“O Fenomenal”

Querido diário…

Não consigo me lembrar de quando foi a última vez que um encontro com um cliente conseguiu ser tão impactante desde o primeiro instante. Não estou dizendo que os anteriores não tenham sido incrivelmente bons, mas este me surpreendeu a nível Secreto (Cliente 258). Logo mais irão entender melhor o porquê, já que com este outro, eu nunca relatava os encontros.

Motel Astúrias, suíte 1. Ele era monstruosamente bem mais interessante pessoalmente que na foto do whatsapp. Que era simpático eu já sabia, pois conversamos por mensagens em alguns momentos, mas aquela foto definitivamente não fazia jus a sua aparência, ao vivo e a cores.

Ele pediu que eu avisasse quando estivesse na frente da garagem, que ele me receberia na porta, mas a funcionária do motel já abriu a garagem para mim e nos topamos repentinamente, quando eu já estava quase na porta. Ele trajava uma roupa social, super elegante. O traje mais sexy que já inventaram para um homem. Subi a escada na frente dele e lá em cima, dentro do quarto, conversamos mais.

Ele é do Rio e era sua primeira vez naquele motel, que foi sugerido por mim, já que era o mais próximo de Congonhas, que eu conhecia. Então comecei puxando assunto sobre isso, do que ele tinha achado do recinto, já que sempre se mostrou preocupado em nos encontrarmos num lugar bacana. Daí se prontificou a servir um vinho Moscatel para mim (tinha me perguntado com antecedência sobre a minha preferência) e perguntou se tudo bem ele continuar tomando o saquê que já bebia. Até então ainda não tínhamos nos beijado.

Quando ele abriu a garrafa de vinho, aconteceu algo completamente inesperado, que me fez levar o maior susto. Enquanto ele ainda desembrulhava o papel alumínio que ficava em volta da tampa – detalhe, ele ainda iria tirar a proteção de arame – a rolha explodiu, batendo no teto, como se ele já tivesse chegado na etapa de tirá-la, quando ainda estava toda embrulhada. Foi muito bizarro! Rs. Começou a transbordar espuma e ele levou um segundo para decidir o que faria, deixando cair um pouco no chão, para então levar a garrafa de volta ao balde de gelo. Mas o que foi tudo aquilo? Que susto! Rs.

Eu estava sentada na cama nessa hora e levantei para pegar as coisas que tinham voado pelo quarto (tampa, arame e rolha). Daí, quando nos esbarramos na porta do banheiro – ele tinha ido lavar as mãos do vinho que escorreu e eu indo jogar as coisas no lixo – me roubou um beijo! ? Antes do brinde, assim de repente. Foi bom, mas por ter sido tão repentino, não deu tempo de eu curtir como deveria, me pegou de surpresa.

Enfim brindamos, bebericamos, conversamos brevemente e dali a pouco voltamos a nos beijar. Desta vez com maior calma e intensidade. Nosso beijo era mesmo excelente, nesse momento pude sentir melhor. Encaixou direitinho, pelo menos pra mim rs. Sabe quando a pessoa beija do jeitinho que você gosta e o encaixe dos movimentos da língua são incrivelmente sincronizados? Então, foi exatamente desse jeito.

Ainda comigo de pé, tirou o meu vestido, despindo o por cima e com uma habilidade assustadora, abriu o fecho do meu sutiã com apenas uma mão! E olha que eu usava um de três fechos! Brinquei com ele que aquilo tinha sido mesmo surpreendente, visto que a maioria dos clientes levam mais de cinco segundos para abrir (alguns nem conseguem), e ele, modestamente, disse que não foi tão rápido assim, pois precisou fazer dois movimentos – tirando dois fechos no primeiro e o último no segundo -. 

Foi para os meus seios e que visão linda foi aquela, vista de cima, dele com a boca e língua no meu mamilo. Depois voltou para os meus lábios e nesse momento me dei conta que eu já estava seminua, vestida apenas com uma minúscula calcinha, enquanto ele ainda trajava sua camisa, calça e sapato. Reclamei manhosamente que aquilo estava injusto e comecei a desabotoar seus botões. Quando revelou seu peitoral, via-se nitidamente que ele já fez academia em algum momento da vida, pois os traços definidos continuavam ali, ainda que não tivesse os gominhos na barriga. Bonito corpo, gostei ainda mais do que vi.

Na sequência também tirou a calça, revelando coxas tão exuberantes quanto o resto que eu já tinha visto. Daí me deitou na cama, se deitou por cima de mim, retomando os beijos e, posteriormente, a chupada nos meus seios. Depois começou a distribuir beijos pelo meu corpo inteiro e nesse momento me senti uma rainha. Novamente tive uma daquelas sensações que a situação era inversa e que eu que estava pagando para receber todos aqueles mimos.

De repente, habilmente me virou de costas, distribuindo mais beijos pelo meu cangote, me fazendo comentar o quanto aquilo estava gostoso. E sua resposta, ao pé do meu ouvido foi: “Você me inspira”. Ele sabia mesmo como seduzir uma mulher. Tirou a minha calcinha ainda comigo de bruços e então me virou de frente, se encaminhando para a minha menina. Ameaçou me chupar e então voltou a me beijar. Por um segundo achei que ele tivesse desistido, mas, após o beijo me puxou bruscamente para a beirada da cama – bruscamente, mas de maneira sexy e não violenta – me encarando enquanto lentamente se posicionava com a boca lá.

Nesse momento confesso que quase entrei em parafuso. Fazia muito, muito, muito tempo que eu não me deparava com uma chupada daquela! Ele chupava absurdamente gostoso, a nível Língua de Seda (Cliente 306). Chupava com movimentos ágeis, mas ao mesmo  tempo extremamente macios, com a mesma suavidade e cuidado como se estivesse chupando devagar. Foi mesmo algo de outro mundo. Eu costumo demorar horrores para gozar no oral, mas como ele a vontade vinha a todo momento e me frustrava não conseguir chegar lá por tão pouco, já que várias vezes eu sentia tão perto.

Aquela chupada me deixou com um tesão tão absurdo, que fiquei com uma vontade louca de sentir ele dentro de mim. Ainda que eu não tivesse lhe retribuído o oral, quis pular essa parte e pedi para transarmos logo. Ele perguntou pela camisinha e gaguejando ofegante, apontei para a minha necessaire rosa espelhada que jazia em cima da mesa, ao lado da minha bolsa. Me levantei para pegá-la com o clitóris latejando de quase ter gozado várias vezes e ele veio atrás de mim, feito um imã.

Nesse momento, tomada pelo instinto mais selvagem que em mim habita, me agachei para chupá-lo, puxando sua cueca como se ela fosse uma intrusa naquele quarto. Até aquele instante eu não tinha visto o seu membro e até ele era perfeito. De tamanho e grossura mediana, do jeito que eu mais aprecio num encontro civil. Não grande o suficiente para me machucar, nem tão pequeno que eu não possa sentir. Geralmente começo pelas bolas calmamente, mas eu estava sedenta e chupei seu pau com tanta empolgação como se fosse a última gota de água no deserto.

Era macio e delicioso de chupar, não cansava a minha boca, poderia ficar chupando por horas sem me incomodar. Nesse momento, enquanto o chupava com o maior fervor, aconteceu outra coisa que nunca tinha acontecido num atendimento antes. Foi a primeira vez que o homem pelo qual estava em pé a minha frente, não ficava parado apenas recebendo o oral.

Ele começou a ficar todo curvado para a frente, não aguentando ficar sem me tocar, independente de qual fosse o motivo que o tivesse impedindo, de modo que suas mãos alcançassem o meu corpo e pudessem me alisar ao mesmo tempo. Foi engraçado rs. Ele pareceu aqueles tatuzinhos quando se embolam. E para mim também foi muito gostoso ele não conseguir ficar sem me tocar, foi como se tivéssemos dentro de uma bolha só nossa.

Curti aquilo por algum tempo, até que comecei a me preocupar com a sua postura toda torta e me levantei, conduzindo-o para a cama. Fiz a mulher dominadora e o joguei na cama bruscamente, me jogando por cima dele logo em seguida. O beijei mais e voltei a descer, para aquela delícia gostosa de chupar que ele possuía no meio das pernas.

Depois ele também me chupou de novo, mas era só ele encostar aquela língua habilidosa no meu clitóris, que imediatamente voltava a vontade avassaladora de transar.  Estiquei o braço para pegar a camisinha e na hora de encapar aconteceu aquilo que detestamos. Ele ficou meia bomba, nos contrariando totalmente. Ele não entendeu o motivo, mas fiquei com a sensação que foi por conta do preservativo. Por mais que a nossa situação exija o seu uso, não dá para negar que se pudéssemos teríamos deixado de lado.

Ele voltou a me chupar como forma de me compensar por aquele imprevisto e quando eu  menos esperava, já estava duro de novo. Rapidamente encapamos e ele veio no papai e mamãe. Q-u-e t-r-a-n-s-a g-o-s-t-o-s-a!! Fantasiei que estávamos fazendo no pelo e fiquei com mais tesão ainda. Comecei a me masturbar durante as suas fincadas e estava quase gozando, mas continuava faltando algo a mais para que eu chegasse lá.

Após um tempo considerável, ele anunciou que ia gozar e era exatamente isso que me faltava. Imediatamente o meu orgasmo veio com mais força do que antes, ao perceber que ele também estava vindo. O que foi muito louco, pois isso geralmente me acontece em transas civis. Precisar assistir o outro gozando para conseguir alcançar o meu ápice também. E foi maravilhoso. Ele pode ter achado que foi “muito conveniente” eu gozar naquele momento também, como se fosse algo ensaiado, mas não foi. De fato eu só consegui vir quando ele também veio.

Uau. Que transa! Nos olhávamos como se nos perguntássemos: “o que foi tudo isso?”. “Preciso de mais um gole de vinho”, foi o que consegui dizer depois daquilo tudo. Ele foi jogar a camisinha fora e quando retornou, sugeri aproveitarmos a piscina. Percebi que ele deu uma leve hesitada, talvez pensando que eu estava querendo inventar coisa para não transar com ele de novo, mas sinceramente não era isso. Ele nunca tinha ido naquele motel antes e achei que seria interessante aproveitarmos tal benefício do quarto, uma vez que estava pagando a mais por aquilo. Daí ele colocou uma música para nós, que trarei abaixo. Gostei bastante da voz do cantor. Afinada, gostosa, tom harmonioso, uma delícia de ouvir. Foi a nossa trilha sonora para enquanto estávamos na piscina.

Não é um trilha sonora muito sexy, confesso, por isso trouxe no final do post uma música mais condizente, que me serviu de inspiração enquanto eu escrevia esse post. ?

Curtimos um pouco a água separadamente, mas quando nos reaproximamos, voltamos a nos beijar no mesmo instante e inevitavelmente seu membro ficou rijo outra vez. Não preciso nem dizer que voltamos para a cama imediatamente, né? Desta vez eu que fui por cima, após deixá-lo devidamente encapado. Conduzi por algum tempo, até ele me pedir pela posição menos requisitada: de ladinho. Que foi uma delícia, não sei porque os homens não apreciam tanto. Lhe ajudei com os movimentos, até ele conduzir para que eu ficasse de bruços. Eita que o segundo round estava rendendo!

Ele deixou para finalizar no papai e mamãe, com nossos corpos e rostos de frente um para o outro. Incrível. Não gozei dessa vez, sequer me masturbei durante a transa, pois ainda estava satisfeita da primeira. Na sequência já fui para o chuveiro, infelizmente nosso tempo tinha chegado ao fim – combinamos 2h – e eu tinha outros compromissos.

Conversamos muuuuito enquanto cada um se banhava – conversar com ele é muito fácil, natural e fluído -, e quando fui até minha bolsa pegar algumas coisas para me arrumar – escova de cabelo, de dente e etc -, avistei um envelope branco que antes não estava lá. Até na hora de pagar ele era diferenciado. Ao término, chamei o Uber para mim e ele esperou que eu partisse para que também chamasse o táxi para si. Me acompanhou até a garagem de novo. Cavalheiro, bonito, charmoso e gostoso. O que mais uma modesta acompanhante pode esperar de um cliente?

Comunicado Importante

Boa tarde.

Eu pretendia escrever apenas um twitte resumidamente sobre esse assunto, mas, como o Twitter tem limite de caracteres e, mesmo fazendo todos os tipos de abreviações possíveis, não consegui fazer caber naquele pequeno espaço tudo o que eu queria dizer, resolvi me expressar por aqui mesmo de maneira ainda mais completa… ☝??

Sabe, hoje sentei em frente ao meu notebook e pensei: “Fudeu!” Quanto mais os relatos se acumulam, mais difícil fica colocá-los em dia! ?

E comecei a reparar que algo que eu sempre amei fazer (escrever) tem se tornado uma atividade maçante para mim.

Daí refleti muito a respeito, sobre o que eu poderia fazer para que isso voltasse a ser um hobby e não uma obrigação e cheguei à seguinte conclusão: ?

A partir de hoje… vou me desprender de algumas regrinhas que eu mesma criei.

Não vou mais escrever seguindo a ordem cronológica dos encontros, como também não necessariamente escreverei sobre todos. Apenas os que de fato me inspirarem para tal.

Postarei seguindo a minha ordem de interesse, ignorando completamente se o encontro veio antes ou depois do anterior que foi relatado. Mas, a numeração do cliente poderá ser conferida ao final do post, na Tag.

Tenho certeza que desta maneira ficará ainda mais prazeroso tanto para mim, que tenho a missão de escrevê-los, quanto para vocês, que seguem me acompanhando e lendo tudo que escrevo.

Nossa… não sei como não pensei nisso antes. ??‍♀️ Estou até me sentindo mais leve, livre e empolgada para compartilhar logo encontros incríveis, na hora que me der na telha, sem ter que seguir script nenhum. Começarei nessa segunda!! ?

Deixo vocês com uma música para celebrar… ? ?

Cuidado ao abordar uma GP

Mala

Boa noite, tudo bem??

Gente, estava aqui eu usando a minha noite de sexta-feira para descansar e eventualmente escrever rascunhos dos últimos encontros que tive, quando um homem – se é que pode ser chamado assim – me mostrou como o ser humano pode ser tenebroso.

Este aqui com certeza bate o recorde de todos os outros que já citei neste quadro, pois os demais foram apenas sem noção. Já esse foi completamente ofensivo, grosseiro e desrespeitoso.

Vamos começar pela sua primeira mensagem:

Vamos combinar que a abordagem dele não demonstrou nenhuma credibilidade. Ao contatar uma acompanhante, lembre-se que você não está pedindo pizza. Chega a ser grosseiro um cara nos abordar desse jeito, como se achasse que não fazemos nada da vida para estar disponível no minuto que ele quer.

Daí hoje, ele chamou de novo.

Ele respondeu: “Ok então. Bom descanso” e eu “Obrigada. Boa noite”.

Até aqui tudo bem.

Porém, ele resolveu insistir e eu, por educação, fui dando corda.

Vou colocar toda a conversa, pois, será ainda mais impactante a virada dele.

Pedi uma foto por segurança, já que não havia nenhuma no whatsapp dele.

O cara queria me encontrar e nem pesquisou as informações básicas a meu respeito.

Desconsiderem o “me” antes de prometo rs

Eu nem precisava ter me justificado tanto, mas quis ser gentil, honesta, solicita. E confesso que esperava algo mais condescendente, como: “Entendo, fique tranquila. Marcamos em outra oportunidade então” e não esse “deixa pra lá” seco, de alguém que não gosta de ser contrariado. Como também não esperava por uma grosseria dessas:

Logo em seguida o bloqueei, não lhe dando a chance de resposta e ele, não contente, começou a me enviar ofensas por torpedo. Confesso que estou até agora passada com tudo isso.

Sei que muitas acompanhantes recebem ofensas a todo momento, mas nunca tinha me acontecido algo desse tipo, do cara se enfurecer por eu me recusar a atender ele naquele momento.

Sim, eu poderia deixar para lá, mas fui investigar sobre esse cara – o sangue de jornalista investigativa corre nas minhas veias -. Afinal, não era possível que um médico tão conceituado como ele pudesse se dirigir a outra pessoa desse jeito, ainda mais sendo uma mulher! Uma mulher que até então ele estava querendo transar!! Cadê a gentileza? O cavalheirismo? Em nenhum momento eu tinha sido grosseira com ele!

Comecei a pensar que talvez alguém estivesse fingindo ser ele – afinal, o cara é conhecido no que faz -, apenas para tirar um sarro. Mas não, era ele mesmo. Não resisti e lhe enviei a seguinte resposta:

Escrevi “aja” errado. Ignorem por favor, estava tensa rs.

A minha intenção nem foi ameaçar, mas sim relembrá-lo de quem ele é, para que quem sabe assim caísse em si que a sua atitude estava sendo  mesmo ridícula e desproporcional com alguém da sua – duvidosa – importância e inteligência.

No entanto, novamente fui ofendida, por uma pessoa que não tem argumentos e que provavelmente deve ser perturbada. Estou realmente assustada. E pensar que QUASE, quase aceitei ir até a casa dele. Sabe-se lá o que poderia ter me acontecido.

PS.: Até o fechamento dessa edição, recebi uma nova ofensa: “Vagabunda”.

Sangue de Cristo tem poder. ✝️

“O Colombiano”

Querido diário…

Eis o meu segundo cliente na Red Week de junho. Sim, ainda estou postando sobre encontros que ocorreram há dois meses! ? Clientes que vieram bem depois disso, peço que tenham um cadinho de paciência, irei escrever sobre vocês também! ?

Combinamos no Lido, suíte 116. Meu primeiro colombiano! ? Sequer falava meu idioma, ainda bem que o espanhol costuma ser fácil de entender rs. Ele veio para o Brasil por conta dos jogos da Copa das Américas e aproveitou a oportunidade para me conhecer. ❤️ Não perdemos tempo e, após as devidas apresentações, começamos a nos beijar. Durante os beijos, roupas foram saindo e apesar de termos combinado previamente que eu lhe faria uma massagem, ele quis fazer em mim também, antes mesmo que eu fizesse nele. Que delícia! ??

Me deitei de bruços e fui agraciada pelas carícias das suas másculas mãos no meu corpo. Após algum tempo me virei de frente, sendo recompensada pela visão dele em cima de mim, associada ao seu toque. Tudo muito gostoso. Depois foi a minha vez de lhe massagear, porém, seu menino demorou a endurecer durante a massagem tântrica. Intercalei com sexo oral para que ele ficasse no ponto (impressionante como cresceu bastante depois de duro rs ?) e quando isso aconteceu, foquei ainda mais na massagem, até ele gozar nas minhas mãos.

Após ele atingir o orgasmo, checamos o horário e estava dando a nossa 1h juntos certinho. Logo depois fomos no banhar e antes que ele partisse, fez uma gentil observação. Ele disse:

– Você é diferente das meninas que eu já saí.

-Na aparência ou no jeito? – Perguntei curiosa.

-Nas duas coisas… Você é bem namoradinha… e isso é um perigo…

???????

Quem já saiu comigo concorda?? ? Estou curiosa! ? Rs.

“O Retrô”

Querido diário…

Não esperava que o meu comunicado no Twitter, postado no começo de junho, referente o meu período menstrual, fosse fazer tanto sucesso. Como já se passaram dois meses, posteriormente eu deletei a publicação, mas nela eu dizia que por conta de eu estar na red week, faria encontros sem penetração, porém com desconto, sendo uma ótima oportunidade para aqueles que quisessem me conhecer, independente de rolar sexo.

Este foi o meu primeiro cliente dentro deste esquema e eu não poderia ter dado a largada de maneira melhor! Rapaz extremamente gentil, confiável e tradicional. Pediu que eu o atendesse em sua residência e fui recebida em seu apartamento como se eu fosse uma velha amiga e não uma estranha que o visitava pela primeira vez. Logo de cara dois violinos na entrada da sala me chamaram a atenção, o que acabou nos rendendo bastante assunto.

Ele serviu vinho para nós e começou a me dar uma aula de música, sobre suas origens, costumes, tudo relacionado ao violino. Informações que considerei de bastante aprendizado na hora, mas que sabia que me esqueceria depois. Muita informação técnica, digna de um estudioso que pesquisou aquilo por anos, que infelizmente eu não conseguiria absorver em uma única conversa. O achei inteligentíssimo.

Depois me apresentou todo o seu apartamento e acabamos ficando mais tempo numa sala que continha uma cadeira de massagem. Me surpreendeu que alguém tivesse uma daquelas cadeiras massageadoras, que vemos nos shoppings, em casa e ele, percebendo o meu interesse, gentilmente me incentivou a experimentá-la. Confesso que fiquei um pouco acanhada, não sabendo se ele estava oferecendo por educação, ou se realmente não se importaria que eu experimentasse. Arrisquei. Sempre ficava curiosa quando via aquelas do shopping rs.

Sentei naquela cadeira gigantesca que preenchia quase que o espaço inteiro do cômodo e, ligeiramente assustada, a observei começar a trabalhar. Não consegui ficar à vontade, nem relaxar, pois achei que ele ficaria ali comigo, mas, me deixou sozinha e foi para a sala. Abortei o experimento na hora rs. Fiquei com a sensação que não estava cumprindo a minha tarefa pelo qual fui contratada e o chamei para que desligasse a cadeira.

De volta à sala de estar, ao som de Patsy Cline que estava tocando, bebemos mais uns goles de vinho e então nos beijamos.

Não demorou muito para que fôssemos para a cama. Ele levou sua caixinha de som e o tempo inteiro me senti dentro daqueles filmes antigos. Seu gosto musical é bastante retrô, o que achei um charme. Não era o tipo de música que eu ouviria em casa, mas que naquele momento foi gostoso, compôs o cenário.

Como ele foi o primeiro que atendi em período menstrual no mês de junho, não fui esperta de ir com um absorvente interno, o que foi mesmo uma pena, pois, ele queria muito me chupar – para quem não sabe, absorvente interno é o que chamamos de tampão, deixando só uma cordinha para fora -. E demorou até mesmo para que eu o chupasse, pois ele gostava que ficássemos apenas nos amassando. Então ficamos por bastante tempo aos beijos naquele esfrega, esfrega, comigo de calcinha e absorvente e ele, ainda vestido, de calça e cueca.

Ele se empolgou de tal maneira, que até pensei que fosse conseguir gozar daquele jeito. Seria mesmo um marco se um cliente gozasse só de ficar esfregando ainda de roupa rs. Enfim pude chupá-lo e dei o meu melhor para que aquele encontro lhe valesse a pena, ainda que não me penetrasse. Foram momentos calorosos. Ele se transformara de um jeito… não parecendo mais aquele homem contido que me recebera e me apresentastes o apartamento. Foi como se ele colocasse para fora, sem medo, todas as suas fantasias, ainda que não estivéssemos fazendo nada obsceno. Por fim, ele gozou comigo lhe masturbando.

Nos limpamos e então voltamos para a sala. Pensei que eu já fosse embora – a princípio combinamos apenas 1h – mas ele conduziu para que eu me sentasse no sofá e entendi que gostaria de estender o tempo. Eu estava tranquila de horário, então me deixei levar. Bebemos mais vinho, comemos amendoim, papeamos e até toquei seu violino!! Não que eu soubesse tocar, mas, deu para experimentar rs. Pedi que tirasse uma foto minha com o instrumento, mas que não poderei postar, a seu pedido, ficando apenas como uma recordação pessoal deste encontro. Foram duas horas bastante agradáveis.

Repeteco com o Médico!

Médico

Querido diário…

Quase não acreditei quando recebi a mensagem dele. Isso porque, além de ser o meu cliente 69, fazia pouco mais de três anos que não saíamos. A última vez que nos vimos foi em março de 2016! ? E sempre fico maravilhada quando clientes antigos reaparecem. ❤️

Combinamos no mesmo hotel de sempre (Lido) e cheguei um pouco antes. O aguardei numa salinha, sendo logo resgatada quando ele chegou. Ao adentrarmos na suíte – não me perguntem o número, pois não lembro -, ele incorporou o adolescente na puberdade, me beijando loucamente e me prensando contra a parede. ? Estava eufórico, sedento e incansável. De repente me virou de costas e roçou seu pau na minha bunda, por cima da roupa, enquanto cafungava meu pescoço. Uma delícia, como podem imaginar. ?

Fomos nos despindo mutuamente aos poucos, até que o sentei na beirada da cama, me agachei na sua frente e caí de boca no menino. ? Ali fiquei por alguns minutos, até que o acomodei melhor na cama, continuando a minha  tarefa. Depois de algum tempo ele disse que queria me chupar também, fazendo com que a minha menina também fosse paparicada. Não demorou muito para que transássemos. Infelizmente ele não gozou em nenhum momento, ainda que fizéssemos em várias posições. Se cansava e não alcançava.

Certa altura, enquanto papeávamos durante a pausa, lhe propus uma massagem tântrica, que eu ainda não tinha aprendido na época em que saíamos. Foi muito bom poder lhe proporcionar algo diferente, uma sensação que ele ainda não conhecia. Mas nem assim gozou, no entanto, lhe deu mais carga para uma nova transa e lá fomos nós mais uma vez. ? Eu por cima, de ladinho, papai e mamãe, percebi que ele quase gozou em um desses momentos, mas o cansaço lhe venceu. Uma pena mesmo. ☹️

Ao final de tudo lhe dei de presente o meu livro, conversamos bastante sobre o que aconteceu com cada um durante esse tempo e quando percebemos nossas duas horas juntos já estava encerrando. Espero que ele não suma de novo e volte mais vezes, maravilhoso lhe rever! ❤️

Repeteco com o Sugarman!

Querido diário…

Definitivamente abriu a temporada de repetecos! E se tem uma coisa tão boa quanto atender um desconhecido e sentir aquele friozinho na barriga, é atender aqueles que você já conhece. Que sabe do que gosta, como desenrola, como serão as sensações, os prazeres, enfim… repetecos são sempre muito bem vindos! ?

Novamente me serviu um vinho Moscatel –  ainda da mesma garrafa da última vez – e logo nos encaminhamos para a sala. Esse encontro foi de menor duração, comparado ao nosso primeiro, então não perdemos tempo. Poucas conversas, muitos beijos e rapidamente eu estava de joelhos com o seu membro na minha boca, permanecendo ali por tempo suficiente, até ele me pedir para sentar.

Com ele as transas são bem duradouras, então não pensem que quando eu disser que fui por cima, depois de quatro e gozou, que foi uma transa rápida. Em cada posição ficávamos uns bons minutos, tanto que quando ele atingiu o clímax, nos encontrávamos completamente suados, ofegantes e eu toda descabelada.

Fui me banhar, já me preparando para o segundo round, mas, quando voltei à sala, ele disse que estava satisfeito. Era a segunda vez que ele acabava com a brincadeira mais cedo após gozar rs. Desta vez me pagou proporcional ao tempo que ficamos, não sem antes me perguntar se tudo bem e sim, por mim estava tudo ótimo, eu precisava mesmo daquele tempo extra para não me atrasar para a aula (ainda assim me atrasei pouco mais de uma hora, por conta deste trânsito infernal de São Paulo). Muito bom revê-lo, num espaço tão curto de tempo. ?

Todo engraçadinho

Repeteco com o Sadio!

Sadio

Querido diário…

A última vez que o encontrei foi em abril e que delícia poder revê-lo! ? Tanto tempo que até tinha me esquecido de como ele é generoso. Logo que adentrei na suíte, me deparei com alguns presentes em cima da cama. ?

E ainda que eu tenha trocado quase tudo – tanto a blusa, quanto o short ficaram grandes demais e o sapato preferi na cor preta  -, adorei demais o gesto! ❤️ Amei a lingerie bem ninfetinha e adorei as calças novas pela qual troquei. Obrigada mais uma vez Sadio! Sei que você está lendo isso. ?

Provei tudo na mesma hora, que ele estava afoito para ver se tinha acertado nos tamanhos. E até tinha, era tudo P, mas o molde das peças realmente era gigante rs. Já a lingerie ficou perfeita. ❤️ Ele conhece bem demais o meu corpo. ? Dali já engatamos os beijos, comigo vestindo aquela lingerie de algodão branca com detalhes em renda rosa. Bem menininha, do jeito que ele gosta.

Ainda aos beijos caímos na cama. Permaneci com o sutiã, enquanto ele descia para tirar a calcinha que eu acabara de colocar. Me chupou deliciosamente, como sempre, seu oral é mesmo maravilhoso. Depois foi a minha vez e também me deliciei, até ele dizer que queria me sentir. Daí ele pegou a camisinha – sempre leva o seu preservativo preferido, Preserve Extra Sensitivity da embalagem azul clara cintilante (parece que tô fazendo merchan, mas é só para mostrar que me lembro dos detalhes ?) -, passou um pouco de gel no seu pau antes de encapar – senão a camisinha te assa – e veio por cima.

Não foi preciso trocarmos de posição, a sua saudade estava tanta que gozou assim, mandando ver no papai e mamãe. Durante a pausa conversamos bastante, ele é muito falante, eu também, então já viu rs. Mas sobrou tempo para um segundo round. Em certa altura se lavou e voltei a chupar bem gostoso, até encaparmos novamente. Desta vez eu que fui por cima. Nesse momento tirei uma casquinha também e usei o meu brinquedinho vibratório clitoriano. Gozamos quase juntos, ele me esperou e então também foi. Uma hora e meia rendeu. ? Não nos restou muito tempo depois disso, então o jeito foi nos banharmos para irmos embora.

Muuuuitos dias depois, enfim consegui um tempinho para trocar as peças e aproveitei para fazer aquele registro. ?

Pernoite com o Quantitativo!

Querido diário…

Estou impressionada em como fazia tempo que eu não me aventurava em um pernoite! Dei uma rápida pesquisada aqui no blog e o meu último foi em maio de 2018. Uau! Um ano dormindo comportadinha dentro de casa, sem virar  a noite em companhia masculina (sqn). Quero dizer, pelo menos não à trabalho hehe.

E esse foi ainda mais especial, pois não seria apenas um pernoite de 12h como os pernoites costumam ser, mas, prolongado. Me requisitou até às 13h do dia seguinte, me fazendo especular que se num encontro de duas horas ele gozou quatro vezes comigo, imagina qual será seu recorde em dezoito horas… rs. ?

Novamente o encontrei no hotel Unique. Conversamos um pouco a princípio, mas não demorou muito para que engatássemos o primeiro round da noite. Logo eu me encontrava de quatro naquele sofá de couro branco, com ele me penetrando com vontade. Desta vez as transas duraram mais tempo, já que, afinal, tínhamos a noite inteira para isso.

Não me recordo em que momento ele pediu o jantar para nós, se foi depois da primeira, da segunda ou da terceira transa, só sei que foi mesmo preciso nos abastecermos, já que foram quatro rounds naquela noite. Isso mesmo, quatro! E todos da mesma maneira: comigo de quatro no sofá. Ô homem disposto! Mas, antes do jantar, bebemos vinho, ouvimos Red Hot Chili Peppers na JBL e conversamos, pois, um pernoite não é feito só de sexo. Se aproveita a companhia do outro de outras maneiras também.

Perto de dormimos, ele ainda acompanhou uma partida da NBA pela TV, comigo sentada ao seu lado e a TV sem som nenhum, pois lhe bastava ver apenas as imagens, com a voz do Anthony Kiedis de fundo. Fomos dormir aproximadamente 1h da manhã, acredito eu, não me recordo ao certo.

Acordei poucas horas depois com os seus roncos. Definitivamente ele foi o homem (por enquanto) com o ronco mais alto e estranho que já dormi junto. Essa é a parte ruim de fazer um pernoite, você não sabe (até aquele momento), como é aquela pessoa dormindo. Ossos do ofício. É por essas e outras que pernoite é mais caro. Nosso sono é comprometido, seja pela quantidade de horas transando ou pelo ronco do vizinho.

Na manhã seguinte, ele acordou ainda mais disposto e transamos três vezes, isso mesmo Brasil, três vezes! Foi o número recorde de transas matinais que eu já fiz num pernoite rs. Ainda bem que o café da manhã daquele hotel é mesmo divino e generoso, foi ótimo para repor as energias. Só não consigo descrever o que comi exatamente tanto no jantar, quanto pela manhã, porque, afinal, esse encontro foi há mais de um mês e preciso exercitar melhor a minha memória rs.