?

– Chegando.

– Em quanto tempo? – Eu já estava quase na porta do motel!

– Pronto. 43 suíte. Pode vir.

Quando cheguei, aconteceu outro fato estranho, que não pude deixar de reparar. A atendente, que geralmente só pega o meu documento e me indica a direção do quarto, telefonou para a suíte e consegui ouvi-la dizer: “Ciente disso?” Na hora não entendi muito bem, no entanto, mais pra frente fará sentido.

Ao entrar na suíte, ele estava entrando no banho e um minuto depois, telefonaram da recepção. Atendi o telefone.

– O rapaz está saindo, pode liberar?

Achei que ela estivesse falando do motorista de Uber que me deixou dentro do motel.

– Ele é Uber. Pode. – Até estranhei eles ligarem para perguntar isso.

– Mas ele tá com uma menina.

– Deve ter pegado uma corrida aqui dentro então.

– O rapaz está aí? Preciso que ele libere.

– Ele está no banho.

Daí comecei a entender que ela falava de outra pessoa que estava no quarto antes de mim, mas achei que ela pudesse ter se confundido.

– Tem certeza que é suíte 43? Eu acabei de chegar aqui. Estamos iniciando a suíte agora.

– Só um momento por favor.

Me deixou um tempão na espera, até que desliguei o telefone. Achei que tivesse sido confusão da recepcionista, mas, quando o cliente saiu do banho, o vi ligar na recepção.

– Oi, é pra mim ligar aí? – Alguém deve ter mandado uma mensagem para ele.

Alguns milésimos em silêncio – que deduzi ser o tempo da recepcionista perguntar se podia liberar tal pessoa – e então ele respondeu: “ok”.

Meu faro investigativo foi atiçado na mesma hora!

– Você já estava aqui??

Ele hesitou em responder, como se não tivesse me escutado, fazendo com que eu repetisse a pergunta.

– Estava, cheguei um pouquinho antes para trabalhar. Deixei o micro lá no carro. – Forçando uma descontração, como se não tivesse sido pego na mentira.

Na mesma hora me veio um sentimento ruim. O cara ficou enrolando para passar o número do quarto, dando a entender que estava preso no trabalho, falando que chegava rápido, sendo que já estava na suíte há um tempão?! Por que ele tinha mentido?!

– Que estranho, porque quando você estava no banho, ela ligou perguntando se podia liberar a pessoa que estava aqui, mas eu falei que tinha acabado de chegar, agora ela ligou e você liberou a saída.

– Foi isso que ela disse? Eu não entendi, ela falou tão rápido, só falei ok.

Como que alguém diria “Ok” para algo que nem estivesse entendendo do que se tratava? Kkkkk.

Achei aquilo tudo muito estranho, ele estava mentindo, mas a questão era, por que? O cara não me deve satisfação nenhuma, não sou mulher dele, qual o problema de admitir que estava sim com outra pessoa no quarto antes de mim? Eu até brincaria, dizendo algo como: “Que disposição hein! Dois encontros seguidos!”, mas se ele mentiu algo tão bobo, era porque nesse mato tinha coelho!

Foi se encaixando o enigma na minha cabeça. Quando a recepcionista disse “Você está ciente disso”, é o tipo de aviso que elas dão quando tem pessoas demais na suíte e terá custo adicional pela pessoa extra. Quando ela telefonou e perguntou se poderia liberar o rapaz, será que por acaso a pessoa que estava na suíte antes era um traveco e por isso ele estava tentando camuflar a mentira?

Cara, se tem uma coisa que eu desprezo muito nessa vida, é a mentira. Fiquei com um sentimento ruim de estar sendo enganada. Iniciamos os beijos e fiquei tentando me condicionar a deixar isso para lá, “ele é um cliente, foda-se que está mentindo, isso não te afeta em nada”, fiquei mentalizando pra mim mesma, mas não estava funcionando. Se sentir enganada, independente da situação, também te faz se sentir idiota. Seria mais bonito ele admitir logo que estava com alguém no quarto, ainda mais depois de todo aquele papelão de enrolar pra me passar o número da suíte, sendo que ele já estava no motel há muito tempo. Achei péssimo tudo aquilo. Eu sempre me entrego nos encontros, mas eu não estava conseguindo imergir, beijava de um jeito bem mecânico, zero prazer de estar ali.

Quando iniciamos a transa, tive mais uma confirmação de que ele já tinha realizado outro encontro antes, quando, no meio do rala e rola feroz, ele broxou. Claro que o cara broxar pode ter inúmeros motivos, mas, no caso dele, que é muito safado e foguento, só queria dizer uma coisa: ele já estava satisfeito. Parti para o oral e é claro que deu trabalho. Chegou um momento que tentei inovar, fazendo beijo grego, enquanto ele se masturbava. Depois de muito tempo, ele gozou e mal tinha porra.

– Não sobrou mais nada aí, hein, rs. – Soltei, como quem diz: “Eu sei que você já gozou antes”, daí ele tentou disfarçar, dizendo que tinha escorrido para o lado, mas não tinha, rs.

Depois fui tomar meu banho e comecei a me vestir, ainda tínhamos tempo, mas via-se claramente que ele só estava cumprindo o protocolo. Não teria segunda rodada, uma vez que a primeira já tinha sido capenga. Eu também não estava com clima pra ficar jogando conversa fora.

Não gostei de ficar desconfiada e da falta de transparência. Tô nem aí se ele curte experimentar coisas com homens ou qualquer outra coisa, quem sou eu para julgar? Mas me fazer ficar esperando pelo número da suíte até o último instante, quando ele já estava lá, e ainda mentir sobre isso, achei muito desrespeito com o meu trabalho.

Agora a pergunta que não quer calar é: Quem será que estava na baguncinha antes de eu chegar? ?

Deem seus palpites!

“O Degustador”

– Oi Sara. Boa noite. Td bem? Atendendo hoje?

– Oie. Simmm. – Minha resposta veio 50 minutos depois.

Desculpa Sara, marquei com outra menina. Marco outro dia ctg.

Que sinceridade mais desnecessária, rs. Eu não precisava saber que ele marcou com outra por eu não ter respondido rápido o bastante. Aliás, fica a dica aqui para você, cliente, futuros clientes e consumidores deste serviço. É muito deselegante dizer que marcou com outra, rs. Diga que não consegue mais, que perdeu o tesão, sei lá, qualquer coisa, ou melhor, não diga nada. Da mesma maneira que o cliente gosta de sentir que ele é especial, nós também gostamos, rs. Não precisa deixar tão explícito que você saiu disparando mensagem para geral e marcou com a primeira que te respondeu kkk.

Eu estava de bom humor nesse dia, então respondi a sua deselegância com uma figurinha triste.

– Mas vamos marcar um dia. – Ele se compadeceu.

Dezenove minutos depois, eis que me envia um áudio e, mais uma vez, não vi de imediato. Terminei de organizar algumas coisas no meu apartamento, coloquei meu pijama, peguei um salgadinho e quando ia me preparar para ver uma série, resolvi dar uma última olhada no telefone, que estava carregando longe. Lá estava o seu áudio, enviado 4 minutos atrás, que eu, pela minha bagagem e experiência, já imaginava o que seria, rs.

– Sara você ainda consegue? A menina aqui furou.

Confesso que deu uma pontinha de satisfação e vontade de deixá-lo sem sexo naquela noite. ? Cogitei responder que não conseguiria mais, só para ter o gostinho da vingança, mas optei por sondar melhor a sua proposta para aquele encontro.

– Onde seria? – Se fosse muito longe, eu nem iria.

Ele foi um fofo e deixou que eu escolhesse pelo lugar mais conveniente para mim.

– Quanto tempo gostaria? – Seria mais um critério de decisão, não me animaria sair do meu pijama por apenas 1h.

– 1h30!

Mas o que me fez mesmo ir ao seu encontro, o critério de decisão final, que teve muito mais peso, foi o fato do seu contato estar salvo no meu celular com 5 estrelinhas. (Adotei essa medida de classificação, já que nem sempre lembro dos clientes. ?) Ou seja, apesar da sua mensagem inicial não ter sido muito bacana, já tínhamos saído 2x e eu lembrava muito bem de como era gostoso me encontrar com ele.

Daí você deve estar se perguntando: “Nossa, por que é tão incrível assim?” O fato é, minha gente, que esse japa conquistou o posto de MELHOR ORAL que eu já recebi na minha vida! Saímos pela primeira vez em janeiro deste ano e, desde então, não me lembro de uma chupada tão sensacional e assertiva quanto a sua!

Geralmente, quando me chupam, começa mediano e vai elevando a qualidade, conforme o cara vai descobrindo o que funciona comigo. O desse aqui já inicia no seu auge! Desta vez, enquanto ele me chupava, fiquei refletindo sobre o porquê era tão bom e cheguei a conclusão de que o seu diferencial era porque ele não apenas chupava, mas sim, degustava! Ele não agraciava apenas o meu clitóris, cada cantinho da minha pepeka sentia a sua dedicação ali. Toda aquela região era explorável para ele.

Seus movimentos não seguem aquele script clichê de língua para baixo, língua para cima ou língua para os lados (mas que também funciona muito bem hehe). Parecia que a sua boca inteira participava daquilo. É como se até os seus lábios – que visualmente não são carnudos, mas quando você beija sente que sim – chupassem a minha pepeka junto.

Ele faz uma mágica lá embaixo. Tão habilidoso, que nem precisa descobrir um ritmo e manter, pois qualquer movimento aleatório que ele fizer, eu sinto imensamente gostoso. Enfim, não preciso nem dizer que é claro que eu gozei deliciosamente e não demorou muito. Que boca… que língua… que habilidade! ❤️

Chupá-lo também é uma delícia, pois, além do seu pau ser apetitoso, ele sempre reage ao boquete. É como se o meu oral tivesse o mesmo nível de perfeição que o dele. Sempre reagindo, como se estivesse prestes a gozar na minha boquinha a qualquer momento.

Definitivamente, a nossa preliminar, regada a muito sexo oral, intercalado com beijos de língua ardentes e muitos amassos, é a parte mais gostosa do encontro! ? Em algum momento peguei o preservativo e iniciamos a transa. O resto, bem… o resto vocês já sabem! ?

Princesas do Ménage à Trois – Final Season

Querido diário,

Enfim chegamos ao último episódio da saga! Preparados para altas emoções?

O sortudo que fechou esse ciclo com a gente, foi um cliente meu, aquele peculiar, que relatei nessa outra postagem. O tal que gosta de uma pegada forte no pescoço. Eu não pretendia repetir o encontro, por todo o contexto apresentado, mas, como seria em dupla, pensei que talvez não fosse tão ruim, já que estaríamos em duas. Mero engano. Devia ter seguido a minha decisão inicial e nos poupado de mais um encontro estranho.

Relembrando aqui algumas características desse cliente: ele é muito novinho, 24 anos, extremamente introvertido, do tipo que se a gente não falar nada, ele também não se esforçará e ficaremos todos em silêncio, olhando um para a cara do outro. Já tinha avisado e reforçado com a Manu que seria um encontro difícil, que ele não era nenhum galã e muito menos o Don Juan do sexo. Combinamos uma duração de 2h, no Astúrias.

Quando chegamos, ele nos presenteou com chocolate, me entregando uma sacola, dizendo que era para nós duas. Achei aquilo estranho, como se tivéssemos que dividir o presente, mas depois entendi que tinham colocado dois itens numa sacola só, rs. Parece um detalhe bobo, mas teria sido mais elegante uma sacola para cada, não?

Sugeri começarmos pela piscina. Nesse início tivemos uns probleminhas técnicos para colocar a música, o que foi um pouco chato, pois enquanto não rolava o som, rolava um mórbido silêncio. É estranho tentar criar uma conversa, quando o outro lado não coopera com naturalidade.

Falei para a Manu que ela podia ir entrando na piscina – onde ele já estava – que eu resolvia a questão da música, já que estava conectando no meu telefone, mas ela me ignorou e permaneceu do meu lado, meio séria, não sei se não tinha me ouvido ou se simplesmente não queria ter que interagir com ele sozinha.

Enfim entramos as duas na água e lá estava ele, mudo e calado. Nos esforçamos para iniciar uma conversa, mas quando perguntávamos algo, ele respondia e não perguntava nada de volta, o assunto morria e recomeçávamos tudo novamente. Uma chatice.

Daí, em algum momento, começaram a se beijar e aos poucos foi rolando o entrosamento. Certa altura, fiz uma brincadeira sobre eu estar sobrando, como se eu estivesse com ciuminho, apenas para criar uma falsa sensação de que ele estava com a bola toda, mas foi só um charminho mesmo, não que eu estivesse realmente me importando. Daí finalizei a frase com uma risadinha, esperando que a piada surtisse algum efeito, mas quando olhei para a Manu, percebi que ela não achou engraçado, dando o seu típico sorriso blasé, que eu conheço bem, quando ela não gosta de algo, mas não quer dar bandeira. Imediatamente fiquei com a sensação de que a minha tentativa de piada, pudesse ter soado como uma cobrança e essa falta de cumplicidade me causou um leve incômodo, somado com aquela outra situação antes de entrarmos na piscina. Armazenei.

Conforme íamos conduzindo a interação ali na água, Manu foi super criativa e teve a ideia de segurá-lo boiando, com uma mão nas costas dele, outra no seu pescoço, enquanto eu o chupava, já que seu pau estava dando sopa fora da água. Achei bem legal aquela dinâmica, foi algo mesmo inédito. Depois invertemos os papéis e pelo ângulo que eu a observava em ação, chupando ele, com aquele azul da piscina de fundo, foi mesmo uma imagem cinematográfica! Até brinquei depois que poderíamos gravar aquilo para ela postar no seu Privacy, que seria sucesso! Depois eu a Manu também nos beijamos, sensualizamos, até que, como tinha de ser, em algum momento, foi zerando nosso estoque de ideias e propomos irmos todos para a cama.

A Manu deu a largada no sexo e se empenhou de um jeito que fiquei bastante excitada assistindo. Ela cavalgou, deu de quatro, depois colocou ele sentado na beirada da cama e sentou nele rebolando toda performática, um verdadeiro tesão! Mas, nem assim ele gozou. Daí ela me passou a bola, enquanto se recuperava. Lá fui eu por cima, dei tudo de mim, até que, sem fôlego, pedi por água. Manu fez o pedido pelo telefone, enquanto continuávamos transando, daí trocamos para papai e mamãe, meio frango assado.

Nesse momento, incrivelmente, percebi o quanto ele estava performando melhor! Lembrava de no primeiro encontro ele meter todo desengonçado, desta vez sua metida estava mais precisa e gostosa, não resisti e comecei a me masturbar, aquilo estava realmente bom! Gozei deliciosamente e ele ainda nada. Pausa para descanso.

Quando as águas chegaram, dentro de um balde de gelo, Manu exclamou:

– Hummm, sabe o que acabou de chegar que podemos brincar? (Pausa dramática) Gelo!

Não curti muito a ideia do gelo, nem estava calor e eu, naturalmente, sou muito friorenta. Não consegui visualizar uma dinâmica legal com a cama molhada, mas, tentei entrar no clima e falei:

– Humm vamos passar em você, então? Passar gelo na sua bucetinha?

Percebi que ela ficou incomodada com o complemento que sugeri para a sua ideia, o que na hora não fez o menor sentido pra mim, pois pensei: “Ué, ela que teve a brilhante ideia e não quer que façam nela?”. Já tinha rolado aqueles pequenos estranhamentos mais cedo, mas com esse aqui fui ficando cada vez mais incomodada, sendo intensificado com outra situação, alguns minutos mais à frente.

Ficamos todos conversando por algum tempo, até que Manu se ausentou para tomar banho. Sozinha ali com o cliente, ele começou a trazer a conversa para coisas mais íntimas, relacionado ao nosso primeiro encontro e percebi que nos encaminharíamos para mais uma rodada. Sutilmente dei uma checada no horário e ainda tínhamos pouco mais de 20 minutos, quase meia hora.

Quando a Manu saiu do banho, pouco depois de eu checar o horário, percebi que ela começaria a se vestir e isso me causou um novo incômodo. Perguntei:

– Onde você vai?

– Vou me vestir, até porque já está quase estourando o tempo do encontro.

– Ainda temos tempo, falta meia hora. – Arredondei.

Ela ficou pensativa por poucos segundos, até que disse:

– Tá, só vou vestir minha calcinha. Posso?!

– Claro, faz o que você quiser, amorzinho.

Sim, eu sei que foi péssimo da minha parte, não devia tê-la repreendido na frente do cliente, reconheço que não foi nada legal. Mas levo o meu trabalho bastante a sério e, por mais que não fosse empolgante aquele encontro, restava tempo e senti como se ela estivesse me deixando na mão, ainda que, obviamente, ela tivesse o livre arbítrio para ir embora mais cedo, se assim quisesse.

Tinha sido uma semana intensa de encontros juntas, encontros esses, que como vocês puderam acompanhar, não foram aquele mar de rosas, então, acho que, no fundo, as duas estavam estressadas e sem tanta paciência uma com a outra.

Daí ela voltou para a cama e o cliente decidiu me pegar de bruços. Enquanto ele estocava em mim, Manu tentou se inserir, deitando-se perto da gente, o que funcionou no começo da transa, pois ele estava metendo em mim e beijando ela. Mas aí me deu um tesãozinho aquela posição (ele realmente estava metendo mais gostoso, cuja performance foi aprimorada em outros encontros posteriores que ele teve, segundo me contou, enquanto ela estava no banho) e quis pegar meu brinquedinho (não costumo levar meu vibrador nos encontros, mas, nesse, coincidentemente, eu levei) para, quem sabe, ter uma segunda gozada.

Daí precisei me virar para o lado contrário da Manu, esticando o meu braço para pegá-lo, enquanto o cliente ainda bombava em mim. Foi um pouco trabalhoso me movimentar naquela posição, então acabei não voltando para o lado que eu estava antes, uma vez que já foi difícil uma movimentação ali.

Eu não achei que o cliente fosse virar para o lado que eu estava também, pensei que ele continuaria beijando ela. Mas aí ele virou e Manu ficou excluída na transa. Para variar, é claro que ela ficou achando que eu virei de propósito, como se eu fosse adivinhar que ele também viraria, uma vez que, para ele, não fazia a menor diferença para qual lado a minha cabeça estivesse, contanto que meu corpo continuasse de bruços. Uma sucessão de lugar errado com hora errada, enfim…

Ele gozou e foi uma delícia vê-lo chegando lá. Acho muito sexy homens que gozam rugindo. Daí, agora sim o tempo do encontro realmente tinha acabado. Fui tomar banho e quando voltei, mesmo eu já me vestindo, Manu continuou deitada na cama, o que encarei como pirraça.

Inicialmente tínhamos combinado de jantar fora depois do encontro, mas, por todo o ocorrido, acabei broxando. Ela perguntou se iríamos sair para jantar e respondi que preferia ir para casa, esquecendo-me que as coisas dela estavam na minha casa também e que, de qualquer forma, precisaríamos voltar juntas. Ou seja, a escolha mais sábia teria sido manter o jantar, para tentarmos nos entender, enquanto enchíamos o buchinho. Mas não rolou assim.

Viemos discutindo no Uber e deve ter sido a viagem que mais entregou entretenimento para o motorista, pois, por mais que tentássemos adaptar certas palavras e termos, era nítido se tratar de duas putas lavando a roupa suja de um encontro que deu ruim kkkkk.

Resumindo, nos entendemos, mas ficou decidido que não faríamos mais encontros juntas para preservar a amizade, uma vez que algo ruim tinha acontecido e poderia abrir porta para outras situações desagradáveis depois. Adoro a Manu, ela é uma mulher maravilhosa, uma amiga incrível, tivemos muitas experiências interessantes juntas!

Como nosso anúncio da dupla deu o que falar e até hoje vocês perguntam a respeito, achei importante trazer esse desfecho. Peço que respeitem essa decisão e não fiquem insistindo pelo retorno da dupla, pois, esse fechamento de ciclo nos dará oportunidade para conhecermos novas pessoas e firmarmos outras parcerias.

Aliás, falando em outras parcerias…

Todos aqueles que quiserem uma experiência de ménage comigo e uma amiga minha, podemos combinar com a Emma Loli, a mesma que viajei para Paris e que vem sendo a minha parceira de dupla já há algum tempo! ❤️?

Tem novidade no pedaço!

Ou também, uma amiga nova que preciso lhes apresentar e tenho certeza que vocês também vão adorar! Ela se chama Ayla Meden! ?

Ayla é uma acompanhante novata! Ela fez mentoria comigo há alguns meses, também querendo ingressar nesse meio e hoje ela já tá mandando ver e com local! Retomamos o contato recentemente e teremos nossa grande estreia juntas nos próximos dias! ? Um diferencial muito instigante da Ayla, é que ela é bissexual! ? Ou seja, as duplas terão um saborzinho ainda mais picante! ?

Depois venho aqui compartilhar! Mas… quem ficar muito curioso, melhor do que ler, será ver com os próprios olhos! ?

Eu já estou ansiosa!!

E vocês??

Um beijo e até a próxima aventura! ❤️

Princesas do Ménage à Trois – Parte 3

Querido diário,

O nosso quarto cliente, era um seguidor que me acompanhava há bastante tempo e o anúncio da dupla foi o empurrãozinho que faltava para ele finalmente vir, diretamente de Santos, me conhecer! ? Fechou um total de 3h de encontro, sendo 2h sozinho comigo e a terceira hora seria com a dupla.

O Tagarela

Gostaria de nomeá-lo como Conversador ou Comunicativo, mas, infelizmente, esses já existiam aqui no blog. ? Restou “tagarela”, mas não de um modo pejorativo. ?

Quando cheguei, ele ainda estava finalizando uma refeição que tinha pedido no quarto, então nesses primeiros minutos ficamos conversando a distância, ele sentado na mesa e eu na cama. Mesmo depois que veio para mais perto de mim, a conversa continuou se estendendo. Acho que partimos para a ação somente na segunda hora!

Vou confessar aqui uma preferência minha. Não sou muito fã de homens com barba comprida, do tipo tão grande que daria para fazer uma trança. Nada contra quem tem, mas é uma característica que eu, Sara, não acho atraente, me causa zero encantamento. Daí esse cliente tinha uma barba grande desse jeito e por conta disso não consegui ter muita iniciativa de iniciar as intimidades com ele. Deixei que ele conduzisse tudo e só fui correspondendo.

Em contrapartida, ele era muito fofo comigo, depois que começamos a nos beijar, em alguns momentos, ficava só me olhando, admirando e fazendo carinhos, tão amorzinho, que quando vi, eu já estava passando as minhas mãos pela barba dele. ? Ele foi me conquistando aos poucos, mas a chavinha só virou mesmo quando ele me fez gozar no oral! Ali não existia barba certa, imediatamente eu quis retribuir aquela gozada maravilhosa! ?

Lá fui eu, toda agradecida e disposta a agradar, como ainda não visto naquele encontro! Após um tempo o chupando, com pequenas pausas, de tempos em tempos, para que ele não queimasse largada, encapamos e fui por cima. A transa durou um tempo razoável, mas nem trocamos de posição. Gozou comigo sentando. ?

Ainda restava mais alguns minutos até que desse o horário da Manu chegar. Ambos tomamos banho e voltamos a conversar. Papo vai, papo vem, Manu chegou um pouco atrasada, mas não fez muita diferença, já que continuamos todos papeando até o término do tempo!! ?

Foi engraçado porque, ela chegou, no máximo trocaram só um selinho, ela se despiu para se igualar a nós, que estávamos pelados, (na verdade eu vestia apenas uma calcinha), ficando apenas de lingerie, uma linda que ela usava, cor roxa, daí fizemos uma roda no meio da cama e dá-lhe conversa!

A princípio fiquei um pouco preocupada com a questão do tempo, mas depois procurei relaxar e seguir o ritmo do cliente. Se ele, que estava pagando, não se importava de ficar apenas conversando com as duas, por que eu iria me incomodar? Passado essa uma hora, aos poucos fomos nos levantando para nos vestirmos e acho que para ele estava tudo bem, pois sequer propôs de estendermos o tempo.

Esse encontro, de longe, foi o mais de boa que tivemos juntas, rs.

O Vizinho

Esse aqui morava extremamente perto da minha casa! Dava até para ir andando, rs. Ele tinha pedido que fôssemos com um visual mais casual, confortáveis, tipo roupa de passeio. Tínhamos combinado que a Manu viria se arrumar na minha casa direto do seu treino, então quando lembrei de avisá-la desse pedido, era tarde demais, ela já tinha colocado na mala suas vestes matadora. Sendo assim, chegamos as duas com a nossa proposta de visual casual para aquele encontro. ?

Quando ele veio nos receber na entrada do prédio, na hora entendi porque (talvez) ele pediu por roupa confortável. Ele era bem mais baixinho que nós e com nossas botas de salto alto ficamos ainda mais altas perto dele.

Nessa primeira aparição rolou uma coisa muito estranha, pois, ele, ao invés de nos chamar logo para entrar, fechou a porta atrás de si e ficou nos olhando com uma cara indecifrável, parecia que ia nos mandar embora por não estarmos de tênis, rs. Automaticamente ficamos sérias também e por alguns segundos ficou aquele climão, sem nem sabermos o porquê! ?

Comecei a fazer alguns sinais levantando a minha sobrancelha, como quem diz “e aí? Vamos ficar aqui mesmo?”, até que ele se recompôs e nos levou para dentro. No elevador ele contou que se enrolou com o horário e que estava arrumando algumas coisas. Daí quando adentramos no seu cafofo, fez sentido a sua justificativa da arrumação, pois, lá dentro, estava um caos sem fim! Definitivamente aquele apartamento ainda não estava pronto para receber a gente, rs. Para variar, logo avistei uma singela cama de solteiro e pensei: “Para três pessoas? Humm, por que ele não sugeriu que o encontro fosse num motel?”

Eu e a Manu nos sentamos num pequeno sofá que só cabia nós duas e ele se sentou numa cadeira. A conversa começou timidamente, ele não parecia muito a vontade conosco ali, até que em determinado momento começou um discurso que, claramente, parecia que ao final nos mandaria embora. Ele disse:

– …Inclusive, eu vou pagar vocês pelas 3h que combinamos, mas… (pausa dramática) vocês não precisam ficar, se não quiserem.

– Nossa, pensei que você ia expulsar a gente kkkk. – Soltei ao final da sua frase e Manu concordou na mesma hora.

Ele disse que não queria que fizéssemos nada por obrigação, somente se quiséssemos também. Achei fofinho, mas não precisava de tudo aquilo, se estivesse horrível, nós mesmas teríamos ido.

Enfim, após muita conversa, o trouxe para perto da gente e me sentei no braço do sofá, para que ele se sentasse no meio de nós. Poucos beijos ali (já que o pouco espaço realmente estava atrapalhando), e fomos todos para a cama de solteiro, onde o espaço também continuava pequeno, rs.

Me beijou primeiro, enquanto a assanhada da Manu já tirava a sua roupa. Depois ele foi pra ela e aí foi a minha vez de me despir também. Ele foi um gentleman e deu um trato nas duas, antes que iniciássemos os trabalhos nele. Inclusive, nessa leva de encontros, essa foi a primeira vez que conseguiram me fazer gozar no oral, durante um ménage! Já comentei aqui, em outra postagem, que em encontros de dupla eu não consigo gozar quando me chupam, pois me sinto pressionada com uma terceira pessoa junto, rs, mas ele realmente tinha o dom! ?? A única coisa que atrapalhava ali era a logística dos movimentos em cima daquela cama. Cada perna e braço que se mexiam, precisavam de um prévio aviso para não nos engancharmos, rs.

O pau dele tem uma característica diferente, que não me lembrava de já ter visto antes. Tamanho e espessura excelentes, porém, curvado para frente. Achei um pouco desconfortável para sentar, pois não entrava tão encaixadinho como quando é mais reto ou tortinho para o lado. Depois trocamos e ele veio por cima, mas não gozou e quando fizemos uma pausa, percebi que minha pepeka deu uma leve sangrada. Não sei o que houve, mas suspeito que possa ter sido pela maneira como o dito cujo se acomodava dentro de mim, já que eu não sentia muito confortável a penetração.

Depois de uma pequena pausa, retomamos as preliminares e ele foi para a Manu. Ela cavalgou durante um tempo e depois trocaram para de quatro. Nessa hora, enquanto ele mandava ver nela, Manu começou a externar o quanto aquela posição estava ainda mais gostosa, o que me deu esperança. No entanto, quando voltou para mim e também fiquei de quatro, achei aquela posição ainda pior que a anterior! E olha que eu gosto de quatro, viu?

– Eu achei tão gostoso, depois que entra fica muito melhor. – Manu disse, ao ver a minha cara de sofrimento, rs.

O fato é que aquela posição não ficou confortável, nem depois de um tempo. Não aguentei muito e fizemos uma nova pausa, ainda sem que ele gozasse.

Como já era o terceiro intervalo, estava ficando exaustivo. Ele revelou que tomava uns remédios que atrapalhavam o seu orgasmo e tudo fez sentido. Daí voltamos a conversar, conforme o tempo do encontro ia se esvaindo. No final ele ainda quis estender o tempo, mas estávamos com fome e exaustas, três horas demanda muita energia.

Enfim, esse foi o nosso penúltimo cliente juntas!

Se preparem pois o fim se aproxima! (Literalmente.)

Princesas do Ménage à Trois – Parte 2

Querido diário,

Desta vez nosso ménage foi com um cliente conhecido meu, já relatei sobre ele aqui no blog, o Sugarman, que aproveitou a oportunidade para conhecer a Manu também. Fomos encontrá-lo em seu apartamento. Assim que chegamos no seu andar e o elevador se abriu, ele já nos esperava com a porta aberta. Nos recebeu com um beijo caloroso em cada uma e então nos serviu um espumante.

No trajeto até a sua casa, estávamos jogando conversa fora pelo instagram e rolou uma conversinha boba sobre ele ser bom cozinheiro. Coincidentemente eu e a Manu não tínhamos conseguido jantar antes do encontro, por conta da chuva repentina que nos atrasaria, então ele ofereceu de nos mostrar seus dotes culinários naquela noite. ? O assunto do jantar surgiu antes mesmo de engatarmos alguma coisa. Tínhamos como opção um bacalhau que ele cozinhara mais cedo e tirou da geladeira para nos mostrar, ou cozinharia uma pasta ali na hora. Não queríamos dar trabalho, então escolhemos o bacalhau que já estava pronto e seria mais rápido. No entanto, antes de comermos, agora sim partimos para a ação primeiro. ?

Como um educado anfitrião que é, mostrou todo o seu apartamento para a Manu e quando passou pelo quarto, ao ouvir meu comentário, em que eu dizia que a sua cama eu só conhecia de vista – já que sempre transávamos na sala – , acrescentou que naquela noite transaríamos todos nela. Hummmm. Já ficamos por ali mesmo, Manu começou a se despir e fui tirando minhas poucas peças de roupa também. Iniciou-se as preliminares infinitas, aquelas que não necessariamente vão resultar numa transa e nunca terão fim. Ora chupava a bucetinha da Manu, ora a minha, ora as duas chupavam o pau dele, ora nos beijávamos, ficamos um bom tempo nesse revezamento gostoso. Em torno de meia hora depois (ou mais), fizemos uma pausinha para o jantar.

Todo gentleman, serviu a refeição em cada prato, levou ao microondas e enquanto eu e a Manu jantávamos – ele não quis comer com a gente – o assistíamos tocando bateria. Sim, ele tem uma mini bateria na sua casa!! Essa foi novidade! Depois que terminamos de comer – a propósito, ele realmente cozinhava muito bem! – , ele quis que experimentássemos tocar também! Rs. Tivemos ali um momento de descontração de um jeito diferente, rs. Eu nunca tinha tocado bateria na minha vida e acho que a Manu também não! ?

Depois, aos poucos, os papos sobre música foram cessando e voltamos a putaria. ? Retomamos aquelas preliminares deliciosas, até que ele decidiu por comer a Manu, que era a novidade no quarto. ? A colocou de quatro com aquela bundinha arrebitada e enquanto ela me chupava, fincou nela bem gostoso, até gozar. ??? À essa altura não nos restava mais tanto tempo – combinamos 2h – apesar dele insistir para que ficássemos.

Agora vamos para a segunda parte da história! ?

O Ménage que virou outro Ménage!

Ele ficou insistindo muito para que ficássemos por mais algumas horas. Manu não poderia de jeito nenhum, quanto a mim, aproveitei para ouvir a sua proposta. Ele disse que uma ‘namoradinha’ dele chegaria em meia hora, que ele adoraria fazer uma festinha com a gente. Me ofereceu uma quantia descabida, que me fez preferir voltar para casa, até que, diante da minha iminente partida, concordou com o valor que eu achava justo para aquela demanda de uma última hora, altas horas da noite. Assim sendo, Manu se foi e continuamos ali, firmes e fortes, eu e ele. ❤️

Fiquei na dúvida se sua ‘namoradinha’, por acaso, também era uma acompanhante, mas ele se limitava a dizer apenas ‘namoradinha’, sempre que eu tentava adquirir maiores informações, rs. Ele sequer a preparou para o ménage, lhe enviou uma mensagem dizendo que tinha uma surpresa esperando por ela, apenas isso. Me orientou que não gostaria que ela soubesse que sou garota e que era para eu dizer que trabalhava com ele, no escritório de advocacia. Prazer, Sara, advogada. ? Também pediu a minha ajuda para que a deixasse mais a vontade. “Mas você não disse que ela gosta de uma festinha?” Perguntei desconfiada e ele desconversou, reforçando que contava com a minha ajuda, rs.

Quando o elevador chegou com a moça, ele tinha ido em outro cômodo fazer não sei o quê e sobrou para mim recepcioná-la. Seu nome era Júlia, estudante de moda, ruiva, muito novinha, cara de 19 anos. Ela vestia uma calça jeans preta larga, tênis, apenas a parte de cima era mais atraente, uma tomara que caia preta com fenda trançada. O seu cabelo era a coisa que mais chamava atenção nela: longo, liso, um tom de ruivo que apesar de não ser natural, era lindo do mesmo jeito. Fiquei encantada por ela!

Ele voltou, fez as devidas apresentações e fui colocada numa tremenda saia justa, quando ela fez mais perguntas das minhas funções no trabalho dele. Torci para que ele interviesse e respondesse por mim, já que foi tudo invenção dele, mas vendo que ele não se manifestaria, tive que improvisar de última hora e só falei “criminalista”. Rapidamente retomei a posição de quem faz as perguntas e sem dar chances para que ela perguntasse mais alguma coisa, voltei a perguntar coisas sobre ela. ? Ele serviu espumante para ela também e fomos todos para a sala.

Adorei a garota. Pelas fotos que ele mostrara, esperava que fosse espalhafatosa e realmente festeira, mas ela era muito na dela, diria até um pouco tímida. Vagarosamente a putaria foi desenrolando, conforme ele foi conduzindo, já que eu ela estávamos no maior papo. Ele a deixou nua e se abaixou para chupá-la, com ela ainda de pé. Aquela cena foi muito tentadora e quando ele saiu de lá, precisei fazer o mesmo. ? Ela era mesmo uma delícia!

Depois ele nos conduziu para o sofá e me chupou deliciosamente por algum tempo, com ela ao meu lado, também sendo masturbada por ele. O danadinho dava conta das duas! Depois falou para ela me chupar também. Júlia avisou que talvez sua performance não fosse muito boa, que não tinha muita experiência, mas achei que foi na medida! Depois foi a minha vez de chupá-la mais um pouco, enquanto ele se masturbava assistindo. Como eu estava ajoelhada numa almofada, ele encontrou uma brecha de me pegar naquela posição mesmo, me penetrando comigo de quatro. Humm que delícia! ?

Estocou por algum tempo até que fizemos uma pausinha e então foi a vez dele ser agraciado pelas duas. ? Ela no pau e eu nos mamilos dele (tinha esquecido que ele curtia, até me pedir para dar uma atenção neles), depois invertemos, fui para o pau, ela nos seus mamilos, com ele extasiado sempre repetindo o quanto estava gostoso e o quanto queria que continuássemos. Ficamos um bom tempo assim, nas preliminares infinitas que ele tanto gosta, até que ele mesmo fez uma pausa para ir ao banheiro.

Nesse momento aproveitei para conferir o horário e já tinha estourado meia hora do nosso novo combinado de 2h. Perguntei para ela até que horas tinha combinado de ficar com ele, cogitando irmos embora juntas, mas seria dali uma hora e apesar de estar gostoso, decidi abandonar o navio, pois estava começando a ficar com sono e cansada.

Enquanto me acompanhava até a saída, novamente ele tentou me convencer a ficar, desta vez virar a madrugada, mas tive que recusar, não estava preparada fisicamente para uma noitada daquela, rs. Intenso ele! Sugeri marcarmos uma outra data, tinha adorado a Júlia e com certeza repetiria a festinha.

Já na rua, ao entrar no Uber, vivi uma enorme coincidência. Vocês acreditam que era o mesmo motorista que me levou na ida?! Fiquei abismada! Rs. O mais engraçado ainda é que só percebi quando ele encerrou a corrida. Ao ver o nome para o qual faria o pix, minha memória acusou que já tinha visto aquele nome antes e foi quando rimos da coincidência. ?

– Eu fiquei na dúvida se era você, porque você estava com a sua amiga. – Ele disse.

– Hahaha. Pois é, ela foi embora antes, rs.

Olha, em anos, nunca aconteceu de eu pegar o mesmo motorista, que dirá no mesmo dia! Rs.

Essa noite foi mesmo uma caixinha de surpresas… ?

Princesas do Ménage à Trois – Parte 1

Querido diário,

Quem me acompanha de longa data sabe que tenho uma parceira de crime, ela mesma, Manu Trindade. E estávamos nós numa tarde tediosa de domingo, quando tivemos um insight maravilhoso para apimentar nossa semana e, claro, a de vocês também.

Lançamos a semana do Ménage à Tróis, em que vocês poderiam sair conosco juntas por uma condição jamais praticada antes: leve 2, pague 1. Trocadilho infame, se me permitem. ?

A aceitação foi além do que esperávamos e alguns sortudos aproveitaram para se deleitar com mais horas, assim, a primeira hora sairia mais acessível do que normalmente. Conhecemos pessoas novas e houve peculiaridades discutidas pós-encontro por nós, que vou acrescentar nos relatos que vocês amam.

Espero ter sucesso na narração e que vocês se sintam parte disso, no quarto com nós duas, quem sabe… ?

Vamos ao primeiro da lista!

O Carioca Teimoso

Fomos encontrá-lo no flat em que estava hospedado. Enquanto nos servia vinho, até contou que teve que sair para comprar uma terceira taça, todo empenhado em nos receber. Entre alguns goles de vinho e uma conversinha boba, os beijos foram desenrolando rapidamente. Ora beijava eu, ora beijava a Manu, ora beijávamos os três. Delícia! Não muito tempo depois fomos todos para a cama.

Começou dando um trato na Manu, chupando sua pepeka, enquanto eu me deliciava nos peitos dela. Após fazê-la gozar, voltou a beijá-la e quis ficar mexendo com seu dedinho lá, na pepekinha dela. Manu, com delicadeza, falou que não gostava de ser dedada, mas ele continuou com o dedo lá, dizendo que isso lhe dava muito tesão fazer. Mais uma vez Manu alertou: “Mas eu não gosto”, ao que ele, novamente, não respeitava o seu pedido, insistindo nas suas preferências, “Eu já falei que eu não gosto”, Manu respondeu um pouco mais firme, mas ainda gentil, e nessa hora me manifestei também, falando para ele que a pepeka fica ainda mais sensível depois que gozamos. Parecia que estávamos lidando com uma criança, que teimoso!

Depois Manu quis voltar as atenções para mim, anunciando que me chuparia, sendo interceptada por ele, que disse: “Está querendo roubar o meu papel?” e então ele me chupou. Sua chupada até que estava bem gostosa, mas lá vinha ele querendo me dedar também. Como já mencionei em outra postagem, me dedar é algo que gosto ou não de acordo com a minha vibe naquele encontro, como também dependendo do jeito que o cara faz. O dedo dele era muito áspero e sua dedada definitivamente não era uma coisa gostosa de sentir. Falei que também não gostava e novamente ele insistiu. Que fixação por dedada gente!

Depois também demos um belo trato nele, as duas ao mesmo tempo no seu pau. Uma nas bolas, outra no membro, depois as duas juntas no membro, quase nos beijando enquanto o chupávamos. Após muitas preliminares, chegou o momento de uma das duas sentar nele. Perguntamos qual ele queria primeiro e respondeu dizendo que fecharia os olhos e que deixaria para nós escolhermos. ? Olha, em anos atendendo em dupla com a Manu, essa foi a primeira vez que tivemos que escolher entre a gente, rs, e confesso que é muito melhor quando o cara sabe o que quer, homem decidido é afrodisíaco! Nós termos que fazer ‘par ou ímpar’ foi um tanto quebra clima, rs.

Manu foi primeiro. Me deitei ao lado dele e fiquei me masturbando, enquanto assistia aquela transa de camarote. De repente ele começou a apertar os seios da Manu de um jeito muito forte, com movimentos bruscos, isso me assustou um pouco, achei que ela fosse reclamar, mas continuou imbatível na sentada, daí ele foi ainda mais ousado e deu um tapa na cara dela. Novamente me espantei, Manu disse “devagar” e continuou pleníssima na atividade, focada em não atrapalhar o possível orgasmo dele, que, na verdade, estava bem looonge de acontecer, mas não sabíamos disso.

Ele tentava arrancar putaria das nossas bocas, mas estava exaustivo e forçado as suas tentativas, gostamos de trocas que vão fluindo naturalmente. Teve uma hora que a Manu, enquanto sentava nele, disse: “Para de falar e mete”, kkkk. Depois trocaram de posição e ele foi por cima. Estocou por bastante tempo, até que decidiu vir para mim. Pequena pausa para trocar o preservativo e então veio no papai e mamãe, perguntando: “Como será que a princesinha gosta?” Daí estocou bastante, até que se cansou e fui por cima. Felizmente não fez comigo o mesmo que fez com a Manu, não apertou os meus seios daquele jeito violento e nem levei tapa na cara, ainda bem, não sei se teria a mesma plenitude que ela.

O cara não gozava de jeito nenhum e logo entendemos o perfil de cliente que ele era, aquele que quer fazer valer cada centavo. Chegou um momento que também me cansei e aí revezei com a Manu, desta vez ele a pegou de quatro. Metia forte, com intensidade e não chegava lá, incrivelmente um encontro de 1h conseguia ser mais exaustivo que um de 3h. Chegou um momento que a Manu não aguentou mais e pediu que fizéssemos uma pausinha, pedido licença para ir ao banheiro. Me vendo ali, sozinha com ele naquela cama, pensei “Não vou ser esfolada também não” e parti para o que tenho de melhor: meu boquete. Apostei nele e foi sucesso! Finalmente aquele homem gozou, faltando pouquissímos minutos para o tempo acabar. Esse aproveitou até o caroço!

O do Ritual

Carinhosamente o apelidamos assim, devido ao seu apartamento. Quando ele abriu a porta, atrás dele só se via um grande breu, fiquei até um pouco insegura de entrar onde eu não enxergava nada. Quando chegamos na sala, a iluminação estava mesmo escassa, poucas velas, estrategicamente posicionadas nos cantos, iluminavam fracamente o ambiente. Como se tudo isso já não fosse estranho o bastante, um incenso fedido queimava. Sabendo que a Manu detesta incenso – eu até gosto, mas aquele realmente tinha um cheiro ruim -, fiquei aflita por ela. Daí ela se manifestou, pedindo que ele apagasse, devido a sua “rinite” rs. Ele não apagou, mas prontamente tirou de lá, levando para a cozinha.

Como a sala estava sem ventilação nenhuma e o cheiro do incenso impregnado, sugeri irmos para um cômodo mais arejado. Ele indicou que fôssemos para o seu quarto e no caminho passamos por um corredor em que de uma das portas abertas, saia uma iluminação vermelha, muito sinistra. Imaginem, o apartamento aquele breu, um quarto com uma penumbra vermelha estranha, tava tudo muito suspeito. Ao passarmos pelo tal cômodo, com ele vindo atrás de nós, acrescentou: “Eu sei que parece estranho, mas eu sou do bem”. O que me fez pensar, se ele sabia que aquilo soaria estranho, então por que deixou aquela luz vermelha acesa?

O seu quarto parecia o lugar mais normal, até você reparar no grande quadro de uma mulher, posicionado de frente para a cama. Ele explicou que era uma monja. No escuro a pintura parecia sensual, misteriosa, mas com a luz acesa, você via que a fisionomia do rosto da mulher não era tão amigável e sua vestimenta se assemelhava a de uma freira.

Enfim os três no quarto, o beijei primeiro e quando passei minhas mãos pelo seu corpo, mesmo por cima da roupa, percebi o quanto ele estava suado e comentei, de um jeito manhoso, que ele estava suadinho, rs. Daí ele explicou que veio do trabalho andando e que se quiséssemos ele poderia tomar banho. Mas é óbvio que queríamos isso, estávamos ali cheirosinhas pra ele, não esperávamos menos do que isso em troca.

Daí ele se ausentou para se banhar e eu e a Manu nos olhamos com aquele olhar cheio de significado, como quem analisa em silêncio toda a situação; apartamento escuro, incenso fedido, luz vermelha, homem suado, a premissa não estava muito boa, mas felizmente seria só 1h.

Ele voltou, dessa vez tinha passado até perfume. Após alguns beijos, chupou uma de cada vez, começando primeiro comigo. Não gostei do seu oral, parado, sem movimento. Em determinado momento instiguei para que também chupasse a Manu. Depois voltamos nossas atenções para ele e o deixamos alucinado, enquanto as duas se deleitavam no seu pau ao mesmo tempo. Só paramos quando ele pediu, encarecidamente, para comer uma de nós duas.

Desta vez não perguntamos a preferência e já fui sentando, para compensar a iniciativa da Manu no outro encontro. Dei uma bela atiçada durante a sentada para que ele gozasse comigo, temendo que fosse longo e demorado como o outro, mas obviamente ele também queria experimentar a Manu, e falou num tom como se quisesse, inclusive, me fazer ciúmes por escolher gozar com ela kkkk. A pegou logo de quatro, fincando forte, enquanto ela me chupava. “Olha como eu gozo com ela”, ele dizia, tentando me provocar, sem o menor sucesso, rs.

Depois que gozou, nos conhecemos mais, conversando até o término do tempo. Perto de irmos embora vimos a sua sala com a luz acesa. Gosto bastante peculiar de decoração. Parede azul escura, muitas pinturas de mulheres, via-se que era um homem fascinado pelo feminino. Interessante.

This is it.

E assim foi dada a largada! ?

Dominadora x Submissa

Querido diário, 

Hoje estou aqui para compartilhar dois encontros muito diferentes que tive há alguns dias. Sempre tem uma primeira vez para tudo nessa vida! Sem mais delongas, vamos ao que interessa!

Fetichista Number 1

Combinamos no motel Swing, encontro de 3h. No seu whatsApp não tinha foto dele, então foi um tiro no escuro aceitar um date tão longo, com quem eu nunca saí e não tinha a menor ideia de como seria. O tipo de imprudência que não recomendo. Para variar, quando eu já estava chegando no motel, ele se atrasou, devido a uma perua pegando fogo no trajeto e diante de uma situação inédita, em que eu não teria onde esperá-lo, tive que improvisar e pedir que me fizesse o pix do encontro antecipadamente, para que eu me sentisse segura de pegar um quarto. Ele o fez e peguei uma suíte com hidro, afinal, três horas juntos merecia.

Quando chegou, eu estava distraída enchendo a banheira e até levei um susto, quando o vi subindo a escada, vindo ao meu encontro. Ele era muito diferente do que eu estava esperando. Aparência muito jovem, mais magrelo que eu, parecia até menor de idade. Muito tímido também. Particularmente não curto muito esse perfil de cliente, prefiro os mais maduros e experientes, mas procurei me adaptar, afinal, ele estava pagando. 

Sugeri começarmos pela hidro para quebrar o gelo, ele aceitou e fez-se aquele silêncio, enquanto tirávamos a roupa. Eu que tinha que ficar puxando assunto. Quando ele se sentou ao meu lado, senti um forte cheiro de cecê. “Qual o problema dessa juventude que não sabe usar um desodorante?!” Pensei decepcionada. No entanto, fingi que nada aconteceu, pois, se tem uma coisa mais constrangedora do que sentir um cheiro ruim durante o encontro, é ter que abordar o assunto.

– Você veio de casa? – Perguntei na esperança de que ele dissesse que não, algo que justificasse ele não ter tomado banho. 

– Sim. 

Mal conversamos e ele já estava duro. Bom sinal. Entre uma tentativa de conversa e outra, nos beijamos, comigo o masturbando por dentro da água. Durante a conversa, descobri que ele era realmente muito inexperiente, só teve duas transas na vida, sendo uma em 2020 e outra em janeiro deste ano, com outra acompanhante. Quase virgem praticamente. 

Quando as coisas começaram a esquentar pra valer, fomos para a cama. Seu oral até que era bonzinho, não me faria gozar, mas pela sua inexperiência estava se saindo muito bem! Seu pau, felizmente, estava limpinho e era grandinho. Quando partimos para o abate, confesso, foi um pouco exaustivo, pois ele não gozava nunca. Tivemos que fazer uma pausa para recuperar as energias. 

Bastante tempo conversando, até que fomos para o segundo round. Fui por cima, papai e mamãe, de quatro, de bruços, comigo por cima de novo de costas para ele e nada de gozar. O jeito foi me render a punheta. Em determinado momento, enquanto eu o alisava, passei a mão pelo seu pescoço e quando eu seguia descendo para o seu peitoral, fui surpreendida com ele pegando a minha mão e levando-a de volta para o seu pescoço. Humm… logo entendi que ele gostava de dominação.

Assim sendo, após um tempo lhe masturbando, com meus braços já cansados, conduzi para que ele mesmo se masturbasse e me concentrei no seu pescoço. Fui apertando cada vez mais forte, ao que ele me dava sinais para que eu avançasse. Ele gostou tanto que até revirava os olhos. Aos poucos fui ganhando mais autonomia e segui explorando aquilo. Mordi sua orelha, puxei seus cabelos, tudo isso enquanto uma das mãos continuava lá, fincada no seu pescoço, enforcando cada vez mais forte.

Após longos minutos desse jeito, era notável que ele estava curtindo muito e prestes a gozar, mas esse “prestes” não chegava nunca. O telefone do quarto começou a tocar – provavelmente para nos avisar do término do tempo da suíte – mas nenhum de nós ousou interromper. Cheguei à conclusão de que alguma coisa estava faltando para ele chegar lá e que eu precisaria inovar. Fiquei pensando o que mais eu poderia criar de diferente, até que, ousadamente, enquanto continuava o enforcando, proferi as seguintes palavras, bem baixinho, no pé do seu ouvido: 

– Goza logo caralho, senão eu te mato!

Nem eu acreditei na minha ousadia! Kkkk.

J U R O  P R A  V O C Ê S, poucos segundos depois ele gozou!!

Evitei qualquer pensamento de julgamento, até porque eu também curto uma pegada no pescoço, mas isso foi algo completamente inédito, além das minhas habilidades. Foi um improviso que deu certo, mas poderia ter dado muito errado.

– Eu não sabia que eu curtia essas coisas. – Ele disse. 

– Está se conhecendo.

– Eu também não sabia que você fazia essas coisas.

– Eu improvisei… Da próxima vez trago umas algemas. – Falei brincando, não cogitando de fato um segundo encontro. 

Não repetiria, não por ele, mas não acho que eu seja a pessoa mais indicada para ele explorar esse caminho. Sou muito carinhosa, não faço a linha dominadora. De qualquer forma, fiquei feliz de ter contribuído para o seu autoconhecimento. 🙂

Fetichista Number 2

Outro dia me deparei com outro cliente peculiar.

Enquanto negociávamos a data, aproveitou para me fazer o seguinte pedido:

– Você realiza fetiches?

– Qual seria?

– Calcinha usada para eu cheirar durante a transa. Se possível, usada por três dias seguidos para ficar com muito cheiro da sua florzinha. Cheiro de suor dela, dos hormônios dela.

– Não rola, rs. Usar a mesma calcinha por três dias vai contra os meus princípios de higiene.

(Talvez se ele tivesse oferecido um adicional extremamente generoso, quem sabe, eu teria pensado no assunto, rs.) Num primeiro momento não vi o pedido com bons olhos e fui encontrá-lo já desconfiada de que fosse um pervertido.

E era mesmo.

Este foi num hotel pelo Centro. Ele disse que sempre teve vontade de me conhecer, que me acompanha desde antes de eu parar e voltar, enfim, finalmente deu certo. Bem mais velho que o Fetichista Number 1

Partindo logo para a parte que interessa, me chupou divinamente, retribui e então fomos para o abate. Mais um que demorava a gozar. Transamos em várias posições e ele seguia imbatível, querendo que eu falasse putaria. Durante a transa ficava me fazendo perguntas, querendo que eu dissesse o que eu gosto, mas eu não conseguia imergir nesse mood, sei lá porque, preferia só gemer, não estava inspirada. 

Daí em determinado momento, após muito bate estaca, tive que dar um toque para que ele se concentrasse em gozar, pois minha pepeka já estava ficando sensível. Quem já saiu comigo sabe que não sou de reclamar, então para eu chegar nesse ponto é porque realmente estava too much. Daí ele disse para ficarmos de pé então. Me pegou de costas e pediu que eu repetisse algumas frases que claramente remetiam a estupro e gravidez indesejada. (!) Num primeiro momento achei aquilo espantoso, mas conforme fui falando e repetindo… fui gostando. (!)

Eu devo ser tão doida quanto ele, pois me excitei com aquilo. Acreditam? Gostei de fantasiar que ele estava me comendo a força, ainda que não estivesse sendo grosseiro e quisesse apenas me ouvir falando aquelas coisas. Entrei na onda e de repente eu não estava mais repetindo o que ele pediu, mas sim criando as minhas próprias frases, como se eu não estivesse gostando, mas eu estava super curtindo. Aí sim, quando fui além do que ele pediu, gozou rapidinho. E eu também gozei, me masturbando, enquanto ele me comia. Curti muito esse mood submissa.

Loucura, não?

Desta vez, o autoconhecimento veio até para mim!

O que vocês acham disso? ?

“O Estúrdio”

Querido diário,

Esse cliente parecia muito potencial. Bonito na foto, pelas conversas nada de estranho, fui confiante de que seria um encontro pra lá de gostoso.

O primeiro ponto de atenção surgiu quando eu estava a caminho do motel. Nosso último contato foi quando ambos disseram estar indo para lá, daí, no trajeto, lhe enviei uma mensagem perguntando se ele tinha carregador de IPhone (saí de casa desprevenida e não queria ficar sem bateria na volta). A minha mensagem não entregou. ⚠️

Faltando poucos minutos para o horário combinado, minha mensagem continuava sem entregar e nada dele dar sinal de vida com o número da suíte. Que aflição me dá estar quase chegando no motel e o cliente ainda não ter mandado o número do quarto, sério! ?‍? Acho que isso é o tipo de coisa que incomoda toda acompanhante que atende em motel. Eu sempre peço para o cliente chegar um pouquinho antes, justamente para evitar esses conflitos. Enfim.

Decidi ligar para ele. Eu estava a 5 minutos do motel, precisava saber se levaria um cano para já alterar a rota e ir para casa. Ele atendeu, disse que estava chegando, mencionei as mensagens não estarem entregando e ele deu uma desculpa qualquer, sem sinal, acho. 

Cheguei no motel, ainda nada dele. ? Um carro entrou antes de mim e  perguntei para a recepcionista se era o tal Fulano, ela disse que não e perguntou o meu nome, ao que respondi, ela me indicou qual suíte ele estava. Ufa, pelo menos ele deixou avisado na recepção, menos mal!

Quando entrei no quarto, aquela pessoa bonita da foto tinha envelhecido uns dez anos. Eu não sei porque algumas pessoas não usam foto atual no WhatsApp, precisa aceitar que envelheceu e ter orgulho do que está se tornando, não simplesmente parar no tempo. Seria muito mais honesto saber o que vou encontrar de fato. 

A comunicação inicial foi meio estranha, ele parecia um pouco introvertido, por um instante fiquei na dúvida se realmente era a mesma pessoa que agendou comigo. 

Ele colocou uma música eletrônica, outro ponto de atenção, acho estranho música eletrônica pra transar, me remete a transa frenética. A última vez que um cliente colocou, não tive uma boa experiência. 

Começamos a nos beijar e ele beijava MUITO mal! Ficava rodando a língua num looping eterno, o movimento perfeito se ele estivesse lambendo um seio ou chupando uma pepeka, mas pra beijar ficava péssimo. Beijo ruim me broxa demais, não consigo imergir no encontro. ? Tentei conduzir para que beijasse do meu jeitinho, mas foi inútil. Que agonia beijar daquela maneira!! 

Percebi também que ele tinha um hábito estranho de ficar apertando o pau na calça, enquanto me beijava. Alto nível de excitação, talvez? Já fiquei com a sensação de que seria uma loooonga transa. ?‍?

Aos poucos as roupas foram saindo e quando vi seu pau, me espantei demais com o tamanho. ? Tinha a grossura de uma lata de coca. Mas notei uma coisa mais estranha ainda, da metade pra cima era muito mais grosso e da metade pra baixo um pouco menos. Outra peculiaridade muito esquisita, mas que só reparei quando coloquei a mão, é que na parte mais grossa, era também mais flácida, não ficava totalmente rígida, enquanto na outra metade sim. 

E como se tudo isso já não fosse estúrdio o suficiente, notei uma bolha no seu pau! A luz do quarto estava azul, não consegui ver direito, mas uma era uma bolha saltada. Perguntei o que era aquilo, ele respondeu num tom como se aquilo não fosse nada demais, dizendo: “não sei, um machucado”. Achei suspeito. Falei que só iria chupar com camisinha. 

Em outro momento ele voltou naquela questão e disse que não era DST, reforçou que era machucado. Perguntei como machucou e respondeu que não sabia. Como alguém vive tranquilamente com “machucado” na parte íntima e não busca saber o que tá acontecendo?! ? Suspeito. Nem de camisinha eu chuparia.

Ele ficava o tempo inteiro se masturbando e se entretendo com o meu corpo. Me colocou de quatro e ficou me apreciando, enquanto se masturbava, intercalando com chupadas na minha pepeka. Seu oral foi muito bom, devo reconhecer, mas como falei antes, com aquele jeito de beijar, chupando eu sabia que seria incrível, rs.

Depois que gozei, voltei minhas atenções para ele, peguei um preservativo e já fui me preparando para sentar. Levei uma Preserv Extra Grande por precaução, e ainda assim não foi grande o suficiente para aquela giromba. Só consegui colocar na cabeça e pedi sua ajuda para desenrolar o resto. 

O pau dele, de fato não ficava plenamente rígido naquela parte mais grossa, o que dificultava minha sentada. Após algumas tentativas, sugeri que ele viesse por cima, mas nem assim estava rolando, então tive que ficar segurando seu pau enquanto ele metia, tentando dar um suporte ali para que entrasse. 

Foi uma transa muito desconfortável pra mim. Além de ser muito grande e grosso, ainda tava mole. Ele tinha que forçar bastante pra conseguir manter o movimento e com a minha mão ali, não era uma transa fluída. Após algum tempo naquele bate estaca horroroso, tentei estimulá-lo a gozar, dizendo: “Goza pra mim”, ao que ele respondeu: “então deixa eu meter em você”. Como era?? Rebati: “Você já não está fazendo isso?” e ele disse que não estava conseguindo enfiar o pau inteiro por conta da minha mão. É sério que ele não via que sem a minha mão ali, ele sequer conseguiria enfiar a cabeça, com aquela Maria mole dele que só ficava rígida da metade pra baixo? Francamente. 

Externei o propósito da minha mão estar ali e ele não gostou de ouvir que seu pau estava mole. Tirei minha mão então, e adivinhem? Óbvio que não conseguiu enfiar nada se a base estava flácida. Ele bufou como se o pau dele tivesse amolecido somente naquele momento pelo que eu disse, saiu de cima de mim e tirou a camisinha. Que clima uó. Eu só queria ir embora. 

Voltamos para a punheta. Ele se masturbava com uma mão e com a outra também masturbava a mim. Não estava fluindo. Eu não sabia mais o que fazer para ele gozar. Bati punheta pra ele também e determinado momento perguntei:

-O que você quer fazer? Continuar assim ou coloco outra camisinha?

-Quero.

-Quer o que?! ?

-Colocar outra camisinha. 

Faltava menos de 10 minutos para o tempo acabar. Encapei o dito cujo e pediu que eu ficasse de ladinho. Não preciso nem dizer que a transa não vingou. Chegou um ponto que eu nem gemia mais, só queria que terminasse logo. O negócio foi amolecendo cada vez mais e daí ele tirou a camisinha. Percebi que ia voltar para a punheta de novo, mas já cortei, dizendo: “Não tá rolando, né?”. Nessa hora ele desistiu da punheta e concordou. 

Levantei para ir no banheiro, fiz xixi e já emendei o banho. Quando voltei ele já estava vestido, ótimo! Me vesti também, me pagou e fui embora.

Que encontro de merda. ?

Desaventuras Amorosas em Série – Parte 3

Querido diário,

Nem acredito que já faz mais de um mês que não nos vemos. Muita coisa tem acontecido do lado de cá, mas hoje estou aqui para atualizar esse engraçadíssimo quadro, sobre a minha terrível vida amorosa. Preparado para entretenimento de qualidade?? ?

O NERD TÍMIDO

Quando falei na parte 2 que eu tinha desanimado do Tinder, isso ainda se mantém até hoje, no entanto, esse era um contato antigo, que não tinha desenrolado no passado. Ele ressurgiu das cinzas. Tinha ficado pendente marcarmos um encontro, mas eu não pude, depois ele viajou, a conversa esfriou e não imaginei que ele voltaria para retomar daquele ponto.

Marcamos num domingo à tarde, por volta das 15h, um restaurante que eu não conhecia, no rooftop do Shopping Light. Ele até tentou combinar algo pela zona sul, mas eu ando um tanto preguiçosa de ir para lugares distantes – quando não é trabalho – e conduzi para que fosse algo mais perto da minha residência. Ele foi bastante flexível, todo proativo em vir até mim, o que achei bastante positivo.

Bonito, mais bonito pessoalmente do que nas fotos. No entanto, não sei explicar, algo nele não me despertou uma conexão imediata. Mas, conforme a conversa foi desenrolando, descobrimos que tínhamos várias coisas em comum, como, por exemplo, o fato de ambos gostarem de steak tartare (foi uma sintonia muito perceptível ao escolhermos a entrada) e ambos terem o gênero terror como o seu preferido. Falamos sobre determinados filmes de terror que os dois já tinham assistido e até indiquei a série “American Horror Story” que ele ainda não viu e que é simplesmente a supremacia para quem é fã do gênero.

O achei simpático, bonito, parecia ser uma pessoa bacana, mas nada que me despertasse a vontade de beijá-lo. Determinado momento levantamos para ir conhecer uma parte do espaço (esse restaurante tem um vista bem legal do centro), e foi quando percebi duas coisas nele que não curti tanto. O fato dele ser exatamente da minha altura (estou numa pegada de homens mais altos) e fumar tabaco. Se fosse maconheiro ok, mas tabaco achei zero atraente, rs. 

Ficamos no restaurante até o estabelecimento fechar, umas 17h. Dividimos a conta, o que não curti muito. Sou das antigas e acho gentil quando o cara paga a conta. Conversamos bastante na saída do shopping, enquanto seu Uber não chegava, e a conversa estava tão interessante, que ele quase perdeu o carro, devido ao tempo de espera, pela sua desatenção durante o nosso papo, sério, ele teve que sair correndo atrás do motorista, literalmente, rs. Uma bela partida kkkk.

Alguns minutos depois, me enviou a seguinte mensagem:

– Aproveitando, muito agradável nosso encontro, fica o convite para marcarmos um segundo… de repente pra rachar um vinho dessa vez ?:)

– Vamos marcar sim. ? – respondi sucinta. 

Dois dias depois ele me enviou um link de um restaurante, com a foto de um steak tartare muito bonito e apetitoso.

– Esse é o steak tartare que eu comentei com você no domingo!

– Nossa achei a cara muito boa. ? Esse picles também instiga.

– É muuuuito bom! O picles e essa alcaparra gigante que eles colocam. Você gosta de alcaparra?

– Gosto também. ?

Achei que fosse vir um convite para irmos no tal restaurante, mas a conversa morreu aí rs. 

Dois dias depois, novamente ele mandou algum assunto. Dessa vez um link do Instagram, com uma postagem de determinado filme.

Esse é um dos filmes que falamos domingo passado (hereditário). A propósito, essa página é legal pra dicas ?haha.

– Ahh legal! ? Falando em Instagram, nem trocamos né? – Tentei trazer a conversa para um tópico mais promissor. Funcionou. Ele me passou o ig dele e já tocou no assunto sobre um novo encontro. 

– E esse fds, tem planos? Tava pensando em tirar do papel aquela nossa ideia de sair de novo. ?

Enfim combinamos um segundo encontro, desta vez no Bar dos Arcos. Outro restaurante próximo a mim, que, por acaso, eu já conhecia de outro date. ?

Marcamos para um sábado à noite. Ele estava cheiroso, hálito refrescante, mais atraente que no primeiro encontro. A noite prometia! Conversamos muuuuuito no restaurante. Um papo alegre, engraçado, eu com certeza o beijaria desta vez! No total foram dois drinks para cada, três entradas e uma garrafa de vinho que terminamos de beber na minha casa. Ele pagou a maior parte da conta. 

Quando chegamos no meu apê, fomos direto para a varanda, que ele queria fumar, e lá ficamos bebendo e conversando, com a minha playlist de fundo. Conversamos sobre quase todos os assuntos que se pode imaginar. Ambos compartilhamos sobre o nosso último relacionamento, soube de algumas curiosidades sobre ele, como, por exemplo, que ele ouve podcast que faz análises sobre Freud, quando está praticando exercícios no seu quarto. O mais próximo que chegamos do tema sexo, foi ele dizer que tem curiosidade em conhecer uma casa de swing. O que nada combinava com ele, me parecia ser muito conservador e certinho, eu sequer conseguia me imaginar contando para ele que sou acompanhante.

Terminamos a garrafa de vinho, ele fumou uns seis cigarros (contei as bitucas no final e fiquei espantada com a quantidade), inclusive gastou as minhas sedas (esqueceu de trazer as suas), daí sugeri uma mudança de cenário e fomos para o sofá, quis colocar um episódio de American Horror Story para ele conhecer. Até estourei pipoca, se você quer saber. Assistimos um episódio inteiro.

Quando começou o segundo episódio, eu olhei para o relógio e já era 01h25. Eu não estava acreditando que ele ainda não tinha me beijado! Quando eu decido adotar uma outra postura, de não chegar atacando, para não assustar os caras e me acharem tarada, me deparo com um cara extremamente tímido, com zero iniciativa para um contato mais íntimo. Eu me recusava a ter que tomar atitude por ele, já fiz muito, o levando para a minha casa, o próximo passo tinha que ser seu!

Comecei a ficar com sono. Soltei um: “Nossa, já são 01:25” e, como eu esperava, ele se espantou com o horário, acrescentando que já ia embora. Consenti, se não tínhamos feito nada até aquele momento, agora eu que não queria mais, minha bateria já estava descarregando. Desci com ele e quando fomos nos despedir, já fui virando o rosto para o beijo na bochecha. Se não tinha me beijado dentro de casa, onde tinha muito mais potencial de rolar algo, não seria na minha portaria que rolaria. O pior ainda foi sua frase final:

– A gente combina uma próxima vez, talvez, quem sabe.

Talvez? Quem sabe? ?

Aquilo ficou martelando na minha cabeça. Eu já estava puta que não tinha rolado nada, sua frase de despedida me deixou ainda mais frustrada. Voltei para o apartamento e já mandei mensagem, repetindo as suas palavras:

– A gente combina uma próxima vez, talvez, quem sabe. Rs. Que vago.

– Hahaha. É verdade, ficou vago. A conversa foi tão boa que o tempo passou muito rápido. O que queria ter dito é que eu curti esse rolê com você hoje. Por mim podíamos ter esticado, mas tb não queria te atrapalhar ? kk

Achei ridículo ele falar de esticar, quando sequer teve atitude de me beijar!!

– Você não deu indícios rs. – Cutuquei.

– Poxa eu não paro de pensar nisso Hahaha. Me perdi no tempo mesmo. Enfim, mas pra não ficar vago então.. eu achei muito bons nossos dois roles.

– Tbm gostei.

– Ah então vai ter que rolar de novo hahahaha. – Qual a graça?

– Acho que precisamos rs. – Finalizei.

O fato, minha gente, é que esse cara não me chamou mais para sair! Virou uma grande incógnita entender porque não rolou nada naquela noite. Eu até pediria palpites aqui, mas essa situação é um tanto antiga e já tiveram novas atualizações!

Um mês depois, numa solitária noite de sábado, me encontrava com muita vontade de transar, me restando reciclar esse contato. ?

– Oie, tudo bem? – Mandei.

– Hellooo. Tudo bem e você? – Me respondeu 2 minutos depois.

– Bem também. Está livre hoje? – Diretíssima.

– Huuum que pensas? Eu tô na casa dos meus pais, mas jaja tô indo pra casa.

– Sendo bem honesta com você, até hoje não entendi pq não nos beijamos aquela noite. ?

– Hahahaha eu tb não. Enfim, fiquei me perguntando isso também vários dias. Aprecio a honestidade.

– Pois é, uma grande incógnita rs.

– O que vc tá pensando? De repente um vinho? (Preciso te repor uma seda tb hahah ?)

– Pensei nisso, te convidar para tomar um vinho aqui em casa essa noite e resolvermos isso. ?

– Fechou. Vamos marcar tipo umas 22:00? Acho que dá tempo. O que vc acha?

Enfim combinamos. Ele chegou por volta das 22h30. Achei que fosse chegar chegando, mas me deparei com o mesmo comportamento devagar da última vez. ? Abrimos o vinho que ele trouxe, sentamos no sofá, conversamos e somente quando, em algum momento, o encarei sem dizer nada, que finalmente nos beijamos. Aleluia senhor! Beijo bom, gostei!

Aos poucos as coisas foram desenrolando e então fomos para a cama. Gostei bastante da sua chupada! Teve outro momento, que um masturbou o outro, por um tempo, e o achei muito habilidoso com os dedos também! Mas apesar desses pontos super favoráveis, eu achei a transa muito vazia. Protocolar. Ocorreu tudo bem, mas não teve aquela super química, sabe? Matei minha vontade, me masturbei enquanto transávamos, gozei, mas, definitivamente, não repetiria.

Quando estou transando, o momento que o outro goza é muito importante. Cada homem tem um jeito de gozar e dependendo de como ele goza, o tornará ainda mais atraente ou desinteressante pra mim. Por exemplo, acho muito sexy quando o cara urra igual um animal e explode ferozmente. É muito másculo! É excitante quando você nitidamente percebe que o outro está gozando, o comportamento dele muda, adquirindo uma intensidade ainda não vista. Quando o cara goza em silêncio é muito monótono, linear e sem graça.

Enfim, o jeito dele gozar não me apeteceu. Foi a primeira vez que vi alguém me avisar que ia gozar, dizendo o meu nome junto, “Vou gozar Fulana”. Pra que dizer o meu nome? Achei muito estranho kkkkk. Seu gemido final também foi um tanto afeminado. Não passou no teste… kkkk.

– Era para termos feito isso no outro encontro. – Ele reconheceu.

– Pois é…

– Eu não sabia se você queria.

– Eu te trouxe para a minha casa, rs.

– É, eu sei que foi um sinal, mas sei lá.

Lerdo.

Quando ele foi no banheiro tirar a camisinha – ahh, um adendo aqui, ele trouxe preservativo da mesma marca que eu uso! Primeira vez que isso acontece, do boy também usar a Skyn ?? – , aproveitei para me vestir. Percebi o seu desapontamento quando me encontrou vestida, acho que esperava que transaríamos mais. Argumentei que estava com frio – e estava mesmo – como também satisfeita do sexo, mas isso eu não disse. Daí ele se vestiu e sentamos no sofá para ver um filme que ele tinha indicado, “De Olhos Bem Fechados”. Na metade do filme, tomou a iniciativa de ir embora:

– Acho que eu vou embora… – soltou.

– Está tarde, né? – Apoiei.

Não rolou aquele beijão de despedida, apenas um selinho meia boca. Não trocamos mensagens no pós e não voltamos a sair. Mas continua lá no meu instagram, me acompanhando e curtindo as coisas que eu posto.

Ainda não foi dessa vez que encontrei o meu contatinho perfeito! ?

Mas calma, tenho muito mais para compartilhar! Contudo, como esse post ficou enorme – 7 páginas do word – dividirei as postagens e vou soltando durante a semana. Tenho mais dois pra relatar!

Me aguarde! ?

“O Piloto Gringo”

Querido diário,

Essa postagem é dedicada especialmente àqueles que sentem falta dos relatos de encontros! ? Essa semana tive alguns dates diferenciados, deu vontade de relembrar os velhos tempos relalatando! ?

Preparados?

Nossa conversa no whatsapp começou meio estranha…

– Olá. Meu nome é **** e encontrei sua página de perfil, Você está maravilhosa! Estarei em São Paulo nos próximos 2 dias e gostaria de saber se você está disponível.

Enviei o textinho com as minhas informações.

– kkk, gosto da sua confiança!! Do you speak english?

– Não entendi. – Respondi para a sua primeira frase, ignorei a pergunta do idioma.

– Eu gosto da sua confiança, então não há necessidade de se desculpar.

– Continuo sem entender porque eu me desculparia por algo. ?

– Acredito que estamos tendo um problema de tradução. Eu estava tentando elogiá-la sobre sua confiança.

Que elogio mais estranho Kkkkk, elogiar minha confiança? Não tinha muito sentido naquele contexto. ?

– Provavelmente. – respondi referente a tradução equivocada.

Enfim agendamos um encontro e fui ciente de que a comunicação seria toda em inglês quando eu chegasse. Combinamos uma duração de 2h para o dia seguinte. Fui encontrá-lo no Hotel Pullman do Ibirapuera.

Eu acho engraçado quando os clientes utilizam fotos antigas e quando chegamos, constatamos que o mesmo está um pouco mais velho. ? O que não necessariamente seja ruim, apenas uma observação engraçada, rs.

Ele era um senhor interessante, apesar da idade, todo bem cuidado, magrinho, mas malhado, com peitoral saltado e barriga chapadinha, valorizei. Simpático, energia leve, estava preocupado que fosse bom para mim também. Elogiou bastante o meu blog, disse que a tradução era perfeita e até perguntou se foi eu mesma que tinha escrito em inglês e colocado no site. Já pensou eu ter todo esse trabalho?? Kkkk. Respondi que a tradução era automática pela própria plataforma, mas que agradeceria ao meu amigo de TI, que cuidou de toda essa parte pra mim! ?

Conversamos um pouco antes de nos beijarmos, ele contou que era piloto de uma companhia aérea americana, estava no Brasil, inclusive, a trabalho, voaria de volta naquele mesmo dia, mais tarde. Ele tinha um espírito jovem, colocou Tame Impala para tocar e o beijo fluiu naturalmente. Como era um encontro de duas horas, foi desenrolando sem a menor pressa. Após muitos beijos e alisamentos, minhas roupas foram saindo primeiro, até o momento em que as dele também foram para o chão. Ao me deixar só de calcinha, sentou na cama, pegou um travesseiro, colocou na sua frente e indicou para que eu usasse. Entendi que queria que eu me ajoelhasse para chupá-lo. Na hora achei um pouco precipitado, pois ele ainda estava de cueca, mas bora lá, obedeci. ?

Comecei delicadamente pelas bolas, um tempo de atenção em cada uma delas. Depois passei a língua contornando todo o pau, voltei para as bolas novamente, repeti todo o processo e só então o abocanhei por completo. ? Tentei dar aquela sensualizada, olhando para ele com cara de safada enquanto chupava, mas a sua reação em resposta não foi nada sexy kkkk, ele levantava as sobrancelhas e quase sorria, como se estivesse sem graça com a minha encarada kkkk. Algum tempo me deliciando, até que ele me puxou para mais beijos e então indicou para que eu me deitasse.

Daí ele falou algo sobre o tantra, chakras, confesso que não entendi tudo claramente, meu inglês está um pouco enferrujado kkk, mas captei o contexto. Pegou dois pinceis grandes, utilizados em body paint, desligou a música para que ficasse um ambiente mais sereno e começou a passar o pincel menor nos meus seios. Fechei os olhos e relaxei com a maciez das cerdas. Depois de um bom tempo ele trocou para o pincel maior e repetiu todo o processo. O percurso do pincel era rodear os meus seios, uma atenção extra nos mamilos e depois seguiu descendo pela minha barriga. Ele se posicionou entre as minhas pernas, de um jeito que parecia mesmo estar pintando o meu corpo!!

Explicou que aquilo servia para limpar as energias, que todas as nossas tensões ficam retidas na região pélvica e depois seguiu com os pincéis para lá. Alisou a minha pepeka com eles. Olha… foi muito gostosinho sentir aquilo! Aquela região estava bem mais suscetível que os seios. Depois de se dedicar um bom tempo nessa tarefa toda, me conduziu para a beirada da cama, pois iria me chupar.

Ele teve o cuidado de me mostrar, antes de usar em mim, um lubrificante com sabor que tinha trazido, me lubrificou com aquele gostinho e também seus dedos para introduzi-los em mim ao mesmo tempo. Dedada na xana, para mim, é uma roleta russa, tem dias que gosto, tem dias que não quero. Nesse dia eu não queria, tinha tido uma transa intensa no dia anterior e a pepeka ainda não estava plenamente recuperada. Ele percebeu que eu não estava muito confortável, mas atribuiu às minhas “tensões pélvicas”e continuou com os dedinhos. Deixei que continuasse, ele tava todo empenhado, não queria parecer a chata, cheia de não me toque.

Depois ele já quis encapar para me comer naquela posição mesmo, mas achei a camisinha gringa dele mega estranha. Toda enrugada, com um cheiro característico forte, tinha até uma bolinha branca solta nela. Perguntei o que era aquela bolinha, ele respondeu se tratar do lubrificante do próprio preservativo, mas era uma bolinha sólida, lubrificante não é líquido? Rs. Enfim, com esse pequeno contratempo logístico, ele perdeu um pouco da ereção e precisou inutilizar a camisinha que já estava encapada. Achei ótimo, preferia usar as minhas.

Ele se deitou na cama e voltei a chupá-lo, tentando reanimar o garoto. Deu um certo trabalhinho, depois fui correndo pegar o meu preservativo. Encapamos e ele veio por cima. Bem disposto! Mandou ver sem perder o fôlego em nenhum momento. Cardio tá em dia! Acendeu meu tesão enquanto ele metia! ? Foi eu começar a me masturbar, com ele entrando e saindo de mim, que o danadinho se encaminhou para o orgasmo.  ? ? ?

Quando eu estava prestes a gozar, ele foi primeiro, mas continuou até que eu também chegasse lá. ❤️ Gente, juro, eu tive uma gozada muito intensa!! Acho que foi por conta de todo aquele ritual com os pincéis antes! Surreal! ?

Depois ficamos o restante do tempo na cama conversando. Ele é uma pessoa muito interessante. Mora na Flórida e compartilhou um pouco da sua vida, me mostrando algumas fotos em seu celular. Quando era jovem, fez parte de uma banda e quando vi essa fotografia, pedi que cantasse para mim. Achei que ele fosse recusar, ficar com vergonha, mas que nada, colocou uma música acústica do Foo Fighters e cantou junto com o vocalista! Cantou a música inteira, e cantava bem, viu?! Achei aquela cena fantástica!! Ele se interessou em saber que tenho visto para os Estados Unidos, internamente também me interessei por um possível job afora, rs. ?

Depois fui tomar banho para ir embora e ele me convidou para almoçar. Eu não costumo aceitar convites fora do tempo contratado, mas como eu precisaria procurar um lugar para comer de qualquer jeito saindo dali, acabei aceitando. O almoço foi breve, o restaurante do hotel estava fechado, então pedimos um petisco no bar. O curioso foi que, durante o nosso papo, enquanto comíamos, ele pediu uma análise minha sobre uma situação dele com outra acompanhante, que ele estava envolvido. Ele me contextualizou todo o envolvimento deles e depois me mostrou as conversas de whatsapp. Achei o máximo estar sendo requisitada como coach de relacionamento entre clientes e acompanhantes. ?

Bom, para você que ficou curioso pelo meu veredicto, resumidamente, o que concluí, após uma rica análise, era de que a acompanhante que ele dizia ambos estarem envolvidos, na verdade estava interessada nele para ser seu sugar daddy. O que não é ruim, se os objetivos de ambos estivessem alinhados, mas ele queria um romance sem envolvimento financeiro, rs.

O mais curioso ainda, é que no dia seguinte a esse encontro, tive um atendimento sem sexo, em que fui contratada justamente para analisar uma outra situação de envolvimento entre cliente e acompanhante! ? Será o universo me falando para explorar outras vertentes?!! Já sou coach para novas acompanhantes, imagina se eu lanço a modalidade coach para clientes também?! ?

Comentem aqui o que acham da ideia!!

Gostariam que eu voltasse a relatar mais os encontros também? ?